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CRIVELLA DIZ QUE É PRÉ-CANDIDATO AO GOVERNO DO RIO EM 2014

AMIGOS,

SEI QUE É CARNAVAL, MAS ESSA MATÉRIA ENTENDI QUE DEVO COMPARTILHAR, PRINCIPALMENTE COM OS AMIGOS PARA SEMPRE. PRIMEIRO PORQUE NÃO É BOATO, O MINISTRO MARCELO CRIVELLA, FALOU AO JORNAL EXTRA, CITO A FONTE. E SEGUNDO PORQUE QUEM CONHECE DJANIRA FELIPE, LER O BLOG, CONHECE SUA HISTÓRIA, PORTANTO, SABE QUE É DO PRB, PARTIDO DO QUAL O MINISTRO É LIDERANÇA. 

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

marcelo_crivella

Guilherme Amado

Para quem pensa que 2014 será uma fatura a ser liquidada entre o deputado federal Anthony Garotinho (PR), o senador Lindbergh Farias (PT) e o vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), o ministro da Pesca, Marcelo Crivella (PRB), avisa que pode entrar na disputa. A largada só depende de uma sinalização de seu partido e do aval de Dilma Rousseff.

Licenciado do cargo de senador e no primeiro escalão do governo Dilma desde março do ano passado, Crivella diz que só tomará a decisão final em junho, quando o PRB fará sua convenção.

— Se for convocado pelo PRB, estou pronto. Mas, antes, converso com a presidenta Dilma — promete, leal até ao tratamento feminino preferido pela presidente.

Derrotado em 2004 na disputa pela Prefeitura do Rio, em 2006 ao tentar o governo do estado, e, novamente, em 2008, noutra tentativa pela prefeitura, elegeu-se senador em 2002 e 2010. No gabinete, ao redor de uma mesa recheada de livros sobre atuns, tilápias e dourados, diz que agora quer se debruçar sobre a pasta e tirar do papel seus projetos. Mas não deixa o discurso de pré-candidato.

— Que político não gostaria de governar seu estado? — lança a isca.

 Leia a entrevista ao EXTRA.

 Como o senhor vê o cenário para 2014?

No Rio, a eleição não está decidida. Pezão e Lindbergh são boas opções, mas há espaço para uma terceira via. Esse candidato pode ser o Garotinho ou eu.

Então, o senhor vai disputar a sucessão de Cabral?

Se o PRB me convocar, estou pronto. Tenho que considerar o cenário nacional, conversando com a presidente Dilma. Neste momento, estou focado no Ministé$da Pesca. Estou percorrendo o país para destravar a burocracia para os pescadores conseguirem crédito. Mas quem não gostaria de governar o seu estado?

Quando o PRB decide?

Teremos em junho a convenção. O partido tem necessidade de candidatura majoritária. Os candidatos a deputado tendem a ser prejudicados sem um nome disputando a majoritária.

Existe espaço para uma candidatura de oposição no Rio?

Não. Tenho um imenso orgulho de ter ajudado a construir o governo Cabral, e, especialmente, a aliança dele com o Lula em 2006.

http://extra.globo.com/noticias/rio/crivella-diz-que-pre-candidato-ao-governo-do-rio-em-2014-7507970.html

Guilherme Amado

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Programa Jogo do Poder com senador Marcelo Crivella 13/11/11

POLÍTICOS E ENTIDADES PREVEEM ‘DESGRAÇA’ NA QUESTÃO DOS ROYALTIES

Um encontro convocado pelo governador Sérgio Cabral (PMDB) reuniu na manhã desta segunda-feira (7), no Palácio Guanabara, prefeitos, parlamentares e representantes de entidades de classe no que foi definido como uma demonstração de unidade da sociedade do Rio de Janeiro contra a mudança na distribuição das receitas de petróleo atualmente em discussão no Congresso.

