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VEREADORA APOIA PROJETO DE LEI DO SENADOR CRIVELLA PARA QUE FISCALIZAÇÃO DE PRÉDIOS COM MAIS DE 30 ANOS SEJA OBRIGATÓRIA

CAROS AMIGOS LEITORES,

Essa matéria merece destaque: O Projeto é do nosso Senador MARCELO CRIVELLA, aplaudido pela nossa Vereadora TÂNIA BASTOS. Eu entro na história a partir do momento que conheço e acompanho os nossos parlamentares, e ratifico com louvor os aplausos da Tânia. Além disso, sou filiada ao PRB/RJ, e quero colaborar para que os BONS POLÍTICOS sejam reconhecidos pela nossa sociedade. 

 Somos do PRB! Somos 10! Você também poderá ser 10!

DJANIRA FELIPE – Guarde este nome (Adesguiana e PRB/RJ)

Após o desabamento de três prédios no Centro do Rio, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) espera que o projeto de lei de sua autoria passe a tramitar em regime de urgência no Congresso. É que no ano passado, Crivella apresentou projeto de lei para obrigar a inspeção periódica de edifícios com mais de 30 anos. O objetivo é, além de outras medidas, prevenir acidentes como o que ocorreu na noite de quarta-feira (25), no Centro do Rio de Janeiro, onde três prédios desabaram. O edifício mais alto que desabou e provocou a queda dos outros menores tinha aproximadamente 50 anos.

A inspeção prévia e regular desses imóveis vai verificar as condições de estabilidade, segurança da estrutura e a manutenção. Segundo o senador, nada desaba antes sem “mandar um sinal”, como deformações em vigas, por exemplo.  “Edifícios de concreto não duram para sempre. Tem de ter manutenção. Os prédios antigos foram calculados em uma época em que nem havia a ABNT [Associação Brasileira de Normas Técnicas]. Me preocupo com isso. É preciso que o governo crie uma lei para prédios com mais de 30 anos”, disse Crivella.

Com a tragédia no Rio, o senador pediu urgência na tramitação do projeto no Senado, que tem o senador Zezé Perrella (PDT-MG) como relator. De acordo com o projeto, toda a edificação está sujeita às inspeções periódicas, com exceção de barragens e estádios de futebol, que já têm leis específicas.

Após a inspeção, diz o projeto, o edifício ganhará um laudo com informações sobre o prédio, manutenção e, principalmente, os dados dos profissionais que inspecionaram o imóvel.  “A preocupação é essa. Qualquer reforma ou alteração pode comprovar a segurança. Só a manutenção e fiscalização previnem [uma tragédia]. Os engenheiros antigamente não tinham o conhecimento que nós temos”, concluiu o senador.

A vereadora Tânia Bastos (PRB-RJ) aplaudiu a iniciativa do parlamentar. “Não temos como devolver a vida das pessoas que morreram nesta tragédia, mas devemos aprender e evitar os mesmos erros, por isso, o projeto de lei do senador é de extrema importância, pois a fiscalização é essencial para que outros casos como este não ocorram mais”, afirmou ela.

Fonte: Jornal da Tânia Bastos, 30 de janeiro de 2012

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LUTA POR ROYALTIES “É UMA GUERRA DE DAVI CONTRA GOLIAS”, DIZ O SENADOR MARCELO CRIVELLA

 

“Eu quero dizer a vocês que lá em Brasília isso (disputa pelos royalties de petróleo) é uma guerra de Davi contra Golias. Porque são o Espírito Santo e o Rio de Janeiro contra o Brasil inteiro. No entanto, Deus não está com Golias está com Davi”.

A passagem bíblica que remete à luta entre o gigante e o homem comum foi lembrada pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) para mostrar a desigualdade na luta entre os Estados produtores de petróleo contra os que nada produzem de óleo, mas, querem ganhar mais na divisão dos royalties.

 Ele dividiu o palco com o senador Magno Malta (PR-ES) na noite desta segunda-feira (28), durante o show de música em defesa dos royalties de petróleo, no Parque da Prainha, em Vila Velha. Mais de 100 pessoas trabalharam na programação que envolveu cantores locais e nacionais, além de políticos capixabas e parlamentares de Brasília. O evento, marcado para as 19h, começou com 15 minutos de atraso e debaixo de chuva. A estimativa do comandante do policiamento no local, capitão Menezes, é que 4 mil pessoas compareceram ao show. Entre o público presente, muitas famílias e casais.

