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PROCURA POR VAGA EM UNIVERSIDADE DOS EUA TOMA TEMPO E DINHEIRO; CONFIRA PASSO A PASSO

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É bem antes da conclusão do ensino médio que um estudante deve iniciar os preparativos para garantir uma vaga em uma universidade dos EUA.

A recomendação da orientadora educacional do Alummni Advising – EducationUSA, Marta Bidoli, é começar a busca com mais de um ano de antecedência à formatura, já a partir do segundo ano do ensino médio.

“Quanto mais cedo o aluno se envolver com o processo, melhor”, lembra, “já que no terceiro ano ele estará lidando com os vestibulares de fim de ano no Brasil”.

Além do tempo tomado, os custos envolvidos documentos, traduções e testes não são poucos. Há testes de proficiência em inglês, traduções de documentos escolares e mais de um application (processo de admissão no ensino superior, no exterior) para pagar.

Só para enviar cinco applications, o gasto calculado será entre R$ 690* (menor taxa, de US$ 70) e R$ 1.475* (maior taxa, de US$ 150). Para 10 applications, entre R$ 1.375* e R$ 2.950*.

Passo 1: escolher a universidade

A orientadora educacional do Alumni Advising aconselha que o aluno tente restringir sua pesquisa e definir de 5 a 10 universidades que se enquadram academicamente no que ele procura para seu futuro.

Essa é a etapa que mais consome tempo com pesquisa pela internet e contato direto com as universidades, além de buscar referências com alunos matriculados ou ex-alunos pelas redes sociais.

Para checar se as instituições são reconhecidas pelo governo americano, há dois sites para consulta: um do Departamento da Educação e outro do Conselho de Ensino Superior.

Para checar se as instituições são reconhecidas pelo governo americano, há dois sites para consulta: um do Departamento da Educação e outro do Conselho de Ensino Superior.

Passo 2: provar proficiência em inglês

Para a admissão, a universidade pode ou não pedir uma redação ou uma entrevista. “O inglês precisa estar afiado. Mesmo sendo um gênio, o aluno não poderá mostrar todo seu potencial sem um inglês fluente”, diz Vinícius Cruz, 18, que, com mais três amigos, criou o aplicativo Estudar nos EUA.

Ele hoje estuda engenharia na Universidade Lindenwood que, por uma parceria acadêmica, lhe garantirá um diploma da Universidade Washington ao se formar. “Mas o brasileiro não precisa se preocupar tanto com a pronúncia ou os erros. O entrevistador vai relevar esses pontos porque o que importa é o conteúdo do aluno.”

Há vários exames para comprovar o conhecimento da língua inglesa, mas os dois mais pedidos pelas universidades americanas são o Toefl (Test of English as a Foreign Language) e o Ielts (International English Language Testing System). Cada um deles custa pouco mais de R$ 400.

TESTES DE PROFICIÊNCIA

Teste Custo* Provas Datas
Ielts R$ 440 Compreensão oral: 40 minutos para responder a perguntas
Leitura: 60 minutos
Escrita: 60 minutos para redação
Expressão oral: de 11 a 14 minutos para discorrer sobre tema
Consulta ao site
Toefl R$ 413 Leitura: 60 a 80 minutos
Compreensão oral: 60 a 90 minutos
Expressão oral: 20 minutos
Escrita: 50 minutos para escrever uma redação
Consulta ao site
  • * Valor em fevereiro de 2013

Passo 3: teste de conhecimentos gerais

Para entrar na universidade americana, o aluno também terá de testar seus conhecimentos no exame SAT (conhecido como Scholastic Aptitude Tes ou Scholastic Assessment Test) ou no ACT (American College Testing). As regras de admissão de cada universidade é que determinarão qual deles prestar.

A taxa do SAT é de R$ 160 e do ACT, de R$ 108 a R$ 159.

Os brasileiros, segundo Bidoni, costumam ir bem nas provas, mas é preciso estudar material próprio para passar no exame já que ele trabalha o “critical reading”, uma habilidade analítica em língua inglesa, e o raciocínio.

Teste Custo* Provas Datas e locais
ACT R$ 59 ou R$ 100 (com teste opcional de escrita); estudantes fora dos EUA e Canadá devem pagar ainda taxa de R$ 59 Inglês: 45 minutos
Matemática: 60 minutos
Leitura: 35 minutos
Ciências Naturais: 35 minutos
Teste de escrita opcional: 30 minutos para redação
Consulte o site
SAT R$ 160 Inglês: leitura crítica, redação curta e exercícios de múltipla escolha
Matemática: operações aritméticas, álgebra, geometria, estatística e probabilidade
o teste é oferecido em algumas escolas no Brasil, confiraaqui
  • *Valores em fevereiro de 2013

Passo 4: reunir documentos e traduções

Por último, o aluno terá de pedir traduções de seu histórico escolar quando estiver no terceiro ano e, caso houver, o certificado de conclusão de curso. Este documento será substituído, mais tarde, pelo diploma.