A reunião serviu como uma espécie de convocatória para a passeata marcada para à tarde da próxima quinta-feira, na qual Cabral espera reunir 100 mil pessoas. Para isso, haverá ponto facultativo no serviço público e gratuidade nos transportes. O governo também financiará a vinda de 200 ônibus de cidades produtoras de petróleo como Campos e Macaé, que devem trazer 10 mil pessoas.

Além disso, o presidente da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), Eduardo Eugênio Gouveia Vieira, também instou o empresariado a liberar seus funcionários para participar da marcha. Pedido semelhante foi feito pelo presidente da OAB-RJ, Wadih Damous, aos presidentes de Tribunais de Justiça.

O tom dos discursos foi de que a “injustiça” que será cometida contra o Rio caso o Estado perca receitas já garantidas do petróleo resultará numa “desgraça” nas finanças do Estado e dos 92 municípios, dos quais 87 recebem royalties.

“Os 92 municípios vão ser jogados às traças. Não vai sobrar dinheiro pro governo estadual investir. Estão jogando a Lei de Responsabilidade Fiscal na lata de lixo, vão quebrar os 92 municípios”, afirmou o vice-governador Luiz Fernando Pezão.

Orlando Diniz, presidente da Fecomércio-Rj, avaliou que a perda de receitas dos royalties pode levar ao corte de 1 milhão de empregos no Estado. O senador Lindbergh Farias (PT) falou em fechamento de escolas e postos de saúde, e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Paulo Melo (PMDB) disse que alguns municípios não podem abrir mão de receber royalties nem temporariamente. “Se o município perder um mês de royalties, deixa de colher o lixo de sua cidade, de prestar serviços básicos à sua população.”

Até o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman, protestou contra a possível mudança, dando a entender que ela pode afetar negativamente a realização dos Jogos Olímpicos de 2016. “O esporte precisa que seja mantido o mesmo respeito, as mesmas garantias dadas em 2009 em Copenhague [quando o Rio foi escolhido como sede] de que aqui nada se mudará.”

DILMA

Cabral, Pezão e os senadores Lindbergh, Francisco Dornelles (PP) e Marcelo Crivella (PRB) manifestaram em seus discursos a esperança de que a mobilização de quinta-feira, na qual o governo espera ao menos 100 mil pessoas, sensibilize a presidente Dilma a “honrar seu compromisso” e vetar a nova lei, caso ela seja aprovada na Câmara dos Deputados.

“Lamento que o governo federal não tenha tido até agora uma atitude não em defesa do Rio, mas da justiça. Aqui [no Senado] nós somos três, mas na nossa terra somos 15 milhões”, disse Crivella.

Dornelles disse que Dilma “não pode delegar responsabilidades” e tem que impedir “a maior agressão no campo jurídico-financeiro que o Estado sofreu em toda a sua história”. “Eu faço um apelo à presidente para que ela possa intervir no assunto e evitar o conflito federativo de consequências imensuráveis”.

“Só nos resta agora a mobilização. O que está em jogo é um princípio democrático, de justiça, de respeito às normas constitucionais e ao pacto federativo. É o momento de irmos às ruas demonstrarmos aos deputados o equívoco de invadir as receitas do que já foi licitado, e mostrar, por que não, à presidenta Dilma, que foi acolhida aqui com tanto amor, com tanto carinho, pelo povo do Estado do Rio, e que demos a ela mais de 70% dos votos”, disse Cabral em seu discurso.

O governador afirmou que, caso a mobilização falhe, está pronto para recorrer ao Supremo Tribunal Federal. O procurador-geral de Justiça do Estado, Cláudio Lopes, também presente ao ato, disse que, nesse caso, tem “confiança absoluta que essa legislação não vai imperar”, por considerá-la absolutamente inconstitucional.

