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ERRADICAR A EXTREMA POBREZA E A FOME

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“A pobreza é fácil de denunciar, mas difícil de combater. Aqueles que sofrem com a fome, a miséria e a falta de dignidade precisam mais do que palavras simpáticas; eles precisam de apoio concreto.

Nós marcamos esse Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza em um momento de austeridade econômica em muitos países. Enquanto os governos lutam para equilibrar o orçamento, o financiamento para a redução da pobreza está sob ameaça. Mas este é justamente o momento de fornecer aos pobres acesso aos serviços sociais, segurança de renda, trabalho decente e proteção social. Só então poderemos construir sociedades mais fortes e prósperas – e não equilibrando orçamentos à custa dos pobres.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio [ODM] galvanizaram uma ação global que gerou um grande progresso. Nós reduzimos a pobreza extrema pela metade e corrigimos o desequilíbrio de gênero na educação infantil, com tantas meninas agora frequentando a escola primária quanto os meninos. Muitas comunidades a mais têm acesso a água potável. Milhões de vidas foram salvas graças a investimentos em saúde.

Esses ganhos representam um grande avanço em direção a um mundo mais justo, próspero e sustentável. No entanto, mais de um bilhão de pessoas ainda vivem na pobreza, sendo negado seus direitos a alimentação, educação e cuidados de saúde. Nós temos que capacitá-los para nos ajudar a encontrar soluções sustentáveis. Nós não devemos medir esforços para garantir que todos os países alcancem os ODM até 2015.

Na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável [Rio+20], realizada em junho deste ano, líderes de todo o mundo declararam que a erradicação da pobreza é “o maior desafio global que o mundo enfrenta hoje”.

Estamos agora desenvolvendo o quadro de desenvolvimento das Nações Unidas para o período pós-2015, com base nos ODM enquanto enfrentamos as desigualdades persistentes e os novos desafios que enfrentam as pessoas e o planeta. Nosso objetivo é produzir um quadro ousado e ambicioso, que pode promover a mudança transformacional beneficiando as pessoas agora e as gerações futuras.

A pobreza crescente, que preponderou por muito tempo, está ligada à agitação social e às ameaças à paz e segurança. Neste Dia Internacional, vamos fazer um investimento no nosso futuro comum ajudando a tirar as pessoas da pobreza para que elas, por sua vez, possam ajudar a transformar o nosso mundo.”

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Grifo nosso

http://unicrio.org.br/dia-internacional-para-a-erradicacao-da-pobreza-17-de-outubro-de-2012/

http://www.pnud.org.br/ODM1.aspx

https://www.google.com.br/search?q=odm+fotos&espv=2&biw=1280&bih=899&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CDAQ7AlqFQoTCNbTnpiLtMgCFcsKGgodFccOmg

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10 DE MAIO – DIA DAS MÃES

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Assessoria Djanira Felipe deseja a todas as mães do Brasil e do mundo um…

Feliz Dia das Mães!!!

 

DIA MUNDIAL DO PETRÓLEO – 29 DE SETEMBRO

No dia 29 de setembro comemora-se o dia mundial do petróleo.

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A palavra petróleo vem do latim, sendo a junção de dois termos: Petra(pedra) e Oleum (óleo), mas também ficou também conhecido como ouro negro.

O petróleo é um óleo natural composto de hidrocarbonetos, formado dentro das rochas sedimentares. Esse processo é possível em decorrência dos fatos da nossa história, como a formação das rochas sedimentares – através da erosão da crosta terrestre – e pelo acúmulo dos restos orgânicos, advindos de destroços vegetais e animais, alojados no fundo do mar há milhões de anos, que se transformaram em petróleo.

A formação de uma jazida acontece porque o petróleo vaza pelos poros de uma rocha, alojando-se em outra pedra que o faz prisioneiro, acumulando-o em grandes quantidades. Uma jazida pode levar entre dez e quatrocentos milhões de anos para se formar.

