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GERAÇÃO Y LIDERA ACESSOS ÀS REDES SOCIAIS NO BRASIL, APONTA ESTUDOS

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No Brasil, o público das redes sociais é jovem. Um estudo realizado pela Experian Marketing Services em novembro de 2014 aponta que mais da metade (54%) dos usuários de social media do País tem idade entre 18 a 24 anos.

Adultos na faixa dos 25 a 34 anos aparecem em segundo lugar, com 29,8%, enquanto aqueles com 35 a 44 anos têm 12,7% de participação. Os grupos com idade entre 45 e 54 anos e acima dos 55 anos apresentam a menor amostra, com 2,9% e 0,3%, respectivamente.

Em comparação com o mesmo levantamento realizado pela Experian em julho do ano passado, a presença geração millennial aumentou consideravelmente. Naquele mês, jovens brasileiros contabilizaram 24,8% das visitas nas redes sociais.

De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Facebook, adolescentes e jovens adultos brasileiros (com idade de 13 a 24 anos) esperam que o conteúdo das marcas seja engajador (81%). E quase sete entre 10 participantes dizem gostar quando anunciantes conversam com eles nas redes sociais.

De forma geral, o eMarketer estima que 78,1 milhões de brasileiros acessaram alguma rede social pelo menos uma vez ao mês em 2014. O número corresponde a 72,6% dos internautas do País, ou a 38,5% da população nacional. Desse grupo, 72 milhões acessaram o Facebook mensalmente, enquanto 12,1 milhões usaram o Twitter com a mesma frequência. A empresa afirma que 53 milhões de pessoas acessaram as redes via mobile ao menos uma vez ao mês no ano passado.

 

Fonte: Proxxima – 20/02/2015

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MÍDIAS SOCIAIS SÃO 1ª FONTE DE INFORMAÇÃO

 

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As mídias sociais já são a primeira fonte de consulta de informação para 72% da população nos países emergentes. E os veículos tradicionais como jornais, revistas e TV, são citados como a segunda referência para buscar informação. A pesquisa, conduzida pela Microsoft, abrangeu redes sociais como Facebook, YouTube, Twitter, QZone, Weibo, Vkontakte, Instagram e LinkedIn.

Nos países desenvolvidos, o sinal inverte-se: 66% dos usuários de internet usam a mídia tradicional como a primeira fonte de informação. A Microsoft entrevistou 12 mil internautas, em 12 países, com o objetivo de traçar um panorama do impacto da tecnologia pessoal em questões cotidianas.

A pesquisa mostra que mais de 80% dos brasileiros acreditam que a tecnologia pessoal ajudou a melhorar a inovação no campo dos negócios. Atrás somente da Indonésia, o brasileiro é o povo mais otimista sobre o impacto positivo da tecnologia como combustível para a criação de ideias inovadoras dentro de empresas. A percepção favorável é mais comum em países emergentes, onde 76% disseram acreditar na tecnologia pessoal como um fator que impulsiona inovação nos negócios. O índice foi de 63% em países desenvolvidos e de 72% na média global.

O brasileiro também é um dos mais otimistas sobre o poder que a tecnologia tem para ajudar na criação de novos negócios, com índice que só perde para a Indonésia. Para 82% dos brasileiros ouvidos, a tecnologia pessoal impacta diretamente a habilidade de criar uma nova empresa. O maior otimismo de países em desenvolvimento também prevalece nesse quesito: 73% dos entrevistados acreditam no papel da tecnologia como habilitadora de novos negócios.

 

Fonte: Meio e Mensagem – 30/01/2015
Colaboração Analista de mercado – Adolpho Ladeira

MCAFEE AFIRMA QUE 87% DOS JOVENS JÁ PRESENCIARAM CYBERBULLYING NAS REDES SOCIAIS

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A empresa de segurança de softwares McAfee realizou pesquisa entre norte-americanos de 10 a 18 anos sobre privacidade online e redes sociais, com o objetivo de mostrar como os comportamentos online podem ser prejudiciais para a vida longe do computador.