GAROTINHO

O grande ausente no encontro foi o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), devido à morte de um tio seu durante a madrugada. A surpresa ficou por conta da presença do ex-governador Anthony Garotinho (PR), hoje deputado federal e principal adversário político de Cabral, acompanhado da mulher e prefeita de Campos Rosinha Garotinho (PR). Os dois não tiveram, porém, direito a discursar.

“Nós nunca colocamos nenhum interesse pessoal acima dos interesses do Estado. Se o governador tivesse entrado nessa luta, como deveria, na minha opinião, há mais tempo, não precisaria nem ter chegado nesse ponto que chegou. Houve uma falta de iniciativa que está sendo resgatada”, disse o ex-governador à imprensa.

Rosinha e Garotinho prometeram encher em Campos, município que mais será prejudicado com a nova legislação, cem ônibus, que serão financiados pelo governo do Estado.

Em seu discurso, o senador Lindbergh imprimiu tons dramáticos à manifestação de quinta-feira.

“Está em nossas mãos. Se o Rio de Janeiro sai às ruas com força, ninguém consegue passar por cima da gente. Essa é uma batalha dos nossos filhos. Os próximos 20, 30 anos estão sendo decididos agora.”

Fonte: Folha.com – 07/11/2011 – 13h57 – Rodrigo Rotzsch – Rio

Pronunciamento do Senador Crivella comunicando a inclusão no PAC 2 das comunidades carentes do RJ

Marcelo Crivella sobre a divisão dos royalties – “essa é uma briga que ainda vai muito longe”.

Marcelo Crivella (PRB-RJ) é entrevistado pelo jornalista on line Washington Luiz.

Blogueiro – Senador Marcelo Crivella um assunto que está tirando a tranquilidade do povo campista e também de todos os municípios produtores de petróleo, é a questão que envolve a partilha dos royalties. Uma briga que começou na Câmara dos Deputados com aprovação da emenda do deputado federal Ibsen Pinheiro, e ganhou destaque no Senado Federal com aprovação da emenda do senador Pedro Simon. Qual é a real situação?

Senador Crivella – Para começar posso afirmar que nós não vamos perder o máximo que pode acontecer é deixarmos de ganhar, mas isso depois de uma luta muito grande. Como nós já votamos: pré-sal, fundo social e a capitalização da Petrobras durante todo esse tempo a exploração de petróleo estará pelas regras atuais. Vinte por cento já estão sendo explorados. Contratos firmados não podem ser mexidos de maneira que nós temos o Direito Adquirido, o Ato Jurídico Perfeito e a Coisa Julgada que são três figuras na esfera jurídica ao nosso favor. Portanto cada vez que o tempo vai passando nós vamos deixar de ganhar, mas como já frisei não perderemos. Mas essa é uma briga que ainda vai muito longe.

E seguindo o exemplo de paciência, sabedoria, perseverança, experiência e fé do sábio velhinho Santiago, que não aviltou diante da dificuldade, permaneceu firme em seu propósito e corou sua conquista. ” Nunca dar-se por vencido, e perdendo hoje, sempre haverá um amanhã, porque longe de aviltar; a luta enobrece” Citação do escritor Ernest Hemingway que recebeu o prêmio Nobel de Literatura, no clássico O velho e o Mar.

Blogueiro – Um fato que não foi muito divulgado, mas que gostaria de abordar aqui no blog é a posição do senhor no ranking da respeitada ONG – Transparência Brasil que aponta o senador como terceiro parlamentar com mais projetos aprovados, parabéns pela conquista. No entanto senador o cenário político esse ano mudará muito, vimos o povo brasileiro levantar um clamor e ser atendido com a aprovação do projeto Ficha Limpa. Esse é um novo quadro que mostra um amadurecimento e também um novo perfil do eleitor brasileiro. Como o senhor avalia esse momento?

