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COMO PAGAR O DPVAT 2015

DPVAT
A Secretaria de Fazenda do Estado informa que, em função da Resolução nº 266, de 13 de dezembro de 2012, publicada em 14 de dezembro de 2012, do Conselho Nacional de Seguros Privados, Ministério da Fazenda, a emissão do boleto para pagamento do seguro obrigatório, DPVAT, para motos, vans, ônibus e micro-ônibus está sendo feita pela Seguradora Líder.

Segue o passo a passo para emissão do DPVAT 2015:

1º PASSO: Acesse o link – http://dpvatsegurodotransito.com.br/pagamento/index.aspx

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2º PASSO: Clique em saiba como pagar.

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3º PASSO: Clique em um dos estados, neste exemplo é o RJ.

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4º PASSO: Clique em À VISTA ou PARCELADO.

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5º PASSO:  Preencha com seus dados,  digite o código de segurança e clique em CONTINUAR.

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6º PASSO: Clique À VISTA, ou na PARCELA desejada, ou em TODAS AS PARCELAS para gerar o boleto.

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7º PASSO: Clique em GERAR BOLETO e depois em IMPRIMIR.

 

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NÃO É O FIM: VEJA COMO LIDAR COM O VAZAMENTO DE PILHAS

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Quantas vezes você ouviu a sua mãe dizer “filho, pare de brincar com essa pilha” – frase nostálgica, né? Mas você sabe por qual motivo ela dizia isso? Bem, por motivos óbvios, já que a pilha é um tipo de bateria que possui hidróxido de potássio (KOH) – um agente cáustico extremamente perigoso em virtude de ser corrosivo e tóxico, podendo causar problemas respiratórios e danificar a pele e os olhos.

No caso de um aparelho eletrônico, assim que uma pilha vaza e deixa vestígios corrosivos, muitas pessoas acham que o dispositivo foi literalmente “para o saco” – de lixo, no caso, mas não faça isso, ok? Vamos comentar sobre como descartar uma pilha usada no decorrer do texto.

Dicas de cuidado são sempre bem-vindas

Se você é daqueles que adoram combinar uma pilha velha (especialmente de outra marca) com uma nova só para “quebrar um galho”, por favor, pare de fazer isso. Pode até parecer uma boa ideia no começo, mas saiba que isso pode reduzir o rendimento das baterias e até aumentar o risco de um vazamento inesperado.

Lembre-se de manter sempre limpo o local de armazenamento da pilha para evitar qualquer tipo de problema. Para limpar, utilize uma borracha ou pano a cada troca de pilhas. Pode parecer bobagem, mas procure se certificar sempre de que as baterias foram inseridas no aparelho de maneira apropriada.

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Na hora de guardar as suas baterias, escolha sempre um local seco para evitar grandes oscilações de temperatura. Quando as pilhas estão expostas ao calor excessivo ou ao frio exagerado, os riscos de vazamento são muito maiores. Engana-se quem pensa que colocar uma pilha na geladeira ou freezer vai fazê-la durar mais – as temperaturas menores não fazem milagres e definitivamente não servem como carregadores.

Os postos de coleta de pilhas estão presentes em pontos de venda como supermercados e varejos. As pilhas devem ser usadas e descartadas da maneira correta para ajudar o meio ambiente através da redução de resíduos sólidos. Vale ressaltar novamente que nunca se deve jogar nenhuma pilha no lixo doméstico.

Limpando o vazamento de pilhas

Para que a limpeza seja feita corretamente, você vai precisar neutralizar a bateria vazada e, para isso, é bom ter em mãos algum tipo de ácido caseiro, como suco de limão ou vinagre. Não se esqueça de que você vai lidar com um componente que pode trazer riscos à saúde, portanto, será preciso se proteger adequadamente.

Coloque o ácido caseiro em um cotonete para esfregar o líquido tóxico que contaminou as superfícies do seu aparelho e os possíveis contatos elétricos. Você também pode utilizar uma escova de dentes para agilizar a limpeza do seu dispositivo.

