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27 DE MAIO – DIA NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA

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A Mata Atlântica é formada por um conjunto de formações florestais (Florestas: Ombrófila Densa, Ombrófila Mista, Estacional Semidecidual, Estacional Decidual e Ombrófila Aberta) e ecossistemas associados como as restingas, manguezais e campos de altitude, que se estendiam originalmente por aproximadamente 1.300.000 km2 em 17 estados do território brasileiro. Hoje os remanescentes de vegetação nativa estão reduzidos a cerca de 22% de sua cobertura original e encontram-se em diferentes estágios de regeneração. Apenas cerca de 7% estão bem conservados em fragmentos acima de 100 hectares. Mesmo reduzida e muito fragmentada, estima-se que na Mata Atlântica existam cerca de 20.000 espécies vegetais (cerca de 35% das espécies existentes no Brasil), incluindo diversas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. Essa riqueza é maior que a de alguns continentes (17.000 espécies na América do Norte e 12.500 na Europa) e por isso a região da Mata Atlântica é altamente prioritária para a conservação da biodiversidade mundial. Em relação à fauna, os levantamentos já realizados indicam que a Mata Atlântica abriga 849 espécies de aves, 370 espécies de anfíbios, 200 espécies de répteis, 270 de mamíferos e cerca de 350 espécies de peixes.

Além de ser uma das regiões mais ricas do mundo em biodiversidade, tem importância vital para aproximadamente 120 milhões de brasileiros que vivem em seu domínio, onde são gerados aproximadamente 70% do PIB brasileiro, prestando importantíssimos serviços ambientais. Regula o fluxo dos mananciais hídricos, assegura a fertilidade do solo, suas paisagens oferecem belezas cênicas, controla o equilíbrio climático e protege escarpas e encostas das serras, além de preservar um patrimônio histórico e cultural imenso. Neste contexto, as áreas protegidas, como as Unidades de Conservação e as Terras Indígenas, são fundamentais para a manutenção de amostras representativas e viáveis da diversidade biológica e cultural da Mata Atlântica.

A cobertura de áreas protegidas na Mata Atlântica avançou expressivamente ao longo dos últimos anos, com a contribuição dos governos federais, estaduais e mais recentemente dos governos municipais e iniciativa privada. No entanto, a maior parte dos remanescentes de vegetação nativa ainda permanece sem proteção. Assim, além do investimento na ampliação e consolidação da rede de áreas protegidas, as estratégias para a conservação da biodiversidade visam contemplar também formas inovadoras de incentivos para a conservação e uso sustentável da biodiversidade, tais como a promoção da recuperação de áreas degradadas e do uso sustentável da vegetação nativa, bem como o incentivo ao pagamento pelos serviços ambientais prestados pela Mata Atlântica. Cabe enfatizar que um importante instrumento para a conservação e recuperação ambiental na Mata Atlântica, foi a aprovação da Lei 11.428, de 2006 e o Decreto 6.660/2008, que regulamentou a referida lei.

 

FONTE: mma . gov . br / biomas / mata – atlantica

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25 DE MAIO – DIA NACIONAL DA ADOÇÃO

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No dia 25 de maio é comemorado o dia da adoção, criado em 1996 no I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção.

A adoção é uma realidade social que se concretiza através de ato jurídico, que “cria entre duas pessoas vínculo de parentesco semelhante à paternidade e filiação”.

Muitas pessoas que não puderam ter filhos encontram filhos que não possuem pais, que foram abandonados e recolhidos por orfanatos e outras instituições. Mas existem outros casos, como de pessoas que querem ajudar, cumprir seu papel social diante de uma sociedade injusta, que não oferece as mesmas oportunidades de vida para todos.

O processo de adoção não é fácil. As pessoas interessadas nas crianças ou adolescentes devem apresentar uma documentação sobre suas condições de vida, para garantir que a pessoa adotada terá conforto e segurança, que irá ser bem tratada e receberá dos pais adotivos amor, carinho e atenção.

