Arquivos do Blog

PROJETO REUNIU POETAS E LEITORES EM COPACABANA

vivercommaispoesia

minilalbDjanira Felipe/Escritora e Poeta, Acadêmica Titular da Litteraria Academiae Lima Barreto – Cadeira 65, participa da Primeira Edição do Projeto Viver com mais Poesia. Confiram! As fotos do evento, via links abaixo do texto.

Caros Amigos Leitores,

A vida é a arte de vencer os medos. É o labirinto que guarda segredos que  a gente não consegue desvendar, mas para o escritor vencer os medos é fator de inspiração e viver com mais poesia é viver como o poeta. Costumo dizer que: – Ser Poeta é ter a capacidade de transcender os limites dos sentidos limitados e enxergar o mundo pelo olhar da alma (Djanira Felipe)

Um privilégio ser convidada a participar da Primeira Edição do Projeto Viver com mais Poesia com a minha Editora e fazer parte desse Universo Literário, no qual se faz necessário uma integração e parceria dos autores e editores, autores e autores e também editores e editores para construirmos Um Mundo Melhor – Isto significa  defender mais do que o próprio interesse. Significa respeitar o próximo. Significa tratar pessoas como pessoas e não como coisas. Significa compartilhar sonhos, significa, sobretudo, crescermos juntos com respeito e solidariedade. Construir Um Mundo Melhor, em essência, é transformar realidades em prol do bem comum.

Agradecimentos sinceros aos amigos Luiz Carlos Martins e Georges Martins pela extraordinária oportunidade e pelo reconhecimento.  Contem comigo sempre!

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

http://www.camarabrasileira.com.br/vivercommaispoesia2015.h…
http://www.camarabrasileira.com.br/

Anúncios

PROJETO TRANSFORMA DINHEIRO VELHO EM ADUBO

destaque-289054-plantinha

Cultivar plantas utilizando notas de dinheiro. Essa é a proposta do projeto da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) que visa a reutilização de cédulas velhas de real, como componente na produção de composto orgânico. O projeto é coordenado pelo professor Carlos Costa, do Instituto Socioambiental e Recursos Hídricos (ISARH/Ufra).

O trabalho já tem sete anos de existência e foi idealizado a partir de uma parceria com o Banco Central. Só no Escritório Regional em Belém são aproximadamente 16 toneladas mensais de papel moeda que saem de circulação. Em todo o país, o banco retira de circulação, mensalmente, mais de 110 toneladas de notas de real. Um custo anual que pode chegar a R$ 501,6milhões só de reposição das chamadas “cédulas inservíveis”, que são as notas velhas, rasgadas e rabiscadas, recolhidas e trituradas pelo Banco Central.

Antes essas cédulas iam para lixões ou eram incineradas, mas com criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece uma série de regras para a destinação do lixo, o “dinheiro velho” precisa seguir algumas normas e ter um outro destino. Alguns projetos no país apresentaram propostas para reutilização dessas cédulas e tem o convênio com o Bacen. Um deles é o da Ufra, pioneiro no Brasil ao utilizar as cédulas em produto utilizável na agricultura.

TÉCNICA

A partir da técnica da compostagem, são misturadas 10% de cédulas de real trituradas, 50% de palhada (capim, palha comum) e 40% de horti-fruti (restos de frutas e verduras que são descartados) que se transformam em adubo orgânico. Segundo Carlos Costa, uma das dúvidas muito comuns diz respeito aos componentes químicos existentes no papel moeda, se seriam poluentes.

“Várias análises laboratoriais já foram feitas e demonstraram que há baixa concentração de metais pesados nas cédulas e que o próprio manuseio do dinheiro faz com que esses compostos saiam com o tempo. Ou seja, grande parte dos elementos são perdidos na manipulação das cédulas quando elas estão em circulação e o restante, uma quantidade mínima, sai no chorume ou volatizam durante a compostagem”.

Vinte produtores do estado estão cadastrados para participar do projeto e três deles, dos municípios de Capitão Poço e Irituia já estão recebendo as cédulas e produzindo o adubo orgânico. Segundo o pesquisador, o projeto tem recebido especial atenção do Bacen por ter um custo praticamente zero e um forte apelo social.

“Nós sabemos que um dos impactos na renda do produtor é com a compra do adubo que vem dos esterco de boi ou de galinha, tradicionalmente usado na agricultura. Com o projeto, os custos são praticamente nulos, já que para produzir o adubo a partir das cédulas só é necessário restos do horti-fruti das hortas caseiras que os pequenos produtores possuem, mais a palhada, obtida através de capina dos terrenos. Não há necessidade de grandes aparatos tecnológicos. Com tudo isso diminuem os gastos, e aumenta a renda desses trabalhadores”.

O convênio entre Ufra e Bacen encerrou em dezembro de 2013, o que originou dados de análises de macronutrientes, micronutrientes e metais pesados, a partir de amostras de 12 tratamentos envolvendo composições diferentes de horti-fruti, que demonstraram a viabilidade do composto para fins de utilização na agricultura.

