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BOM SABER

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Muito bom sinal! Bom Saber!  

No gênero “Poesia”, no site da conceituada Livraria Cultura no Rio de Janeiro, o meu Livro Viajante do Universo é o único na Galeria dos “Recentemente Vistos”. 

Fiquei feliz pela primeira estrela que surgiu para sinalizar a vinda das outras quatro que será uma constelação. 
Visitem o  site: http://www.livrariacultura.com.br/busca?N=102831&Ntt=poesias  e deem uma olhada.
Abraços Fraternos e Poéticos aos seus corações.
Djanira Felipe – Mulher que escreve, faz e sabe o porquê.
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18 DE ABRIL – DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL

 

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O Dia Nacional do Livro Infantil foi escolhido pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, em homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato. Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 e foi o criador da literatura infantil no Brasil. Autor de inesquecíveis histórias infantis, entre elas O Sítio do Pica-pau Amarelo, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília marcaram a história da literatura infantil.

O livro faz toda a diferença na formação de uma criança. Embora estejamos na era da informática, as histórias infantis fazem a criançada viajar num mundo de fantásticas aventuras e encantam todas as idades.

 

FONTE: lproweb.procempa . com . br / pmpa / prefpoa / pwdtcomemorativas / default . php ? reg = 8 & p _ secao = 60

 

27 DE FEVEREIRO – DIA NACIONAL DO LIVRO DIDÁTICO

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O livro didático é de grande importância para o aprendizado dos alunos. Possivelmente, é um dos primeiros contatos dos jovens com a leitura, além de contribuir para ajudar o professor a traçar estratégias de ensino. O Dia Nacional do Livro Didático é comemorado em 27 de fevereiro e a professora Circe Bittencourt, doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), conta um pouco da trajetória deste tipo de publicação no Brasil.

“Com a chegada da família real portuguesa, em 1808, foi fundada a imprensa régia, desde então começaram a circular livros, inclusive didáticos. As primeiras obras desse gênero são traduções para a Escola Militar. Com a Independência do Brasil, em 1822, entram em vigorar as primeiras leis de educação. Com isso a produção de livros didáticos aumenta, inclusive por editoras particulares, notadamente francesas. O problema é que não tinha papel, então os livros eram impressos no exterior, para baratear o processo”, explica a professora.

No final do século XIX, Circe conta que houve um crescimento das escolas e os livros didáticos passaram por uma fase de nacionalização. “Temos o início da produção da literatura infantil, inspirada em lendas brasileiras populares. Começam a ser produzidos também livros de história e geografia do Brasil. A partir de 1920, com a inauguração das primeiras indústrias de papel, em São Paulo, inicia-se a fabricação nacional de livros didáticos. Temos então a criação das primeiras editoras voltadas para essas obras, como Melhoramentos, Companhia Editora Nacional, FTD…”.

O governo de Getúlio Vargas trouxe várias mudanças para o país, inclusive para a educação. Em 1930, foi criado o Ministério da Educação e Saúde. Em 1938, foi criada a Comissão Nacional do Livro Didático. Na década de 1940, tanto o ensino secundário quanto o universitário passaram por reformas. Tudo isso fez aumentar o número de estudantes e a circulação de livros didáticos.

“O Estado só controlava, na verdade, os livros de Educação Moral e Cívica. Com a criação do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), em 1985, o governo assumiu a compra e a distribuição dos livros. O PNLD é uma política necessária. Ainda temos professores com formação precária. Se deixarmos os livros só por conta das editoras, complica. Só acho que, com o decorrer do tempo, o processo de avaliação dos livros ficou muito rígido e as publicações são muito parecidas, justamente para serem aprovadas no programa”, critica a professora.

Mas, em um mundo cada vez mais dominado pelas novas tecnologias, qual será o futuro do livro didático? O Ministério da Educação (MEC) planeja digitalizar o material didático, ou seja, será o fim das mochilas pesadas cheias de livros: é possível que o conteúdo caiba em um simples tablet. Antonio Luiz Rios, presidente do Instituto Pró-Livro, explica que o mercado para este tipo de obra é maduro e deve realmente acompanhar as novas tendências.