Porém, existem vários mitos sobre a adoção, que muitas vezes prejudicam que pessoas se interessem em criar e educar uma criança ou jovem que não tenha laços consanguíneos.

– Dizer que toda criança adotada é problema é um erro. A criança aprende aquilo que vivencia e quanto mais nova for adotada, mais terá chances de se adaptar ao modelo familiar em que vive.

– Tentar esconder da criança que a mesma é adotada também é um erro, pois é melhor manter uma relação aberta e livre de qualquer tipo de preconceito.

– Crianças com cor de pele diferente da família não são discriminadas ou recebem tratamento diferente de outras pessoas da família. Isso pode ocorrer nos meios sociais em que a família frequenta.

– Filhos adotivos não têm dificuldade em amar seus pais (adotivos), pelo contrário, revelam-se atenciosos e carinhosos com os mesmos, mas isso depende da forma como são tratados.

– Os filhos adotivos não ficam lembrando-se de sua família de origem. Pelo contrário do que se imagina, se as relações familiares não eram boas, se houve abandono, o vínculo afetivo não foi construído de forma positiva, portanto não provoca boas lembranças.

Hoje em dia temos visto uma série de artistas famosos mantendo a atitude de adotar crianças, tentando cumprir seu papel social, numa demonstração de afeto e de entrega às crianças carentes. A grande revelação é o casal Brad Pitt e Angelina Jolie que já está no terceiro filho adotivo, mesmo podendo ter seus filhos consanguíneos, que também somam três. A cantora Madonna também é um exemplo disso, nos últimos anos também manteve a atitude de adotar, mesmo tendo tido dois filhos próprios.

Com a constituição de 1988, ficou determinado que “os filhos adotivos terão os mesmos direitos e qualificações, proibidas quaisquer designação de discriminação relativa à filiação”, ou seja, filhos adotivos e consanguíneos terão os mesmos direitos.

Para inserir a criança ou adolescente em família substituta é necessário passar por algumas etapas: a guarda, onde coloca-se o sujeito a ser adotado na família, onde os pais devem ter a responsabilidade de prestar assistência material, moral e educacional; a tutela, feita através das entidades públicas, a fim de proteger a criança ou jovem, cuidando de seus interesses, acompanhando todos os atos da família com o mesmo e vice-versa; a adoção, formalizada em ato jurídico, onde forma-se um vínculo fictício de filiação, que mais tarde deverá tornar-se verdadeiro.

Num pequeno trecho do livro “Você não está só”, de George Dolan, o amor que nasce entre a família e o adotado fica bem caracterizado, na fala de crianças que conversam sobre adoção, após terem visto numa fotografia, um menino com os cabelos de cor diferente. Uma delas diz que a criança diferente pode ter sido adotada e, quando questionada por outra sobre o que é isso, responde: “- quer dizer que você cresce no coração da mãe, em vez de crescer na barriga.”

Assim, podemos dizer que a adoção é um ato de entrega e de amor!

 

FONTE: brasilescola . com / datas – comemorativas / dia – nacional – adocao . htm

18 DE ABRIL – DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL

 

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O Dia Nacional do Livro Infantil foi escolhido pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, em homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato. Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 e foi o criador da literatura infantil no Brasil. Autor de inesquecíveis histórias infantis, entre elas O Sítio do Pica-pau Amarelo, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília marcaram a história da literatura infantil.

O livro faz toda a diferença na formação de uma criança. Embora estejamos na era da informática, as histórias infantis fazem a criançada viajar num mundo de fantásticas aventuras e encantam todas as idades.

 

FONTE: lproweb.procempa . com . br / pmpa / prefpoa / pwdtcomemorativas / default . php ? reg = 8 & p _ secao = 60

 

13 DE ABRIL – DIA DO HINO NACIONAL BRASILEIRO

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No dia 13 de abril comemora-se o dia da criação do Hino Nacional Brasileiro. Sua música foi criada em 1822, por Francisco Manuel da Silva (1795-1865), recebendo inicialmente o nome de “Marcha Triunfa”.

Nessa época, o Brasil passava por uma crise contra o governo de Portugal, buscando sua independência diante desse país.