Tome cuidado para não cometer a terrível besteira de usar água para neutralizar o líquido vazado. A água não vai ajudá-lo, muito pelo contrário, ela vai apenas decretar a falência do seu aparelho.

Depois de finalizar todo o processo de limpeza, basta secar o local adequadamente e deixar o aparelho em algum ambiente aberto para que possa ficar totalmente seco. Coloque pilhas novas apenas se você tiver certeza de que o dispositivo está seco.

Caso a bateria que tenha vazado seja uma pilha ácida, em vez de recorrer ao ácido caseiro, utilize bicarbonato de sódio (fermento) com um pouco de água e uma escova de dentes ou cotonete. Assim como na limpeza do vazamento da pilha alcalina, você deve se proteger corretamente.

É altamente recomendável que você não coloque água diretamente no ácido, já que essa mistura pode ocasionar um dano irreversível no seu aparelho. Após a limpeza, coloque o seu dispositivo para secar em um local aberto e ventilado.

Fonte: www . tecmundo . com . br/bateria/53575-nao-e-o-fim-veja-como-lidar-com-o-vazamento-de-pilhas.htm#ixzz2yyZcuAeh

VEJA PROFISSÕES QUE USAM AS REDES SOCIAIS COMO FERRAMENTA DE TRABALHO

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Se você é do tipo que passa horas tuitando, postando fotos e interagindo no Facebook, saiba que é possível fazer desta uma atividade rentável. Atualmente, existem profissões onde as ferramentas de trabalho são as redes sociais, pois as empresas estão de olho nas vantagens que se pode obter com elas.

São cargos relativos à área: gerente e analista de mídias sociais; gestor, gerente e analista de comunidades; gestor e gerente de relacionamento. Quase sempre nos níveis júnior, pleno e sênior.

“O foco da profissão é relacionamento e conteúdo. Então, geralmente, as denominações giram em torno de variações que deixem claro esse tipo de atividade”, explica o presidente do Comitê de Social Media da Abradi, Edney Souza.

Conhecimentos e habilidades

Mas para trabalhar no gerenciamento de redes sociais de uma empresa, ser um assíduo usuário delas não adianta de muita coisa, diz o professor e coordenador do MBA em Marketing Digital da FGV-SP, Nino Carvalho.

Além de conhecimento em comunicação e marketing, Luciano Palma, professor de pós em Gestão em Web do Senac Lapa Tito, em São Paulo, aponta conceitos básicos de economia e administração como igualmente importantes.

“Estamos falando de um processo que a empresa está utilizando para divulgar seu produto e sua marca ou para melhorar seu atendimento. Não é só conseguir muitos likes, posts ou retuites”, observa Palma.

Atribuições do profissional de redes sociais

Ouvir o que se comenta sobre determinado produto, coletar sugestões que podem melhorá-lo, defendê-lo de ataques e monitorar o concorrente são algumas das tarefas do profissional que trabalha com redes sociais.

“É todo um processo que sempre existiu, mas, agora, com meios mais dinâmicos e mais ágeis. Não é mais só a empresa que fala e não dá para deixar o cliente-seguidor sem resposta”, diz Palma.

Analistas de mídias sociais ganham até R$ 5.000

O salário de um analista de mídias sociais júnior, segundo a Abradi, fica entre R$ 896,93 e R$ 2.385,53 na região Sudeste. No posto sênior, o analista pode chegar a ganhar até R$ 5.000,62.

Edney Souza diz que há um deficit de remuneração para esse profissional devido à baixa qualificação. “Hoje, não existem disciplinas de mídias sociais na graduação ou pós-graduação de várias universidades. A procura é grande, mas, em geral, contrata-se um profissional de nível júnior ou estagiário, e ele é treinado dentro da agência”, afirma.

COMO ENTENDER A ETIQUETA DE SEU AMBIENTE DE TRABALHO

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Uma das maiores dificuldades da nova geração de profissionais, dizem os RHs, é entender os códigos e as etiquetas do mundo corporativo. Saiba como não dar mais um fora

Você está acostumado a frequentar aulas, lidar com professores, colegas de classe, estudar e fazer provas. De repente, o jogo muda. É preciso vestir roupas formais, pensar antes de dizer o que vem à cabeça, além de entender e atender a uma hierarquia composta de coordenadores, gerentes e chefes.

A chegada de um jovem ao mercado de trabalho é cheia de expectativas. A empresa quer ver logo o conhecimento e a criatividade do sangue novo. E o jovem tem ânsia de mostrar ao mundo a que veio.

Tanta ansiedade pode dificultar a leitura do ambiente de trabalho. Quando é a hora de pedir aumento? Como fazer sugestões para o chefe? Qual o momento certo de falar de uma promoção? Quando bate a dúvida e chega a insegurança, é preciso ter clareza sobre o que esperar da empresa e o que a companhia quer de você.

De acordo com a pesquisa Sonho Brasileiro, feita pela agência Box 1824 com jovens de 18 a 24 anos, 55% do público tem como maior sonho algo ligado ao trabalho. E 24% deles afirmam que seu maior objetivo de vida está relacionado à “profissão dos sonhos”.

“Diante de tantos planos em torno do emprego, é esperado que num primeiro momento o jovem fique perdido e tenha dificuldade em lidar com o ambiente de trabalho”, diz Danilca Galdini, sócia da Cia de Talentos.

Segundo a consultora, hoje essa “inadequação” é mais evidente por causa da educação que os jovens recebem.

“A geração anterior era treinada para entender ambientes. Quando uma criança aprontava, os pais olhavam feio e ela precisava sacar o que tinha feito. Agora, quando uma criança leva bronca, os pais explicam o porquê, eles ‘leem’ o ambiente por ela. A consequência é a dificuldade de entender sozinha o contexto de uma situação”, diz.

Quando as dúvidas aparecem, o mais importante é não ter vergonha de perguntar. “Se tiver liberdade, fale com seu chefe. Senão, consulte o RH. Faça perguntas para entender como deve se vestir e como as pessoas da equipe se comunicam”, explica a consultora de carreira Vicky Bloch.

Ela ressalta que é essencial não entrar no mercado de trabalho só depois da faculdade: “Os estágios são importantes para aprender e começar a entender os códigos das empresas”.

Copiar o comportamento de um colega de trabalho não é a melhor opção para quando bate a insegurança. “Isso pode inibir seu desenvolvimento, pois tolhe a própria sensibilidade. Para saber como agir é preciso ter um distanciamento das situações e se esforçar para analisar as posições de outras pessoas”, diz Tiago Matheus, psicanalista e professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo.

Ruan Bianco, de 23 anos, quase caiu nessa armadilha em um momento de insegurança. Ele é formado em farmácia pela Universidade de São Paulo, mas o gosto pela área de negócios levou-o ao setor de inteligência de mercado da Daiichi Sankyo, empresa japonesa do ramo farmacêutico.

“Eu não entendia muitas coisas que meus colegas, formados em administração, diziam. Fiquei perdido e não sabia me posicionar”, diz. Depois de procurar a orientação de um coach, Ruan reverteu o jogo. “Comecei a usar meu conhecimento técnico como diferencial. Quando coloquei isso a meu favor, me destaquei, consegui reconhecimento e acumulei outra função”, afirma Ruan, que é analista júnior de inteligência de mercado — e agora também de novos negócios.

“Você deve pensar que precisa ser aceito sem ser igual aos outros”, diz Vera Martins, consultora e professora da Fundação Vanzolini. “É preciso saber o que aproxima e o que afasta as pessoas. Quando você mostra respeito pelo cargo do outro, gera uma emoção positiva nessa pessoa. Resultado: a pessoa vai se sentir querida por você, o que facilitará as relações com ela.”

Dependendo da cultura da empresa, para mostrar que se respeita um profissional mais experiente, deve-se pedir permissão para dar uma nova ideia. Analise antes se a hora que escolheu é a melhor — você pode não ser aceito, por exemplo, se chegar com uma novidade num momento em que a pessoa está insegura ou, ainda, na frente dos outros.

Conversar com o chefe direto é uma via fundamental para resolver os problemas. Mas, antes de chegar até ele, ouvir a opinião de colegas pode ajudar a clarear as ideias. É estar disponível para aquele papo no cafezinho, por exemplo. Isso pode ser muito bom para conhecer o funcionamento de seu departamento, os códigos e até os tabus que há por ali.

O apoio da família também é importante. “Seus pais sempre terão algo a agregar sobre seus problemas, não importa qual a profissão deles”, diz Daniela de Rogatis, consultora na área de educação em família. “Estudar sobre o assunto de que se tem dúvida dá mais repertório. Muitos problemas são resolvidos entendendo a história da empresa em que trabalha. É fundamental respeitar as estruturas existentes”, diz Daniela.

Para trocar ideias e se relacionar com tranquilidade, é necessário ter muita clareza do que é possível dentro da empresa. Caso sua expectativa seja uma promoção, pare e pense: “Será que onde trabalho isso é possível?” Antes de conversar com o gestor, analise o momento pelo qual a companhia está passando, se há condições para que essa subida de cargo aconteça.

“Vá entender primeiro o que é esperado do cargo que você tem e se, dentro disso, há algo que ainda esteja faltando, para depois falar sobre a promoção”, afirma Danilca.

Fonte: http: // exame. abril .com .br / revista-voce-sa /edicoes / 180/noticias /como-ler-seu-ambiente

COMO ESCOLHER A HORA CERTA DE DISCUTIR A CARGA DE TRABALHO

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Você já entrou na sala do seu chefe e reclamou por estar sobrecarregado de tarefas? É uma atitude que muitos trabalhadores estão considerando tomar ao receberem uma carga de trabalho que os deixam perto do limite do estresse.

Um estudo da Harris Interactive divulgado neste mês mostra que mais de 80% dos entrevistados nos Estados Unidos estão se sentindo estressados no trabalho. A principal razão é uma carga de trabalho nada razoável causada por reduções de equipe nos últimos anos.

Segundo o diretor regional de serviços de carreira da Universidade Everest, John Swartz, embora a economia americana venha mostrando sinais de recuperação, os cortes feitos há três ou quatro anos ainda impactam a vida dos trabalhadores. “Se 83% dos trabalhadores dizem estar estressados, alguém vai chegar ao limite.”

Em vez de esperar um desastre acontecer, o melhor a fazer é conversar com o chefe – e fazer isso da maneira certa. Especialistas em carreira afirmam que tudo depende de como os argumentos são apresentados. É aconselhável também apresentar uma proposta de solução para a questão.

“A causa para a sobrecarga deve ser explicada por meio de um exemplo específico que possa ser discutido”, explica a coach de executivos Margarita Plascencia. “Se a queixa for muito genérica, pode dar a impressão de ‘choramingo’.”

Uma saída pode ser uma reflexão prévia à conversa. Antes de falar com o chefe, o trabalhador pode tentar identificar as razões para o sentimento de sobrecarga, quais são os problemas de sua vida e como ele próprio organiza a energia para o trabalho. Após essa análise, pode ser a hora de marcar uma conversa para discutir as soluções.

Toda a preparação não elimina, no entanto, a possibilidade de momentos constrangedores. “Se o empregado não se coloca da maneira correta, pode dar a impressão de que não está se esforçando o suficiente e de que não pensa na equipe como um todo”, diz Scott Moss, presidente da construtora Moss, de Fort Lauderdale, na Flórida.

Isso não quer dizer, segundo o executivo, que seria melhor o funcionário ficar calado. “Prefiro que eles digam o que sentem do que ver a empresa sofrer.”

Fonte: http :// www. estadao .com .br / noticias / impresso ,como-escolher-a-hora-certa–de-discutir-a-carga-de-trabalho-,1025331,0.htm

COMO FUNCIONA O FGTS E COMO FAÇO PARA SACAR DINHEIRO DO FUNDO?

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O que é o FGTS? 

O governo federal criou o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) com o objetivo de formar uma reserva de dinheiro para o trabalhador. As contas de FGTS de todos os trabalhadores ficam na Caixa Econômica Federal (CEF). A soma de todas estas contas dá origem a uma única. Assim, quando o governo fala da utilização de recursos do FGTS está se referindo a essa conta.

Os recursos dela são utilizados pelo governo na área de habitação popular, saneamento básico e infra-estrutura urbana, como a pavimentação de estradas. Dessa forma, o dinheiro da conta do FGTS de cada trabalhador não fica parado na CEF.

De qualquer maneira, independentemente de onde o governo esteja aplicando os recursos do FGTS, todo trabalhador tem direito de sacar o dinheiro referente a sua conta quando é demitido sem justa causa, aposenta-se, quer comprar uma casa ou apartamento ou em caso de doença grave, como câncer e Aids.

Quem tem direito ao FGTS? 

Trabalhadores regidos pela CLT (Consolidação das Leis de Trabalho), trabalhadores rurais, temporários (trabalhadores urbanos contratados por uma empresa para prestar serviços por determinado período), avulsos (quem presta serviços a inúmeras empresas, mas é contratado por um sindicato e, por isso, não tem vínculo empregatício, como estivadores), os diretores não-empregados (empresas sujeitas ao regime da legislação trabalhista podem equiparar seus diretores não-empregados aos demais trabalhadores sujeitos ao regime do FGTS) e atletas profissionais (como os jogadores de futebol).

Quem tem empregada doméstica pode escolher pagar ou não o FGTS dela. Não há obrigatoriedade, mas se o patrão decide pagar, deve cumprir com isso enquanto a empregada trabalhar em sua residência.

Caso o patrão interrompa o recolhimento antes do término do contrato de trabalho, vai se tornar inadimplente perante o FGTS. Assim, o empregado poderá pedir esses recolhimentos na Justiça do Trabalho. O FGTS é pago pelo patrão, o trabalhador não pode pagar por conta própria.

Quem paga o FGTS? 

Os depósitos mensais para o FGTS são de responsabilidade do patrão e devem ser realizados, obrigatoriamente, na conta do FGTS de cada trabalhador. Quando o patrão começa a recolher o dinheiro para o fundo, a CEF abre uma conta do FGTS do trabalhador. Esses depósitos devem corresponder a 8% do salário da pessoa.

Por lei, todas as empresas têm um aplicativo distribuído pela CEF que é o Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (Sefip). Nesse programa, mensalmente, o patrão preenche os dados do trabalhador e envia essas informações para a Caixa pela Internet por meio do programa Conectividade Social.

Na CEF, o empregador deve se cadastrar nesse serviço para ter acesso pelo site. Pelo Sefip, o patrão emite e imprime na própria empresa a Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP) por meio da qual paga o FGTS em uma agência da CEF.

Os patrões de empregada doméstica que queiram pagar o FGTS podem utilizar o Sefip para emitir a GFIP ou comprá-la em papelarias. É por meio da Guia que o patrão paga o FGTS da empregada em uma agência da Caixa. O Conectividade Social só é oferecido para empresas.

Os empregadores podem baixar o Sefip e o Conectividade Social no site da CEF.

Como verificar se o patrão está pagando corretamente o FGTS? 

O trabalhador pode acompanhar se o patrão está pagando corretamente o FGTS:

  • Por meio do extrato bimestral de sua conta do FGTS, que é enviado por correio para sua casa
  • Por consulta no site da Caixa. Para isso, será necessário informar o Número de Identificação Social – NIS (PIS/Pasep/NIT).
  • Nos caixas eletrônicos instalados nas agências da CEF. Todos os terminais de atendimento possuem a opção consultar saldo ou extrato do FGTS por meio do cartão do cidadão.

    No caixa eletrônico, o trabalhador deverá inserir o cartão, digitar a senha e escolher a opção Extrato Social. Em seguida, deve escolher Créditos Complementares do FGTS ou Extrato do FGTS.

    Caso não esteja com o cartão, o trabalhador pode acessar o serviço com o número do PIS e a senha do cartão. No caixa, a pessoa deve apertar a tecla enter, digitar o número do PIS e a senha do cartão. Depois, escolher a opção Extrato Social e, em seguida, Créditos Complementares do FGTS ou Extrato do FGTS.

    Nestes dois últimos casos, é necessária a senha de um cartão que o trabalhador faz na CEF. Para obtê-lo, o trabalhador pode ir a qualquer agência da CEF levando a carteira de trabalho, RG e um comprovante de residência.

    Para consultar o saldo pela Internet, não é necessário ter a senha do Cartão do Cidadão, pois o trabalhador poderá cadastrar uma senha provisória no momento do acesso. Mas para consultar o extrato na Web é necessário que o trabalhador possua a senha do Cartão do Cidadão (para ter a senha, tem que ter solicitado o cartão do cidadão).

    Quando pode ser utilizado o FGTS? 

    O FGTS pode ser sacado pelo trabalhador nas seguintes situações:

  • Aposentadoria
  • Compra de casa própria
  • Demissão sem justa causa
  • Morte do patrão e fechamento da empresa
  • Término do contrato de trabalho de um trabalhador temporário
  • Falta de atividade remunerada para trabalhador avulso por 90 dias ou mais
  • Ter idade igual ou superior a 70 anos
  • Doenças graves (como Aids ou câncer) do trabalhador, sua mulher ou filho, ou em caso de estágio terminal em qualquer doença

Como sacar o FGTS?

O FGTS pode ser sacado em qualquer agência da CEF. As regras e os documentos variam conforme a razão para o saque. No caso de demissão, por exemplo, o trabalhador deve ir até o banco com RG, carteira de trabalho e Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT). O saque pode ser feito em até 5 dias úteis após a solicitação dele pelo trabalhador.

As contas do FGTS têm rendimento? 

A atualização das contas vinculadas é mensal, sendo o índice composto por TR (Taxa Referencial) + 3% ao ano.

A atualização ocorre no dia 10 de cada mês, utilizando-se para tal o saldo do dia 10 do mês anterior, deduzindo-se os débitos que por ventura ocorreram na conta no período de 11 a 09 do mês do crédito.
Ex.: A atualização em 10/09 utiliza o saldo de 10/08, deduzindo os débitos ocorridos (por exemplo, se a pessoa tiver usado recursos de sua conta do FGTS para compra de casa) entre os dias 11/08 a 09/09.

Telefone e site para dúvidas

As dúvidas sobre FGTS podem ser tiradas de segunda a sexta-feira, das 7h às 20h, exceto feriados, pelo telefone 0800 – 726 0101.
Também há informações no site

Fonte: http: // economia. uol.  com. br / financas-pessoais / guias-financeiros /guia-como-funciona-o-fgts-e-como-faco-para-sacar-dinheiro-do-fundo.htm

10 ATITUDES PARA SER MAIS PRODUTIVO

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Apesar de ter uma jornada de trabalho semanal maior que muitos países, o brasileiro é menos produtivo, segundo a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Aumentar a produtividade é um método importante para garantir resultados melhores, mas, segundo o sócio da PROFF Gente & Gestão, Cassio Quintao, o brasileiro tem dificuldade para organizar seu tempo, administrar pessoas e delegar tarefas. ‘A boa notícia é que é possível aprender técnicas para se organizar melhor e aumentar a produtividade”, explica Quintao.

O executivo listou 10 atitudes que devem ser tomadas para aumentar a produtividade, confira:

1) Faça listas

Para otimizar o seu tempo, tenha sempre em mente – e num lugar bem visível na sua mesa – uma lista de tarefas de curto e médio prazo. Estabelecer metas para o primeiro semestre do ano, por exemplo, é totalmente viável, e definir, no início do expediente, quais serão as tarefas diárias, deve ser a primeira atividade ao chegar ao local de trabalho

2) Estabeleça suas prioridades

Não adianta estabelecer mais metas do que será possível realizar. Ao longo da jornada de trabalho podem surgir contratempos que devem ser resolvidos imediatamente. “Para não terminar o dia com a sensação de que não conseguiu estabelecer todas as metas do dia, organize-se para ter sempre uma lista pequena, mas que dê conta de um dia inteiro de trabalho”, afirma Quinta

3) Faça uma coisa de cada vez

É tentador realizar várias tarefas ao mesmo tempo. Mas não se engane, se concentrar em uma atividade de cada vez é muito mais produtivo

4) Desconecte-se

Reserve uma hora do seu dia para fechar sua caixa de e-mails e perfis em redes sociais. Nesse tempo, você pode se concentrar em uma atividade sem distrações

5) Tenha uma pausa

É importante fazer pausas curtas depois de longos períodos dedicados a uma única tarefa. Além disso, o momento de descanso é ótimo para se relacionar com colegas de trabalho e ter novas ideias

6) Delegue funções

Essa é uma atividade que não aprendemos em nenhum momento da formação acadêmica, mas que é muito importante para a produtividade e o bom relacionamento de uma equipe

7) Faça menos reuniões e tenha mais soluções

Reunir-se com os colegas de trabalho é importante para a troca de ideias e o estabelecimento de metas comuns, porém, nem sempre uma reunião é produtiva. Faça uma pauta com os assuntos a serem discutidos, seja objetivo e incentive seus colegas a fazerem o mesmo. Deixe as banalidades para serem conversadas após o expediente

8) Estude

Para o executivo, investir no desenvolvimento pessoal através de treinamentos e cursos ajuda a trazer novas ideias para o trabalho, a aumentar a rede de contatos e potencializa os resultados

9) Relaxe

Uma boa noite de sono, um final de semana relaxante e atividades desestressantes realizadas nos horários vagos ajudam a aumentar a produtividade no ambiente de trabalho

10) Saiba a hora de parar

“Ficar além do horário pode ser necessário às vezes, mas não faça disso uma rotina”, explica Quintao. O correto é conseguir realizar todas as atividades na jornada de trabalho. Para conseguir isso, use as listas mencionadas anteriormente

Fonte:http:// dinheiro.br.msn.com /fotos / falta- tempo -10 -atitudes -para -ser -mais- produtivo -em- 2015 #image=1

O QUE VALE MAIS A PENA, TRABALHAR COMO CLT OU PJ?

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Já faz algum tempo que o modelo de prestação de serviços como Pessoa Jurídica vem sendo adotado no Brasil, mas nos últimos anos essa prática – iniciada principalmente na área de tecnologia – tem se tornado mais comum também em outros setores. Do lado profissional, cada uma dessas modalidades de trabalho traz vantagens e desvantagens, mas antes de entrar nessas diferenças é preciso entender em quais situações elas se aplicam.

“A CLT estabelece que empregado é a pessoa física que presta serviços de forma personalizada, ou seja, que não pode ser substituído por outro, por vontade própria do trabalhador”, explica Fabíola Marques, sócia da Abud Marques Advogados Associados. Além disso, o empregado deve prestar serviços de forma habitual, continuada. “É fundamental também que ele esteja subordinado ao empregador e que receba salário como contraprestação dos serviços prestados.”

