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04 DE DEZEMBRO – DIA DO ORIENTADOR EDUCACIONAL

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A Orientação Educacional é uma especialidade da Pedagogia que pode ser obtida através de habilitação incorporada na própria licenciatura ou por meio de curso específico de especialização.

O papel da orientação não deve ser visto somente como uma vertente pedagógica que trabalha simplesmente com ações terapêuticas e preventivas na esfera escolar, acima de tudo, a orientação é a peça fundamental para o equilíbrio, andamento e favorecimento da qualidade do serviço prestado pelas instituições de ensino aos pais, alunos e comunidade.

Tanto no Serviço de Orientação Educacional (SOE), como no Serviço de Orientação Pedagógica (SOP), será a pedagoga/orientadora a profissional habilitada e capacitada para apoiar, minimizar, resolver e oferecer ajuda aos pais, professores e alunos diante nas demandas bio-psico-sociais da rotina escolar que envolvam a aprendizagem e o desenvolvimento educacional.

Deve-se tomar muito cuidado por que cada habilitação corresponde a ação efetiva de um determinado profissional e a Orientação Educacional, por exemplo, em algumas instituições de ensino, está sendo praticada por profissionais de outras áreas, o que não é correto nem muito menos ético, pois cada profissional deveria agir dentro daquilo que sua formação o qualifica.

Vale lembrar que grande parte dos problemas enfrentados hoje em dia no meio escolar, ocorrem por que os profissionais não estão qualificados especificamente para atuarem na orientação; seja ela educacional ou pedagógica; causando com isso um grande mal estar e gerando problemas que poderiam ser evitados.

O Código de Ética dos Orientadores Educacionais é bem claro e tem por objetivo principal estabelecer normas de conduta para o exercício da profissão, bem como deixa evidente que só podem intitular-se Orientadores Educacionais, os profissionais legalmente habilitados segundo os termos da legislação em vigor e mediante as atribuições da Pedagogia.

Que o dia de hoje sirva de alerta e reflexão para que a profissão de Orientadora Educacional seja valorizada e conquiste finalmente o espaço de respeito e dignidade que é seu de direito.

 

FONTE: olharpedagogico . com / site _ detalheNota . php ? id = 31

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14 DE NOVEMBRO – DIA NACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO

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No dia 14 de novembro comemoramos o Dia Nacional da Alfabetização relembrando a importância do ensino para o desenvolvimento do indivíduo.

Dia Nacional da Alfabetização é comemorado no dia 14 de novembro. Esta data foi instituída em homenagem à criação do antigo Ministério da Educação e Saúde Pública, em que um de seus objetivos era promover o fim do analfabetismo no país.
O ato de ler e escrever é fundamental para o desenvolvimento do indivíduo, porém, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o índice de analfabetismo no país ainda é muito elevado.
O Artigo 2º da Lei de Diretrizes e Bases que norteiam a educação nacional diz que a educação “tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Portanto, ser alfabetizado é direito de todos.
O dia 14 de novembro nos faz relembrar a importância da educação e de ser alfabetizado. Tanto para o desenvolvimento do cidadão, quanto para o desenvolvimento de um país.

 

FONTE: brasilescola . com / datas – comemorativas / 14 – novembro – dia – nacional – alfabetizacao . htm

BRASIL SE DISTANCIA DA MÉDIA MUNDIAL EM RANKING DE EDUCAÇÃO

AMIGOS LEITORES BRASILEIROS,
SERÁ QUE EVOLUIR UMA POSIÇÃO NO RANKING PORQUE O MÉXICO APRESENTOU QUEDA MAIOR  DO QUE O BRASIL É MOTIVO PARA  ACREDITARMOS QUE ESTAMOS BEM?
O BRASIL PRECISA URGENTE INVESTIR PESADO EM EDUCAÇÃO!
ACORDA BRASIL! TEMOS QUE FORMAR CIDADÃOS NO SENTIDO PLENO DO SEU SIGNIFICADO.
TEMOS QUE NOS TORNAR CIDADÃOS QUE SAIBAM NA PONTA DA LÍNGUA O CONCEITO DE NAÇÃO!

ABRAÇOS FRATERNOS AOS SEUS CORAÇÕES,
DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ E SABE O PORQUÊ.
 

26-08-2014

País piorou em índice que compara capacidade cognitiva e sucesso escolar de 40 nações; mesmo assim, subiu de penúltimo para antepenúltimo em lista.

O Brasil se distanciou da média de 40 países em um ranking que compara resultados de provas de matemática, ciência e leitura, e também índices como taxas de alfabetização e aprovação escolar.