Senador Crivella – Olha a ONG Transparência Brasil é uma das ONGs mais críticas de Brasília, ela acompanha mesmo com maior rigor possível os políticos. Mas você ressaltou bem, quando abordou a questão da divulgação. Muitas pessoas não sabem por que quando o jornal O Globo divulgou a matéria falou-se apenas do primeiro e segundo colocado, embora normalmente quando assunto envolve qualquer premiação sempre são mencionados os três primeiros. Agora eu posso dizer ao Blog que fiquei muito honrado, pois eles são criteriosos em seu julgamento. Analisam os discursos, os projetos, mas sobre tudo os votos. É na hora do voto que o senador mostra onde está o seu coração, e eu quero dizer ao povo de Campos que posso subir a tribuna do Senado Federal tranquilo, pois nunca votei contra o aposentado, nem contra trabalhador e nunca votei pelo capital em detrimento do trabalho.

Com relação ao projeto Ficha Limpa realmente ele é um clamor do povo brasileiro que não aguentava mais ver suas lideranças políticas envolvidas com corrupção. Então agora quem for condenado em segunda instância não poderá concorrer as eleições. Pode até buscar na justiça uma forma de concorrer através de liminares, mas terá sua eleição muito complicada, principalmente se for candidato a cargos majoritários (presidente da república, governador, prefeito) esse candidato vai participar do pleito sob efeito de uma liminar o que já inválida sua candidatura, visto que nessas circunstâncias os outros candidatos vão explorar e tripudiar com essa situação.

Blogueiro – As pesquisas indicam o senhor no topo da preferência para novamente representar o Rio de Janeiro no Senado. Por conta desses resultados existem alguns veículos de comunicação que tentam macular a imagem do senhor, inclusive chegaram a dizer que o senador havia votado contra os estados produtores de petróleo, nesse caso o Rio de Janeiro e Espírito Santo. O que o senhor tem a dizer sobre esse assunto?

Senador Crivella – Você está falando sobre a acusação que publicaram e alguns veículos de que eu teria votado contra o Rio. Bom! O povo do Rio de Janeiro é inteligente e vai pensar, Marcelo Crivella é do Rio de Janeiro, seus filhos são do Rio ele se elege pelo Rio. Ora isso não faz sentido, jamais votaria contra o Rio. Agora quem está dizendo que eu votei contra o Rio é o presidente da Assembléia Legislativa, mas porque ele está dizendo isso, porque ele é candidato a uma vaga no Senado. Então fica fácil de entender o verdadeiro interesse em questão, ele quer tirar o Crivella para entrar no lugar dele. Todavia você deve estar questionando, senador tirar a vaga do senhor usando uma mentira. Sim! Mas a mentira tem perna curta e o povo todo vai saber disso. Até mesmo porque, os jornais divulgaram quais foram os partidos que votaram favoráveis ou contra Rio. E nesse caso quem votou contra foi o PMDB, que deu a Lei, criou a emenda foi o senador Pedro Simon que é do PMDB, partido do Jorge Picianni. O Hélio Costa que foi ministro das comunicações e votou contra também é do PMDB, do governador Sérgio Cabral. Enfim a verdade é que o PMDB foi mal com Rio de Janeiro.

Blogueiro – O senhor vê então essa situação como uma forma de encobrir a atitude errada do PMDB e desviar o foco dessa falta gravíssima do partido com a população do Rio de Janeiro?

Senador Crivella – É possível que haja aí uma operação de maquiagem, uma operação para atentar como uma cortina de fumaça. Mas o que importa é que a população sabe do meu compromisso com Rio de Janeiro. Minha avó é aqui de Macaé, meus filhos são nascido em Volta Redonda, eu e minha esposa somos cariocas, o bispo Edir Macedo meu tio, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, do qual me orgulho muito, é nascido em Rio das Flores.

