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PREÇO DOS IMÓVEIS SOBE MAIS QUE O DOBRO DA INFLAÇÃO NO ANO

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O preço médio do metro quadrado subiu mais que o dobro da inflação no ano, segundo pesquisa elaborada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis.

Enquanto o preço dos imóveis à venda acumulam alta de 7,3% em 2013, a variação para do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é de 3,2% para o período.

Nas 16 cidades com preços monitorados, Curitiba (PR) teve a maior alta no mês (3,7%), impulsionada pelos bairros de Água Verde e Bigorrilho. Por outro lado, Belo Horizonte (MG) foi a única cidade a registrar queda no preço médio do m², com variação negativa de 2,4%.

Em 12 meses, o mercado de Curitiba se mostrou o mais aquecido com aumento acumulado de 19,6%, seguido pelo Rio de Janeiro, com alta de 15,4%, Niterói (RJ), subida de 14,0%, São Paulo, que registrou variação positiva de 13,9%, e Porto Alegre (RS), aumento de 13,3%.

Os valores médios do m² em julho variaram de R$ 9.424, para o Rio de Janeiro, até R$ 3.646, em Vila Velha (ES). Em São Paulo, o m² ficou em R$ 7.361.

Entre as 16 cidades pesquisadas pelo indicador, a média se situou em R$ 6.900.

O Índice FipeZap, desenvolvido em conjunto pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal ZAP Imóveis, acompanha o preço médio do m2 de apartamentos prontos em 16 municípios brasileiros com base em anúncios da internet.

PREÇO MÉDIO DO METRO QUADRADO

Cidade Preço (em R$)
Rio de Janeiro (RJ) 9.424
Brasília (DF) 8.437
São Paulo (SP) 7.361
Niterói (RJ) 6.837
Recife (PE) 5.497
Fortaleza (CE) 5.108
Belo Horizonte (MG) 5.037
São Caetano do Sul (SP) 4.940
Florianópolis (SC) 4.746
Porto Alegre (RS) 4.542
Curitiba (PR) 4.374
Santo André (SP) 4.347
Salvador (BA) 4.267
Vitória (ES) 4.234
São Bernardo do Campo (SP) 4.116
Vila Velha (ES) 3.646
Média 6.900

Fonte: Fipe/Zap Imóveis e http: // economia. uol. com. br /noticias /redacao /2013 /08 /02 /preco-dos-imoveis-sobem-mais-que-o-dobro-da-inflacao-no-ano.htm

TARIFA DE METRÔ NO RIO SOBE PARA R$ 3,50 NESTA TERÇA; BARCA VAI A R$ 4,80

Barcas e Metrô

As tarifas dos serviços de metrô e barcas do Rio de Janeiro subiram para R$ 3,50 e R$ 4,80, nesta terça-feira (2), respectivamente, em função do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) acumulado entre janeiro e dezembro de 2012.

Em relação ao serviço prestado pela concessionária MetrôRio, cujo bilhete custava R$ 3,20, houve reajuste de 8,5%. O aumento do preço das barcas, por sua vez, que era de R$ 4,50, corresponde a 6,2%. O sistema marítimo é administrado pela CCR.

Para os usuários das barcas que utilizam o Bilhete Único Intermunicipal, a tarifa continuará fixada em R$ 3,10. A diferença é custeada pelo governo estadual por meio de subsídios.

As empresas argumentam que os reajustes foram aprovados pela Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro) no dia 26 de fevereiro.

De acordo com a Agetransp, como o reajuste anual de tarifas é previsto nos contratos de concessão firmados com o governo do Estado, não há necessidade de justificativa. Basta que as empresas façam o aviso prévio de trinta dias aos usuários.

Protesto

Nos horários de pico, os passageiros do metrô do Rio de Janeiro quase são obrigados a desafiar a lei da física que atesta que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Na linha-2, o aperto já começa na Pavuna, a primeira estação na zona norte, e vai piorando até a chegada ao centro da capital carioca

Muitos usuários do metrô do Rio de Janeiro tentam driblar a superlotação viajando de volta da estação mais próxima até a primeira estação na expectativa de, pelo menos, conseguir um espaço mais confortável dentro do vagão. A tarifa subiu para R$ 3,20 a partir desta segunda (2)

Outro problema enfrentado pela população que usa o metrô do Rio de Janeiro é o constante defeito do ar-condicionado dos vagões, que raramente funcionam. O resultado do problema: passageiros passando mal

Indignados com o serviço das barcas, usuários organizam por meio de redes sociais um ato para protestar contra o reajuste de 6,6%. A manifestação acontecerá nesta terça-feira, às 18h, em frente à estação da Praça 15, no centro do Rio.

O aumento vai afetar o trajeto diário –entre a capital fluminense a cidade de Niterói, na região metropolitana do Estado– de aproximadamente 106 mil pessoas. Atualmente, o sistema é o meio de transporte público mais caro do Rio. Mais de 300 pessoas confirmaram presença na manifestação.

Aumento em Nova Iguaçu

Em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, o preço da passagem de ônibus subiu de R$ 2,75 para R$ 2,80 –reajuste de 5,72%– nesta segunda-feira (1º).

Já na capital fluminense, o reajuste anual –que seria de 5,4%, o que fará a tarifa subir de R$ 2,75 para R$ 2,90– continua suspenso pela Secretaria Municipal de Transportes após um acordo com o governo federal.