(Diário do Pará)

PROJETO CHINÊS – TREM PEGA PASSAGEIROS SEM PARAR NA ESTAÇÃO

Os avanços no transporte público de passageiros não param de surpreender. Sabemos que o transporte ferroviário é uma forma segura e econômica de se fazer transportes, e quando os sistemas de trens de alta velocidade estão disponíveis, eles superam com facilidade os carros e ônibus.

No entanto, a parte mais difícil (ou custosa) do processo é acelerar e frear um trem que pesa muitas toneladas. Por isso, há alguns anos, uma ideia muito interessante surgiu: e se os passageiros pudessem embarcar e descer do trem sem que este precisasse parar nas estações?

Ficção científica? Impossível? Engenheiros americanos e chineses encontraram formas alternativas de tornar essa ideia uma realidade, e assim agilizar o transporte ferroviário. Eles projetaram dois sistemas distintos que permitem o embarque e o desembarque dos passageiros sem que o trem pare na estação.

O vídeo abaixo mostra como funciona o projeto chinês:

Fonte: www . logisticadescomplicada . com/trem-pega-passageiros-sem-parar-na-estacao-videos/

CÂMARA APROVA PROJETO QUE REDISTRIBUI ROYALTIES DO PETRÓLEO

Plenário aprovou nesta terça-feira (6), por 286 votos a 124, o Projeto de Lei 2565/11, do Senado, que redistribui os royalties do petróleo para beneficiar estados e municípios não produtores. As mudanças atingem tanto o petróleo explorado por contratos de concessão quanto aquele que será extraído sob o regime de partilha. A matéria será enviada à sanção presidencial.

O texto original do Senado foi votado depois de o Plenário aprovar, em placar apertado (220 votos a 211), um pedido de preferência, descartando o substitutivo do relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP).

Para o relator, a aprovação desse texto se mostrará uma ilusão no futuro. “Ele não fecha em alguns pontos e não se sustenta, com equívocos de redação ou matemática”, disse.

De fato, os índices previstos para vigorar a partir de 2019 somam 101% no caso dos contratos de concessão para o petróleo extraído da plataforma continental (mar), seja da camada pré-sal ou não.

Já o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) defendeu o texto do Senado. “Conseguimos preservar os ganhos que os estados haviam conquistado de maneira mais equilibrada entre produtores e não produtores. Ou seja, a riqueza é de todos os brasileiros e ela foi mais bem distribuída no projeto que veio do Senado.”

Para Lorenzoni, o texto de Zarattini retirava muitos recursos dos estados. “Dois ou três estados apenas ganhavam recursos a mais nessa versão da Câmara, e isso calou fundo nos deputados.”

Aplicação direcionada 
A proposta do Senado permite o uso dos recursos do petróleo que forem destinados aos fundos especiais nos seguintes setores: infraestrutura, educação, saúde, segurança, erradicação da miséria, cultura, esporte, pesquisa, ciência e tecnologia, defesa civil, meio ambiente, mitigação das mudanças climáticas e tratamento de dependentes químicos.

Segundo o substitutivo de Zarattini, rechaçado pelo Plenário, todos os recursos deveriam ser direcionados à educação. A exceção seria no caso da União, que poderia direcionar uma parte à ciência e tecnologia e à defesa; e para os entes produtores quanto aos recursos dos contratos atuais.

O deputado Onyx Lorenzoni criticou o engessamento dos recursos no texto de Zarattini. “Como pode um tributo estar engessado somente para a educação? Há municípios que têm sua educação resolvida, mas têm gravíssimos problemas na saúde. Por que esse prefeito não pode usar esse dinheiro na saúde?”, questionou.

Segundo Lorenzoni, a aprovação do texto do Senado evitará que municípios e estados recorram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para conseguir a liberação das verbas para outros setores. “É inconstitucional esse carimbo”, disse.

Fundos para não produtores 
Para distribuir os recursos a estados e municípios não produtores, o projeto cria dois fundos especiais, um para estados e o Distrito Federal e outro para municípios e o Distrito Federal. O DF participa de um e de outro porque tem atribuições de ambos os entes federados.

Atualmente, já existe um fundo para todos os estados e todos os municípios, mas com um pequeno índice (8,75%). Se os produtores desejarem receber recursos por meio desses novos fundos, deverão desistir dos percentuais a que terão direito exclusivo.

Os novos recursos serão distribuídos entre os governos estaduais e entre os governos municipais segundo os critérios dos fundos de participação dos estados (FPE) e dos municípios (FPM), respectivamente.

Cada um dos fundos contará, a partir de 2013, com 21% dos recursos do petróleo explorado na plataforma continental. Em 2019, o índice passa a 27%.

Para a União, o texto diminui sua cota de 30% para 20% e direciona o dinheiro ao Fundo Social criado pela Lei 12.351/10.

Em razão dessa redistribuição, os estados produtores passarão dos 26,25% atuais para 20%. Os mesmos percentuais servem para os municípios produtores. Já os municípios onde ocorrem embarque e desembarque do petróleo diminuem sua participação de 8,75% para 3%.