O primeiro poço de petróleo foi encontrado nos Estados Unidos, no estado da Pensilvânia, no ano de 1859, por um maquinista aposentado, Edwin Drake. Mas registros históricos mostram que o produto era utilizado para embalsamar os faraós do Egito Antigo.

Em virtude de sua importância para a vida do homem e de seu alto valor de custo, o petróleo tornou-se motivo de grandes conflitos mundiais, como a Guerra do Golfo, em 1990, onde o Kuwait fora invadido pelo Iraque, na tentativa de apoderar-se de suas jazidas.

Na verdade, várias guerras no Oriente Médio tiveram o petróleo como fonte de inspiração, ou seja, a luta entre homens pela conquista de maiores riquezas. Por esse motivo tivemos ainda as guerras Yom Kippur (1973), Iram e Iraque, que durou cerca de oito anos (1980 a 1988), além das invasões estadunidenses no Iraque (2003) e no Afeganistão (2001).

Isso acontece porque a região possui cerca, de 65% da reserva mundial de petróleo, seguida pela Venezuela, Rússia, Estados Unidos, Líbia, México, Nigéria, Argélia e restante do mundo.

No Brasil, a maior indústria petrolífera é a Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A.), criada no dia 03 de outubro de 1953, pelo presidente Getúlio Vargas. A indústria é responsável pela extração e refino do produto, além dos seus derivados. A especialidade da empresa é a exploração do petróleo em alto mar, em áreas bem profundas.

As plataformas brasileiras montadas em alto mar se dividem em dois grupos: da perfuração e da produção, sendo que essa se divide em fixas ou flutuantes, dependendo da profundidade em que o petróleo é encontrado.

A descoberta de petróleo na camada pré-sal, localizada a 7 mil metros abaixo do nível do mar em uma área de 200 quilômetros de largura e 800 quilômetros de extensão, abrangendo desde o Espírito Santo até Santa Catarina, pode colocar o Brasil entre os maiores produtores mundiais de petróleo.

Por Jussara de Barros – Graduada em Pedagogia

http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-mundial-petroleo.htm

BRASIL É O 4º MAIOR EXPORTADOR DE ARMAS DO MUNDO, SEGUNDO RELATÓRIO

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O Brasil ocupa a quarta posição no ranking de maiores exportadores de armamentos do mundo, segundo documento divulgado pela entidade Small Arms Survey no início do mês. De acordo com o relatório, em 2010, o país vendeu ao menos US$ 326 milhões (R$ 736 milhões) em armas e munições, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (US$ 821 milhões, ou R$ 1,6 bilhão), da Alemanha (US$ 495 milhões, ou R$ 1 bilhão) e da Itália (US$ 473 milhões, ou R$ 950 milhões).

A maior parte dos armamentos exportados pelo Brasil vai para compradores dos Estados Unidos, Malásia, Alemanha, Estônia e Cingapura. São, em sua maioria, revólveres, pistolas, escopetas e munições diversas.

No mesmo período, o país importou ao menos US$ 27 milhões (R$ 50 milhões) em foguetes, granadas, lança-granadas e outros armamentos pesados. Os países que mais exportam para o Brasil são a Rússia, Estados Unidos, Chile, Bélgica e China.

A Small Arms Survey monitora conflitos armados e o comércio de armamentos pelo mundo.

Armas brasileiras na praça Tahrir

Parte do arsenal de gás lacrimogêneo utilizado pela polícia na Turquia para conter os protestos traz, em seu verso, um selo de “Made in Brazil”, de acordo com reportagem da “Folha de S. Paulo”.

Foram encontradas nas ruas do país latas vendidas pela empresa brasileira Condor, de tecnologia não letal, com sede no Rio. São do tipo GL-310, identificado como “granada lacrimogênea bailarina” pela característica de movimentar-se no solo, cobrindo assim área extensa.

“A GL-310 é um produto Condor, mas a polícia turca compra de diversos fornecedores, entre eles americanos e coreanos”, afirmou a empresa à “Folha” em nota. “Portanto, não é certo afirmar que o gás lacrimogêneo turco é fabricado pela Condor.”