“O livro didático é fundamental para orientar professores e alunos no processo de ensino/aprendizagem. O autor tenta idealizar o melhor caminho para facilitar a transmissão de conhecimento para o aluno. O crescimento do mercado está diretamente relacionado ao crescimento populacional das crianças e jovens. Os métodos pedagógicos podem mudar, os livros em papel podem desaparecer, mas o livro didático continuará existindo, ainda que no formato digital”, completa.

 

FONTE: redeglobo . globo . com / globocidadania / noticia / 2014 / 02 / dia – nacional – do – livro – didatico – e – comemorado – em – 27 – de – fevereiro . html

LIVRO “VIAJANTE DO UNIVERSO” DE DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA NO POETA SAIA DA GAVETA 14/10/2014

18 DE ABRIL – O DIA DE MONTEIRO LOBATO É DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL

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Monteiro Lobato foi um dos maiores escritores brasileiros do século, foi o precursor da literatura infantil no Brasil, e criador dos livros infantis “Coleção Sítio do Pica Pau Amarelo” composta por mais de 30 obras. Por esse motivo a data do nascimento de Monteiro Lobato foi escolhida para comemorar o Dia Nacional do Livro Infantil.

O escritor Monteiro Lobato ficou famoso por personagens como Dona Benta, Narizinho e Pedrinho, Tia Nastácia, a boneca irreverente Emília, o Visconde de Sabugosa, o porco Rabicó e o rinoceronte Quindim.

Origem do Dia de Monteiro Lobato

O Dia de Monteiro Lobato é comemorado no mesmo dia do aniversário do escritor, 18 de abril. Monteiro Lobato veio a falecer em 4 de julho de 1948

Fonte: www . calendarr . com/brasil/dia-de-monteiro-lobato/

MIT CRIA LIVRO QUE REPRODUZ SENSAÇÕES DURANTE A LEITURA

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Com traje capaz de transmitir diversas impressões em diferentes partes do corpo, novidade traz 150 lâmpadas de LED.

São Paulo – O MIT (Massachusetts Institute of Technology) está desenvolvendo um projeto que vai permitir que leitores experimentem as sensações de personagens de livros por meio da tecnologia.

A sensory fiction (algo como ficção sensorial) é uma linha de pesquisa do MIT Media Lab. Para transmitir emoções, o laboratório criou um traje eletrônico capaz de reproduzir sensações em quem lê. Porém, a novidade ainda não tem prazo para chegar às livrarias.

Traje

A espécie de colete vazado tem, na parte da frente, duas placas pouco acima do peito. Elas são responsáveis por transmitir impressões de temperatura.

Outras quatro placas em volta da cintura ficam responsáveis pelas sensações de compressão. Elas influenciam na pressão arterial, possibilitando a sensação de batimentos acelerados – por exemplo.

Nos ombros, alças ficam responsáveis por medir a temperatura do corpo e uma unidade de controle central, na parte das costas (logo abaixo do pescoço), comanda o espetáculo sensorial.

Além disso, o livro propriamente dito vem com 150 lâmpadas de LED capazes de reproduzir a iluminação de ambientes e estados de espírito dos personagens – trazendo também um suporte de som.

Outros exemplos

Até o momento, a literatura de ficção sensorial conta apenas com um livro: “The girl who was plugged in” (A menina que estava plugada, em tradução livre). Entretanto, esse não é o primeiro projeto no sentido de uma literatura mais interativa.

Outro exemplo de viés parecido é o livro ‘The Search for WondLa” (À procura de WondLa), de Tony DiTelizzi. Publicado nos EUA em 2010, ele permite o acesso a mapas 3D com auxílio de um computador.

A Disney também desenvolve projetos na área de realidade aumentada, que podem permitir em breve que imagens projetadas por smartphones se movimentem pelas páginas de seus livros.

Fonte: Portal Exame – 30/01/2014

Colaboração: Adolpho Ladeira – Analista de Mercado

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