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POR QUE 1º DE ABRIL É O DIA DA MENTIRA?

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O Dia da Mentira, também conhecido como Dia dos Bobos, é celebrado no dia 1º de abril e é uma data onde as pessoas contam mentiras e pregam peças em seus conhecidos por pura diversão.

O Dia da Mentira é comemorado por crianças e adultos, e existem brincadeiras que persistem por vários anos, alguns chegam a ser de humor negro, que são aquelas que ridicularizam e humilham as pessoas, mas em geral, são brincadeiras saudáveis.

Origem do Dia da Mentira
Há muitas explicações para o dia 1º de abril, uma delas diz que a brincadeira surgiu na França, pois no século XVI, o Ano Novo era comemorado dia 25 de março, as festas duravam uma semana e iam até dia 1º de abril.

No ano de 1564, o Rei Carlos IX adotou oficialmente o calendário gregoriano, passando o Ano Novo para o dia 1º de janeiro, porém muitos franceses resistiram a mudança e continuaram seguindo o calendário antigo. As pessoas começaram a fazer brincadeiras e ridicularizar essas pessoas, que eram conhecidos como bobos por seguirem algo que não era verdade.

 

FONTE: calendarr . com / brasil / dia -da – mentira /

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05 DE NOVEMBRO – DIA NACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA

Amigos, mais uma matéria importante e que preserva a nossa missão que é a de postar assuntos de interesse da sociedade e que promovam o bem comum. Educação e elementos que compõem a nossa história fazem isso. 

Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

Ruy BarbasaO dia 5 de novembro foi escolhido por se tratar da data de nascimento do baiano Ruy Barbosa (1849-1923), notável orador e estudioso da língua portuguesa no Brasil.

HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA: FORMAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE UMA LÍNGUA NAVEGANTE

 Por: Wasley Santos

Para o presente estudo, considerar-se-ão os seguintes pontos relevantes:

O contexto histórico de Roma; A origem latina do português; A expansão da língua portuguesa;  transição do português arcaico para o contemporâneo; A chegada e a fixação do português no Brasil.

A língua constitui um sistema vivo de comunicação que privilegia a mútua compreensão e entendimento de um determinado povo. Ao adentrar-se no estudo de uma língua, estudam-se os fatos do contexto histórico, bem como os acontecimentos que promoveram, direta ou indiretamente, sua origem. No que diz respeito à história da língua portuguesa, faz-se necessária uma busca histórico-geográfica, desde sua origem até sua implantação no Brasil.

1- Das origens e formação da Língua Portuguesa

A origem da língua portuguesa está ligada ao latim – língua falada pelo povo romano, que se situava no pequeno estado da Península Itálica, o Lácio. A transformação do latim em língua portuguesa se deu por conseqüência de conflitos e transformações político-histórico-geográficas desse povo. Isso aconteceu por volta do século III a.C., quando os romanos ocuparam a Península Ibérica através de conquistas militares e impuseram aos vencidos seus hábitos, suas instituições, seus padrões de vida e, principalmente, sua língua, que reflete a cultura.

Existiam duas modalidades do latim: o latim vulgar e o latim clássico. O vulgar, de vocabulário reduzido, falado por aqueles que encaravam a vida fazendo uso de uma linguagem sem preocupações estilísticas na fala e na escrita, dotado de variação lingüística notável, uma vez que era uma modalidade somente falada, sendo, pois, suscetível a freqüentes alterações. Já o latim clássico caracterizava-se pela erudição da oralidade e das produções textuais de pessoas ilustres da sociedade e de escritores, sendo uma linguagem complexa e elitizada. Das duas modalidades existentes, a que era imposta aos povos vencidos era a vulgar, pois essa fora a língua predominante dos povos navegantes que exploravam novas terras para novas conquistas.

Decorridos alguns séculos, o latim predominou sobre as línguas e dialetos falados em várias regiões. Dessa maneira, formaram-se diversas línguas dentro da região de domínio de Roma, ou seja, do Império Romano, onde se originaram as línguas românicas, também chamadas de neolatinas, (diz-se românicas todas as línguas que têm sua origem no latim e que ocupam parte do território conquistado pelos romanos), das quais nossa língua portuguesa é oriunda.

O português que se fala hoje no Brasil é resultado de muitas transformações de acréscimos e/ou supressões de ordens morfológica, sintática e fonológica.

Essas transformações passaram por três fases distintas: desde o galego-português (língua que predominou nos séculos VIII ao XIII), dissociando-se posteriormente do galego e dando, assim, surgimento ao português arcaico (séculos XIV ao XVI), que, por conseguinte, tornou-se português clássico (língua de Camões), perpassando ainda por outros dialetos até chegar ao português contemporâneo brasileiro.

2- Da implantação da Língua Portuguesa no Brasil

Portugal ficou conhecido pelas grandes navegações que realizara. No século XV e XVI, através dos movimentos colonialistas e de propagação do catolicismo, Portugal espalhou pelo mundo a língua portuguesa. Como, então, chegou a este solo essa língua navegante?

Ao Brasil, a Língua Portuguesa foi trazida no século XVI através do “descobrimento”. O português era imposto às línguas nativas que havia aqui como língua oficial ou modificava-se dando origem a outros dialetos. Mas houve um longo processo para que o português se tornasse idioma reconhecido por Portugal e se fixasse no território brasileiro.

Quando os portugueses desembarcaram na costa brasileira, estima-se que havia aqui 1.200 povos indígenas, falantes de aproximadamente mil línguas diferentes. Além dessa diversidade étnica e lingüística, foram trazidos ainda cerca de 4 milhões de africanos de diversas culturas para trabalhar como escravos. Essa pluralidade lingüístico-cultural fortaleceu as bases da construção da identidade do português brasileiro. Isso se deu em detrimento dos interesses políticos e comerciais de Portugal, que tomara algumas medidas radicais, entre elas a proibição do uso das línguas gerais (diz-se da língua falada no Brasil colonial como língua de contatos entre índios, portugueses e seus descendentes), e a imposição do português como língua oficial.

O contato entre indígenas, africanos e imigrantes vários que vieram de algumas regiões da Europa favoreceu o chamado multilingüísmo. Além da fase bilíngüe pela qual passara o português, o multilingüísmo contribuiu (e ainda contribui) para a formação identitária do português brasileiro.

Sabe-se, pois, que o léxico, por exemplo, de uma língua não é estático, está aberto a novas incorporações: aceita o apagamento de algumas palavras ou a substituição de outras. Esse fenômeno ocorreu, e ainda ocorre, com muita freqüência no nosso idioma português. As línguas indígenas, por exemplo, contribuíram para o enriquecimento vocabular da botânica (nomes de plantas), da fauna (nomes de animais), da toponímia (nomes de lugares) e da onomástica (nomes de pessoas) do português do Brasil.

Justifica-se ainda o multilingüísmo com a forte influência das línguas e dialetos africanos que chegaram ao Brasil, tal influência incrementou, por exemplo, a linguagem religiosa do candomblé, uma manifestação da cultura africana.

A implantação do português no Brasil é marcada por quatro momentos distintos, períodos significativos para esse processo de implantação: O primeiro momento vai da colonização até a saída dos holandeses do Brasil em 1954; o segundo começa com a saída dos holandeses e vai até a chegada da família real portuguesa ao Brasil em 1808; já o terceiro, finda com a independência do Brasil em 1822. Por fim, o quarto momento se inicia 1826, com a transformação da língua do colonizador em língua da nação brasileira.

O português brasileiro sofreu profundas mudanças para chegar ao português que se fala hoje. Entretanto, ainda está num processo de construção de sua própria identidade.

Fonte:http://meuartigo.brasilescola.com/portugues/%20historia-da-lingua-portuguesa.htm

CARTEIROS DO BRASIL – 25 de Janeiro

Referências Históricas

Todos os anos, no dia 25 janeiro, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos comemoram o Dia do Carteiro.

CarteirosdoBrasil_1A data resgata a memória da criação em 25 de janeiro de 1663 do Correio-Mor no Brasil, cujo primeiro titular foi Luiz Gomes da Matta Neto, que já era o Correio-Mor do Reino, em Portugal.

Com a sua nomeação, começou a funcionar o Correio no Brasil como uma organização paraestatal e qualificado para receber e expedir toda correspondência do Reino.

Em 19 de dezembro do mesmo ano, foi nomeado para o cargo de assistente do Correio-Mor na Capitania do Rio de Janeiro o alferes João Cavaleiro Cardoso.

Vale observar que a palavra correio também significa carteiro, mensageiro, embora o serviço de carteiro, tal como conhecemos hoje, somente tenha tido início, no Brasil, no período da Regência, no século XIX.

CarteirosdoBrasil_2Mesmo com a criação do Correio-Mor no Brasil Colônia, a entrega das correspondências até meados do século XIX era muito precária. As pessoas relutavam muito em pagar os serviços de correios, preferindo usar mão de obra gratuita, como os tropeiros, os bandeirantes e os escravos.

Na história postal brasileira temos um carteiro que se notabilizou: Paulo Bregaro, que levou para o príncipe D. Pedro as notícias de Portugal que ensejaram a Independência do Brasil.

As palavras proferidas pelo Conselheiro José Bonifácio de Andrada e Silva, ao recomendar pressa na entrega das correspondências, ainda hoje sintetizam a mística do trabalho responsável do carteiro: “Arrebente e estafe quantos cavalos necessários, mas entregue a carta com toda a urgência” – segundo uma versão. “Se não arrebentar uma dúzia de cavalos, no caminho, nunca mais será correio; veja o que faz!” – segundo outra.

CarteirosdoBrasil_3Por seu feito, Paulo Bregaro é o patrono dos Correios.

Em 1835 o Correio da Corte passou a fazer a entrega de correspondência a domicílio. Até então, só tinham direito a essa concessão, pelo Regulamento de 1829, as casas comerciais e os particulares que pagassem uma contribuição anual (de 10 a 20 mil réis).

Em 1852, o telégrafo foi introduzido no Brasil e as pessoas que faziam a entrega de telegramas eram chamadas de mensageiros. Carteiro é a designação privativa dos serviços dos Correios. Hoje, a palavra carteiro é utilizada indistintamente para a entrega de cartas e de telegramas.

A Repartição Geral dos Telégrafos era separada do Departamento de Correios; somente em 1931 é que houve a fusão dos dois serviços, criando-se o Departamento de Correios e Telégrafos – DCT.

CarteirosdoBrasil_4Em 20 de março de 1969, o antigo DCT foi transformado na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT.

Os Carteiros nos dias atuais

Para atender a um país com dimensões continentais como o Brasil, e fazer a entrega dos 8,3 bilhões de objetos por ano, a ECT possui em seus quadros mais de 56 mil carteiros, o que representa mais da metade do efetivo da empresa. Deste total, cerca de 10% são mulheres.

Juntos os carteiros do Brasil percorrem por dia cerca de 397 mil quilômetros, o equivalente a quase 10 voltas completas ao redor da Terra.

Antes de sair às ruas para entregar as correspondências, os carteiros realizam uma parte do seu trabalho em Centros de Distribuição Domiciliária (local onde a carga postal é separada por ordem de ruas e de numeração) e Agências de Correio com distribuição domiciliária (agências pequenas).

CarteirosdoBrasil_5Além da missão de entregar as correspondências, não raramente o carteiro é um líder comunitário, estando voltado também para o bem estar da sua comunidade. Esta liderança é facilmente reconhecida e creditada ao prestígio pessoal que este dedicado profissional tem perante a sua empresa e sua família.

Os carteiros são também responsáveis pela difusão de importantes campanhas de conscientização da população e promoção da cidadania. Podem ser citadas as campanhas já realizadas de incentivo ao combate à dengue, aleitamento materno, doação de sangue e de medula óssea.

Atuam, também, em ações para melhoria de suas condições de trabalho, como na campanha de conscientização para a correta instalação das caixas de correios, fora do alcance de cães, para garantir tanto a integridade dos carteiros quanto a dos objetos postais.

CarteirosdoBrasil_6Exemplo de ação de caráter social que envolve os carteiros e que tem tido grande receptividade é o Papai Noel nos Correios. Desde 1997, quando se transformou em projeto corporativo, passou a ser desenvolvido em todas as 28 Diretorias Regionais.

Em 2009, dois Estados testaram um novo modelo para o projeto, segundo o qual só podem participar crianças que cursam até a última série da 1ª etapa do Ensino Fundamental (ou seja, até a 4ª série ou 5º ano) de instituições de ensino públicas (municipais, estaduais ou federais), além de creches e abrigos. A intenção é contribuir para o alcance do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio da ONU – Educação Básica de Qualidade para Todos. Em 2009, os Correios receberam 1.981.000 cartas, sendo que 21% foram adotadas. O projeto contou com o apoio e a participação de 3.818 voluntários internos, 669 voluntários externos e 462 parcerias.

CarteirosdoBrasil_7Os presentes são entregues por carteiros ou outros empregados dos Correios em regiões carentes nos grandes centros urbanos.

A propósito da confiança neste profissional, o carteiro – a face mais visível da empresa – muito contribui para o elevado conceito que a instituição Correios tem, junto à população. Pesquisas realizadas em média a cada dois anos pela ECT confirmam esta realidade: os resultados gerais obtidos superam os 90% de confiança nos Correios.

A profissão de carteiro, inclusive, é a segunda mais confiável no País e a quarta mais confiável no mundo. Foi o que revelou uma pesquisa feita no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa e divulgada em 2009 pelo Jornal Hoje, da Rede Globo. De acordo com a pesquisa, no Brasil os carteiros têm 90% de confiabilidade, atrás apenas de bombeiros e na frente de médicos e professores.

No mundo, os carteiros têm a confiança de 81% dos entrevistados, junto com médicos e atrás de bombeiros e professores.

CarteirosdoBrasil_8Muito tem sido falado do carteiro como profissional, mensageiro de boas e más notícias. Entretanto, aquele que fielmente cumpre a sua missão, tornando-se o elo principal entre as pessoas, independentemente da distância, é, acima de tudo, um admirável ser humano.

Um brasileiro que, como todos os outros, tem alma e coração. Alma para entender o espírito de seu semelhante e disponibilizar o ombro amigo no primeiro momento após o recebimento de uma informação desagradável. Coração para perceber o brilho no olhar de quem recebe aquela tão esperada notícia de um ente querido.

Os Correios têm no carteiro o seu mais representativo símbolo de identidade junto à sociedade. É a imagem da empresa que, juntamente com milhões de correspondências, chega diariamente aos diversos lares brasileiros.

O carteiro, esta figura simpática que, por passar todos os dias por nossas casas, é facilmente adotado, involuntariamente, pela família. Quem já não ouviu a expressão “o meu carteiro” ou “o carteiro lá de casa”? Esta é a forma como tratamos o nosso carteiro.

O nosso amigo de todos os dias. Aquele que, faça chuva ou faça sol, sempre passará pela nossa porta deixando uma mensagem de alguém que se lembrou de nós.

CarteirosdoBrasil_9Para que os carteiros possam desempenhar sua atividade com segurança e qualidade, os Correios possuem equipes destinadas a pesquisar constantemente melhorias das condições de trabalho.

Como resultado, há vários anos a ECT fornece aos carteiros treinamento e equipamentos especiais, como bolsa, calçado, boné, óculos de sol, protetor solar e uniforme adaptado às condições climáticas de cada região do País.

Em 2010, os carteiros trocaram as antigas bolsas por um novo modelo, com garantia de mais comodidade e conforto na entrega das correspondências. É a primeira bolsa ergonômica de carteiro, resultado de um estudo técnico cuidadoso da empresa em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (SP).

Os próprios carteiros também participaram do processo, avaliando este acessório de trabalho e opinando sobre a eficiência dos diversos protótipos produzidos.

http://www.correios.com.br/sobreCorreios/empresa/historia/carteirosnoBrasil/default.cfm

DIA MUNDIAL DO PETRÓLEO – 29 DE SETEMBRO

No dia 29 de setembro comemora-se o dia mundial do petróleo.

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A palavra petróleo vem do latim, sendo a junção de dois termos: Petra(pedra) e Oleum (óleo), mas também ficou também conhecido como ouro negro.

O petróleo é um óleo natural composto de hidrocarbonetos, formado dentro das rochas sedimentares. Esse processo é possível em decorrência dos fatos da nossa história, como a formação das rochas sedimentares – através da erosão da crosta terrestre – e pelo acúmulo dos restos orgânicos, advindos de destroços vegetais e animais, alojados no fundo do mar há milhões de anos, que se transformaram em petróleo.

A formação de uma jazida acontece porque o petróleo vaza pelos poros de uma rocha, alojando-se em outra pedra que o faz prisioneiro, acumulando-o em grandes quantidades. Uma jazida pode levar entre dez e quatrocentos milhões de anos para se formar.

O primeiro poço de petróleo foi encontrado nos Estados Unidos, no estado da Pensilvânia, no ano de 1859, por um maquinista aposentado, Edwin Drake. Mas registros históricos mostram que o produto era utilizado para embalsamar os faraós do Egito Antigo.

Em virtude de sua importância para a vida do homem e de seu alto valor de custo, o petróleo tornou-se motivo de grandes conflitos mundiais, como a Guerra do Golfo, em 1990, onde o Kuwait fora invadido pelo Iraque, na tentativa de apoderar-se de suas jazidas.

Na verdade, várias guerras no Oriente Médio tiveram o petróleo como fonte de inspiração, ou seja, a luta entre homens pela conquista de maiores riquezas. Por esse motivo tivemos ainda as guerras Yom Kippur (1973), Iram e Iraque, que durou cerca de oito anos (1980 a 1988), além das invasões estadunidenses no Iraque (2003) e no Afeganistão (2001).

Isso acontece porque a região possui cerca, de 65% da reserva mundial de petróleo, seguida pela Venezuela, Rússia, Estados Unidos, Líbia, México, Nigéria, Argélia e restante do mundo.

No Brasil, a maior indústria petrolífera é a Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A.), criada no dia 03 de outubro de 1953, pelo presidente Getúlio Vargas. A indústria é responsável pela extração e refino do produto, além dos seus derivados. A especialidade da empresa é a exploração do petróleo em alto mar, em áreas bem profundas.

As plataformas brasileiras montadas em alto mar se dividem em dois grupos: da perfuração e da produção, sendo que essa se divide em fixas ou flutuantes, dependendo da profundidade em que o petróleo é encontrado.

A descoberta de petróleo na camada pré-sal, localizada a 7 mil metros abaixo do nível do mar em uma área de 200 quilômetros de largura e 800 quilômetros de extensão, abrangendo desde o Espírito Santo até Santa Catarina, pode colocar o Brasil entre os maiores produtores mundiais de petróleo.

Por Jussara de Barros – Graduada em Pedagogia

http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-mundial-petroleo.htm

MUSEU DO TREM REABRE E VOLTA A CONTAR A HISTÓRIA DAS FERROVIAS

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RIO – O Museu do Trem está tentando voltar aos trilhos. Fechado à visitação desde 2007 — quando perdeu parte de seu terreno para a construção do Engenhão — o equipamento reabriu as portas este mês e já virou um concorrido ponto de visitação. Nos primeiros 12 dias, 550 pessoas foram ao Engenho de Dentro ver de perto vagões, maquinários, trilhos e maquetes que ajudam a contar a memória ferroviária do país. No acervo, entre as mais de mil peças disponíveis, destacam-se a locomotiva Baroneza (na grafia antiga, com z), a primeira a trafegar pelo Brasil, em 1854; e o vagão Imperial, que servia a D. Pedro II. Está lá, também, o vagão presidencial, que foi usado pelo presidente Getúlio Vargas na década de 1930. O prédio e o acervo do Museu do Trem foram tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan) em 2011, que inscreveu um projeto de restauração da construção no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas.

— Temos recebido principalmente moradores da região, mas também já tivemos turistas de outros estados. As escolas também têm nos procurado. Isso demonstra que o museu é importante para a cidade e que todo nosso esforço em reabri-lo está valendo a pena — diz o historiador Bartolomeu D’El Rei, que é responsável pelo Museu do Trem desde julho.

