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QUEM AJUDA MAIS TEM MAIS CHANCES DE SUBIR NA CARREIRA

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Um novo estudo feito pelo Insper, de São Paulo, com mais de 100 profissionais mostra que ajudar colegas de trabalho produz efeito positivo na construção de uma rede de contatos.

Segundo a pesquisa, o exercício da cidadania organizacional — que o Insper define como a disposição a dar um apoio que excede o escopo do trabalho para beneficiar a companhia ou um funcionário — pode contribuir para que o profissional que prestou o auxílio seja recomendado por colegas em projetos e vagas de trabalho.

De acordo com o estudo, atitudes positivas direcionadas a uma equipe funcionam melhor do que gestos direcionados a apenas uma pessoa. “Funcionários confiam mais em quem olha para a coletividade”, diz Sean White, psicólogo e especialista do núcleo de carreiras do Insper, um dos responsáveis pela pesquisa.

Em sua opinião, é importante prestar atenção nas demandas do grupo para reforçar contatos. Relações estabelecidas fora do ambiente de trabalho, como em happy hours, encontros em associações, clubes ou igrejas, também conduzem à recomendação.

“Quem se doa para os outros tende a ter um crescimento mais rápido”, afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham). Segundo ele, a con­s­ciên­­cia de que a aprendizagem do grupo importa mais do que a individual é uma das características dos profissionais de sucesso.

“Meu lema é fazer para ter, pois nada vem de graça”, diz Felipe Siqueira, de 33 anos, controller da subsidiária uruguaia da White Martins, fornecedora de gases industriais. Felipe diz que o segredo de manter bons relacionamentos no trabalho (e fora dele) é o comprometimento com a empresa e com os colegas de trabalho.

A receita também exige que o profissional não espere retorno imediato por sua benevolência. Para chegar aonde chegou, Felipe assumiu alguns desafios e sempre manteve a disposição para contribuir. Em 2011, quando era gerente interino de controles internos na White Martins no Brasil, resolveu ser voluntário em um projeto da empresa na Venezuela, já que nenhum dos executivos convidados aceitou ir. Não haveria aumento de salário nem promoção, e ele teria de embarcar em uma semana.

“Decidi ir para contribuir e mostrar que estou disposto a assumir desafios”, afirma. Deu certo. Depois de três meses, ele voltou para o Brasil e assumiu a gerência de uma nova área. Após um ano, foi convidado a gerenciar todas as áreas­ ligadas a finanças na unidade da empresa no Uruguai.

Mas nem sempre essa ajuda exige sacrifícios. Ela pode estar em pequenos gestos, como orientar alguém a organizar melhor suas pastas de e-mail ou se oferecer para marcar reuniões e almoços. “Quando você se mostra solidário, ganha notoriedade.

É como se estivesse acumulando créditos para outros projetos”, diz José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Mi­narelli, consultoria em recolocação e aconselhamento de carreira, de São Paulo. Quanto mais disposição você tiver em ajudar o outro e em pensar além de sua área, mais as pessoas vão confiar em você e lembrar seu nome na hora de um novo trabalho. No fim, todos ganham.

Como contribuir

Quatro atitudes que reforçam a chamada cidadania organizacional

1 Esteja disponível

Para se destacar, é necessário ter disposição para ajudar os demais. A capacidade técnica importa, mas o profissional que vai além de sua função pelo bem-estar do grupo cresce muito mais do que aquele igualmente capacitado que apenas age dentro de sua área.

“Colocar-se no lugar do outro deve permear tudo o que fazemos”, diz Christiano Bergman, de 40 anos, gerente de pós-venda da Bematech, empresa de automação comercial de Curitiba, que no dia a dia costuma agir dessa forma. Segundo ele, existem muitas ações que podem facilitar a vida de quem trabalha na mesma empresa, como se mostrar disponível para tirar eventuais dúvidas sobre prazos, custos e processos e sempre entregar um trabalho bem-feito.

2 Faça aquilo que ninguém quer fazer

Sabe aqueles trabalhos mais operacionais que ninguém quer fazer, como marcar reuniões ou almoços e reservar salas para eventos? Solidarizar-se para ajudar nessas tarefas mostra que você olha para a empresa de forma geral e não se importa em fazer atividades mais técnicas. Outra sugestão interessante é auxiliar as pessoas a realizar essas tarefas de maneira mais rápida, se você tem facilidade para isso.

“Sempre há um atalho que pode facilitar a vida de alguém. O Excel, por exemplo, possibilita concluir praticamente qualquer estudo de demanda, venda, controle e resultado”, afirma Victor Vieira, de 27 anos, gerente da rede de prestadores da Fácil Assit, empresa de assistência 24 horas, de São Paulo.

3 Compartilhe conhecimento 

Se você tem domínio sobre algum processo, como redigir propostas e navegar nas redes sociais, ou tem facilidade em um segundo idioma, e percebe que um colega está com dificuldade, tente ajudá-lo.

Não se trata de fazer por ele, e sim de orientá-lo. “O que para alguém é uma dificuldade, para você pode ser algo simples”, afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Amcham Brasil. Por que não ajudar um colega a finalizar uma planilha? Isso gera empatia.

4 Saiba receber 

Seja atencioso com quem chega à empresa ou muda de área. Mostrar como são os projetos e apresentar as pessoas são atitudes simples, mas que mostram solidariedade.

Quando ainda estava na sede da White Martins no Brasil, Felipe Siqueira se lembra de ter trabalhado mais para ajudar uma funcionária que havia acabado de trocar de área. “Ela ainda precisava dar atenção ao antigo setor. É uma troca”, diz Felipe. “Quando precisei, também obtive ajuda.”

Fonte: http: // exame. abril. com. br /revista-voce-sa /edicoes /182 /noticias /gratidao-a-longo-prazo ?page=3

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PREÇO DOS IMÓVEIS SOBE MAIS QUE O DOBRO DA INFLAÇÃO NO ANO

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O preço médio do metro quadrado subiu mais que o dobro da inflação no ano, segundo pesquisa elaborada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis.

Enquanto o preço dos imóveis à venda acumulam alta de 7,3% em 2013, a variação para do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) é de 3,2% para o período.

Nas 16 cidades com preços monitorados, Curitiba (PR) teve a maior alta no mês (3,7%), impulsionada pelos bairros de Água Verde e Bigorrilho. Por outro lado, Belo Horizonte (MG) foi a única cidade a registrar queda no preço médio do m², com variação negativa de 2,4%.

Em 12 meses, o mercado de Curitiba se mostrou o mais aquecido com aumento acumulado de 19,6%, seguido pelo Rio de Janeiro, com alta de 15,4%, Niterói (RJ), subida de 14,0%, São Paulo, que registrou variação positiva de 13,9%, e Porto Alegre (RS), aumento de 13,3%.

Os valores médios do m² em julho variaram de R$ 9.424, para o Rio de Janeiro, até R$ 3.646, em Vila Velha (ES). Em São Paulo, o m² ficou em R$ 7.361.

Entre as 16 cidades pesquisadas pelo indicador, a média se situou em R$ 6.900.

O Índice FipeZap, desenvolvido em conjunto pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal ZAP Imóveis, acompanha o preço médio do m2 de apartamentos prontos em 16 municípios brasileiros com base em anúncios da internet.

PREÇO MÉDIO DO METRO QUADRADO

Cidade Preço (em R$)
Rio de Janeiro (RJ) 9.424
Brasília (DF) 8.437
São Paulo (SP) 7.361
Niterói (RJ) 6.837
Recife (PE) 5.497
Fortaleza (CE) 5.108
Belo Horizonte (MG) 5.037
São Caetano do Sul (SP) 4.940
Florianópolis (SC) 4.746
Porto Alegre (RS) 4.542
Curitiba (PR) 4.374
Santo André (SP) 4.347
Salvador (BA) 4.267
Vitória (ES) 4.234
São Bernardo do Campo (SP) 4.116
Vila Velha (ES) 3.646
Média 6.900

Fonte: Fipe/Zap Imóveis e http: // economia. uol. com. br /noticias /redacao /2013 /08 /02 /preco-dos-imoveis-sobem-mais-que-o-dobro-da-inflacao-no-ano.htm

COMÉRCIO ELETRÔNICO GANHA REGRAS MAIS RÍGIDAS A PARTIR DESTA TERÇA

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O comércio eletrônico passa a ter regras mais claras e rígidas, a partir desta terça-feira (14), com a entrada em vigor do Decreto Federal 7.962/13.

As medidas foram anunciadas pela presidente Dilma Rousseff em 15 de março, Dia Mundial do Consumidor. O comércio eletrônico brasileiro não possui uma legislação exclusiva, e as novas medidas devem preencher lacunas deixadas pelo Código de Defesa do Consumidor em relação ao comércio virtual.

Uma das novas regras estabelece que as empresas que vendem pela internet devem divulgar, em lugar de fácil visualização e de forma clara e objetiva, informações básicas sobre a companhia –como nome, endereço e CPNJ, ou CPF, quando a venda for feita por pessoa física.

Também deverão oferecer um canal de atendimento ao consumidor que facilite o envio de reclamações, questionamentos sobre contratos ou dúvidas sobre o produto ou serviço adquirido.

No caso de sites de compra coletiva, será preciso, por exemplo, informar a quantidade mínima de clientes para conseguir benefícios como preços promocionais.

Além disso, as empresas de comércio eletrônico serão obrigadas a respeitar direitos do consumidor, como o de se arrepender da compra no prazo de até sete dias úteis, sem a necessidade de apresentar qualquer justificativa. Nesses casos, a obrigação pela retirada do produto na casa do consumidor e o estorno do valor pago ficam a cargo da empresa que o vendeu.

Lista de produtos essenciais não sai

Um dos principais pontos anunciados pela presidente ainda está parado: a criação de uma lista de produtos essenciais. Qualquer problema verificado pelo consumidor em produtos incluídos nessa lista, desde que estejam na garantia, terá que ser solucionado imediatamente pelo fornecedor.

Essa lista deveria ter sido elaborada, em até 30 dias, pela Câmara Nacional de Relações de Consumo, integrada pelos ministros da Justiça, da Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, do Planejamento e da Casa Civil da Presidência da República.

fonte:http:// economia. uol. com. br / noticias / redacao / 2013 / 05 / 14 / comercio-eletronico-ganha-regras-mais-rigidas-a-partir-desta-terca.htm

PATRÃO VAI GASTAR MAIS DE R$ 7.000 POR ANO COM NOVA LEI DAS DOMÉSTICAS

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A nova Lei dos Empregados Domésticos, aprovada ontem em 1º turno pelo Senado, vai representar um gasto extra de mais de R$ 7.000 ao ano ao patrão, alertam especialistas. No quadro abaixo, compare simulação envolvendo todos os custos, antes e depois da medida.

Além das empregadas do lar, a regra também valerá para outros profissionais da categoria, como babás, motoristas, jardineiros, caseiros, entre outros. O patrão terá que colocar a mão no bolso imediatamente já que a regra também será revertida aos funcionários já contratados e não apenas para novos contratos.

De acordo com Silvinei Cordeiro Toffanin, diretor da empresa Direto Contabilidade, Gestão e Consultoria, um patrão que gasta R$ 1.471,78 por mês, considerando duas horas extras por dia, terá um gasto de R$ 2.071,49.

Isso porque, com o novo texto, passa a ser obrigatório, por exemplo, o pagamento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) por parte do empregador. Hoje o recolhimento deste valor é opcional.

Além disso, empregadas domésticas terão direito também à jornada máxima de 44 horas semanais (ou oito horas diárias), com pagamento de horas extras para quem trabalhar mais que isso e ainda adicional noturno.

A advogada Viviane de Souza Costa, do grupo Personality Consultoria Empresarial, afirma que as eventuais horas extras devem pesar mais no bolso do patrão.

— Não está claro na PEC como será feito o controle da jornada de trabalho. E, fatalmente, os empregados domésticos trabalharão mais de oito horas por dia.

A advogada Aparecida Tokumi Hashimoto, do escritório Granadeiro Guimarães Advogados, lembra que vários benefícios precisarão passar por regulamentação antes de entrar em vigor.

Regulamentação

De acordo com a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), sete itens precisam de regulamentação após aprovação no Senado: indenização por demissão sem justa causa, o pagamento de FGTS, adicional noturno, obrigação de auxílio-creche e pré-escola, seguro desemprego, salário-família e seguro contra acidentes de trabalho.

Os três últimos itens, segundo o advogado Alexandre de Almeida Gonçalves, especialista em direito empresarial e concorrencial, devem criar gastos para o governo. O auxílio-creche, por sua vez, só deverá ser pago por empregadores que possuem mais de 30 funcionários, o que é muito raro.

— Muito se falou que os gastos seriam enormes para o empregador e que poderiam acabar em uma demissão em massa, mas eu acredito que o impacto financeiro é pequeno para alguém que decidiu por ter este serviço e já paga seus R$ 1.000 mensais.

O especialista e colaborador da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças), Antônio Vicente da Graça, acredita que em alguns Estados, no entanto, pode haver demissões porque o aumento será maior e vai impactar mais no bolso dos patrões.

É o caso de São Paulo, por exemplo, onde o salário mínimo é maior e o valor pago por mês para as empregadas é maior que o salário mínimo.

— O impacto inicial é somente o FGTS, mas esses cálculos variam de Estado para Estado. Para um salário de R$ 1.100, R$ 1.200, como é o caso de São Paulo, e uma demanda crescente, esse impacto pode chegar a 10%, 11%, o que pode apertar o orçamento de algumas famílias e acabar em demissões.

Custos do trabalhador doméstico para o empregador

(valor pode aumentar em mais de R$ 7.000 em um ano)

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* Considerando o transporte ida e volta a R$ 6,00 por dia na cidade de SP
** 20% do salário. Não deduzimos a parte do empregado, pois é costume o patrão absorver o custo total
*** Valor já considerando as horas extras

Fonte: http: // noticias. r7. com /economia /noticias /patrao -vai-gastar -mais-de-r-7-000-por-ano-com-nova-lei-das-domesticas-20130320.html?question=0

ESCOLA ESTADUAL DO RIO É RECONHECIDA PELA MICROSOFT COMO UMA DAS MAIS INOVADORAS DO MUNDO

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O Colégio Estadual José Leite Lopes, na Tijuca, zona norte do Rio, foi reconhecido pela Microsoft nesta quinta-feira, 14, como uma das 33 instituições de ensino mais inovadoras do mundo. Na escola funciona o Núcleo Avançado em Educação (Nave), programa que usa tecnologias da informação e comunicação na educação.

Fundado em maio de 2008, o colégio prepara os alunos para atuar nos segmentos de internet, celular, jogos eletrônicos e TV digital. Após três anos, os estudantes se formam com um diploma de ensino médio integrado ao profissionalizante.

De acordo com a diretora do Nave, Ana Paula Bessa, o colégio funciona de modo “integral e integrado”. “Integral porque os alunos estudam das 7h às 17h, e integrado a três cursos técnicos, que são roteiro para mídias digitais, multimídia e programação de jogos. Esses cursos formam uma cadeia produtiva, pensando nesses jovens em um mercado de trabalho que busca pessoas capacitadas nessas áreas. Eu não posso ter uma escola que não seja atrativa para mantê-los 10 horas por dia na instituição, cursando 22 disciplinas. Isso faz com nós pensemos em novas metodologias, maneiras de abordagem e conceito”, disse a professora.

Segundo Ana Paula, os estudantes são de diversos municípios do Rio, além de outras partes do País. O colégio oferece 160 vagas por ano, sendo 90% para alunos oriundos de escolas públicas, 5% da rede privada e 5% para deficientes.

“Dentro das nossas metodologias, o diferencial referente as outras escolas para que chamasse a atenção da Microsoft é exatamente a questão da tecnologia como atrativo das aulas. Nós tivemos um ingresso em universidades de 55% dos alunos aprovados conosco nos anos de 2012 para 2013. O porcentual é bem grande e pode ser comparado a escolas de países desenvolvidos da Europa.”

A diretora disse ainda que o programa Nave, desenvolvido em parceria entre a Secretaria Estadual de Educação e o Instituto Oi Futuro, está em permanente construção. “Todos nós colocamos um tijolo. Aqui o aluno tem voz, ele vai falar para mim o que é legal, aquilo que não é, no que eu posso investir. O envolvimento de todos no projeto faz com que tenhamos confiança de que este é um processo de sucesso.”

O Nave atua em três vertentes: como colégio estadual integrado ao profissionalizante; núcleo de pesquisa e inovação; e centro de disseminação. Cerca de 900 alunos e 80 professores participam da iniciativa, nas cidades do Rio e do Recife, onde o programa é desenvolvido pela Secretaria de Educação de Pernambuco.

Fonte: http: // www. estadao .com .br / noticias /vidae ,escola-estadual-do-rio-e-reconhecida-pela-microsoft-como-uma-das-mais-inovadoras-do-mundo,1008826,0.htm

BRASIL É O TERCEIRO MERCADO MAIS IMPORTANTE NO MUNDO, DIZ PESQUISA

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Na pesquisa da PwC divulgada anualmente no Fórum Econômico em Davos, País só perde para a China e para os EUA; fórum começa nesta quarta-feira

Num mundo em que a confiança empresarial permanece combalida, o Brasil aparece como o terceiro mercado mais importante, depois dos Estados Unidos e da China, segundo pesquisa com 1.330 principais executivos de empresas em 68 países. A pesquisa, da empresa de consultoria e auditoria PricewaterhouseCoopers (PwC), é divulgada anualmente em Davos, um dia antes da abertura do Fórum Econômico Mundial, que começa hoje.

Numa pergunta em que os executivos listam os três principais mercados globais nos próximos 12 meses fora do seu país base, o Brasil foi mencionado por 15% deles, só perdendo da China, com 31%, e dos Estados Unidos, com 23%. O Brasil ficou na frente de países como Alemanha (12%), Reino Unido (6%) e Índia, 10%. No estudo, o Brasil é colocado no grupo de países cujo crescimento deve acelerar, com uma projeção da PwC de expansão média do PIB de 4% nos três anos a partir de 2013.

Segundo Dennis Nally, chairman da PwC International, apesar do baixo crescimento recente do Brasil, “os principais executivos se mantêm muito focados quando veem perspectivas de longo prazo”. Entre as razões que sustentam o otimismo de médio e longo prazos no Brasil, Nally mencionou a boa demografia e a expansão da classe média.

Em relação ao mundo como um todo, porém, a pesquisa anual da PwC é menos animadora. Apenas 36% dos principais executivos consultados estão “muito confiantes” nas perspectivas de crescimento das suas empresas nos próximos 12 meses. Este número está abaixo dos 40% para a mesma resposta na pesquisa de 2012, mas ainda está acima dos níveis de 2009 e 2010, de respectivamente 21% e 31%.

Em termos da economia, 28% dos executivos previram que ela vai declinar ainda mais em relação a 2012, 18% previram melhora e 52% acharam que vai continuar na mesma. Esses números denotam melhora em relação à pesquisa de 2012, quando 48% dos executivos previram que a economia global iria piorar.

Os executivos europeus foram os mais pessimistas em relação ao aumento do faturamento no curto prazo, seguidos dos americanos. Mesmo em relação à África, que hoje é vista como a próxima região de grande potencial de crescimento, houve queda de 2012 para 2013 no número de executivos que previram crescimento do faturamento, de 57% para 44%.

Dentre todas as regiões, a América Latina foi a única em que não houve queda da confiança (medida pela perspectiva dos empresários da região de aumento do faturamento em 2013) de 2012 para 2013, quando o índice atingiu 53%.

“A economia mundial parece relutante em se recuperar”, disse Nally, sintetizando a mensagem da pesquisa. Isso, para ele, explica por que “a confiança de curto prazo dos executivos está numa montanha-russa”.

Os países com maior nível de confiança empresarial de curto prazo (de empresas no próprio país) na pesquisa de 2013 foram a Rússia, com 66%, a Índia, com 63%, e o México, com 62%. O Brasil ficou com 44%, de 42% na pesquisa de 2012. A China, cuja economia cresce velozmente, mas está desacelerando (a previsão da PwC é de média de 7,3% nos próximos três anos), ficou com 40% no índice de confiança.

A pesquisa da PwC mostra que a principal preocupação dos executivos é com o crescimento econômico, mas no alto da lista consta também o papel dos governos, com muitas reclamações sobre excesso de regulação e de impostos e sobre a situação da dívida pública nos países ricos.

Outras preocupações, segundo Nally, são a carência de profissionais capacitados e o corte de custos. Segundo ele, 80% dos executivos reportaram ter dado passos para cortar custos nos últimos 12 meses e pensam em fazer o mesmo em 2013. Em termos de contratação, 45% pensam em aumentar o pessoal em 2013 (ante 51% na pesquisa de 2012), e 23% disseram que farão cortes. Os setores mais propensos a contratar são serviços empresariais, engenharia e construção, varejo e saúde, e os mais propensos a cortar são sistema bancário, metalurgia e papel.

Outras prioridades dos executivos foram o foco no cliente e investimentos em tecnologia. Há também preocupação com as tensões sociais, o que Nally associa às altas taxas de desemprego de jovens em vários países.

Fonte:http:// www. estadao. com. br /noticias /impresso,executivos-veem-brasil-como-3-em-importancia-,987628,0.htm

10 ATITUDES PARA SER MAIS PRODUTIVO

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Apesar de ter uma jornada de trabalho semanal maior que muitos países, o brasileiro é menos produtivo, segundo a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Aumentar a produtividade é um método importante para garantir resultados melhores, mas, segundo o sócio da PROFF Gente & Gestão, Cassio Quintao, o brasileiro tem dificuldade para organizar seu tempo, administrar pessoas e delegar tarefas. ‘A boa notícia é que é possível aprender técnicas para se organizar melhor e aumentar a produtividade”, explica Quintao.

O executivo listou 10 atitudes que devem ser tomadas para aumentar a produtividade, confira:

1) Faça listas

Para otimizar o seu tempo, tenha sempre em mente – e num lugar bem visível na sua mesa – uma lista de tarefas de curto e médio prazo. Estabelecer metas para o primeiro semestre do ano, por exemplo, é totalmente viável, e definir, no início do expediente, quais serão as tarefas diárias, deve ser a primeira atividade ao chegar ao local de trabalho

2) Estabeleça suas prioridades

Não adianta estabelecer mais metas do que será possível realizar. Ao longo da jornada de trabalho podem surgir contratempos que devem ser resolvidos imediatamente. “Para não terminar o dia com a sensação de que não conseguiu estabelecer todas as metas do dia, organize-se para ter sempre uma lista pequena, mas que dê conta de um dia inteiro de trabalho”, afirma Quinta

3) Faça uma coisa de cada vez

É tentador realizar várias tarefas ao mesmo tempo. Mas não se engane, se concentrar em uma atividade de cada vez é muito mais produtivo

4) Desconecte-se

Reserve uma hora do seu dia para fechar sua caixa de e-mails e perfis em redes sociais. Nesse tempo, você pode se concentrar em uma atividade sem distrações

5) Tenha uma pausa

É importante fazer pausas curtas depois de longos períodos dedicados a uma única tarefa. Além disso, o momento de descanso é ótimo para se relacionar com colegas de trabalho e ter novas ideias

6) Delegue funções

Essa é uma atividade que não aprendemos em nenhum momento da formação acadêmica, mas que é muito importante para a produtividade e o bom relacionamento de uma equipe

7) Faça menos reuniões e tenha mais soluções

Reunir-se com os colegas de trabalho é importante para a troca de ideias e o estabelecimento de metas comuns, porém, nem sempre uma reunião é produtiva. Faça uma pauta com os assuntos a serem discutidos, seja objetivo e incentive seus colegas a fazerem o mesmo. Deixe as banalidades para serem conversadas após o expediente

8) Estude

Para o executivo, investir no desenvolvimento pessoal através de treinamentos e cursos ajuda a trazer novas ideias para o trabalho, a aumentar a rede de contatos e potencializa os resultados

9) Relaxe

Uma boa noite de sono, um final de semana relaxante e atividades desestressantes realizadas nos horários vagos ajudam a aumentar a produtividade no ambiente de trabalho

10) Saiba a hora de parar

“Ficar além do horário pode ser necessário às vezes, mas não faça disso uma rotina”, explica Quintao. O correto é conseguir realizar todas as atividades na jornada de trabalho. Para conseguir isso, use as listas mencionadas anteriormente

Fonte:http:// dinheiro.br.msn.com /fotos / falta- tempo -10 -atitudes -para -ser -mais- produtivo -em- 2015 #image=1

CERCA DE 90 CONCURSOS DEVEM OFERECER MAIS DE 75 MIL VAGAS DE EMPREGO EM 2013

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Sete ministérios já têm aval para fazer seleções para 3.516 vagas.
Banco Central, INSS, PF e PRF aguardam autorização.

O número de vagas previstas para 2013 em órgãos de nível federal e estadual, além de capitais, chega a 75.103, segundo levantamento feito pelo G1, sem contar as instituições que lançarão concursos para cadastro de reserva, isto é, quando os aprovados são chamados conforme a necessidade do órgão.Entre as vagas levantadas estão cargos que foram criados e oportunidades que já foram autorizadas ou aguardam autorização dos respectivos órgãos competentes.

