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05 DE NOVEMBRO – DIA NACIONAL DA LÍNGUA PORTUGUESA

Amigos, mais uma matéria importante e que preserva a nossa missão que é a de postar assuntos de interesse da sociedade e que promovam o bem comum. Educação e elementos que compõem a nossa história fazem isso. 

Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

Ruy BarbasaO dia 5 de novembro foi escolhido por se tratar da data de nascimento do baiano Ruy Barbosa (1849-1923), notável orador e estudioso da língua portuguesa no Brasil.

HISTÓRIA DA LÍNGUA PORTUGUESA: FORMAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE UMA LÍNGUA NAVEGANTE

 Por: Wasley Santos

Para o presente estudo, considerar-se-ão os seguintes pontos relevantes:

O contexto histórico de Roma; A origem latina do português; A expansão da língua portuguesa;  transição do português arcaico para o contemporâneo; A chegada e a fixação do português no Brasil.

A língua constitui um sistema vivo de comunicação que privilegia a mútua compreensão e entendimento de um determinado povo. Ao adentrar-se no estudo de uma língua, estudam-se os fatos do contexto histórico, bem como os acontecimentos que promoveram, direta ou indiretamente, sua origem. No que diz respeito à história da língua portuguesa, faz-se necessária uma busca histórico-geográfica, desde sua origem até sua implantação no Brasil.

1- Das origens e formação da Língua Portuguesa

A origem da língua portuguesa está ligada ao latim – língua falada pelo povo romano, que se situava no pequeno estado da Península Itálica, o Lácio. A transformação do latim em língua portuguesa se deu por conseqüência de conflitos e transformações político-histórico-geográficas desse povo. Isso aconteceu por volta do século III a.C., quando os romanos ocuparam a Península Ibérica através de conquistas militares e impuseram aos vencidos seus hábitos, suas instituições, seus padrões de vida e, principalmente, sua língua, que reflete a cultura.

Existiam duas modalidades do latim: o latim vulgar e o latim clássico. O vulgar, de vocabulário reduzido, falado por aqueles que encaravam a vida fazendo uso de uma linguagem sem preocupações estilísticas na fala e na escrita, dotado de variação lingüística notável, uma vez que era uma modalidade somente falada, sendo, pois, suscetível a freqüentes alterações. Já o latim clássico caracterizava-se pela erudição da oralidade e das produções textuais de pessoas ilustres da sociedade e de escritores, sendo uma linguagem complexa e elitizada. Das duas modalidades existentes, a que era imposta aos povos vencidos era a vulgar, pois essa fora a língua predominante dos povos navegantes que exploravam novas terras para novas conquistas.

Decorridos alguns séculos, o latim predominou sobre as línguas e dialetos falados em várias regiões. Dessa maneira, formaram-se diversas línguas dentro da região de domínio de Roma, ou seja, do Império Romano, onde se originaram as línguas românicas, também chamadas de neolatinas, (diz-se românicas todas as línguas que têm sua origem no latim e que ocupam parte do território conquistado pelos romanos), das quais nossa língua portuguesa é oriunda.

O português que se fala hoje no Brasil é resultado de muitas transformações de acréscimos e/ou supressões de ordens morfológica, sintática e fonológica.

Essas transformações passaram por três fases distintas: desde o galego-português (língua que predominou nos séculos VIII ao XIII), dissociando-se posteriormente do galego e dando, assim, surgimento ao português arcaico (séculos XIV ao XVI), que, por conseguinte, tornou-se português clássico (língua de Camões), perpassando ainda por outros dialetos até chegar ao português contemporâneo brasileiro.

2- Da implantação da Língua Portuguesa no Brasil

Portugal ficou conhecido pelas grandes navegações que realizara. No século XV e XVI, através dos movimentos colonialistas e de propagação do catolicismo, Portugal espalhou pelo mundo a língua portuguesa. Como, então, chegou a este solo essa língua navegante?

Ao Brasil, a Língua Portuguesa foi trazida no século XVI através do “descobrimento”. O português era imposto às línguas nativas que havia aqui como língua oficial ou modificava-se dando origem a outros dialetos. Mas houve um longo processo para que o português se tornasse idioma reconhecido por Portugal e se fixasse no território brasileiro.

Quando os portugueses desembarcaram na costa brasileira, estima-se que havia aqui 1.200 povos indígenas, falantes de aproximadamente mil línguas diferentes. Além dessa diversidade étnica e lingüística, foram trazidos ainda cerca de 4 milhões de africanos de diversas culturas para trabalhar como escravos. Essa pluralidade lingüístico-cultural fortaleceu as bases da construção da identidade do português brasileiro. Isso se deu em detrimento dos interesses políticos e comerciais de Portugal, que tomara algumas medidas radicais, entre elas a proibição do uso das línguas gerais (diz-se da língua falada no Brasil colonial como língua de contatos entre índios, portugueses e seus descendentes), e a imposição do português como língua oficial.