Dentro do museu, há cinco locomotivas e quatro vagões antigos. Alguns preservam o mobiliário e até objetos de decoração originais. O Carro Presidencial, por exemplo, é todo revestido de peroba do campo e chama atenção pelo luxo. Já a locomotiva Baroneza, que recebeu este nome em homenagem à mulher do Barão de Mauá, Maria Joaquina Machado de Souza, é uma das preciosidades do acervo. Fabricada em 1852, em Manchester, na Inglaterra, por William Fairbairn & Sons, foi usada para tracionar a composição que inaugurou a Estrada de Ferro Mauá, sendo retirada de circulação após 30 anos de uso. Em perfeito estado de conservação, e ainda funcionando, ela teve apenas a estrutura dos vagões reformada.

Além de vagões e locomotivas, o museu tem maquetes de trens, fotos e pelo menos 30 placas de metal de locomotivas que rodaram pelas estradas de ferro entre os século XIX e XX.

Mas se o acervo dentro do museu está bem conservado, as locomotivas e peças guardadas no pátio jazem sob ação do tempo. Uma locomotiva de cremalheira que circulou na serra de Petrópolis, por exemplo, virou casa de abelhas.

— É importante destacar que os bens da área externa estão em avançado processo de deterioração. Eles precisam ser restaurados — critica Antonio Pastori, diretor da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária — Estamos preocupados também com o fato de o Engenhão ter sido interditado por problemas na estrutura de metal. Temos medo de que o telhado, que fica muito perto, caia e afete o museu — completa.

Instalado nas dependências do galpão de pintura de carros da antiga Estrada de Ferro Pedro II, o museu, que foi reaberto em caráter experimental, está funcionando ainda de forma precária. Como só há dois funcionários, as visitas só ocorrem de terça à sexta-feira, das 10h às 15h. O prédio, uma construção do início do século XIX, está necessitando de reparos: tem vidros quebrados e está com paredes descascadas.

Segundo Cristina Lodi, superintendente do Iphan no Rio, o órgão elaborou um projeto de restauração que prevê a reforma do telhado, dos banheiros e uma melhoria da parte elétrica. Também estão nos planos a reconstrução de um galpão vizinho, que permitirá a ampliação do museu e a retomada de um antigo passeio de locomotiva num tour por dentro do terreno.

Com grifos da Equipe Panorama Rio

Fonte: O Globo 25/04/13

SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES

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EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA 

CHAMADA PÚBLICA – Concurso de Redações e Ensaios – Prêmio Mulheres Negras Contam Sua História. 

DO OBJETO – Prêmio Mulheres Negras contam sua História – Concurso de redações e ensaios, sobre a história e/ou a vida de mulheres negras na construção do Brasil. Leia mais:

Inscrições:

Pela internet, até 25 de janeiro de 2013, através do email:

premiomulheresnegras@spmulheres.gov.br (até 18 horas, horário de Brasília). 

Pelo correio, postadas até o dia 25 de janeiro de 2013:

 Endereço: Prêmio Mulheres Negras contam sua História

Secretaria de Políticas para as Mulheres

Praça dos Três Poderes VIA N1 Leste, s/n

Pavilhão das Metas

CEP – 70150–908 BRASÍLIA – DF 

Obs: a inscrição só será aceita com a redação ou ensaio anexado, ou quando enviado pelo correio a ficha com o anexo da redação ou do ensaio impresso.

Fonte:http:// www. sepm.gov.br /premio-mulheres-negras-contam-sua-historia / premio-mulheres-negras-contam-sua-historia / view

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FICHA DE INSCRIÇÃO

Inscrições até 25 de janeiro de 2013

premiomulheresnegras@spmulheres.gov.br

(até 18 horas, horário de Brasília)

Dados da candidata:

Nome:

Data de nascimento:

Raça/cor: Preta (    ) Parda (     ).