O aumenta estava previsto para entrar em vigor a partir do dia 2 de janeiro de 2013.

Fonte: http: // noticias.uol.com.br /cotidiano /ultimas-noticias /2013 /04/02 /tarifa-de-metro-no-rio-sobe-para-r-350-nesta-terca-barca-vai-a-r-480.htm

 

 

COM AULAS DIGITAIS, NOTA SOBE ATÉ 30% NO RIO

O uso de tecnologia nas salas de aula na cidade do Rio de Janeiro começa a dar resultados. As 19 escolas que adotaram sistematicamente o uso da Educopédia, plataforma de aulas digitais, registraram notas bimestrais de 20% a 30% melhores do que o restante da rede municipal.

O projeto, que inclui material de suporte aos professores, com planos de aula e jogos pedagógicos, atinge parcialmente 75% das escolas da rede, com uma frequência que varia de uma escola para outra. Pesquisa feita com os alunos mostra que 75% deles acreditam que suas notas melhoraram por conta do uso da plataforma.

O projeto, iniciado há três anos, recebeu até agora um investimento de R$ 20,1 milhões. A maior parte, R$ 15 milhões, veio da Prefeitura. O restante foi pago pelo governo federal, principalmente com bolsas para professores que foram capacitados.

Segundo o subsecretário municipal da Educação, Rafael Parente, mentor da Educopédia, cerca de 12 mil professores já passaram por algum tipo de capacitação da plataforma, seja no modo presencial ou a distância.

O princípio de compartilhamento é essencial. A secretaria se apropria de conteúdos abertos, como vídeos e jogos – sempre avaliados – e também disponibiliza tudo que produz na internet, gratuitamente, para quem quiser usar. “A gente não consegue produzir tudo de uma vez, então primeiro faz uma busca para estabelecer parcerias com o que tem disponível. A tendência é que vamos continuar revisando e melhorando. Estamos colocando um botão para que os usuários possam fazer sugestões e críticas”, diz ele.

A Prefeitura investiu R$ 2 milhões na produção de conteúdo. Outras cinco cidades já adotaram a Educopédia. “Os Estados de Pernambuco e da Bahia devem começar parcerias em breve. Mas 200 municípios acessam a plataforma com frequência semanal”, diz Parente.

Em sala. Desde que passou a usar a Educopédia, o aluno Pablo Gomes da Silva, de 13 anos, sentiu que passou a acompanhar as aulas com mais atenção. “Dá mais foco. Quando a gente está falando fica menos concentrado, mais disperso.” Matheus Pereira, de 15, concorda. “Antes eu ficava muito desligado com as conversas. Agora, deixamos isso de lado.” As aulas de ciências são as preferidas dos estudantes do 8º ano para usar a ferramenta.

Os dois são alunos da escola municipal Epitácio Pessoa, no Andaraí, zona norte do Rio. A unidade foi uma das primeiras a implantar a ferramenta em sala de aula, há três anos.

Marco Giraldez Carrera, professor de ciências e matemática da turma, tem uma explicação: “O material disponível é mais visual. Há uma série de vídeos mostrando, por exemplo, o funcionamento do sistema digestivo. Na aula sobre o sistema nervoso, dá para ver a sinapse funcionando”, explica, entusiasmado.

A força da tecnologia é visível. Como é comum ocorrer nas salas de aula do 8º ano, o bate-papo e as piadinhas entre os estudantes são constantes quando o professor entra na classe. De repente os garotos, até então hiperativos e falantes, ficam em silêncio, quase hipnotizados.

É só ligar o computador que o comportamento da turma muda. As conversas paralelas quase somem e dão lugar ao diálogo entre alunos e professor. Mas nem tudo está resolvido.

Os estudantes ainda enfrentam dificuldades para acessar o conteúdo em sala, por problemas de conexão na rede Wi-Fi. A velocidade da internet diminui sensivelmente quando todos os netbooks são ligados. Nessa hora, é preciso ter muita paciência. Enquanto os alunos esperam, o professor aproveita para relembrar o último tema abordado.

Para a coordenadora pedagógica da escola, Carla Aida, a principal vantagem da Educopédia é oferecer um conteúdo interativo que pode ser adaptado às necessidades de cada classe. “Quando as coisas são impostas, cria-se muita resistência. O fato de não ser obrigatório agrada a alunos e professores, e todo mundo se apropria da ferramenta”, avalia.

Os alunos também podem acessar todo o conteúdo da plataforma em casa. A estudante Gabrielle Xavier Fernandes, de 15 anos, costuma fazer alguns dos exercícios na companhia do irmão mais velho, que também usa a ferramenta. “Quando estou com dúvida em alguma matéria, ele me ajuda usando a Educopédia”, conta.

Para o professor Lindomar Araújo, trata-se de “uma plataforma para dar autonomia para o aluno, para vencer aquela barreira delimitada pelo quadrado da sala de aula”.

Piloto. A escola é uma das 19 integrantes do projeto Ginásio Experimental Carioca (GEC), da Secretaria Municipal de Educação, onde os estudantes acompanham as aulas em período integral e os professores são polivalentes, ensinando mais de uma disciplina e com um trabalho em regime de dedicação exclusiva.

Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,com-aulas-digitais-nota-sobe-ate-30-no-rio,959008,0.htm

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