Enfim para concluir a votação tá aberta, alias o meu partido votou 100% no Rio de Janeiro. No Partido Republicano Brasileiro somos dois senadores eu e o Roberto Cavalcante na Paraíba, e lá é uma região que teoricamente pode receber muito mais royalties se essa Lei passar a vigorar. E ele votou contra, votou comigo a favor do Rio. E quando chegou à Paraíba todos os noticiários apontavam seu nome como único senador que votou contra a Paraíba e ele então convocou a imprensa e disse que votou sim. Pois não rasgaria a Constituição, portanto não votaria na injustiça.

Blogueiro – Sobre o aumento dos aposentados sancionado pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva. Como o senhor vê essa aprovação?

Senador Crivella – Recebi essa notícia e fiquei muito feliz. O Brasil está aproveitando esse momento de crescimento econômico para fazer justiça aos aposentados. Para se ter uma idéia os aposentados que se aposentaram há dez anos atrás recebendo dez salários mínimos, hoje só estão recebendo dois ou três. Infelizmente, os aposentados foram ao longo desse período foram espoliados. O Brasil voltou a crescer, crescemos 10% no primeiro bimestre. Há uma previsão de alguns órgãos internacionais da economia apontando que o País deve crescer mais 8%. Meu Deus do céu é hora de ressarcir mesmo os aposentados. Inclusive eu apresentei um projeto do qual tenho muito orgulho para que os aposentados do INSS possam comprar remédios de uso contínuo sem tributação a preço de custo de forma que o Governo não cobra o imposto e as farmácias tirem a margem de lucro, aí sim estamos fazendo justiça aos aposentados, que hoje estão gastando muito com remédios. As pessoas de Campos, das cidades do interior e todos que estão lendo essa entrevista podem observar que é o comércio que mais cresce é farmácia, remédio é muito caro, caríssimo em todo Brasil. E agora com esse novo projeto espero que os aposentados possam comprar remédios a preço de custo.

Blogueiro – Senador é sempre bom falarmos de coisas boas. Entre os muitos projetos do senhor aprovados que beneficiam principalmente os segmentos profissionais menos favorecidos, como o que regulamentou a gorjeta dos garçons, o trabalho dos Motoboys, enfim são muitos projetos que atendem essas classes que prestam um serviço tão importante para sociedade. Um dos projetos aprovado recentemente isenta a cobrança de IPI para os deficientes auditivos, e isso é muito importante para proporcionar maior acessibilidade para essas pessoas especiais, que precisam de automóveis adaptados. Fale um pouco mais sobre esse projeto?

Senador Crivella – Realmente Washington é muito bom mesmo falarmos de coisas boas. E posso te dizer que me sinto feliz quando se aprovam projetos que favorecem os menos privilegiados é uma questão de justiça.

Esse projeto que busca a isenção do IPI para os deficientes auditivos é muito importante. Inclusive posso te adiantar de primeira mão, que já estou fazendo contato com vice-presidente da república José Alencar de forma que esse projeto, já aprovado no Senado, tramite com urgência na Câmara dos Deputados. E depois seja sancionado agora mesmo, antes dele passar o governo. Pois me parece que o presidente Lula vai precisar tirar uma licença e o Alencar deve assumir o que será uma honra para nosso partido tê-lo como presidente nesse período.

Estive com o presidente da Federação dos Surdos, eles não são mudos, mas como não ouvem, acabam não conseguindo falar. E durante minha visita eles estavam me dizendo o quanto é importante poderem comprar um carro sem os impostos, porque eles dirigem muito bem. Mas os veículos necessitam de algumas adaptações, tipo se estiver uma porta aberta uma luz acende, enfim eles estão empolgados e esperançosos com aprovação desse projeto. O Brasil tem 20 milhões de portadores de necessidades especiais, desses 600 mil está no Rio de Janeiro e nós precisamos ser os ouvidos do surdo, os olhos do cego, a voz dos mudos, as pernas dos cadeirantes, a esperança de um pobre, a justiça dos injustiçados, e essa é a função primordial de um político representar o povo, sobretudo na hora que ele precisa.