Segundo a pesquisa, 87% dos entrevistados já presenciaram algum tipo de cyberbullying e outros 27% viram comportamentos cruéis na rede.

Além disso, 72% dos jovens afirmaram que o principal motivo do cyberbullying é a aparência física, seguido por etnia ou religião, com 26%, e 22% por causa da orientação sexual. Entre os pesquisados, 57% disseram reagir com atitudes agressivas e 47% apagaram as contas nas redes sociais.

Apesar do bullying, um a cada três adolescentes relatou se sentir mais confortável para relacionamentos através das redes sociais do que pessoalmente.

Em relação à segurança dos jovens, 52% disseram não se preocupar em desabilitar os recursos de localização por GPS.

Diante dos perigos, a McAfee sugere que os pais a alertem os filhos sobre os riscos de algumas atitudes na rede; que os pais tenham acesso às senhas das contas em redes sociais dos filhos; que os responsáveis saibam sobre o funcionamento das novas tecnologias e conheçam as novidades das redes sociais; e certifiquem-se que os filhos estejam cientes de que as publicações poderão ser vistas por qualquer pessoa, evitando possíveis constrangimentos.

Fonte: www . mcafee . com/us/about/news/2014/q2/20140603-01 . aspx

VEJA PROFISSÕES QUE USAM AS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE TRABALHO

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Se você é do tipo que passa horas tuitando, postando fotos e interagindo no Facebook, saiba que é possível fazer desta uma atividade rentável. Atualmente, existem profissões onde as ferramentas de trabalho são as redes sociais, pois as empresas estão de olho nas vantagens que se pode obter com elas.

São cargos relativos à área: gerente e analista de mídias sociais; gestor, gerente e analista de comunidades; gestor e gerente de relacionamento. Quase sempre nos níveis júnior, pleno e sênior.

“O foco da profissão é relacionamento e conteúdo. Então, geralmente, as denominações giram em torno de variações que deixem claro esse tipo de atividade”, explica o presidente do Comitê de Social Media da Abradi, Edney Souza.

Conhecimentos e habilidades

Mas para trabalhar no gerenciamento de redes sociais de uma empresa, ser um assíduo usuário delas não adianta de muita coisa, diz o professor e coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV-SP, Nino Carvalho.

Além de conhecimento em comunicação e marketing, Luciano Palma, professor de pós em Gestão em Web do Senac Lapa Tito, em São Paulo, aponta conceitos básicos de economia e administração como igualmente importantes.

“Estamos falando de um processo que a empresa está utilizando para divulgar seu produto e sua marca ou para melhorar seu atendimento. Não é só conseguir muitos likes, posts ou retuites”, observa Palma.

Atribuições do profissional de redes sociais

Ouvir o que se comenta sobre determinado produto, coletar sugestões que podem melhorá-lo, defendê-lo de ataques e monitorar o concorrente são algumas das tarefas do profissional que trabalha com redes sociais.

“É todo um processo que sempre existiu, mas, agora, com meios mais dinâmicos e mais ágeis. Não é mais só a empresa que fala e não dá para deixar o cliente-seguidor sem resposta”, diz Palma.

Analistas de mídias sociais ganham até R$ 5.000

O salário de um analista de mídias sociais júnior, segundo a Abradi, fica entre R$ 896,93 e R$ 2.385,53 na região Sudeste. No posto sênior, o analista pode chegar a ganhar até R$ 5.000,62.

Edney Souza diz que há um deficit de remuneração para esse profissional devido à baixa qualificação. “Hoje, não existem disciplinas de mídias sociais na graduação ou pós-graduação de várias universidades. A procura é grande, mas, em geral, contrata-se um profissional de nível júnior ou estagiário, e ele é treinado dentro da agência”, afirma.

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