Dom Pedro I apresentava dúvidas em suas decisões, a fim de dar a liberdade ao Brasil, deparava-se autoritário e temeroso às pressões da corte portuguesa.

Em meio a esses problemas, as tentativas de compor uma letra para o hino não caiam bem, pois vinham cheias de insultos e ressentimentos aos portugueses ou com excessos de lisonjeios ao soberano rei de Portugal.

A escolha da data foi em razão de uma manifestação em desacato ao ex-imperador, quando o mesmo embarcava para Portugal, no dia 13 de abril de 1831.

Dentre tantas tentativas, somente em 1909 que a linda composição ganhou uma letra poética, elaborada pelo então poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada (1870-1927), sendo muito elogiada pelas referências que fazia às belezas de nosso país.

Em 1922 a oficialização do hino, por Deodoro da Fonseca, foi para a letra de Francisco Manoel da Silva. A letra atual só foi oficializada em primeiro de setembro de 1971, na presidência de Epitácio Pessoa, através da Lei 5.700, sendo publicado no Diário Oficial do dia seguinte.

O hino nacional é um instrumento de homenagem à nação, deve ser executado nas aberturas das festividades cívicas, patrióticas, escolares, esportivas internacionais, onde a população deve contemplá-lo cantando em uma só voz.

 

FONTE: brasilescola . com / datas – comemorativas / dia – do – hino – nacional – brasileiro . htm

14 DE MARÇO – DIA NACIONAL DA POESIA

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A palavra “poesia” tem origem grega e significa “criação”. É definida como a arte de escrever em versos, com o poder de modificar a realidade, segundo a percepção do artista.

Antigamente, os poemas eram cantados, acompanhados pela lira, um instrumento musical muito comum na Grécia antiga. Por isso, diz-se que a poesia pertence ao gênero lírico. Hoje, os poemas podem ser divididos em quatro gêneros: épico, didático, dramático e lírico.

As linhas de um poema são os versos. O conjunto desses versos chama-se “estrofe”. Os versos podem rimar entre si e obedecer à determinada métrica, que é a contagem das sílabas poéticas de um verso. Os versos mais tradicionais são as redondilhas; a redondilha menor tem cinco sílabas, e a maior com sete; os versos decassílabos, dez; os alexandrinos, doze.

A rima é um recurso que confere musicalidade aos versos, baseando-se na semelhança sonora das palavras do final ou, às vezes, do interior dos versos. Rima, ritmo e métrica são características especiais de um poema e que podem variar, dependendo do movimento literário da época.

No Brasil, os primeiros poemas surgiram junto com o seu descobrimento, pois os jesuítas usavam versos para catequizar os índios.

Depois, surgiram outras formas de poesia, como o barroco (1601-1768), o arcadismo (1768-1836), o romantismo (1836-1870), o parnasianismo (1880-1893), o simbolismo (1893-1902), o pré- modernismo (1902-1922), o Modernismo (1922-1962), até a forma de hoje.

O Dia Nacional da Poesia é comemorado em homenagem ao nascimento de Castro Alves, em 14 de março de 1847. Poeta do romantismo, ele foi um dos maiores nomes da poesia brasileira. Suas obras que mais se destacaram foram: Os escravos (no qual há o seu famoso poema Navio Negreiro) e Espumas flutuantes, cujas características principais são a valorização do amor e a luta por liberdade e justiça. Há outros nomes importantes da poesia brasileira: Alberto de Oliveira, Gonçalves Dias, Raimundo Correia, Olavo Bilac, Casimiro de Abreu, Cecília Meireles, Jorge de Lima, Ferreira Gullar, Manuel Bandeira, Mário de Andrade, Mário Quintana, Carlos Drummond de Andrade e muitos outros.

Do livro: Datas Comemorativas cívicas e históricas, publicado por Paulinas Editora.

 

FONTE: paulinas . org . br / diafeliz / ? system = datacomemorativa & id = 71

02 DE MARÇO – DIA NACIONAL DO TURISMO

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O Dia Nacional do Turismo é comemorado anualmente em 2 de março, no Brasil.