Blogueiro – Estamos numa nova era onde a tecnologia está cada vez mais presente na vida do brasileiro. E com esses recursos ao alcance de mais pessoas as ferramentas de comunicação também ganham uma nova perspectiva com o advento internet e avanço da Blogsfera como uma ferramenta de comunicação livre. Qual a opinião do senhor sobre os blogs?

Senador Crivella – Os blogs hoje prestam um serviço extraordinário, o povo brasileiro está cada vez mais conectado. E nós parlamentares temos que apoiar. Eu faço voto que os blogs cresçam, mas não percam sua integridade que não se vendam, não sejam corrompidos como uma grande parte da imprensa hoje. Que os blogs possam realmente levar a notícia apurada preservando sua essência e contribuindo para formação de uma sociedade mais informada e participativa.

Considerações finais:

Blogueiro – Senador Crivella, que o Senhor Jesus abençoe o senhor e sua família iluminando seus caminhos para que o senhor possa estar sempre logrando êxodo nessa árdua tarefa que lhe foi atribuída de representar e defender o povo brasileiro no Senado Federal.

Senador Crivella – Obrigado pelo carinho Washington. Que Deus abençoe sua família, os leitores, visitantes e esse trabalho que gostaria de parabenizar pela qualidade e respeito demonstrado.

Fonte: Necescrow

Jornal O Dia comemora seus 60 anos no Congresso Nacional

A honra de um soldado

Dois textos, dois desmentidos; mas não se podia fazer para encerrar num melancólico crepúsculo a descabelada reportagem sobre o Exército.

Todos os dias lemos denúncias nos jornais. Uma imprensa livre é patrimônio da democracia e da liberdade, mas o que parece é que essas notícias, que são eminentemente tristes e devem ser tratadas com pesar, posto que nos envergonham a todos, são no fundo publicadas por alguns com um certo sadismo.

Há também um vício de “denuncismo”, uma orgia histérica de um júbilo neurótico em que se busca, passado um escândalo, logo outro que lhe supere o horror, para condenar a priori quem quer que seja, na louca insensatez de supostos salvadores da pátria. No ímpeto desse estranho rancor é que se cometem excessos.

Digo isso porque ainda perduram os ecos da notícia de capa da Folha em 31/7 (“Comandante do Exército vira alvo de investigação”), e de outra, publicada em 9/8 (“TCU diz que comandante do Exército favoreceu empresas”), envolvendo nas suas teias insidiosas oficiais do mais alto escalão e destinada a apontar ao povo o comandante do Exército como traidor da pátria.

Dizia a primeira: general Enzo Martins Peri e mais sete generais viraram alvo de investigação da Procuradoria-Geral da Justiça Militar. É justo indagar que provas foram obtidas para estampar na capa de um jornal tão desalentadora e afrontosa notícia.

As provas foram supostamente obtidas na Procuradoria-Geral da Justiça Militar, que, assim que a notícia se tornou pública, a desmentiu. Em seguida, nova reportagem de mesmo teor foi publicada.

Dessa vez referia-se a processos no Tribunal de Contas da União, que também os desmentiu. Dois textos, dois desmentidos.

Mais não se podia fazer para encerrar num melancólico crepúsculo a descabelada reportagem. Surpreendido pelo dilúvio das infâmias, o comandante do Exército não perdeu a linha da sua compostura; antes, como aquele mar que Xerxes chicoteava, permaneceu tranquilo na sua consciência e intimorato no seu coração.

Ele encontrou forças na humildade cristã para suportar a desapiedosa insolência dos que, no fanatismo de acusar, vítimas da própria arrogância, se tornam energúmenos blindados aos apelos da razão.

É triste constatar que, no Brasil de hoje, um sacerdote, um leigo, um general, um civil, um cidadão qualquer, ninguém é digno de contar com o beneplácito da presunção de inocência diante da fúria das rotativas. Entretanto, por mais que deva defender a cidadania, não vou me deter no drama pessoal desses homens. São soldados. São bravos.