No entanto, apesar de ter o seu índice piorado, o país subiu uma posição no ranking – de penúltimo para antepenúltimo – pois o México apresentou queda maior do que o Brasil no índice.

Esta é a segunda edição do relatório produzido pela empresa de sistemas de aprendizado Pearson (ligado ao jornal britânico Financial Times) e pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU).

O Brasil aparece na 38ª posição do ranking, na frente de México e Indonésia – um avanço de um lugar, na comparação com a edição de 2012.

O indicador do ranking é composto a partir duas variáveis: capacidade cognitiva (medida por resultados de alunos nos testes internacionais PISA, TIMSS e PIRLS) e sucesso escolar (índices de alfabetização e aprovação escolar).

O número usado para comparar os países (‘escore z’) indica o quão longe cada nação está da média dos 40 países (que é zero, nesta escala). Foram analisadas nações da Ásia, da Europa e das Américas – nenhum país africano participa do ranking.

Em 2012, o Brasil havia obtido um escore de -1.65; neste ano o indicador foi de -1,73, o que mostra que o país está mais distante da média dos 40 países. Já o México viu seu escore cair de -1,6 para -1,76. O sinal negativo indica que ambos os países estão abaixo da média dos 40 países.

O Brasil piorou nas duas variáveis – tanto na capacidade cognitiva (de -2,01 para -2,06) quanto no sucesso escolar (de -0,94 para -1,08).

Os escores são sempre comparados com a média das 40 nações. Então não é possível determinar ao certo se a piora do indicador do Brasil se deve a uma queda no desempenho dos alunos brasileiros, ou se houve uma melhora na média mundial.

Mais professores de ciência e matemática

‘Países em desenvolvimento ocupam a metade inferior do ranking, com a Indonésia novamente aparecendo em último lugar entre as 40 nações analisadas, precedida por México e Brasil’, diz o relatório produzido junto com o ranking (‘A Curva de Aprendizagem’).

‘É preciso questionar a habilidade dos sistemas educacionais destes países de suportar índices altos de crescimento econômico no longo prazo.’

Um dos capítulos do relatório discute ‘lições a serem aprendidas por países em desenvolvimento’ e conta com contribuições de Maria Helena Guimarães de Castro, diretora da Fundação Seade (Sistema Estadual de Análise de Dados), um centro de pesquisas do governo do Estado de São Paulo.

 Castro é citada no relatório dizendo que o Brasil precisa de um aumento de 30% no número de professores de ciência e matemática para aliviar as pressões sob o contingente atual – que está sobrecarregado e carece de treinamento.

‘Nós não temos professores porque essa carreira não é atraente. Isso é um problema que não será resolvido a não se que o governo e os governantes decidam mudar isso’, diz a diretora do Seade, no documento da Pearson e EIU.

Ásia em alta

No topo do ranking, a novidade desta edição é a queda dos países escandinavos e a ascensão de asiáticos.

A Finlândia, que liderava a edição de 2012, viu seu escore piorar de 1,26 para 0,92 – caindo quatro posições e sendo ultrapassada por Coreia do Sul, Japão, Cingapura e Hong Kong. O relatório afirma que países escandinavos, como Suécia e Finlândia, tem visto nos últimos anos as notas de seus alunos piorarem nos testes internacionais.

A Coreia do Sul é o país com a melhor média em relação às 40 nações. Um dos destaques positivos do ranking foi a Rússia, cujos alunos melhoraram suas notas nas avaliações. Com isso, a Rússia subiu sete posições, de 20° para 13°.

FONTE: g1 . globo . com/educacao/noticia/2014/05/brasil-se-distancia-da-media-mundial-em-ranking-de-educacao . html

28 DE ABRIL – DIA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO

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No dia da Educação, especialistas apontam as principais qualidades de um professor.

Diante da lousa, com a autoridade de quem detém o saber, o professor discursa. Em silêncio quase sepulcral, os alunos escutam. Não há brecha para questionamentos nem discussões. Corriqueira algumas décadas atrás, a cena descrita já não existe mais. Ou, se existe, está com os dias contados — assim como a figura daquele velho educador.

Com o século 21, não por acaso batizado de “século do conhecimento”, nasce um novo mestre. Com o intuito de valorizá-los, o movimento Todos Pela Educação acaba de lançar uma campanha de mobilização, que a partir desta quinta-feira — Dia da Educação — ganha destaque na mídia nacional. Com o slogan “Um bom professor, um bom começo”, a intenção é reforçar a importância desses homens e mulheres e pressionar por melhorias.

— O professor tem uma posição estratégica no século 21. Só que ele também precisa ser valorizado, e isso inclui salários iniciais atraentes, plano de carreira e melhores condições de trabalho. Sem isso, não basta ter brilho nos olhos e, como a gente diz aqui no Nordeste, fogo nas ventas — diz Mozart Neves Ramos, professor da Universidade Federal de Pernambuco e conselheiro do Todos pela Educação.

Mais do que simples transmissor de conteúdo, esse novo profissional atua como um guia. Em meio à avalanche de informações despejada a cada segundo sobre crianças e adolescentes, é ele quem indica o caminho. Trata-se de um tutor, que dialoga e provoca. Tem paixão pelo que faz, segue estudando, preocupa-se em falar a mesma língua dos pupilos e nem de longe é um analfabeto digital.

Nesta reportagem, especialistas apontam as principais qualidades de um bom educador. O professor ideal deve…

1) Gostar do que faz

Mais do que qualquer profissional, quem opta pelo magistério tem de ter paixão por ensinar e se orgulhar de seu papel na sociedade. Quanto mais os alunos sentirem essa empatia, garantem especialistas, mais abertos estarão à aprendizagem e melhor será o desempenho em sala de aula.

— O bom professor não apenas deve ter orgulho da profissão, como deve defendê-la com garra. Ele é um otimista, um sonhador. Tem a utopia de um mundo melhor, sem a ingenuidade da busca de resultados fáceis e sem se abater frente aos obstáculos — afirma Francisco Aparecido Cordão, presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE) e diretor-presidente da Consultoria Educacional Peabiru.

Em contrapartida, reconhecem gestores e estudiosos, o educador que ama o que faz e se dedica de corpo e alma ao trabalho também precisa ser valorizado por isso. Melhores salários e condições de trabalho são considerados fundamentais.

2) Ter uma boa formação

Para cumprir com louvor o seu papel, o professor ideal também deve ter uma formação sólida e ampla. Esse processo, segundo a superintendente de Educação e Pesquisa da Fundação Carlos Chagas, Bernardete Gatti, deve incluir o domínio dos conteúdos da disciplina escolhida e, em igual peso, o conhecimento das metodologias e práticas de ensino.

— De nada adianta saber o conteúdo, se o educador não consegue transmiti-lo aos alunos. A maioria dos cursos não tem nem 10% de formação pedagógica, e esse é um problema sério, que precisa ser repensado — alerta Bernardete.

Além de uma boa base, a diretora do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro-RS), Cecília Farias, destaca a importância de haver continuidade nos estudos. Para acompanhar a velocidade das mudanças na sociedade atual, os mestres precisam se manter atualizados — e, para isso, devem contar com o apoio dos gestores, públicos ou privados. Além de uma imposição profissional, esse deve ser um desejo pessoal.

3) Falar a língua dos alunos

Não se trata de adotar as gírias ou se comunicar como um adolescente, mas de entender o universo da garotada e planejar aulas que levem em conta esse jeito particular de ver e viver o mundo de hoje.

— O professor tem de compartilhar o mesmo universo dos seus alunos e ser um pouco artista diante desse público. Se ele não usar isso a seu favor, se não falar a mesma língua deles, corre o risco de se transformar em uma cápsula de sonífero — diz o consultor educacional do Fronteiras Educação — Diálogos com a Geração Z, professor Francisco Marshall, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Isso significa, por exemplo, estimular a interatividade e evitar falar sozinho, sem parar, uma aula inteira. Significa, também, não subestimar os adolescentes. Foi-se o tempo em que o mestre era o dono do conhecimento. No passado, ele falava e os estudantes ouviam em silêncio. Hoje, ele deve estimular o diálogo. Se, para isso, for possível usar e abusar de recursos audiovisuais, como projeções de imagens, vídeos e músicas, tanto melhor.

4) Usar as novas tecnologias em aula

O educador do século 21 não pode ser um analfabeto digital. Ignorar ou repudiar a influência da internet na vida dos alunos é aprofundar o abismo entre os estudantes e a escola.

— Ao tirar proveito disso, o professor traz a realidade da criança e do adolescente para a sala de aula. É uma forma de aproximação e, além disso, uma maneira de apresentar o conhecimento de um novo jeito — afirma a professora Maria Elizabeth de Almeida, da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Não basta, porém, dominar a tecnologia. É preciso que o educador saiba aplicá-la. Primeiro, é importante que navegue nos sites preferidos de seus pupilos e faça parte das redes sociais para entender sua lógica. Depois, a ideia é que explore o potencial dessas ferramentas de forma criativa.

Por que continuar restrito ao velho mapa-mundi se pode usar programas gratuitos como o Google Earth para mostrar regiões, países e cidades em detalhes? Por que não estimular a garotada a escrever microcontos no Twitter? As portas que se abrem são infinitas.

5) Ir além do conteúdo formal

O bom professor, ressaltam especialistas, deve saber que sua missão profissional não se resume a repassar o conteúdo da disciplina. Hoje ele deve ser um guia, um tutor. O velho chavão “ensinar para a vida” continua valendo. Cabe ao mestre, junto com a família, difundir valores éticos e morais e fazer com que crianças e adolescentes sejam capazes de fazer reflexões críticas.

Para Maria de Salete Silva, coordenadora do Programa de Educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, ir além do conteúdo implica usar as experiências vivenciadas pelos alunos como ponto de partida para discutir assuntos importantes e transmitir ensinamentos.

Fonte: www . clicrbs . com . br /diariocatarinense/jsp/default .  jsp ?uf=2&section=Geral&newsID=a3290205 . htm

EDUCAÇÃO FAÇA JÁ SUA INSCRIÇÃO NO SITE MATRÍCULA FÁCIL

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Veja como é simples e rápido ingressar na rede estadual de ensino. A matrícula informatizada é a maneira mais democrática e prática para que alunos de outras redes, da própria rede estadual que deseja mudar de escola ou mesmo aqueles que pararam de estudar tenham uma oportunidade nas escolas estaduais.

O candidato interessado poderá ingressar nas seguintes séries:
– 1ª 2ª e 3ª Séries do Ensino Médio Regular;

– 1ª 2ª e 3ª séries do Ensino Médio Inovador;

– Módulos I, II e III do Ensino Médio da Nova Educação de Jovens e Adultos;

– Módulo I do Projeto Autonomia Ensino Médio (Não Seriado);

– 1ª 2ª e 3ª séries do Ensino Médio Normal (Formação de Professores em horário integral).

– 6º, 7º, 8º e 9º Anos do Ensino Fundamental Regular;

– Fases VI, VII, VIII e IX do Ensino Fundamental da Educação de Jovens e Adultos;

– Módulo I do Projeto Autonomia Ensino Fundamental (Não Seriado);

COMO SE INSCREVER:

O candidato interessado deverá acessar o site

http://www.matriculafacil.rj.gov.br, no período de 29 de outubro a 1º de dezembro de 2013. Na página eletrônica, haverá informações sobre como se inscrever; escolas com vagas disponíveis; idade para se inscrever em cada série ofertada; e como e quando confirmar sua matrícula na escola.

DIVULGAÇÃO:
No dia 19 de dezembro, o resultado da inscrição será divulgado no site http://www.matriculafacil.rj.gov.br. A Secretaria de Estado de Educação (Seeduc) também enviará email e SMS válidos para os candidatos que se cadastraram corretamente. É importante que você confirme sua pré-matrícula na escola em que foi selecionado no período de 03 a 08 de janeiro de 2014, portando a seguinte documentação:

DOCUMENTAÇÃO:
I – Carteira de Identidade ou documento que a substitua (Certidão de Nascimento ou Casamento) – Original (será devolvida no ato) e CPF, se possuir;

II – Histórico Escolar ou Declaração da última Unidade Escolar em que estudou, constando a série para a qual o aluno está habilitado, ficando o original na escola;

III – Carteira de Identidade e CPF do responsável legal, no caso de menor de 18 anos, original e cópia;

IV – Laudo comprobatório de deficiências declaradas (se for o caso);

V – Comprovante de residência;

RENOVAÇÃO DE MATRÍCULA:

Se você já é aluno da rede estadual e deseja permanecer na mesma escola, é necessário que seja feita somente a renovação da sua matrícula na sua unidade escolar. Para isso, procure a secretaria da sua escola no período de 17/09 a 17/10/2013.

CRONOGRAMA DA MATRÍCULA 2014

 29/10/13 a 01/12/2013 Pré-Matrícula: para os interessados
17/09/2013 a 17/10/2013. Renovação de Matrícula
19/12/2013 Relação nominal de todos os alunos alocados, disponibilizada na INTERNET – http://www.matriculafacil.rj.gov.br
19/12/2013 Divulgação da alocação via SMS e e-mail válidos
03/01/2014 a 08/01/2014 Confirmação da reserva de vagas para o Ensino Fundamental e Ensino Médio
15/01/2014 Pré-Matrícula – 1ª fase da segunda alocação– INTERNET -Divulgação do resultado dos candidatos que não foram alocados na 1ª fase  para Ensino Fundamental e Ensino Médio no site http://www.matriculafacil.rj.gov.br
23/01/2014 a 27/01/2014 Pré-Matrícula –2ª fase – INTERNET – http://www.matriculafacil.rj.gov.br, aos alunos não alocados, os que não confirmaram e os novos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio
29/01/2014 a 31/01/2014 Confirmação da 2ª fase da Matrícula nas Escolas aos alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio
04/02/2014 Matrícula direta na escola

http://www.rj.gov.br/web/seeduc/exibeconteudo?article-id=1257835

INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR COMEÇAM A CHAMAR INTEGRANTES DA LISTA DE ESPERA DO SISU

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A partir de agora, é de responsabilidade do estudante o acompanhamento das convocações.

As instituições públicas de educação superior participantes do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começaram, nessa quarta-feira (17), a convocar candidatos integrantes da lista de espera para ocupar as vagas remanescentes. A partir de agora, é de responsabilidade do estudante o acompanhamento das convocações diretamente com as instituições.

Participaram da lista os estudantes não convocados nas duas chamadas previstas pelo sistema. O estudante só pôde integrá-la pela primeira opção de curso, declarada no momento da inscrição. O prazo de adesão expirou no dia 12 último.

O Sisu seleciona estudantes com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesta segunda edição de 2013, cada candidato pôde fazer até duas opções de curso. A oferta chegou a 39.724 vagas em 1.179 cursos, oferecidos por 54 instituições públicas de educação superior integradas ao sistema.

Fonte: http : // www. secom. gov. br /

A EDUCAÇÃO DIGITAL DEMANDA NOVOS FORMATOS DE ESCOLAS E DE MATERIAL DIDÁTICO

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Que tipo de escola poderá atender com eficiência essa geração de nativos digitais que está chegando? Como geradores de conteúdo, de que forma conseguiremos estruturar um material didático adequado a essa nova realidade?

Há algumas semanas, em um jantar com amigos, chamou minha atenção a desenvoltura da pequena Heloísa em manusear o smartphone de seu pai. Com apenas um ano e meio de idade, mal começando a articular as primeiras frases, ela transitava entre os programas e facilmente explorava os aplicativos que abria. Eu já havia visto alguns vídeos com crianças brincando em tablets e similares, mas a experiência de acompanhar o evento de perto foi marcante e despertou em mim algumas reflexões. 

Que tipo de escola poderá atender com eficiência essa geração de nativos digitais que está chegando? Como geradores de conteúdo, de que forma conseguiremos estruturar um material didático adequado a essa nova realidade? 

Como nativo analógico, devo dizer que me sinto confortável em lidar com papel quando leio livros ou imprimo os arquivos com dados que levarei às reuniões. No entanto, também sou migrante digital e confesso ficar fascinado com os novos recursos e tecnologias à nossa disposição, tanto aqueles que facilitam o cotidiano, como os já citados tablets e smartphones, quanto os que são voltados para o mundo educacional. 

O tempo do professor em sala de aula hoje é otimizado com o auxílio dos recursos existentes nos programas de criação de apresentações e nas lousas digitais; o estudo do aluno em casa é incrementado pela facilidade de pesquisa em sites de busca e pela permanente comunicação com a escola, a qual, por meio de portais cada vez mais sofisticados, coloca à sua disposição aulas de reforço, listas de questões, atividades de fixação, revisão e aprofundamento. 

No entanto, a rapidez com que avança a tecnologia e a forma como se sucedem as gerações de estudantes (e, no que se refere à população discente, o intervalo entre gerações é cada vez mais curto) trazem a certeza de que a transformação será mais profunda do que a que temos hoje. O aproveitamento dos recursos tecnológicos que já existem e dos que virão passará necessariamente por uma modificação na linguagem educacional, na qual o aluno deixa de ser um componente passivo e se torna um elemento ativo do processo de ensino e aprendizagem. Condições para isso já existem: recursos audiovisuais que permitem contextualizar os conceitos apresentados, atividades especialmente desenvolvidas para possibilitar a aprendizagem contínua e significativa, uso de devices em sala de aula que acessam as redes colaborativas. 

Ao professor está reservado o importante papel de coordenador do processo, mediando o caminho do aluno rumo à aprendizagem e à aplicação dos fundamentos. Por isso, é necessário e urgente capacitar os mestres desde sua formação; assim, poderão chegar à atividade docente com a consciência de que os conteúdos não são simplesmente alvo para a memória, mas ferramentas que possibilitam o desenvolvimento das habilidades e competências fundamentais para o pleno exercício das capacidades de nossos jovens. 

Fernando Almeida é biólogo, professor e diretor editorial do Ético Sistema de Ensino, da Editora Saraiva.

Fonte: Administradores – 07/05/2013

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