O contato entre indígenas, africanos e imigrantes vários que vieram de algumas regiões da Europa favoreceu o chamado multilingüísmo. Além da fase bilíngüe pela qual passara o português, o multilingüísmo contribuiu (e ainda contribui) para a formação identitária do português brasileiro.

Sabe-se, pois, que o léxico, por exemplo, de uma língua não é estático, está aberto a novas incorporações: aceita o apagamento de algumas palavras ou a substituição de outras. Esse fenômeno ocorreu, e ainda ocorre, com muita freqüência no nosso idioma português. As línguas indígenas, por exemplo, contribuíram para o enriquecimento vocabular da botânica (nomes de plantas), da fauna (nomes de animais), da toponímia (nomes de lugares) e da onomástica (nomes de pessoas) do português do Brasil.

Justifica-se ainda o multilingüísmo com a forte influência das línguas e dialetos africanos que chegaram ao Brasil, tal influência incrementou, por exemplo, a linguagem religiosa do candomblé, uma manifestação da cultura africana.

A implantação do português no Brasil é marcada por quatro momentos distintos, períodos significativos para esse processo de implantação: O primeiro momento vai da colonização até a saída dos holandeses do Brasil em 1954; o segundo começa com a saída dos holandeses e vai até a chegada da família real portuguesa ao Brasil em 1808; já o terceiro, finda com a independência do Brasil em 1822. Por fim, o quarto momento se inicia 1826, com a transformação da língua do colonizador em língua da nação brasileira.

O português brasileiro sofreu profundas mudanças para chegar ao português que se fala hoje. Entretanto, ainda está num processo de construção de sua própria identidade.

Fonte:http://meuartigo.brasilescola.com/portugues/%20historia-da-lingua-portuguesa.htm

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GUIA SOBRE O PARQUE NACIONAL DA TIJUCA É NOVA FERRAMENTA PARA ENSINO

ENSINO – EDUCAÇÃO

SENSACIONAL ESTA MATÉRIA! A QUALIDADE SURGE COMO UMA LUZ, NA ÁREA DA EDUCAÇÃO, O ENSINO EM CAMPO, O VALOR AGREGADO. VAMOS PROBLEMATIZAR E AUXILIAR AOS ALUNOS NAS ESTRATÉGIAS ATÉ A SOLUÇÃO.  PARABÉNS AOS IDEALIZADORES E AUTORES PELA INICIATIVA. DE CADA  PONTO QUE APARECER IDEIAS E AÇÕES QUE FAÇAM DA NOSSA EDUCAÇÃO ALGO MELHOR,  SERÁ O SINAL DE VERDADE DE QUE ESTAMOS NO CAMINHO CERTO, PORQUE O PRIMEIRO PASSO CERTO, NESTE CASO, JÁ FOI DADO.

DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ. E SABE POR QUÊ.                                  

O Parque Nacional da Tijuca possui 3.953 hectares e é visitado anualmente por cerca de dois milhões de pessoas.

                                      Foto: Thiago Haussig 

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Danielle Kiffer  

Ele tem 3.953 hectares de área,o equivalente a 3,5% da área municípiodo Rio de Janeiro; é visitado, anualmente, por cerca de dois milhões de pessoas, entre cariocas, turistas estrangeiros e de outros estados; abriga um dos pontos turísticos mais notórios da cidade: o Cristo Redentor. Estamos falando do Parque Nacional da Tijuca, um pequeno fragmento da Mata Atlântica, em pleno centro urbano, que agrega em sua extensão grande biodiversidade de fauna e flora, além de ser riquíssimo em fatos históricos e arte. Aproveitando essa multidisciplinaridade natural, Andréa Espínola de Siqueira, professora do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes (Ibrag) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), desenvolveu – com mais 12 professores e pesquisadores dos mais diversos campos de estudo, desde biologia, geografia, história a artes, de várias universidades – o Guia de Campo do Parque Nacional da Tijuca, livro eletrônico que traz uma espécie de roteiro, voltado principalmente a professores e estudantes da educação básica. Nele, o Parque Nacional da Tijuca passa a ser um local para aulas externas, em que podem ser observados e abordados vários pontos importantes. Para sua criação, o guia recebeu subsídios do programa de Apoio ao Material Didático para ensino e pesquisa, da FAPERJ. “Apesar de ser o menor do Brasil, como se trata de um local ímpar, reduto de patrimônio histórico e cultural, o Parque Nacional da Tijuca é o mais visitado. Por isso, não queríamos que o guia parecesse um livro didático, mas que proporcionasse uma leitura leve, entretendo ao mesmo tempo em que informa”, afirma Andréa. O material pretende tirar o máximo de aproveitamento da visita ao parque, estimulando nos jovens a cidadania e o debate sobre questões socioambientais. “Acredito que se deve entrar na floresta como quem folheia as páginas de um livro. Os assuntos são muitos e as possibilidades, infinitas. Tomando-se como ponto de partida a Trilha dos Estudantes, ao entrarmos na floresta, um mundo novo se abre e os alunos podem ver e sentir na prática temas que, se abordados em sala de aula, poderiam parecer desinteressantes ou mesmo monótonos. Trata-se de um local rico, resultado de um processo que levou anos para se consolidar, a partir da iniciativa pioneira e visionária do imperador D. Pedro II”, comenta Lucio Meirelles Palma, coordenador de Monitoria Ambiental e do Voluntariado no Parque Nacional da Tijuca.

A relação entre a vegetação e a temperatura, o cheiro característico e a importância da mata são alguns dos temas abordados no guia, com notas para o professor destacar a seus alunos. Entre eles, a própria história da formação da floresta, que, no início do século XIX, estava devastada pela cafeicultura e pelas plantações de cana-de-açúcar e pela retirada da madeira para construção. As consequências desse desmatamento não tardaram, afetando os mananciais hídricos e prejudicando o abastecimento de água da cidade. Para reverter essa situação, o imperador D. Pedro II, em 1861, por meio do decreto imperial, mandou reflorestar as áreas das florestas da Tijuca e das Paineiras. Estima-se que ao longo de 13 anos tenham sido plantadas cerca de cem mil árvores, primeiramente por seis escravos – Eleutério, Constantino, Manuel, Mateus, Leopoldo e Maria –, e mais tarde com a ajuda de 22 trabalhadores assalariados.

Nesse contexto, há, por exemplo, um link para que os professores questionem os alunos sobre qual a relação entre desmatamento e a redução do volume de água dos rios da região no começo do século XIX. Os professores são instruídos a reforçar pontos específicos, como o fato que a mata protege os mananciais contra assoreamento, ou seja, que os rios sejam obstruídos por sedimentos ou detritos levados pelas chuvas.

Uma espécie de Rubiaceae, que pode ser vista na  trilha da floresta. O café faz parte dessa família

Foto: Ana Maria Donato

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Com espécies de grande interesse farmacológico, medicinal, ornamental e alimentício, a flora de Mata Atlântica que compõe a floresta é internacionalmente reconhecida como uma das mais ricas e diversificadas do planeta. Segundo a bióloga Ana Maria Donato, uma das autoras do guia e professora da UERJ, na Trilha dos Estudantes podem ser encontradas plantas bastantes presentes em nosso cotidiano, como algumas Rubiaceae, nome da família botânica da qual faz parte o popular café. E também diversas Bromeliaceae, família cujos representantes têm folhas alongadas e organizadas em roseta, formando um reservatório onde se acumula água da chuva em sua base. “O abacaxi pertence a essa família, além de numerosas espécies de grande valor ornamental, típicas da Mata Atlântica e em muitos casos encontradas exclusivamente nesse bioma”, explica Ana Maria.

Outro coautor do livro, Alexandre Justino Soares trabalha no Centro de Visitantes do Parque Nacional da Tijuca (ICMBio) há 11 anos e também é professor de Artes na rede municipal de ensino de Nova Friburgo. Ele ainda se encanta com a imensa diversidade de animais na área e a integração local entre fauna e flora. “Às vezes, presenciamos macacos-prego bebendo água diretamente de bromélias, algumas das quais podem alcançar até três metros, abrigando em seus vãos sapos, rãs e pererecas”, conta. Mas Alexandre ressalta: “Apesar de a bromélia ser depósito de água parada, na floresta ela não é foco de mosquito da dengue, porque num ambiente equilibrado os próprios animais fazem o controle biológico da espécie transmissora da Dengue, que se prolifera com mais incidência em ambientes domésticos”. O professor fala ainda sobre o ipê, cuja casca do tronco, segundo ele, é ótimo adstringente para machucados. “Os animais mastigam a casca da árvore e a colocam sobre suas feridas.” Para o professor, uma de suas aves prediletas é o tangará-dançarino, que além da grande variedade de cores em suas penas ganhou esse nome pela exótica dança de acasalamento que executa. “É um emocionante espetáculo da natureza, que pode ser admirado por qualquer pessoa”, exclama.

Andréa e equipe pretendem lançar em 2014 a versão impressa e ampliada do guia, trazendo informação sobre uma trilha, adaptada especialmente para visitantes que usem cadeira de rodas e para aqueles com deficiência visual, em que os pontos de interesse estão indicados em placas informativas em braile. “Pretendemos promover a inclusão também à natureza, a esse reduto tão rico de história e cultura”, finaliza Andréa. O livro completo pode ser baixado diretamente na página oficial do Parque Nacional da Tijuca (http://www.corcovado.org.br/) ou na página do Instituto de Biologia da UERJ (http://www.biologiauerj.com.br/) .

Fonte:  http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=9624

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada à fonte.

Colaboração: Adolpho Ladeira – Analista de Mercado

OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

É RESPONSABILIDADE DE TODOS NÓS, DARMOS A NOSSA CONTRIBUIÇÃO PARA O ALCANCE DOS OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO.

SER VOLUNTÁRIO É UMA QUESTÃO DE ESCOLHA!

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Os Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio compõem o conjunto de metas definidas em setembro de 2000, pelos governantes dos 191 países-membros da ONU – Organização das Nações Unidas, visando a tornar o mundo um lugar melhor. Os países definiram o prazo até 2015 para alcançar as metas.

Quero ressaltar a importância das metas do milênio estabelecidas e que ficaram conhecidas como os Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM’s) são eles:

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  1. Acabar com a fome e a miséria;
  2. Oferecer educação básica de qualidade para todos;
  3. Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres;
  4. Reduzir a mortalidade infantil;
  5. Melhorar a saúde das gestantes;
  6. Combater a AIDS, a malária e outras doenças;
  7. Garantir qualidade de vida e respeito ao meio ambiente e;
  8. Estabelecer parcerias para o desenvolvimento.

Acredito que um mundo melhor poderá ser considerado à medida que o significado do verbo solidarizar (Unir-se para o ato da solidariedade) permeie todas as classes sociais.

O pensar, criar e realizar Políticas Igualitárias, certamente promoverá um universo mais justo, e, portanto, melhor de se viver.

Uma estratégia que tem se mostrado eficaz para o êxito pleno da obtenção de resultados positivos é a formação de parcerias entre as Instituições Públicas, Privadas e as Organizações do Terceiro Setor. Contudo ainda existe uma caminhada a percorrer pela conscientização da importância de tais parcerias.

Outro ponto relevante é o engajamento de Grupos Solidários junto aos Núcleos Regionais vinculados ao governo de todos os níveis desenvolverem ações em prol do bem comum, o que significa contribuir para o alcance dos ODM’s e para a melhoria da qualidade de vida dos menos favorecidos.

É uma pena que os nossos representantes que integram o Congresso nacional não discutam este assunto, tão importante e que com certeza despertaria o interesse da sociedade e o seu engajamento. Faz-se necessário informar, mostrar ao povo que também desejam o sucesso do alcance das metas. Até existe falas que se referem aos ODM’s, porém, não os vinculam, e por isso passam a impressão de que não tratam do assunto. Exemplo: Falar em Bolsa Família, é falar em combater a fome e a miséria. O primeiro Objetivo, mas a desvinculação do programa como uma ação que promoverá o atingimento dessa meta, deixa o povo sem saber do que se trata os Objetivos do Desenvolvimento do Milênio.

Gente procurem pesquisar, seja esclarecido, versa em matérias na internet sobre os resultados do Brasil referentes ao alcance das metas. Basta escrever ODM’s.

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe por quê.

DIA MUNDIAL DO PETRÓLEO – 29 DE SETEMBRO

No dia 29 de setembro comemora-se o dia mundial do petróleo.

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A palavra petróleo vem do latim, sendo a junção de dois termos: Petra(pedra) e Oleum (óleo), mas também ficou também conhecido como ouro negro.

O petróleo é um óleo natural composto de hidrocarbonetos, formado dentro das rochas sedimentares. Esse processo é possível em decorrência dos fatos da nossa história, como a formação das rochas sedimentares – através da erosão da crosta terrestre – e pelo acúmulo dos restos orgânicos, advindos de destroços vegetais e animais, alojados no fundo do mar há milhões de anos, que se transformaram em petróleo.

A formação de uma jazida acontece porque o petróleo vaza pelos poros de uma rocha, alojando-se em outra pedra que o faz prisioneiro, acumulando-o em grandes quantidades. Uma jazida pode levar entre dez e quatrocentos milhões de anos para se formar.

O primeiro poço de petróleo foi encontrado nos Estados Unidos, no estado da Pensilvânia, no ano de 1859, por um maquinista aposentado, Edwin Drake. Mas registros históricos mostram que o produto era utilizado para embalsamar os faraós do Egito Antigo.

Em virtude de sua importância para a vida do homem e de seu alto valor de custo, o petróleo tornou-se motivo de grandes conflitos mundiais, como a Guerra do Golfo, em 1990, onde o Kuwait fora invadido pelo Iraque, na tentativa de apoderar-se de suas jazidas.

Na verdade, várias guerras no Oriente Médio tiveram o petróleo como fonte de inspiração, ou seja, a luta entre homens pela conquista de maiores riquezas. Por esse motivo tivemos ainda as guerras Yom Kippur (1973), Iram e Iraque, que durou cerca de oito anos (1980 a 1988), além das invasões estadunidenses no Iraque (2003) e no Afeganistão (2001).

Isso acontece porque a região possui cerca, de 65% da reserva mundial de petróleo, seguida pela Venezuela, Rússia, Estados Unidos, Líbia, México, Nigéria, Argélia e restante do mundo.

No Brasil, a maior indústria petrolífera é a Petrobras (Petróleo Brasileiro S.A.), criada no dia 03 de outubro de 1953, pelo presidente Getúlio Vargas. A indústria é responsável pela extração e refino do produto, além dos seus derivados. A especialidade da empresa é a exploração do petróleo em alto mar, em áreas bem profundas.

As plataformas brasileiras montadas em alto mar se dividem em dois grupos: da perfuração e da produção, sendo que essa se divide em fixas ou flutuantes, dependendo da profundidade em que o petróleo é encontrado.

A descoberta de petróleo na camada pré-sal, localizada a 7 mil metros abaixo do nível do mar em uma área de 200 quilômetros de largura e 800 quilômetros de extensão, abrangendo desde o Espírito Santo até Santa Catarina, pode colocar o Brasil entre os maiores produtores mundiais de petróleo.

Por Jussara de Barros – Graduada em Pedagogia

http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-mundial-petroleo.htm

PREFEITURA DO RIO OFERECE BOLSAS DE ESTUDO PARA PESSOAS DE BAIXA RENDA

O Banco Carioca de Bolsas de Estudo, vinculado à Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS), está com inscrições abertas para 107 bolsas integrais e parciais voltadas para pessoas de baixa renda interessados em ingressar nos ensinos fundamental, médio e no pré-vestibular, no 1º semestre de 2013.

As oportunidades são para cinco unidades do Centro Educacional da Lagoa (CEL), localizadas nos bairros do Jardim Botânico, na Zona Sul, Cachambi e Ilha do Governador, ambos na Zona Norte, além da Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade. São 63 vagas para a 1ª série do ensino médio e 40 cadeiras para cursos pré-vestibulares. Os interessados devem se inscrever em qualquer um dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) do município até o dia 26 de novembro.

Já o Colégio Ruth Sant’anna, localizado no Méier, na Zona Norte, oferece 4 bolsas integrais para os 1º e 2º anos do ensino fundamental. Neste caso, as inscrições vão até o dia 27 de novembro.

Ao fazer a inscrição nos CRAS da Prefeitura do Rio, todos receberão as informações para a concessão de bolsas, inclusive, para saber se está dentro do perfil da resolução nº 129, de 16/06/08. Os candidatos devem apresentar certidão de nascimento ou identidade dos filhos, CPF e identidade do responsável e comprovantes de escolaridade, residência e renda. Os inscritos passarão por uma avaliação técnica, realizada por assistentes sociais da SMAS, que é feita por meio de entrevistas e visitas domiciliares, caso necessário.

As bolsas integrais são voltadas para pessoas com renda per capita de até 1 salário mínimo e meio. Já as parciais são para pessoas com renda per capita entre um salário mínimo e meio até três salários mínimos.

Fonte: http://www.rio.rj.gov.br/smas

INEP USA REDES SOCIAIS PARA AJUDAR ALUNOS COM DIFICULDADE NO ENEM

 

 Crédito: Shutterstock.com

O número de inscritos já ultrapassou 2 milhões, até o início desta segunda-feira

Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais está utilizando as redes sociais para auxiliar candidatos que encontram dificuldades ao realizar a inscrição para o Enem 2012.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) está utilizando as redes sociais para auxiliar estudantes que estão tendo algum tipo de dificuldade na inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012. O número de inscritos já ultrapassou 2 milhões, até o início desta segunda-feira.

 “Não há forma mais eficiente de dialogar com os jovens hoje do que com a rede social”, disse Luiz Cláudio Costa, presidente do Inep. Segundo Costa, uma equipe faz o monitoramento em tempo real das redes sociais e se o aluno já tiver incluído e-mail e outros meios de contato, a equipe do Inep pode entrar em contato para auxiliá-lo. O processo prossegue até 15 de junho, exclusivamente, em hotsite na internet.

De acordo com a Agência Brasil de notícias, Costa não quis informar o perfil em rede social que o Inep está usando para levar informação aos estudantes em dúvida, alegando que, por estratégia, o instituto quer ter a iniciativa do contato, que é definido durante o monitoramento. A página de inscrição do Enem 2012, entretanto, já oferece como canal de ajuda o telefone 0800-616161.

A informação atualizada do número de inscritos foi divulgada pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. A região com maior número de inscrições, conforme o último balanço é o Sudeste: 598 mil. Em seguida aparecem o Nordeste (529 mil), Sul (186 mil), Centro-Oeste (143 mil) e Norte (139 mil). Do total de inscritos até o momento, 388 mil são alunos que estão concluindo o ensino médio em 2012 e 985 mil já terminaram a educação básica.

No ano passado, cerca de 6 milhões se inscreveram no Enem e pouco mais de 5 milhões pagaram a taxa, confirmando a participação. A expectativa do ministro Mercadante é que a prova tenha 6 milhões de inscritos confirmados em 2012. Segundo ele, o sistema de inscrições não registrou irregularidade desde a abertura do processo, na segunda-feira.

As provas serão aplicadas nos dias 3 e 4 de novembro. No primeiro dia do exame, os participantes terão quatro horas e meia para responder as questões de ciências humanas e da natureza. No segundo, será a vez das provas de matemática e linguagens, além da redação, com um total de cinco horas e meia de duração. A divulgação do gabarito está prevista para o dia 7 de novembro, e o resultado final deve sair em 28 de dezembro.

http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/06/04/940081/inep-usa-redes-sociais-ajudar-alunos-com-dificuldade-no-enem.html

Perfil: PRE UNI, POST, OTROS

MERCADANTE: NÃO HÁ RAZOABILIDADE EM UMA GREVE DESSAS

Das 43 Instituições de Ensino Superior que já aderiram à greve,

03 são do Rio de Janeiro: 

Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro;

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro;

 Universidade Federal do Rio de Janeiro.

As demais 40 são de outros Estados.

 

Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz.

O ministro Aloizio Mercadante, da Educação, atribuiu às entidades representativas dos professores a responsabilidade pela greve decretada na semana passada e que atinge 43 das 59 instituições federais de ensino superior. Segundo o ministro, os sindicatos não esperaram o fim do prazo previsto em acordo com o MEC para deflagrar a greve.

“Sou fundador da Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), fui sete anos presidente de associação. Tenho muitas greves nas costas e acho um direito legítimo. Mas quando você assina um acordo, o governo cumpre o acordo ainda com a negociação em andamento, e você decreta uma greve nessas condições, não há razoabilidade”, defendeu Mercadante.

De acordo com o ministro, o MEC e os docentes vinham costurando um acordo desde o final do ano passado e que envolvia três pontos fundamentais. De um lado, um reajuste de 4% nos salários a partir de março desse ano e a incorporação das gratificações aos salários. De outro lado, havia a negociação para que a nova carreira docente entrasse em vigor a partir do ano que vem.

A questão financeira, ainda segundo o ministro, dependia de um projeto de lei a ser aprovado pelo Congresso Nacional. A demora na apreciação da matéria fez com que o governo editasse uma medida provisória contemplando o reajuste salarial, que será pago em junho, retroativo a março.

O ponto relativo à reestruturação da carreira, no entanto, empacou depois da morte do principal negociador do governo com as entidades representativas dos docentes. Mercadante admite que o fato atrasou a negociação, mas diz que não justificaria uma greve desse tamanho.

“Se estivéssemos falando de 2012, tudo bem. Mas estamos tratando da carreira para 2013. O prazo final para negociação é 31 de agosto, que é a data em que o governo encaminha a peça orçamentária ao Congresso. O atraso de um mês não traz prejuízo material aos docentes, mas sim aos estudantes”, afirmou o ministro.

Entenda o caso
Em greve desde o dia 17 de maio, os professores das universidades federais reivindicam a reestruturação da carreira e reclamam de condições precárias de trabalho, atribuídas à falta de estrutura nas instituições. “Hoje, para chegar ao teto da carreira, o professor levaria quase 30 anos”, declara Aluísio Porto, da comissão de comunicação do Comando Nacional de Greve do Andes.

De acordo com o dirigente sindical, foram feitas mais de 10 reuniões com o Ministério do Planejamento para revisão dos planos de carreira, mas não houve avanço na negociação. “Eles estão conversando conosco. Mas está tudo muito lento”, diz.

O MEC informou por meio de nota que “reafirma sua confiança no diálogo e no zelo pelo regime de normalidade das atividades dos campi universitários federais”. O governo ressalta que o aumento de 4% negociado no ano passado com os sindicatos já está garantido por medida provisória assinada no dia 11 de maio. O aumento será retroativo a março, conforme previsto no acordo firmado com as entidades.

“Com relação ao plano de carreira, a negociação prevê sua aplicação em 2013. Os recursos devem ser definidos na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) até agosto deste ano, o que significa que temos tempo. As negociações entre o Ministério do Planejamento e as representações sindicais seguem abertas”, explicou o MEC.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5791109-EI8266,00-Mercadante+nao+ha+razoabilidade+em+uma+greve+dessas.html

DESCOBRIMENTO DO BRASIL

Amigos, vamos fortalecer em nossos corações a  Benção e o orgulho de ser Brasileiros. Recordemos, por meio, do vídeo do Descobrimento do Brasil. Produzido e editado pelos alunos do 3º ano A do Vitória Régia: Rafael Gomes, Fernanda Freitas, Rayane Máximo e Mariana Sobral. Obs: Versão legendada. Enviado por raffaelhxcx em 17/06/2007

A C O R D A  B R A S I L!

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

Escolaridade e formação específica são mencionados em debate sobre cuidador de idoso

Estima-se em pelo menos 20 milhões o número de idosos no Brasil – cerca de 10% da população.

Como essa porcentagem tende a aumentar nos próximos anos, uma profissão que pode ganhar cada vez mais importância e reconhecimento é a do cuidador de idoso. Para discutir a possível regulamentação dessa atividade, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) realizou uma audiência pública nesta quinta-feira (20).

A regulamentação está prevista no PLS 284/2011, projeto de lei do senador Waldemir Moka (PMDB-MS) que tramita na CAS. A senadora Marta Suplicy (PT-SP), que solicitou a audiência, é a relatora do projeto.

Uma das questões abordadas na reunião foi o grau de escolaridade a ser exigido. Presidente da Associação dos Cuidadores de Idosos de Minas Gerais, Jorge Roberto Silva informou que tem curso superior, mas também argumentou que “muitos cuidadores, mesmo sem escolaridade, fazem um ótimo trabalho”.

– Por isso, é preciso pensar muito bem sobre essa exigência – alertou.

Marília Berzins, da organização não-governamental Observatório da Longevidade, observou que, nos cursos de capacitação de cuidadores oferecidos por essa entidade, exige-se que os alunos tenham o ensino fundamental.

– É necessário um mínimo de formação. É preciso saber ler, escrever, interpretar as informações – justificou ela.

Outro ponto discutido foram os limites da atividade, principalmente em contraste com os profissionais de saúde (como enfermeiros ou técnicos em enfermagem). Segundo Jorge Roberto Silva, da Associação dos Cuidadores de Idosos de Minas Gerais, os cuidadores “não são nem têm a intenção de ser profissionais de saúde”.

– Digo isso para aqueles setores que tentam barrar nossa atuação – disse ele.

Tanto Waldemir Moka quanto Marta Suplicy reconheceram que essa questão é importante. Ambos citaram, como exemplo, a ação de ministrar remédios aos idosos – que, de acordo com eles, deve ser permitida aos cuidadores, desde que os medicamentos tenham sido prescritos.

Carteira assinada

Representando o Ministério do Trabalho e Emprego, Ana Paula da Silva informou que há no país pouco mais de 10 mil cuidadores de idosos com carteira assinada – além daqueles que não têm registro, há os que estão registrados com outra ocupação. Ela também assinalou que “a profissão já existe; o que está sendo discutido agora é a sua regulamentação”.

Já Luiza Machado, do Ministério da Saúde, lembrou que o governo lançou em 2008 o “Guia Prático do Cuidador”, que está disponível na internet.

Ricardo Koiti Koshimizu / Agência Senado

Tragédia em São Paulo: Corpo de aluno que atirou em professora será sepultado à tarde

 

 

Portal Terra

O corpo do estudante de 10 anos que se matou após atirar na própria professora será sepultado nesta sexta-feira, às 16h, no Cemitério das Lágrimas, em São Caetano do Sul (SP). Parentes e amigos velaram o corpo durante toda a madrugada no próprio cemitério.

O crime ocorreu na Escola Municipal Alcina Dantas Feijão, no bairro Mauá, por volta das 15h50. O aluno disparou contra a professora Rosileide Queiros de Oliveira, 38 anos, dentro da sala de aula, que era ocupada por 25 alunos.

>> Menino tinha desenho com armas em punho na mochila

Após os disparos, o aluno se retirou da sala de aula e disparou contra a própria cabeça. Ele chegou a ser encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A professora foi transferida para o Hospital das Clínicas de São Paulo e não corre risco de vida.

A delegada titular do 3º Distrito Policial de São Caetano do Sul (Grande SP), Lucy Fernandes, disse que a polícia encontrou no material escolar do menino um desenho em que ele se retrata com 16 anos e aparece com duas armas em punho, ao lado de um professor, de acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo.Vídeo publicado no Youtube mostra o momento em que ambulância deixa a escola.

O pai do estudante, que é guarda municipal, afirmou que foi até a escola quando deu pela falta do revólver, que ficava escondido em um armário, procurando pelos dois filhos (o mais velho de 14 anos).

>> Secretário: arma usada por menino não é da Guarda Municipal

As crianças contaram ao pai que não sabiam do paradeiro da arma. Pouco depois, o guarda municipal recebeu uma ligação do filho mais velho, com a notícia do incidente.

O pai ainda se lamentou, dizendo que deveria ter olhado a mochila do filho, em depoimento informal à delegada do 3º DP de São Caetano.

A polícia não soube informar como a criança conseguiu entrar na Escola Municipal Alcina Dantas Feijão com o revólver 38.

 

 

Governo estuda aumentar tempo que aluno fica na escola

Brasília -O Ministério da Educação e entidades do setor estudam aumentar o número de horas do aluno na escola. As possibilidades em análise são elevar a carga  horária diária, que hoje é de 4 horas, ou ampliar o número de dias letivos, atualmente definido em 200 dias, informou o ministro Fernando Haddad.

Atualmente, a criança ou o adolescente devem ficar 800 horas por ano na sala de aula, carga considerada baixa quando comparada a de outros países, segundo Haddad.

“O aprendizado está relacionado à exposição ao conhecimento. Há um consenso no Brasil de que a criança tem pouca exposição ao conhecimento seja porque a carga horária diária é baixa ou porque o número de dias letivos é inferior ao de demais países”, disse o ministro, após participar da abertura do Congresso Internacional Educação: uma Agenda Urgente, promovido pelo movimento Todos Pela Educação.

Para manter o estudante mais tempo na escola, Haddad avalia antecipar a meta de ter metade das escolas públicas funcionando em regime integral, prevista para ser cumprida até 2020, ou até mesmo enviar um projeto de lei ao Congresso Nacional. “Não vamos encaminhar projeto de lei antes de receber o aval daqueles que vão executar isso. A ideia é aumentar o número de horas por ano que a criança fica sob a responsabilidade da escola”, explicou.

O estudo está sendo feito em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

O ministro reconhece que a medida exigirá mais recursos da pasta. Segundo ele, uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), em discussão no Congresso Nacional, é elevar para 7% do Produto Interno Bruto (PIB) os investimentos no setor. O novo PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir até 2020.

Agência Brasil

Alunos da rede estadual de ensino participam da terceira edição do Saerjinho

Prova avalia o desempenho nas disciplinas de Matemática e Português

O DIA ONLINE

Rio – Os alunos da rede estadual de ensino participam nesta quarta-feira , da terceira edição do Saerjinho.  A prova apesar de ser opcional, serve como treinamento para o Enem, Prova Brasil, vestibulares e entrevistas de emprego.

As provas nas disciplinas de Português e Matemática, são destinadas a estudantes do 5º e 9º ano  do Ensino Fundamental e das três séries do Ensino Médio, sendo os resultados  computados no final do ano ao desempenho escolar do aluno.

Segundo a Secretaria de Educação, a tendência é que haja um aumento no número de participates, já que na segunda edição, das 1.457 escolas estaduais, 1.255 participaram. Foram 360 mil alunos avaliados e 700 mil testes aplicadas.

O Saerjinho é realizado a cada bimestre  e tem como objetivo avaliar  a evolução  dos estudantes e da escola nas duas cadeiras. Segundo análise das provas realizadas pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (Caed), responsável pela aplicação do exame, 34% das unidades escolares obtiveram uma evolução em relação ao primeiro bimestre na disciplina Língua Portuguesa. Em Matemática, 33% das unidades escolares apresentaram evolução e 40% mantiveram as posições em relação ao primeiro bimestre.

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