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07 DE ABRIL – DIA MUNDIAL DA SAÚDE

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Em 1948, a primeira Assembleia Mundial da Saúde propôs que se criasse um Dia Mundial da Saúde, para comemorar a fundação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Dois anos depois, em 1950, a data passou a ser festejada.

A cada ano, as Nações Unidas elegem um tema de saúde específico, que diga respeito à melhoria das condições de vida da humanidade naquele momento e que a OMS avalie necessário promover. O tema escolhido é trabalhado através de campanhas de educação e de conscientização em todo o mundo.

As campanhas e a luta pela melhoria das condições de saúde também fazem parte dos Objetivos do Milênio da ONU, que os países membros se comprometem a cumprir até 2015.

FONTE: 7a12 . ibge . gov . br / voce – sabia / calendario – 7a12 / event / 566 – dia – mundial – da – saude

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DIA NACIONAL DA SAÚDE E NUTRIÇÃO

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No dia 31 de março, comemoramos o Dia Nacional da Saúde e da Nutrição. Neste dia, reforçamos a importância da alimentação saudável no desenvolvimento do corpo, na conservação da saúde e na manutenção da qualidade de vida. Comer de maneira adequada, além de nutrir o corpo e manter as suas funções, fortalece as defesas do organismo, nos protegendo de várias doenças.

É comum ver, nos meios de comunicação, diversas soluções mágicas e dietas, ditas milagrosas, prometendo perda ou ganhos de peso quase instantâneos. Na maioria dos casos, estas dietas são regimes que podem prejudicar a saúde. A alimentação saudável deve fornecer água, carboidratos, proteínas, lipídios, vitaminas, fibras e minerais, que são fundamentais ao bom funcionamento do organismo. Nenhum alimento específico pode dar conta sozinho de fornecer todos os nutrientes necessários ao nosso corpo, por isso a importância de se ter uma dieta variada e equilibrada.

Confira algumas dicas e atitudes que podem fazer a diferença na sua alimentação:

– Evite o consumo de alimentos ricos em calorias e industrializados, gordurosos e salgados;

– Aumente o consumo de frutas, verduras e legumes, cereais integrais e feijões;

– Beba água diariamente;

– Reduza ou evite o consumo de bebidas alcoólicas e o uso do cigarro;

– Faça exames preventivos e consulte sempre o seu médico;

– Faça exercícios físicos regulares, diariamente ou pelo menos três vezes por semana, após consultar o seu médico e;

– Durma pelo menos 8h num período de 24h.

Fonte: http: // www .atituderimacomsaude .com .br /

CONGESTIONAMENTO E LENTIDÃO NO TRÂNSITO: REPERCUSSÃO NA SAÚDE E NO COMPORTAMENTO

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Confira este artigo do Dr. Dirceu Rodrigues Alves Jr., especialista em medicina de tráfego, sobre a repercussão dos congestionamentos no organismo e suas consequências para a saúde

Os engarrafamentos e as lentidões do trânsito nas grandes cidades parecem motivo para avaliação detalhada por parte da engenharia e medicina de tráfego. A sensação de perda da liberdade sofrida pelo cidadão é capaz de levar-lhe a distúrbios de comportamento com consequências imprevisíveis.

Não temos dados oficiais. Sabemos que o aumento dos congestionamentos e lentidões do trânsito se intensificaram muito, e logicamente sem ações preventivas, o número de lesões corporais multiplica-se de maneira assustadora.

Preocupado com as manifestações psicoemocionais dos indivíduos dentro da sociedade, devido à perda total da liberdade, resolvi interrogá-los com objetivo de avaliar sinais e sintomas bem como exame físico.

Observamos que as descargas adrenérgicas geraram taquicardia, extrassítoles, hipertensão arterial, epigastralgia, náuseas, sudorese, irritabilidade e agressividade. Os portadores de doenças cardiocirculatórias e digestivas tinham suas sintomatologias exacerbadas, os que vinham fazendo psicoterapia estavam descompensados.