Limites 
O texto do Senado impõe ainda aos municípios produtores ou afetados pelo embarque e desembarque do petróleo um limite de recursos a receber. A soma de royalties recebidos dos contratos de concessão, dos contratos de partilha e da participação especial será limitada aos valores recebidos em 2011 ou a duas vezes o valor per capita distribuído pelo FPM multiplicado pela população do município, o que for maior.

Aquilo que exceder esse limite será revertido aos fundos especiais para rateio entre os não produtores.

Participação especial 
Quanto à chamada participação especial, um adicional que as empresas devem pagar quando a produção de um poço for considerada muito grande, o projeto também estabelece novos percentuais de distribuição. Essa parcela é devida tanto em relação à exploração no continente quanto à feita no mar, seja petróleo do pré-sal ou não. Entretanto, ela incide somente nos contratos de concessão.

A União cairá dos 50% da participação distribuída para 43% em 2013, subindo para 46% em 2019. Os estados produtores passarão dos atuais 40% para 32% em 2013 e cairão para 20% em 2019.

Os municípios produtores terão o índice atual reduzido de 10% para 5% em 2013 e 4% em 2019. Municípios afetados pelo embarque e desembarque de petróleo e gás não recebem participação especial atualmente e continuarão sem recebê-la.

Já os fundos de estados não produtores e de municípios não produtores contarão, cada um, com 10% em 2013 e 15% em 2019. Hoje, não recebem nada.

Regime de partilha 
O texto define, para as explorações feitas sob o regime de partilha, um montante maior de royalties devido sobre a produção: 15%. Os contratos atuais estipulam 10%.

As licitações com essas regras, introduzidas pela Lei 12.351/10 após a descoberta do pré-sal, ainda não foram realizadas devido à falta de critérios para a distribuição dos royalties.

Na partilha, uma parte do petróleo extraído da área do pré-sal fica com a União. A Petrobras deve, obrigatoriamente, participar como operadora do consórcio de empresas que ganhar a licitação do bloco de exploração.

Divisão de recursos 
Confira os percentuais previstos no texto aprovado.

Os royalties sobre a produção vinda da plataforma continental serão distribuídos com os seguintes percentuais:

União: 22%
Estados produtores: 22%
Municípios produtores: 5%
Municípios afetados pelo embarque e desembarque: 2%
Fundo de todos os estados: 24,5%
Fundo de todos os municípios: 24,5%
Sobre o petróleo do continente, a distribuição será:

União: 15%
Estados produtores: 20%
Municípios produtores: 10%
Municípios afetados pelo embarque e desembarque: 5%
Fundo de todos os estados: 25%
Fundo de todos os municípios: 25%
Produção futura
Estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projetam que, em 2020, a produção de petróleo atingirá cerca de 5,8 milhões de barris por dia.

Traduzida em números pelo Ministério de Minas e Energia, essa produção deve gerar receitas de royalties e de participação especial – referentes a áreas situadas no mar – de R$ 54,5 bilhões naquele ano.

A conta considera uma visão conservadora do preço do barril igual a 90,6 dólares e taxa de câmbio de R$ 1,70/US$. Nesse cenário, a renda do petróleo, que foi de R$ 25,6 bilhões em 2011, aumentaria para cerca de R$ 60 bilhões em 2020, considerada a contribuição de áreas terrestres.

Fonte: http://www.ocorreionews.com.br/noticia/14358-camara-aprova-projeto-que-redistribui-royalties-do-petroleo.html

COMISSÃO APROVA PROJETO QUE ISENTA PROFESSOR PÓS-GRADUADO DE PAGAR O IR

Segundo texto, professores que acumulam cargos serão beneficiados.  Projeto vai à Comissão de Constituição e Justiça em caráter terminativo.

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado aprovou nesta terça-feira (11), por unanimidade, o projeto de lei que propõe a isenção de Imposto de Renda sobre a parcela dos rendimentos dos professores pós-graduados que acumulem cargos em mais de uma instituição. O projeto também inclui como beneficiários os professores aposentados e pensionistas pós-graduados.

O projeto que altera as leis 7713/1988 e 9250/1995 relativas ao Imposto de Renda é de autoria do então senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), hoje ministro da Pesca, e relatoria do senador Cristóvão Buarque (PDT-DF). A proposta é isentar os professores com pós-graduação do pagamento do imposto de renda, quando no acúmulo de funções, por um período de 15 anos.

A justificativa do projeto de lei diz que a medida “trará estímulo adicional para que professores da rede pública se aperfeiçoem e obtenham grau de pós-graduação, já que, além da titulação, os docentes gozarão de razoável compensação financeira pelo sacrifício despendido para a conclusão do curso!”“.

Para o senador Cristóvão, a proposta da forma que está é válida, mas ainda não é a ideal. “Eu continuo achando que a melhor ideia é dar um salário realmente decente para os professores”, disse. O senador sugeriu também ampliar a isenção ou o pagamento menor de IR a todos os professores da educação básica pública.

O projeto agora será encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), em caráter terminativo e, portanto, não precisa passar pelo plenário do Senado.

http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/09/comissao-aprova-projeto-que-isenta-professor-pos-graduado-de-pagar-o-ir.html

%d blogueiros gostam disto: