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GUIA DE TAXA DE INCÊNDIO, QUE CUSTARÁ ENTRE R$ 23 E R$ 1.436, JÁ PODE SER IMPRESSA PELO SITE

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Taxa sofreu um reajuste de 5,8%, com relação ao ano passado. Foto: Guilherme Pinto

 Já está disponível para impressão a guia da Taxa de Incêndio de 2015 (ano-base 2014). De acordo com o Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom) — responsável pela emissão do documento e pela arrecadação — os valores a pagar vão variar entre R$ 23,94 (para imóveis com até 50 metros quadrados de área construída) e R$ 1.436,31 (bens não residenciais com mais de mil metros quadrados) este ano — um aumento de 5,8%, com relação ao ano anterior. As datas de vencimento vão de 11 a 15 de maio, de acordo com o número final do Corpo de Bombeiros (CBMERJ), impresso na conta de 2014. As cobranças também serão enviadas via Correios.

Em casos de casas com área construída de até 50 metros quadrados, não haverá pagamento da taxa, pois é concedida a isenção a proprietários e inquilinos desses imóveis. Para os apartamentos, no entanto, mesmo que a metragem esteja abaixo de 50 metros quadrados, o recolhimento deverá ser feito.

Quem não souber o número do CBMERJ poderá consultar o site do Funesbom (http://funesbom.com.br), desde que tenha em mãos o número de inscrição predial, que consta do carnê do IPTU. Em seguida, bastará informar o município.

O pagamento da taxa poderá ser feito em qualquer banco. Segundo o Artigo 1º da Lei estadual 3.686/2001, aposentados, pensionistas ou portadores de deficiência física também têm o direito de solicitar a isenção de pagamento, desde que ganhem até cinco salários mínimos por mês (R$ 3.940) e morem em imóveis de até 120 metros quadrados. Para isso, o requerimento deve ser feito no site do Funesbom. Em seguida, deve-se imprimir o pedido e levá-lo a um quartel dos Bombeiros que tenha atendimento disponível.

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FONTE: Agência O Globo Extra

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INTERNET BATE RECORDES E CRESCE NAS CLASSES C, D E E

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A internet no Brasil não é mais a mesma. Recentemente, ultrapassou a marca de 105 milhões de usuários, a metade pertencente às classes C, D e E. O crescimento movimenta uma cadeia bilionária de negócios, com reflexos que vão da ponta do consumo aos investimentos em infraestrutura. Só o e-commerce de bens de consumo deve fechar o ano com faturamento em torno de R$ 28 bilhões, 25% mais do que no ano passado, um volume movimentado por cerca de 50 milhões de consumidores virtuais.

A estimativa da E-bit é de algo próximo dos 70 milhões de pedidos, com ticket médio perto de R$ 360, distribuídos entre 25 mil e 30 mil lojas formalmente estabelecidas. Dois destaques apontados pelo diretor geral Pedro Guasti no estudo Webshoppers são as redes sociais, responsáveis por 5% das compras virtuais, e a mobilidade, com 3,6%. “Há dois anos era menos de 1%”, diz. O presidente da Câmara-e.net, Gerson Rolim, aponta o crescimento da presença da classe C. “A faixa de maior destaque nos últimos cinco anos é a de pessoas com ganhos de até R$ 3 mil por mês”.

Os números da Nielsen Ibope refletem o gosto do brasileiro pelas redes. O alcance da categoria Comunidades, que engloba redes sociais, fóruns, blogs, microblogs, bate-papos e sites de relacionamento, chega a 83% dos usuários, bem à frente do segundo colocado entre os países em que a pesquisa é realizada – a França, com 72,6%. Eles dedicam ao segmento 11h12 mensais, bem mais do que aos portais (2h15) e aos buscadores (1h25). Na Alemanha, segunda no ranking, são 7h29.

Segundo o analista José Calazans, hoje o brasileiro gasta em média 50 horas por mês na internet, contra 40 horas em 2009. Além da classe C, ele destaca o crescimento de segmentos como donas de casa no perfil do usuário nos últimos anos, estimuladas por equipamentos trazidos para o lar por pessoas mais jovens. “São quase 5 milhões de usuárias ativas”, diz.

Dobro do tráfego

A pesquisa TIC Domicílios e Empresas 2012, do Comitê Gestor da Internet (CGI.br), comprova o crescimento no uso da internet. Mas indica algumas barreiras. Embora a penetração nos domicílios tenha passado de 18% em 2008 para 40% no ano passado, nas áreas rurais a presença da rede alcança apenas um em cada dez domicílios e ainda há disparidades regionais, com a cobertura ficando em 21% no Norte e 27% no Nordeste – que, no entanto, apresentou o maior crescimento entre as regiões, 27%.

Entre as classes sociais, enquanto a penetração em domicílios de classe A passou de 91% para 97% em quatro anos, na classe B foi de 58% a 78%, enquanto na C mais que dobrou – de 16% em 2008 para 36% em 2012. “A principal barreira ainda é o custo”, diz Alexandre Barbosa, do NIC.br, responsável pelo estudo.

Segundo ele, 44% dos usuários não possuem o serviço no domicílio por não ter como pagar, enquanto 25% acessam de algum outro local e 11% simplesmente não têm a habilidade necessária.

O estudo mostra que entre as empresas as tecnologias de computadores, internet e banda larga estão praticamente universalizadas, mas principalmente para atividades básicas, como e-mail, busca de informações e uso de serviços de governo eletrônico. Só 55% têm sites, a maioria oferecendo informações institucionais, e 16%, vendas pela internet. Mas 36% têm páginas em redes sociais. “O uso de software para modificar processos e adicionar valor à cadeia ainda é baixo”, aponta Barbosa.

O crescimento da banda larga é outro indicador da vitalidade da internet no país. O estudo Barômetro Banda Larga 2.0, da Cisco, contabilizou 25,8 milhões de conexões de banda larga no país no ano passado, 18,6% mais que em 2011. A velocidade média alcançou 4,68 Mbps, com migração de consumidores para planos de banda larga com velocidade maiores – no final do ano passado, 42% das conexões fixas eram de 10 Mbps ou mais. A estimativa é que em 2017 o número supere 42,6 milhões de conexões no total, com 52% da população conectada, acima da média mundial (48%).

A estimativa é que o tráfego IP dobre em cinco anos, com taxa de crescimento anual composta de 17%. O desempenho se espelha nas receitas das operadoras.

De acordo com Eduardo Tude, dirigente da consultoria Teleco, no primeiro semestre o faturamento das operadoras com banda larga fixa atingiu R$ 13,5 bilhões, mais da metade dos R$ 25,4 bilhões obtidos em 2012. Na banda larga fixa, foram R$ 4,7 bilhões nos primeiros seis meses de 2013, ante R$ 9 bilhões no ano passado.

Fonte: Observatório da Imprensa – 22/10/2013

NO CURRÍCULO, O QUE É “PESCADO” NAS REFERÊNCIAS?

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Buscar referências do trabalho de candidatos a uma oportunidade profissional até pouco tempo era uma prática restrita a alguns cargos específicos no Brasil. Mas com a expansão do mercado de recrutamento no país e a, consequente, necessidade de minimizar ao máximo os erros na contratação, os headhunters estão se valendo mais da prática.

Enquanto em outros países, o hábito mais corrente é o antigo chefe enviar uma carta de recomendação, por aqui, os recrutadores entram em contato por telefone com chefes, subordinados e clientes internos de empregos anteriores – geralmente, indicados pelo candidato. Todas as informações prestadas, garantem os especialistas, são mantidas em sigilo.

“Na checagem de referências, é possível captar aspectos subjetivos que não conseguimos perceber na entrevista”, diz Gabriela Coló, da Havik. Por isso, segundo Adriana Prates, da Dasein Executive Search, geralmente, aos recrutadores com mais experiência é delegada a tarefa de contatar as pessoas que já trabalharam com o candidato em questão.

Segundo levantamento da Havik, 59% das pessoas que já foram abordadas para contar sobre a experiência que tiveram com um antigo colega admitem serem transparentes durante toda a conversa de checagem de referências. De acordo com a pesquisa, tais pessoas mencionam não só os pontos positivos, mas até o que o candidato em questão ainda tem para desenvolver profissionalmente.

Para 14%, a estratégia é apenas citar os pontos negativos – sem aprofundar. Já 9% dos entrevistados afirmam que só mencionam as qualidades do profissional em questão.

Confirmar informações

O objetivo mais básico dos recrutadores ao entrar em contato com antigos colegas de trabalho é simples: checar se as informações passadas pelo candidato são verdadeiras, de fato. Neste momento, cargos, promoções, funções, salário e motivo/contexto para a demissão entram na conversa. E, muitas vezes, o recrutador até entra em contato com o setor de RH da empresa para checar detalhes específicos.

Quem doura a pílula ou conta uma mentira menos sutil pode ser desmascarado já neste momento, contam os especialistas. “Cerca de 80% dos profissionais falam que pediram demissão. Quando falamos com os antigos empregadores, percebemos que não foi bem assim”, conta Adriana Prates, da Dasein Executive Search.

Checar valores e estilo

Confirmadas as informações básicas, é hora de saber, na prática, como era o profissional em questão. Primeiro, de acordo com Gabriela Coló, da Havik, o hábito é fazer perguntas abertas.

“O que você tem a dizer sobre fulano?” ou “Como era a sua relação com ele?” são algumas das perguntas básicas para iniciar uma conversa do tipo. “As perguntas abertas trazem o que foi mais marcante sobre o profissional”, diz Gabriela.

O estilo de gestão, a maneira como a pessoa lidava com a pressão ou com o trabalho em equipe, entre outros fatores, são colocados na mesa.

Descobrir problemas de comportamento

A partir do parecer da pessoa que está dando referência, o recrutador consegue “pescar” alguns indícios de problemas de comportamento por parte do candidato em questão. Se eles aparecerem, a regra é aprofundar. Mas, segundo Gabriela, a ideia é buscar essas informações de maneira natural, sem forçar.

Se tudo correr bem, todos os recrutadores lançam mão de uma pergunta chave: “Você trabalharia com esta pessoa novamente?”. A resposta (ou o simples titubear) podem revelar muito.

Veja algumas das perguntas mais comuns na hora de checar referências

1 O que você pode me dizer sobre o profissional X?

2 Como era a sua relação com ele?

3 Ele foi demitido sem justa causa, o que aconteceu?

4 Como a pessoa executava o trabalho?

5 Qual o principal resultado que o profissional trouxe para a companhia?

6 Nos momentos em que era preciso agilidade para resolver uma questão, como ele reagia?

7 Ele provocou algum conflito na empresa?

8 Como era o relacionamento com os colegas, subordinados e chefes?

9 Como o profissional lidava com prazos?

10 Você trabalharia novamente com esta pessoa?

Fonte: http: // exame. abril .com .br/ carreira/ noticias/ o-que-os-recrutadores-querem-saber-ao-buscar-referencias?page=2

4G: VOCÊ SABE O QUE É E QUANDO PODERÁ USAR ESSA TECNOLOGIA?

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Transmitida por modems de iPhones e Smartphones, a internet 3G chegou ao Brasil em 2009 e abriu concorrência entre as operadoras de telefonia móvel para fornecer o melhor serviço de internet aos seus usuários. O padrão foi estabelecido com base na família de normas da União Internacional de Telecomunicações  no âmbito do Programa Internacional de Telecomunicações Móveis  e alcança até 1 megabit por segundo de velocidade. Entretanto, para o usuário, esse volume passou a não ser mais suficiente e a Anatel iniciou o processo para adesão da geração de internet 4G que promete ser 10 vezes mais rápida, além de melhorar a qualidade dos vídeos vistos em tempo real, sem necessidade de download.

Toda essa expectativa em relação ao 4G aumenta quando se fala de Copa do Mundo, pois será possível, por exemplo, realizar transmissões ao vivo com apenas um celular nas mãos. Entretanto não será tão simples, alerta Marcelo Motta, professor de Engenharia Elétrica do Instituto Mauá de Tecnologia. “O desafio do Brasil é maior do que o da África do Sul, porque, em 2014, os estádios estarão ainda mais cheios de smartphones e tablets.”

O prof. Motta explica que sinal é como uma estrada e os aparelhos como carros que, em grande número, podem congestionar esse meio. Como consequência, os sinais de alguns aparelhos podem ser passados para caminhos alternativos e mais lentos, frequências do 2G. Nesse caso, para sinalizar, em seu gadgetaparecerá a letra “e”, de edge (limite) no aparelho. Nos piores casos, quando o tráfego de dados se coloca acima da média natural, tanto o 3G quanto o 2G ficam congestionados não havendo sinal algum.

As medidas anunciadas para que o Brasil se equipare a países como Estados Unidos e Japão admitem que as operadoras abram os sinais 3,5G.  Outra possibilidade está em que,  até a Copa de 2014, o sinal LTE (4G) chegue ao Brasil.  “A proposta é que todos os sistemas funcionem ao mesmo tempo. Se o 4G ficar congestionado, o sinal vai para o 3,5G e assim por diante”, esclarece Motta.

Embora as empresas estadunidenses usem comercialmente o termo 4G, os japoneses seguem o que sugere a União Internacional de Telecomunicações, órgão da ONU, que considera 4G a conexão com velocidade de download de pelo menos 100 Mb/s. A tecnologia funciona perfeitamente em laboratório, mas ainda faltam alguns anos para chegar às ruas. Um dos principais desafios consiste em  reduzir o tamanho do aparelho receptor.

O governo promete o 4G: com 10 megabits/segundo, operará em todas as cidades-sede para a Copa do Mundo, com a abertura de licitação para concessão da tecnologia em abril deste ano. A expectativa é que as operadoras gastem juntas cerca de US$ 18 bilhões, ainda neste ano, na expansão da rede. “O Brasil está atrasado três anos, mas ainda há tempo de instalar as novas redes. Muitas vezes se chega à situação de se ter de investir em inovações sem ao menos obter resposta de experiências anteriores”, conclui o professor.

Fonte: http: // www. maua .br/ infomaua / texto /id / 260

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