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O MUNDO E O DIA DA CRIANÇA

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O dia da criança é uma data festejada em todo o mundo, mas cada localidade comemora de acordo com os interesses do país.

Seguindo referência da Organização das Nações Unidas, que no dia 20 de novembro de 1959, oficializou a Declaração Universal dos Direitos da Criança, a maioria dos países utiliza essa data para fazer a comemoração.

Algumas localidades apresentam curiosidades sobre a data, mas o Japão possui uma das mais interessantes, a Kodomo-no-hi. No país, existe um dia especial para as meninas, três de março, conhecido como o dia das bonecas, onde aparecem lembranças das meninas do império. Para os meninos a comemoração é feita no dia cinco de maio, onde os presentes representam força e saúde para os mesmos. Soltar pipas em forma de carpas também é uma tradição deste dia, como forma de atrair força e sucesso para os mesmos.

Quando a Índia se tornou independente do Reino Unido, seu primeiro ministro, Jawaharlal Nehru, foi homenageado com a comemoração do dia da criança acontecendo no dia do seu aniversário, 14 de novembro.

As crianças da Nova Zelândia escolhem, a cada ano, uma espécie animal para homenagear, tornando-o mascote da comemoração, que acontece no último domingo de outubro.

Em outros países a comemoração acontece de forma variada. Na Alemanha a festividade acontece em vinte de setembro; na África em vinte e cinco de dezembro; no México em trinta de abril e na Rússia em primeiro de junho. Cuba comemora o dia das crianças no terceiro domingo de julho e a Argentina no segundo domingo de agosto.

No Brasil, a data é comemorada no mesmo dia da padroeira do país, em 12 de outubro. Esse dia foi escolhido em virtude de uma promoção da indústria de brinquedos Estrela, que se juntou com a Johnson & Johnson, a fim de escolher o bebê mais robusto.

Foi uma ótima jogada de marketing, pois a campanha aumentou o movimento nas lojas, proporcionando ótimos lucros. O ato de dar presentes para as crianças neste dia passou a ser quase uma obrigação.

Fonte: http:// www. mundoeducacao .com/dia-crianca/o-mundo-dia-crianca.htm

COMO SERIA O MUNDO SEM A INTERNET?

Muita gente que acredita no fim do mundo o enxerga com inúmeras possibilidades: desastres naturais, meteoros gigantes vindos do espaço, apocalipse zumbi, enfim. Contudo, para outras pessoas, esse fim não está relacionado a extinção da humanidade e sim o fim de uma ferramenta simples, mas muito poderosa: a internet.

Pare e pense: como seria o mundo que vivemos sem a existência da web? É possível, hoje, não acessar o Twitter ou Facebook, fazer pesquisas sem o Google ou ver vídeos fora do YouTube? As escolhas são muitas e todas de difícil decisão. Para dar um panorama de como seriam nossas vidas sem a internet, o site Online Education desenvolveu um infográfico que poderia ser considerado o pesadelo para os viciados na net.

Crescimento

Desde 2002, o número de usuários da internet quadruplicou e chegou a 2,3 bilhões de pessoas em todo o planeta. “A internet possibilitou que pudéssemos nos conectar virtualmente com qualquer pessoa e nos deu uma quantidade infinita de informações”, diz o gráfico. O poder da web é tanto que já existem 550 milhões de websites, sendo que, desses 550, 300 milhões foram criados só no ano passado.

Fim das notícias livres

A Encyclopedia Britannica, que recentemente anunciou a paralisação de sua versão impressa, custaria US$ 1.200 para ser adquirida por cada usuário. Pagar por correspondências ao invés de mandar emails custaria US$ 6,3 trilhões, 80 vezes o valor necessário para manter os serviços da web ativos.

Quanto ao conteúdo, as notícias seriam limitadas e difícieis de se encontrar em diferentes veículos, pois, se não houvesse a web, os únicos disponíveis seriam os jornais, revistas e TVs, que não permitem consultas livres de informações. Hoje, 65% das pessoas procuram notícias online por conta própria.

 

Redes sociais, nunca mais

Sem a internet, o Facebook não teria ajudado a criar 450 mil empregos nos Estados Unidos e qualquer profissão relacionada à web também não existiria.

A importância é tanta que os países seriam muito mais independentes uns dos outros sem a web, o que causaria um grande colapso mundial, tanto financeiro quanto social. Atualmente, a internet contribui com US$ 2,3 trilhões para as nações do G-20. E algumas nações que sofriam com a ditadura puderam se libertar com a ajuda da web. Na “primavera árabe”, 90 mil habitantes do Egito organizaram uma revolução pelo Twitter e, 18 dias depois, provocaram o fim de uma ditadura de 30 anos.

Fonte: Olhar Digital – 20/06/2012

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