As universidades também podem pedir cartas de recomendação da escola ou de professores, que elencam as qualidades e o comprometimento do estudante com o aprendizado.

Cada Estado brasileiro possui associações ou juntas comerciais com tradutores públicos, que indicam o valor tabelado, entre 50 e 100 reais, com base no número de toques, e mais uma lista de endereços dos profissionais e os idiomas com que eles trabalham. Em outros lugares, essa quantia pode ser de R$ 160 ou mais para cada documento.

Atenção ao calendário

É essencial o estudante checar com as instituições sobre o período de admissão para não perder o envio dos documentos em tempo hábil.

Há universidades que recebem o application dos candidatos em dezembro, com resultado em fevereiro ou março, matrícula em maio e início das aulas entre agosto e setembro, mas esse calendário não é padrão. Na Califórnia, por exemplo, o processo se inicia em novembro.

* Taxa de câmbio calculada em 25.fev.2012 (R$ 1,967)

Fonte: http: // educacao .uol. com. br / noticias /2013 /02 /27/ procura-por-vaga-em-universidade-dos-eua-toma-tempo-e-dinheiro-confira-o-passo-a-passo.htm

UNIVERSIDADE DE COLUMBIA ABRE ESCRITÓRIO NO RIO

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Fundada em 1754, Columbia é um dos exemplos mais notáveis da opulência do ensino superior nos Estados Unidos. Financiada por um fundo de perto de US$ 8 bilhões, alimentado por investimentos e doações, tem pouco mais de 27 mil estudantes. Lidera a lista de universidades com ganhadores do Nobel (são 40 prêmios até hoje). Estudaram em Columbia três presidentes americanos, entre eles o atual, Barack Obama.

O Columbia Global Centers Latin America (Rio de Janeiro), uma das oito representações internacionais da Universidade Colúmbia, de Nova York, lançado esta semana no Rio, promove nesta quarta-feira (20) painel de discussão sobre o tema Liberdade de Expressão Global, com pesquisadores e especialistas no tema. O objetivo, de acordo com a instituição, é avaliar “as ações que serão necessárias para a defesa da liberdade de expressão, trazendo perspectivas globais para melhor entender a experiência brasileira”, num contexto em que “preservar a liberdade de expressão na era digital apresenta desafios que exigem uma visão nova”.

O encontro, na sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), terá como painelistas o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Brito; o diretor de Conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour; o reitor da Escola de Pós-Graduação em Jornalismo da Colúmbia, Nicholas Lemann, e o diretor de Redação de O Globo, Ascânio Seleme. O evento será apresentado pelo diretor do Columbia Global Centers Latin America Rio, Thomas J. Trebat, e pela diretora executiva do Instituto Palavra Aberta, Patricia Blanco, e terá comentários do presidente da Columbia, Lee C. Bollinger. A moderadora será a jornalista Mônica Waldvogel, da GloboNews.

Educação

Nesta terça-feira, no segundo dia da série de painéis promovido pelo Columbia Global Centers Latin America (Rio) para marcar o início das atividades no Brasil, a presidente do Barnard College, Debora Spar, elogiou programas educacionais e sociais brasileiros, como o Bolsa-Família e o Ciência Sem Fronteiras, no debate ” desafio da educação: perspectivas globais e a experiência do Rio de Janeiro”.

“Ouvi dizer que as mulheres controlam esse dinheiro (do Bolsa-Família) e garantem a presença na escola”, disse. De acordo com Debora Spar, o Ciência Sem Fronteiras é um programa “muito humilde” e “muito inteligente” porque com ele o governo brasileiro, ao mesmo tempo em que investe na melhoria da educação no País, envia estudantes para se formar no exterior. Ela também elogiou o aumento dos investimentos em educação no País, citando números (10,5% em 2000 para 17% em 2010) e lembrou que o porcentual de trabalhadores sem ensino médio completo caiu de 70% em 1993 para 40% atualmente, ressaltando que empresários se queixam da dificuldade para recrutar mão de obra de boa qualidade para as empresas brasileiras

Já a professora Sonia Kramer, diretora do Departamento de Educação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), lembrou que no Brasil, apesar de todas as políticas públicas, apenas 18% das crianças de 0 a 3 anos estão na creche e 73% das de quatro e cinco anos, na pré-escola. “A média de atendimento no Estado do Rio de Janeiro é abaixo da nacional, 16% e 66%”, criticou. Na capital federal, contudo, chegou-se perto da universalização na segunda faixa e a cerca de 80% de inclusão na primeira, reconheceu.

Fonte: http: // www. estadao. com. br / noticias / geral ,columbia-promove-painel-sobre-liberdade-de-expressao,1010753,0 .htm

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