Fonte: http://marcelocrivella.com.br – Paulo Rogério – Rádio CBN Vitória (93,5 FM)

GRAÇAS A REPORTAGEM DA REVISTA VEJA remédio para diabetes está em falta no RJ

O Senador Marcelo Crivella repudiou em plenário a reportagem publicada pela Revista Veja na semana passada.


O Dia Online

Remédio para diabetes em falta

Produto é usado por pessoas sem a doença, como emagrecedor

POR PÂMELA OLIVEIRA

Rio – Pacientes diabéticos que precisam do remédio Victoza, que vem sendo usado como emagrecedor por pessoas sem a doença, não estão conseguindo encontrar o produtonas farmácias do Rio. Segundo o endocrinologista Ricardo Meirelles, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que atua no Rio, metade dos seus pacientes que usam o Victoza se queixam de dificuldade para comprar a droga.“É patético. O paciente que realmente pode se beneficiar com o medicamento não consegue comprá-lo porque outros que não têm indicação usam com o objetivo de emagrecer”, diz Meirelles.Ontem, O DIA procurou o medicamento em 16 farmácias do Rio, nas Zonas Sul, Norte e no Centro. O remédio só foi encontrado em uma farmácia no Leme, que tinha duas caixas. Nas demais, o medicamento tinha acabado ou não chegara.O empresário Franklin Lino, 63 anos, tem diabetes tipo 2 há três anos e precisa do Victoza. Ele não tem conseguido comprar o remédio perto de casa e já recorreu à Internet. “A insulina não estava conseguindo conter minha glicose. Eu tinha todo dia um pico de açúcar. Depois que troquei a medicação, a taxa de glicose está mais controlada”, disse ele, que usa o novo remédio com recomendação de um endocrinologista.

FILA DE ESPERAPacientes do Rio não são os únicos que estão com dificuldades. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Diabete, Saulo Cavalcanti, já há falta do Victoza em Belo Horizonte, por exemplo. “Há farmácias em que a fila de espera é de até dez dias”. De acordo com a Anvisa, não há comprovação científica de que o Victoza funcione para emagrecer, e este uso causa riscos à população.

Jornal O Dia comemora seus 60 anos no Congresso Nacional

A honra de um soldado

Dois textos, dois desmentidos; mas não se podia fazer para encerrar num melancólico crepúsculo a descabelada reportagem sobre o Exército.

Todos os dias lemos denúncias nos jornais. Uma imprensa livre é patrimônio da democracia e da liberdade, mas o que parece é que essas notícias, que são eminentemente tristes e devem ser tratadas com pesar, posto que nos envergonham a todos, são no fundo publicadas por alguns com um certo sadismo.

Há também um vício de “denuncismo”, uma orgia histérica de um júbilo neurótico em que se busca, passado um escândalo, logo outro que lhe supere o horror, para condenar a priori quem quer que seja, na louca insensatez de supostos salvadores da pátria. No ímpeto desse estranho rancor é que se cometem excessos.

Digo isso porque ainda perduram os ecos da notícia de capa da Folha em 31/7 (“Comandante do Exército vira alvo de investigação”), e de outra, publicada em 9/8 (“TCU diz que comandante do Exército favoreceu empresas”), envolvendo nas suas teias insidiosas oficiais do mais alto escalão e destinada a apontar ao povo o comandante do Exército como traidor da pátria.

Dizia a primeira: general Enzo Martins Peri e mais sete generais viraram alvo de investigação da Procuradoria-Geral da Justiça Militar. É justo indagar que provas foram obtidas para estampar na capa de um jornal tão desalentadora e afrontosa notícia.

As provas foram supostamente obtidas na Procuradoria-Geral da Justiça Militar, que, assim que a notícia se tornou pública, a desmentiu. Em seguida, nova reportagem de mesmo teor foi publicada.

Dessa vez referia-se a processos no Tribunal de Contas da União, que também os desmentiu. Dois textos, dois desmentidos.

Mais não se podia fazer para encerrar num melancólico crepúsculo a descabelada reportagem. Surpreendido pelo dilúvio das infâmias, o comandante do Exército não perdeu a linha da sua compostura; antes, como aquele mar que Xerxes chicoteava, permaneceu tranquilo na sua consciência e intimorato no seu coração.