A data tem a finalidade de promover e homenagear a pratica do turismo entre os brasileiros, conscientizando a população das diversas belezas naturais e culturais que formam o Brasil.

A data ainda lembra a importância de conhecer e respeitar as leis de cada nação e cultura antes de viajar como turista.

De acordo com a OMT – Organização Mundial do Turismo, a viagem é caracterizada como turística quando um ou mais indivíduos viajam para fora de seu ambiente residencial entre um período de 24 horas a 120 dias, sem exercer qualquer tipo de atividade profissional.

Os brasileiros ainda comemoram o Dia Mundial do Turismo, em 27 de setembro, que incentiva a pratica do turismo internacional, com o intuito de fazer as pessoas conhecerem novos lugares, culturas e sociedades.

 

FONTE: calendarr . com / brasil / dia – nacional – do – turismo /

28 DE FEVEREIRO – DIA DA RESSACA

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A ressaca é soma dos efeitos desagradáveis causados pela exagerada ingestão de bebidas alcoólicas. As características mais comuns são sede, enjoo e dores de cabeça, e eles surgem após os efeitos do do álcool no sangue começar a desaparecer.

Quando consumimos bebidas alcoólicas, o fígado trabalha para produzir enzimas o suficiente que possam absorver esse líquido, transformá-lo em gordura e secretálo pela bile. Mas quando paramos de beber, o fígado age como se quisesse mais e desorganiza todo o metabolismo, causando então as características da ressaca.

No Brasil, o dia 28 de fevereiro é tido como o Dia da Ressaca.

 

FONTE: calendariobr . com . br / dia – da – ressaca # . VMjRWEfF – So

27 DE FEVEREIRO – DIA NACIONAL DO LIVRO DIDÁTICO

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O livro didático é de grande importância para o aprendizado dos alunos. Possivelmente, é um dos primeiros contatos dos jovens com a leitura, além de contribuir para ajudar o professor a traçar estratégias de ensino. O Dia Nacional do Livro Didático é comemorado em 27 de fevereiro e a professora Circe Bittencourt, doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), conta um pouco da trajetória deste tipo de publicação no Brasil.

“Com a chegada da família real portuguesa, em 1808, foi fundada a imprensa régia, desde então começaram a circular livros, inclusive didáticos. As primeiras obras desse gênero são traduções para a Escola Militar. Com a Independência do Brasil, em 1822, entram em vigorar as primeiras leis de educação. Com isso a produção de livros didáticos aumenta, inclusive por editoras particulares, notadamente francesas. O problema é que não tinha papel, então os livros eram impressos no exterior, para baratear o processo”, explica a professora.

No final do século XIX, Circe conta que houve um crescimento das escolas e os livros didáticos passaram por uma fase de nacionalização. “Temos o início da produção da literatura infantil, inspirada em lendas brasileiras populares. Começam a ser produzidos também livros de história e geografia do Brasil. A partir de 1920, com a inauguração das primeiras indústrias de papel, em São Paulo, inicia-se a fabricação nacional de livros didáticos. Temos então a criação das primeiras editoras voltadas para essas obras, como Melhoramentos, Companhia Editora Nacional, FTD…”.

O governo de Getúlio Vargas trouxe várias mudanças para o país, inclusive para a educação. Em 1930, foi criado o Ministério da Educação e Saúde. Em 1938, foi criada a Comissão Nacional do Livro Didático. Na década de 1940, tanto o ensino secundário quanto o universitário passaram por reformas. Tudo isso fez aumentar o número de estudantes e a circulação de livros didáticos.

“O Estado só controlava, na verdade, os livros de Educação Moral e Cívica. Com a criação do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), em 1985, o governo assumiu a compra e a distribuição dos livros. O PNLD é uma política necessária. Ainda temos professores com formação precária. Se deixarmos os livros só por conta das editoras, complica. Só acho que, com o decorrer do tempo, o processo de avaliação dos livros ficou muito rígido e as publicações são muito parecidas, justamente para serem aprovadas no programa”, critica a professora.