Fonte: http: // noticias .uol .com .br / internacional / ultimas-noticias / 2013 /07 /08 / brasil-e-o-4-maior-exportador-de-armas-do-mundo.htm

QUANTA COMIDA O MUNDO JOGA FORA POR ANO ?


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Fonte: http:// exame .abril .com. br /meio-ambiente-e-energia /noticias /quanta-comida-o-mundo-joga-fora-por-ano

ESCOLA ESTADUAL DO RIO É RECONHECIDA PELA MICROSOFT COMO UMA DAS MAIS INOVADORAS DO MUNDO

Colégio José Leite Lopes

O Colégio Estadual José Leite Lopes, na Tijuca, zona norte do Rio, foi reconhecido pela Microsoft nesta quinta-feira, 14, como uma das 33 instituições de ensino mais inovadoras do mundo. Na escola funciona o Núcleo Avançado em Educação (Nave), programa que usa tecnologias da informação e comunicação na educação.

Fundado em maio de 2008, o colégio prepara os alunos para atuar nos segmentos de internet, celular, jogos eletrônicos e TV digital. Após três anos, os estudantes se formam com um diploma de ensino médio integrado ao profissionalizante.

De acordo com a diretora do Nave, Ana Paula Bessa, o colégio funciona de modo “integral e integrado”. “Integral porque os alunos estudam das 7h às 17h, e integrado a três cursos técnicos, que são roteiro para mídias digitais, multimídia e programação de jogos. Esses cursos formam uma cadeia produtiva, pensando nesses jovens em um mercado de trabalho que busca pessoas capacitadas nessas áreas. Eu não posso ter uma escola que não seja atrativa para mantê-los 10 horas por dia na instituição, cursando 22 disciplinas. Isso faz com nós pensemos em novas metodologias, maneiras de abordagem e conceito”, disse a professora.

Segundo Ana Paula, os estudantes são de diversos municípios do Rio, além de outras partes do País. O colégio oferece 160 vagas por ano, sendo 90% para alunos oriundos de escolas públicas, 5% da rede privada e 5% para deficientes.

“Dentro das nossas metodologias, o diferencial referente as outras escolas para que chamasse a atenção da Microsoft é exatamente a questão da tecnologia como atrativo das aulas. Nós tivemos um ingresso em universidades de 55% dos alunos aprovados conosco nos anos de 2012 para 2013. O porcentual é bem grande e pode ser comparado a escolas de países desenvolvidos da Europa.”

A diretora disse ainda que o programa Nave, desenvolvido em parceria entre a Secretaria Estadual de Educação e o Instituto Oi Futuro, está em permanente construção. “Todos nós colocamos um tijolo. Aqui o aluno tem voz, ele vai falar para mim o que é legal, aquilo que não é, no que eu posso investir. O envolvimento de todos no projeto faz com que tenhamos confiança de que este é um processo de sucesso.”

O Nave atua em três vertentes: como colégio estadual integrado ao profissionalizante; núcleo de pesquisa e inovação; e centro de disseminação. Cerca de 900 alunos e 80 professores participam da iniciativa, nas cidades do Rio e do Recife, onde o programa é desenvolvido pela Secretaria de Educação de Pernambuco.

Fonte: http: // www. estadao .com .br / noticias /vidae ,escola-estadual-do-rio-e-reconhecida-pela-microsoft-como-uma-das-mais-inovadoras-do-mundo,1008826,0.htm

BRASIL É O TERCEIRO MERCADO MAIS IMPORTANTE NO MUNDO, DIZ PESQUISA

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Na pesquisa da PwC divulgada anualmente no Fórum Econômico em Davos, País só perde para a China e para os EUA; fórum começa nesta quarta-feira

Num mundo em que a confiança empresarial permanece combalida, o Brasil aparece como o terceiro mercado mais importante, depois dos Estados Unidos e da China, segundo pesquisa com 1.330 principais executivos de empresas em 68 países. A pesquisa, da empresa de consultoria e auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC), é divulgada anualmente em Davos, um dia antes da abertura do Fórum Econômico Mundial, que começa hoje.