Ele encontrou forças na humildade cristã para suportar a desapiedosa insolência dos que, no fanatismo de acusar, vítimas da própria arrogância, se tornam energúmenos blindados aos apelos da razão.

É triste constatar que, no Brasil de hoje, um sacerdote, um leigo, um general, um civil, um cidadão qualquer, ninguém é digno de contar com o beneplácito da presunção de inocência diante da fúria das rotativas. Entretanto, por mais que deva defender a cidadania, não vou me deter no drama pessoal desses homens. São soldados. São bravos.

Hão de superar suas adversidades, mesmo que no vértice da insanidade, por um tempo, só lhes tenha restado o aplauso da própria consciência. Quero falar do meu país e da nossa gente, dos valores maiores da pátria, que, em última análise, repousa sobre o ânimo de seus cidadãos e sobre a esperança que os acalenta no sucesso do seu próprio destino.

É duro ver a tristeza e o pessimismo da dona de casa e do cidadão comum, pegos de surpresa por notícias levianas do que seria talvez a pior das nossas desgraças, que é a ruína moral de uma instituição sem a qual nem sequer existiria o Brasil.

Assim, nossa gente se sente traída, desconfia da índole da brasilidade, perde a autoestima e passa a ver com malícia seus governantes.

As sociedades que não cultivam o respeito aos seus líderes, para ao menos garantir o mais elementar dos direitos do homem, que é a sua honra, podem ser um ajuntamento de pessoas, um amontoado, mas jamais serão uma nação que se enobrece na prática das virtudes a serviço da humanidade.

Queira Deus que a mídia brasileira se engrandeça na livre expressão do pensamento e na liberdade de imprensa, mas sem esquecer de outro direito que os antecede e a eles se sobrepõe: o respeito à honra de cada cidadão brasileiro. Este artigo é um solene apresentar de armas a um soldado honrado que dignifica a pátria que serve.

MARCELO CRIVELLA, engenheiro civil, é senador pelo PRB-RJ e bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus.

Fonte: Folha de São Paulo

Projeto do Senador Crivella é aprovado na Comissão de Assuntos Sociais

A Comissão de Assuntos Sociais aprovou um projeto que amplia a Lei Seca e passa a restringir a venda de bebidas alcóolicas em todos os postos de gasolina e lojas de conveniência vinculadas a eles.

Neste Argumento, Angela Brandão entrevista o autor do projeto, senador Marcelo Crivella.

Crivella discute políticas públicas para autistas no RJ

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) reuniu-se, nesta sexta-feira (3), no Rio de Janeiro, com pais de autistas.

Acompanhado da vereadora Tânia Bastos e assessores, Crivella tratou de políticas públicas que possam levantar o número de pessoas que sofrem com a disfunção no Brasil e procurar soluções desde adequar a formação acadêmica dos médicos para o diagnóstico e o tratamento da doença, a preparar as famílias e estabelecer uma infra-estrutura social que possibilite sua inclusão, acompanhamento e amparo ao longo da vida.

Segundo Marcelo Crivella, dados apontam que nos Estados Unidos o número de autistas chega a 1% da população e, considerando a possibilidade de que no Brasil esse número seja ainda maior, o assunto deve ser levado ao Ministério da Saúde.

– “Estamos em dívida com esses brasileiros. Fizemos muito pouco até agora e é preciso recuperar o passado. Quero me encontrar ainda essa semana com o Ministro da Saúde para tratar da estratégia que devemos adotar para que os autistas tenham tratamento adequado até o fim da vida”, relatou o senador.

 

O Autismo

autismo é uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização e de comportamento (responder apropriadamente ao  ambiente). Esta desordem faz parte de um grupo de síndromes chamado transtorno global do desenvolvimento(TGD). Mais recentemente cunhou-se o termo Transtorno do Espectro Autista (TEA) para englobar o Autismo.  (Fonte: Wikipédia)

Assessoria do gabinete do senador Marcelo Crivella

Discurso do Senador Marcelo Crivella na abertura do III Seminário Nacional Guardas Municipais e Segurança Pública apoiando a PEC 534/02

Fonte: www.amigosdocrivella.wordpress.com

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