Mas, em um mundo cada vez mais dominado pelas novas tecnologias, qual será o futuro do livro didático? O Ministério da Educação (MEC) planeja digitalizar o material didático, ou seja, será o fim das mochilas pesadas cheias de livros: é possível que o conteúdo caiba em um simples tablet. Antonio Luiz Rios, presidente do Instituto Pró-Livro, explica que o mercado para este tipo de obra é maduro e deve realmente acompanhar as novas tendências.

“O livro didático é fundamental para orientar professores e alunos no processo de ensino/aprendizagem. O autor tenta idealizar o melhor caminho para facilitar a transmissão de conhecimento para o aluno. O crescimento do mercado está diretamente relacionado ao crescimento populacional das crianças e jovens. Os métodos pedagógicos podem mudar, os livros em papel podem desaparecer, mas o livro didático continuará existindo, ainda que no formato digital”, completa.

 

FONTE: redeglobo . globo . com / globocidadania / noticia / 2014 / 02 / dia – nacional – do – livro – didatico – e – comemorado – em – 27 – de – fevereiro . html

30 DE JANEIRO – DIA NACIONAL DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS

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As primeiras histórias em quadrinhos datam da Pré-História, visto que os homens das cavernas já pintavam nas paredes o que lhes acontecia. No início do século XX, contudo, foi definido o conceito de histórias em quadrinhos, e sua técnica começou a ser desenvolvida.

Há vários precursores das histórias em quadrinhos, destacando-se o brasileiro Angelo Agostini, embora haja quem diga que a primeira criação surgiu com Richard Fenton Outcault, em The Yellow Kid, de 1863. Foi Outcault quem introduziu o “balão”, no qual são escritas as falas dos personagens.

Nas primeiras fases das histórias em quadrinhos, os argumentos eram apresentadas aventuras de crianças e bichinhos, com muito humor. Em 1929, as histórias em quadrinhos ganharam muita popularidade; na década de 1930, o gênero “aventura” foi incorporado às histórias. A Era de Ouro, como ficou conhecida essa fase, teve seu auge com personagens como: Flash Gordon, de Alex Raymond; Dick Tracy, de Chester Gould; Tarzan, uma adaptação de Harold Foster para o personagem de E. R. Burroughs (do livro Tarzan, o filho das selvas).

Nessa nova fase, surgiu mais um gênero, tipicamente americano: o super-herói, como o Super-Homem, de Siegel e Shuster.

As histórias em quadrinhos significaram mais do que um simples divertimento. O governo americano as utilizava como armas ideológicas para elevar o moral dos soldados e do povo em época de guerra. Alguns personagens em quadrinhos se alistaram na Segunda Guerra Mundial, incentivando jovens americanos a tomar a mesma postura. O herói que mais teve presença nesse período foi o Capitão América, de Jack Kirby e Joe Simon.

Na década de 1940, foi criado o formato das revistas em quadrinhos que se conhece até hoje, e foi assim que estas chegaram ao Brasil, nesse ano.

Na década de 1950, as histórias em quadrinhos sofreram uma crise de identidade e foram duramente criticadas em razão de seu teor de indução em massa. Foi criado, então, um Código de Ética, mas nesses tempos de liberdade de criação e expressão reduzidas, os roteiros das histórias foram camuflados com textos aparentemente inofensivos que induziam nas entrelinhas.

Na década de 1960, voltou com força total o gênero dos super-heróis, como o Homem-Aranha, criado por Stan Lee e Esteve Ditko.
Nessa mesma década e a partir da década de 1970, os quadrinhos underground – com temas que abordavam o subconsciente norte-americano, as crises existenciais, os auto questionamento -, criados por Robert Crumb, fizeram e ainda fazem sucesso.

