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CIENTISTAS DESENVOLVEM TELA DE SMARTPHONE INQUEBRÁVEL

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Cientistas da Universidade de Akron, nos Estados Unidos, desenvolveram uma tela para smartphones a partir de eletrodos transparentes, o que a torna inquebrável.

Segundos os cientistas, o revestimento da maioria dos smartphones é feito com uma substância condutiva de óxido de estanho, também utilizada em televisores de plasma, LCD e outros dispositivos, porém ela é cara e frágil.

De acordo com o professor-assistente de ciência polímera Yu Zhu, que descreveu um método de criar telas a partir de eletrodos de metal fundido em uma camada de polímero, a tela desenvolvida é altamente resistente, praticamente inquebrável e barata. Além disso, Zhu espera que o método sirva para competir no mercado com o óxido de estanho, resolvendo de vez o problema das telas de smartphones rachadas.

Fonte:www . uakron . edu/im/online-newsroom/news_details . dot?newsId=118f583a-986c-497c-b45d-c3ea152cd362

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TECNOLOGIA QUE TRANSFORMA QUALQUER SUPERFÍCIE EM TELA TOUCH JÁ ESTÁ À VENDA

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Transformar uma parede, por exemplo, em uma interface touch pode ser muito útil para professores ministrarem aulas, para jogar games interativos ou até mesmo para lojas demonstrarem seus produtos. A tecnologia que antes era um protótipo criado pela startup Ubi, utilizando o Kinect da Microsoft para o Windows, está pronta para chegar aos consumidores e seu período de vendas foi iniciado. As informações são do CNET.

A Microsoft anunciou que a Ubi tem trabalhado em cojunto com mais de 50 organizações para desenvolver o software e, agora, está aceitando as primeiras encomendas para o seu sistema. “Queremos que a colaboração humana e informação estejam a uma distância de apenas um toque de seu dedo, não importa onde você esteja”, afirmou no blog oficial da empresa Anup Chathoth, cofundador e CEO da Ubi. “Ao tornar possível transformar qualquer superfície em uma tela sensível ao toque, nós eliminamos a necessidade de um hardware para a tela e, assim, reduzimos os custos e ampliamos as possibilidades para permitir exposições interativas em locais onde antes não eram viáveis, como em paredes em espaços públicos”.

O projetor reflete a imagem em um vidro e um sensor Kinect, do outro lado, é usado para rastrear os movimentos dos usuários, permitindo que eles interajam com o sistema usando apenas o toque, como fariam utilizando um smartphone ou um tablet. O sistema do Kinect opera nativamente com a interface touchscreen do Windows, permitindo que os ícones possam ser acessados apenas com um toque e fotos ampliadas usando recursos multitouch.

Devido ao mapeamento 3D do Kinect, o sistema é capaz de dizer quando os usuários fizeram um clique completo, ao invés de apenas pairar com seus dedos sobre a tela, o que permite que os usuários folheiem páginas ou as percorram sem acabar selecionando itens com cada movimento que fizerem.

Para que o sistema funcione, os usuários precisam de um computador rodando o software desenvolvido pela Ubi, um projetor e o Kinect para Windows. O software da Ubi é comercializado em quatro pacotes distintos variando entre o Basic por US$ 149 (R$ 345) e o Enterprise por US$ 1.499 (R$ 3.477). O Kinect para Windows custa US$ 250 (R$ 580).

Fonte: Canal Tech – 19/08/2013

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