Endereço:

Cidade:

UF:                                                              CEP:

Telefone:

E-mail:

Categoria de Inscrição:

REDAÇÃO (    )

ENSAIO (    )

Inscrições pelo correio, postadas até o dia 25 de janeiro de 2013:

Endereço: Prêmio Mulheres Negras contam sua História

Secretaria de Políticas para as Mulheres

Praça dos Três Poderes VIA N1 Leste, s/n

Pavilhão das Metas

CEP – 70150–908 BRASÍLIA – DF

Data da inscrição: ____/________/_____

Obs: a inscrição só será aceita com a redação ou ensaio anexado, ou quando enviado pelo correio a ficha com o anexo da redação ou do ensaio impresso.

DESCOBRIMENTO DO BRASIL

Amigos, vamos fortalecer em nossos corações a  Benção e o orgulho de ser Brasileiros. Recordemos, por meio, do vídeo do Descobrimento do Brasil. Produzido e editado pelos alunos do 3º ano A do Vitória Régia: Rafael Gomes, Fernanda Freitas, Rayane Máximo e Mariana Sobral. Obs: Versão legendada. Enviado por raffaelhxcx em 17/06/2007

A C O R D A  B R A S I L!

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

Bandeira do Brasil

Sou brasileira, adesguiana, cadeira 24, turma Acorda Brasil de 2011. E faço esta postagem em homenagem ao Dia da Bandeira do Brasil com um chamado a todos os brasileiros a refletirem sobre a importância desse símbolo nacional.

É com satisfação que observo nos últimos dias manifestações do povo sobre assuntos fundamentais para a sociedade como um todo.

É nossa obrigação envolver os estudantes e incentivá-los a cultivarem em seus corações o sentimento de patriotismo porque é nosso dever e responsabilidade cuidar da nossa Nação – Brasil. 

Djanira Felipe

Bandeira Nacional

 

História da Bandeira do Brasil, Dia da Bandeira (19 de novembro), informações sobre a bandeira brasileira, o formato, as cores, as estrelas e os dizeres da bandeira nacional, respeito ao pavilhão nacional

História

A bandeira do Brasil foi instituída a 19 de novembro de 1889, ou seja, 4 dias depois da Proclamação da República. É o resultado de uma adaptação na tradicional Bandeira do Império Brasileiro. Neste contexto, em vez do escudo Imperial português dentro do losango amarelo, foi adicionado o círculo azul com estrelas na cor branca.

Normas

Existem normas específicas nas dimensões e proporções do desenho da Bandeira Brasileira. Ela tem o formato retangular, com um losango amarelo em fundo verde, sendo que no centro a esfera azul celeste, atravessada pela faixa branca com as palavras Ordem e Progresso em letras maiúsculas verdes. Essa faixa é oblíqua,  inclinada da esquerda para direita. No círculo azul estão 27 estrelas, que retratam o céu do Rio de Janeiro, incluindo várias constelações, como, por exemplo, o Cruzeiro do Sul. As estrelas representam simbolicamente os 26 Estados e o Distrito Federal. A única estrela que fica na parte superior do círculo representa o estado do Pará.

 A Bandeira Nacional é hasteada de manhã e recolhida na parte da tarde. Ela não pode ficar exposta à noite, a não ser que esteja bem iluminada. É obrigatório o seu hasteamento em órgãos públicos (escolas, ministérios, secretarias de governo, repartições públicas) em dias de festa ou de luto nacional. Nos edifícios do governo, ela é hasteada todos os dias. Também é exposta em situações em que o Brasil é representado diante de outros países como, por exemplo, em congressos internacionais e encontros de governos.

Dia da Bandeira

 O dia 19 de Novembro é comemorado, em todo o território nacional, como o Dia da Bandeira. Nesta data ocorrem comemorações cívicas, acompanhadas do Hino à Bandeira.

Bandeiras presidencial e vice-presidencial

Além da Bandeira Nacional do Brasil que todos conhecemos muito bem, existem duas outras bandeiras brasileiras oficiais: a bandeira presidencial e a bandeira vice-presidencial                                      

 

 

                                                                      Curiosidades:                           

  – As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D.Pedro I, idealizador da Bandeira do Império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto, o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil.

– A versão atual da Bandeira Nacional Brasileira com 27 estrelas entrou em vigor em 11 de maio de 1992, com a inclusão de mais quatro estrelas (antes eram 23 estrelas) representando os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/geografia/bandeiradobrasil.htm

 

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