No Brasil, vários cartunistas ganharam destaque pela criatividade: Henfil (personagens: Graúna e Zeferino), Ziraldo (personagens: Pererê e Menino Maluquinho), Péricles (personagem: O Amigo da Onça), Maurício de Sousa (personagens: Cebolinha, Mônica , Cascão ), Fernando Gonsales (personagem: Níquel Náusea), Angeli (personagem: Rebordosa), Millôr Fernandes, entre outros.

 

FONTE: paulinas . org . br / diafeliz / ? system = datacomemorativa & id = 218

14 DE DEZEMBRO – DIA NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

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No dia 14 de dezembro, comemora-se em todo o País o Dia Nacional do Ministério Público, definido no artigo 82 da Lei Orgânica Nacional do Parquet – Lei nº. 8.625 /93.

Instituição pública permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, O Ministério Público é autônomo, independente e não faz parte de nenhum dos poderes, nem do Judiciário, nem do Executivo ou Legislativo.

É incumbido pela Constituição Federal , da defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos direitos sociais e individuais indisponíveis, agindo como fiscal da correta aplicação da lei, representando os interesses da sociedade.

Na prática, o Ministério Público atua propondo medidas administrativas e judiciais, exigindo dos poderes públicos e da sociedade o respeito aos direitos que estão na Constituição Federal e nas demais leis, em áreas diversas.

Com autonomia funcional, administrativa e financeira, o Ministério Público desenvolve suas atividades de maneira livre e independente, sempre lutando pelos direitos dos cidadãos, da criança e do adolescente, do portador de necessidades especiais, do consumidor, protegendo o meio ambiente e o patrimônio público, além de fiscalizar a moralidade no serviço público, tutelando, enfim, os interesses da sociedade.

Na área criminal, o Ministério Público atua como autor e fiscal da lei visando à punição daqueles cuja conduta reclama a repressão do Estado, por meio de aplicação da sanção penal.

Na condição de titular da ação penal pública, não é um mero espectador da investigação a cargo da autoridade policial, podendo, por isso, não só requisitar diligências, como realizá-las diretamente, quando elas se mostrem necessárias.

Na esfera civil, intervém em questões relativas a direito de família, de menores e de incapazes. Contudo, dentre todas as funções atribuídas à Instituição, a que atualmente vem lhe dando maior relevância é a defesa dos interesses difusos, coletivos e individuais homogêneos, por meio dos Inquéritos Civis e das Ações Civis Públicas, que são os instrumentos utilizados na investigação e repressão de condutas lesivas aos bens e direitos comuns à coletividade.

A instituição é composta por Procuradores de Justiça, Promotores de Justiça, Servidores e Estagiários. O Procurador-Geral de Justiça exerce a chefia da Instituição, sendo nomeado pelo Governador do Estado dentre integrantes de carreira, indicado em lista tríplice elaborada, através de votação, pelos membros da carreira em efetivo exercício, para mandato de dois anos, permitida uma recondução por igual período, na forma da Lei Complementar.

Historiadores e juristas afirmam que há 4 mil anos, no Egito, pessoas ligadas ao faraó agiam como os Promotores atualmente. Mas a instituição Ministério Público só veio a surgir na França, com o Imperador Napoleão. No Brasil, foi criada após a Proclamação da República. Foi o Ministro da Justiça, Campos Salles, que, durante o governo provisório, deu caráter institucional ao Ministério Público. Por isto, Campos Salles é o patrono do Ministério Público.

Parabéns a todos os incansáveis e profícuos membros dessa respeitável Instituição que se esmeram na titânica luta em busca do bem comum, não dando tréguas àqueles que se desviam do reto caminho da moralidade, da verdade e da Justiça, doa a quem doer.