Entre os concursos mais esperados do ano estão os do Banco Central, Correios e Ministério da Saúde. Os dois últimos já foram autorizados pelo Ministério do Planejamento a realizar seleção. Já o Banco Central aguarda aval para lançar concurso para pelo menos 1.090 vagas em 2013 – o pedido é para 1.850 vagas a serem preenchidas até 2014.

Sete ministérios tiveram concursos autorizados pelo governo federal: Ministério das Cidades, Ministério da Cultura,Ministério da Fazenda, Ministério da Integração Nacional, Ministério da Justiça,Ministério do Planejamento e Ministério da Saúde – para 2,5 mil e 265 vagas.

Já a Defensoria Pública da União, o Ministério da Agricultura, o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério das Relações Exteriores, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) aguardam autorização do Ministério do Planejamento para abrir as seleções.

A diretora-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Maria Alice Nascimento Souza, apresentou à Casa Civil da Presidência projeto para ter mais 4,5 mil policiais até 2014 – 1,5 mil a cada ano. Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, os servidores da PRF serão lotados nas fronteiras. Os estados participantes do Plano Estratégico de Fronteiras do governo federal são Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Já a Polícia Federal, apesar de estar com um concurso suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considera que os concursos do órgão devem reservar vagas para deficientes, também tem um pedido de 1,2 mil vagas no Planejamento para delegado, escrivão e agente.

No caso das agências reguladoras do governo federal, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) teve autorização para 82 vagas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para 165 vagas e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para 135 vagas. Já a Agência Nacional do Cinema (Ancine) aguarda aval do Planejamento.

A Petrobras também deve lançar concurso para cargos de nível médio/técnico e superior. Até o final de 2015, a Petrobras pretende atingir um efetivo de 76 mil empregados – um aumento de aproximadamente 30% em relação ao efetivo atual, que é de cerca de 58.500 empregados. Deverão ser admitidos nos próximos quatro anos mais de 22 mil pessoas para dar suporte aos projetos previstos no Plano de Negócios da companhia.

Em alguns concursos, a organizadora já está definida, como é o caso do Ministério da Fazenda, Ministério da Integração Nacional e Ministério da Saúde.

Orçamento para até 42 mil vagas
O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informou que em 2013 haverá margem orçamentária para preencher por meio de concurso público até 37 mil vagas no âmbito federal. Nesse total entram vagas para concursos já realizados que aguardam o primeiro provimento e vagas para novos concursos. No orçamento de 2013 também estão reservados outros 5.946 cargos para a substituição de terceirizados em desacordo com a legislação.

De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, para efeito de autorização de concursos e provimentos serão prioritárias as seguintes áreas: Social, Desenvolvimento Econômico, Produtivo e Ambiental, Articulação Governamental e Gestão, Infraestrutura, Regulação, Política Externa e Defesa Nacional.

Para que novos concursos sejam realizados, é preciso que projetos de lei que criam as vagas nos órgãos federais sejam aprovados pela Câmara e Senado e depois sancionados pela Presidência, para então passar pelo aval do Planejamento. Muitos cargos que são aprovados pelo Legislativo e Executivo acabam sendo preenchidos ao longo dos anos, de forma gradual, sempre condicionados à autorização na lei orçamentária anual.

No começo de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou três projetos de lei que criam cerca de 10 mil cargos no âmbito do Executivo Federal. As propostas serão encaminhadas para votação no Senado e depois para sanção da presidente Dilma Rousseff.

O projeto de lei 4.365/2012 prevê a criação de mais de 7 mil cargos em 10 agências reguladoras, entre elas a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Agência Nacional de Águas (ANA) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Já o projeto de lei 2.205/2011  prevê criação de quase 3 mil cargos para Polícia Rodoviária Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Ministério da Integração Nacional, Superintendência da Zona Franca de Manaus, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Ibama, entre outros órgãos. Outro projeto de lei cria 789 cargos de defensor público federal.

FONTE : http: // g1.globo.com /concursos-e-emprego /noticia /2012 /12 /cerca-de-90-concursos-devem-oferecer-76-mil-vagas-em-2013 .html

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