Já a prestação de serviços via PJ só é legalmente permitida quando os serviços a serem prestados e a forma dessa prestação de serviços autorizam esse tipo de contratação. “Por definição, um PJ deve ter independência na prestação de serviços e deve atender vários clientes”, resume Leticia Ribeiro C. de Figueiredo, advogada do Grupo Trabalhista e Imigração do Trench, Rossi e Watanabe. “A prestação de serviços é eventual, não há cumprimento de horário, nem hierarquia. Portanto, não se sujeita a PJ às ordens do tomador de seus serviços”, complementa Ari Arriola, da Arriola Advogados. Dessa forma, a empresa ou pessoa para quem se presta os serviços não pode, por exemplo, aplicar penalidades como advertência.

Embora a contratação de prestadores de serviços por meio de suas empresas seja possível, essa estrutura não pode ser utilizada para substituir a contratação regular por meio de folha de pagamento. “Não se pode escolher a forma de contratação, a lei não é facultativa”, alerta Leticia. Portanto, se houver pessoalidade, habitualidade, subordinação e onerosidade, o profissional deve ser necessariamente contratado como empregado. “As vantagens são o pagamento de horas extras, férias, 13º salário, FGTS, anotação na CTPS etc.”

É justamente por conta dos benefícios garantidos pela CLT que muitas empresas acabam contratando, de forma imprópria, profissionais pelo sistema PJ. “Hoje é comum ver muitas empresas exigindo que empregados abram empresas, ou seja, se tornem pessoas jurídicas só para fraudar a legislação trabalhista, reduzindo seus encargos”, diz Ari. O advogado alerta que o risco que há para o empregador é que, se provado na Justiça que a suposta pessoa jurídica era de fato empregado, ele será condenado a pagar tudo o que deixou de pagar, acrescido de multas, juros e correção monetária. Ou seja, a contratação inicialmente mais barata pode acabar saindo bem mais cara no final.

Veja abaixo as principais diferenças entre quem é contratado por CLT e quem presta serviços como PJ:

Salário: em geral o empregado com carteira assinada recebe menos que um PJ. Há casos em que a diferença, para um mesmo tipo de trabalho, ultrapasse os 200%. Mas para efeitos de comparação do que vale mais a pena o ideal é calcular sempre quanto se ganha por ano em cada uma das modalidades, contabilizando aí todos os benefícios e descontando-se os impostos e contribuições.

Benefícios: o contratado CLT recebe uma série de benefícios previstos em lei, como vale transporte, vale refeição, férias remuneradas de 30 dias, 13º salário, aviso prévio, FGTS, seguro desemprego, licenças saúde, maternidade e paternidade e 15 dias de salário em caso de acidentes. Já o prestador de serviços, legalmente falando, não tem direito a nada disso. Na prática o que acontece é que algumas empresas acabam negociando com o PJ o repasse de alguns desses benefícios, em especial as férias.

Impostos: enquanto o contratado CLT tem os impostos que incidem sobre sua parte (como INSS, por exemplo) descontados diretamente na folha de pagamento, o PJ é responsável por recolher esse e outros tributos, como os que incidem sobre a nota fiscal emitida e que variam de acordo com a atividade do PJ e o modelo de tributação da empresa constituída (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real). Normalmente um contador também precisa ser contratado para auxiliar nos trâmites de abertura da empresa e, posteriormente, nas contas mensais e declarações devidas. Ou seja, é mais um gasto que entra na conta do PJ.

Flexibilidade: como citado anteriormente, por não ter vínculo com o contratante, o PJ possui maior flexibilidade que o empregado CLT no que diz respeito aos horários e ao próprio local de trabalho, que muitas vezes acaba sendo sua própria residência. Além disso, tem a possibilidade de prestar serviços para outras empresas e, assim, diversificar a fonte de seus rendimentos.

Fonte: http://msn.clickcarreira.com.br/querocrescer/2012/12/4/5012/vale-a-pena-ser-pessoa-juridica.html

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