Tivemos oportunidade de levantar alguns incidentes de engarrafamento. Todos envolviam pessoas tensas, apressadas e ansiosas. Nas entrevistas concluímos tratar-se de fóbicos do trânsito, do engarrafamento, dos obstáculos do dia a dia das grandes cidades. Tais fatores psicoemocionais transformados em sinais e sintomas orgânicos faziam apresentar queixas e consequentemente o uso de alguma droga caseira para aliviar. Isto gera um custo em dinheiro muito grande caracterizado não só pelo desperdício de combustível, desgaste de motores, mas também pelo dano físico e psicoemocional.

Poucos são aqueles que não se impacientam num engarrafamento. O desconforto de não ter o seu trânsito livre, de não poder ir e vir, de se sentir acuado no meio de ferros, gente, gases, vapores, ruído e fumaça, leva o indivíduo a manifestações ansiosas, passando a ter distúrbios de comportamento tornando-se negligente, imprudente e agressivo. E se imaginarmos que os engarrafamentos nas grandes cidades são diários, ocorrendo duas vezes por dia e que nos momentos de pico envolvem milhares de veículos, como na cidade de São Paulo, acreditamos que ninguém sairia de casa ou do trabalho para dirigir um veículo.

O problema é tão grave que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) fez um estudo do trânsito nas grandes cidades, já que tem afetado a produtividade. O custo benefício do transporte feito desta forma é extremamente negativo. Os prejuízos não param por ai. Estudo feito pela CETESB estima que para uma queda de 12,5 km/h na velocidade média dos automóveis em uma corrente de tráfego, há um aumento médio de 20% no consumo de combustível, de 25% nas emissões de monóxido de carbono e de 20% nas de hidrocarbonetos.

Os números tornam-se mais significativos quando expressos em reais. Deixa-se de faturar R$ 5,2 bilhões por ano na cidade de São Paulo em decorrência desse trânsito que não anda. Tal quantia daria para expandir o metrô.

O medo de ficar acuado, impossibilitado de se movimentar em qualquer direção, somado as preocupações e horários a serem cumpridos no dia a dia conduz o indivíduo a perda do humor, irritabilidade, e extrema agressividade. Como se não bastasse entram outros fatores metereológicos caracterizados pelo calor, frio, sol, chuva, neblina, etc.. Tudo ocorrerá para o aumento do desgaste físico e mental, gerando ao longo do tempo sensações desconfortáveis. Dependendo das características individuais tais fatores serão mais ou menos evidentes. Não se pode entender como duas pessoas cada uma em seu veículo ao esbarrarem-se ou tocarem-se sejam capazes de discutirem, ofenderem-se e partirem para o corpo a corpo buscando destruir o companheiro de infortúnio no tráfego. Isso é verdadeiro, existe uma doença conhecida como “Transtorno Explosivo Intermitente” (TEI), conhecido vulgarmente como “Pavio Curto” e ainda “Sociopatias” e “Transtorno Obsessivo Compulsivo” (TOC), capazes de transformar o desconforto em agressividade, partindo muitas vezes para o corpo a corpo e a utilização de armas.

Soluções inteligentes e imediatas precisam ser tomadas para proteger o cidadão, reduzindo-se as patologias psiquiátricas, psicológicas e psicossomáticas no trânsito nos grandes centros, que estimamos corresponder de 13 a 17%.

A condição insegura apresentada no engarrafamento caracterizada pelos riscos físico, químico, biológico e ergonômico nos leva a disseminar a idéia de horários de pegada e saída do trabalho diferenciados, acabando-se com os horários de pico.

A execução e controle de tal condição insegura cabem ao município, aos órgãos competentes, mas não podemos deixar de alertar sobre os riscos de condição insegura para a saúde de todos os habitantes dos grandes centros. Torna-se fundamental e urgente a necessidade de investimento num sistema adequado de transporte, já que isto refletirá na produtividade e qualidade de vida de todos nós.

Fonte: Transporta Brasil – 27/11/2012

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