Hão de superar suas adversidades, mesmo que no vértice da insanidade, por um tempo, só lhes tenha restado o aplauso da própria consciência. Quero falar do meu país e da nossa gente, dos valores maiores da pátria, que, em última análise, repousa sobre o ânimo de seus cidadãos e sobre a esperança que os acalenta no sucesso do seu próprio destino.

É duro ver a tristeza e o pessimismo da dona de casa e do cidadão comum, pegos de surpresa por notícias levianas do que seria talvez a pior das nossas desgraças, que é a ruína moral de uma instituição sem a qual nem sequer existiria o Brasil.

Assim, nossa gente se sente traída, desconfia da índole da brasilidade, perde a autoestima e passa a ver com malícia seus governantes.

As sociedades que não cultivam o respeito aos seus líderes, para ao menos garantir o mais elementar dos direitos do homem, que é a sua honra, podem ser um ajuntamento de pessoas, um amontoado, mas jamais serão uma nação que se enobrece na prática das virtudes a serviço da humanidade.

Queira Deus que a mídia brasileira se engrandeça na livre expressão do pensamento e na liberdade de imprensa, mas sem esquecer de outro direito que os antecede e a eles se sobrepõe: o respeito à honra de cada cidadão brasileiro. Este artigo é um solene apresentar de armas a um soldado honrado que dignifica a pátria que serve.

MARCELO CRIVELLA, engenheiro civil, é senador pelo PRB-RJ e bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus.

Fonte: Folha de São Paulo

Mais rigor para reconhecimento de curso superior

Tramita na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), para decisão terminativa, projeto (PLS 43/09) do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) que obriga a União, juntamente com entidades profissionais, a promover exames de proficiência para egressos de cursos de graduação, de modo a condicionar o reconhecimento dos cursos das instituições de ensino ao desempenho médio de seus formados.

A proposta, que obriga todos os egressos da graduação a se submeterem a uma prova de proficiência, tem como relator Demóstenes Torres. Se aprovado na CE e não houver recurso para que seja votado pelo Plenário, o projeto seguirá para a Câmara.

Em janeiro deste ano, foi arquivado pela CE projeto (PLS 186/06) do senador licenciado?Gilvam Borges (PMDB-AP) que extinguia o exame da OAB. Em 8 de julho de 2009, a CE chegou a realizar uma audiência pública com especialistas da área para discutir o assunto.

Fonte: Agência Senado

Discurso do Senador Marcelo Crivella na abertura do III Seminário Nacional Guardas Municipais e Segurança Pública apoiando a PEC 534/02

Fonte: www.amigosdocrivella.wordpress.com

Projeto de Marcelo Crivella visa reformar 500 casas da Providência

Com emenda parlamentar, senador assegurou R$ 10 milhões para obras

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, e o senador Marcelo Crivella, lançam o Projeto  Cimento Social, no Morro da Providência, nesta sexta-feira, na Praça Américo Brum. A emenda parlamentar do senador é de R$ 10.100.350,52 e a contrapartida da prefeitura é de R$ 2 milhões. A obra consiste em reformar casas com colocação de portas e janelas, aumento de um ou dois cômodos, emboço e pintura, colocação de telhado para evitar acúmulo de água nas lages onde se reproduz o mosquito da Dengue.

Outra preocupação é a recolocação das moradias que hoje se encontram em áreas de risco, com a demolição e reconstrução das estruturas em péssimo estado, que sem a reforma não seria habitável. As casas reformadas seguem um padrão de dois pavimentos, mobiliadas, com 60 m² e montadas em três dias utilizando mão de obra da própria comunidade. O projeto pretende contemplar cerca 500 moradias no prazo de 540 dias com início imediato.

Fonte: Jornal do Brasil  / Amigos do Crivella

Há de Brilhar uma Luz

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