Numa pergunta em que os executivos listam os três principais mercados globais nos próximos 12 meses fora do seu país base, o Brasil foi mencionado por 15% deles, só perdendo da China, com 31%, e dos Estados Unidos, com 23%. O Brasil ficou na frente de países como Alemanha (12%), Reino Unido (6%) e Índia, 10%. No estudo, o Brasil é colocado no grupo de países cujo crescimento deve acelerar, com uma projeção da PwC de expansão média do PIB de 4% nos três anos a partir de 2013.

Segundo Dennis Nally, chairman da PwC International, apesar do baixo crescimento recente do Brasil, “os principais executivos se mantêm muito focados quando veem perspectivas de longo prazo”. Entre as razões que sustentam o otimismo de médio e longo prazos no Brasil, Nally mencionou a boa demografia e a expansão da classe média.

Em relação ao mundo como um todo, porém, a pesquisa anual da PwC é menos animadora. Apenas 36% dos principais executivos consultados estão “muito confiantes” nas perspectivas de crescimento das suas empresas nos próximos 12 meses. Este número está abaixo dos 40% para a mesma resposta na pesquisa de 2012, mas ainda está acima dos níveis de 2009 e 2010, de respectivamente 21% e 31%.

Em termos da economia, 28% dos executivos previram que ela vai declinar ainda mais em relação a 2012, 18% previram melhora e 52% acharam que vai continuar na mesma. Esses números denotam melhora em relação à pesquisa de 2012, quando 48% dos executivos previram que a economia global iria piorar.

Os executivos europeus foram os mais pessimistas em relação ao aumento do faturamento no curto prazo, seguidos dos americanos. Mesmo em relação à África, que hoje é vista como a próxima região de grande potencial de crescimento, houve queda de 2012 para 2013 no número de executivos que previram crescimento do faturamento, de 57% para 44%.

Dentre todas as regiões, a América Latina foi a única em que não houve queda da confiança (medida pela perspectiva dos empresários da região de aumento do faturamento em 2013) de 2012 para 2013, quando o índice atingiu 53%.

“A economia mundial parece relutante em se recuperar”, disse Nally, sintetizando a mensagem da pesquisa. Isso, para ele, explica por que “a confiança de curto prazo dos executivos está numa montanha-russa”.

Os países com maior nível de confiança empresarial de curto prazo (de empresas no próprio país) na pesquisa de 2013 foram a Rússia, com 66%, a Índia, com 63%, e o México, com 62%. O Brasil ficou com 44%, de 42% na pesquisa de 2012. A China, cuja economia cresce velozmente, mas está desacelerando (a previsão da PwC é de média de 7,3% nos próximos três anos), ficou com 40% no índice de confiança.

A pesquisa da PwC mostra que a principal preocupação dos executivos é com o crescimento econômico, mas no alto da lista consta também o papel dos governos, com muitas reclamações sobre excesso de regulação e de impostos e sobre a situação da dívida pública nos países ricos.

Outras preocupações, segundo Nally, são a carência de profissionais capacitados e o corte de custos. Segundo ele, 80% dos executivos reportaram ter dado passos para cortar custos nos últimos 12 meses e pensam em fazer o mesmo em 2013. Em termos de contratação, 45% pensam em aumentar o pessoal em 2013 (ante 51% na pesquisa de 2012), e 23% disseram que farão cortes. Os setores mais propensos a contratar são serviços empresariais, engenharia e construção, varejo e saúde, e os mais propensos a cortar são sistema bancário, metalurgia e papel.

Outras prioridades dos executivos foram o foco no cliente e investimentos em tecnologia. Há também preocupação com as tensões sociais, o que Nally associa às altas taxas de desemprego de jovens em vários países.

Fonte:http:// www. estadao. com. br /noticias /impresso,executivos-veem-brasil-como-3-em-importancia-,987628,0.htm

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