 

FONTE: amp – sp . jusbrasil . com . br / noticias / 133306 / dia – nacional – do – ministerio – publico

02 DE DEZEMBRO – DIA NACIONAL DO SAMBA

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O Dia Nacional do Samba, ou simplesmente Dia do Samba, é comemorado dia 2 de Dezembro.
O Brasil é conhecido internacionalmente pelo samba, um estilo musical e de dança típico do país. O Carnaval é a festividade em que o samba se torna ainda mais popular, virando o ritmo oficial da festa.
Origem do Dia do Samba
De acordo com a lenda popular, o Dia do Samba foi criado em homenagem ao sambista Ary Barroso, compositor da música “Na Baixa do Sapateiro”, uma ode à Salvador, capital da Bahia.
O vereador baiano Luís Monteiro da Costa foi quem instituiu a data, marcando o dia em que Ary Barroso visitou a Bahia pela primeira vez. em 1940.
Desde então, o Dia do Samba é comemorado principalmente em Salvador e no Rio de Janeiro, onde organizam-se festas e shows em homenagem ao ritmo.
Atualmente, existem variações do samba com outros estilos músicas. Entre eles, o que se destaca é o Samba Rock, representado principalmente pelo cantor Seu Jorge.

 

FONTE: calendarr . com / brasil / dia – nacional – do – samba /

DIA 30 DE NOVEMBRO – DIA NACIONAL DO EVANGÉLICO

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Comemora-se em todo Brasil, no dia 30 de novembro, o Dia do Evangélico. A data foi criada pela Lei nº 893/1995, que incluiu a comemoração no calendário do Distrito Federal como feriado local. O Governo Federal, posteriormente, sancionou a Lei nº 12.328, de 15/09/2012, que instituiu o Dia Nacional do Evangélico, a ser comemorado justamente no dia 30 de novembro de cada ano, entretanto não criou mais um feriado nacional. Diante disso, a data é comemorada em todo o país, porém o feriado é apenas no Distrito Federal.

Feriado nacional ou não, o que temos a comemorar nessa data? Seria o aumento do número de igrejas evangélicas no país? A construção dos megatemplos por parte de algumas denominações? Ou ainda o crescimento nas estatísticas das pessoas que professam a fé evangélica?

A realidade do cristianismo no Brasil tem testemunhado um paradoxo pouco digno de comemoração genuinamente evangélica. Se por um lado tem aumentado o número dos que se declaram evangélicos, por outro se percebe nitidamente a diminuição do zelo doutrinário e das manifestações autênticas dos dons espirituais. Cresce o trigo, mas também aumenta o joio. Isso, em razão de práticas e omissões, costumes e inovações, gradativamente incorporadas ao evangelho pós-moderno, que acabam por apagar a chama do Espírito Santo de Deus, apesar da recomendação das Escrituras: “Não extingais o Espírito” (I Tessalonicenses 5.19).

É paradoxal também constatar que a cada período eleitoral mais líderes evangélicos se envolvem com política partidária, no entanto, o número daqueles que são referenciais pela coragem de denunciar o pecado, a corrupção e o mundanismo, é cada vez menor. Aproximam-se dos poderosos deste mundo, mas se afastam do Poder Daquele que é Senhor do mundo. Emaranham-se em negócios temporais e ignoram o princípio Bíblico quanto ao Reino de Deus: “Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra” (II Timóteo 2.4).

Não menos contraditória é a questão financeira e patrimonial. Temos igrejas e líderes cada vez mais ricos e abastados, porém mais frios e mais distantes ainda do amor para com os pobres. São templos e catedrais suntuosas, emissoras de rádio e televisão, carros e imóveis de luxo, todavia pouco ou quase nada se destina aos órfãos, às viúvas e aos necessitados, nem mesmo às obras de assistência social. Apegam-se exacerbadamente ao patrimônio terreno e menosprezam o ensino de Jesus que eles mesmos pregam: “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam” (Mateus 6.19).

E assim, que a data não se torne em mero show gospel, mas oportunidade para reflexão sincera acerca do cristianismo que praticamos. E mais, se não há motivo para comemorarmos o Dia Nacional do Evangélico, diante do aumento da iniquidade nesse tempo do fim em que muitos são chamados, de outra sorte, algo deve promover grande regozijo no coração de quem conhece, pratica e defende o verdadeiro Evangelho do Senhor Jesus Cristo: a alegria de ter o nome escrito no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo (Apocalipse 13.8).

 

FONTE: adielteofilo . blogspot . com . br / 2012 / 11 / dia – do – evangelico . html

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