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CIENTISTAS DESENVOLVEM TELA DE SMARTPHONE INQUEBRÁVEL

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Cientistas da Universidade de Akron, nos Estados Unidos, desenvolveram uma tela para smartphones a partir de eletrodos transparentes, o que a torna inquebrável.

Segundos os cientistas, o revestimento da maioria dos smartphones é feito com uma substância condutiva de óxido de estanho, também utilizada em televisores de plasma, LCD e outros dispositivos, porém ela é cara e frágil.

De acordo com o professor-assistente de ciência polímera Yu Zhu, que descreveu um método de criar telas a partir de eletrodos de metal fundido em uma camada de polímero, a tela desenvolvida é altamente resistente, praticamente inquebrável e barata. Além disso, Zhu espera que o método sirva para competir no mercado com o óxido de estanho, resolvendo de vez o problema das telas de smartphones rachadas.

Fonte:www . uakron . edu/im/online-newsroom/news_details . dot?newsId=118f583a-986c-497c-b45d-c3ea152cd362

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CIENTISTAS USAM SUPER MARIO 64 PARA DESCOBRIR QUE VIDEOGAME FAZ BEM AO CÉREBRO

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Segundo a pesquisa, os games ajudam a desenvolver a memória e a coordenação motora, além de auxiliar no tratamento de Alzheimer

Sempre que aquela sua tia falar pra você parar de perder tempo com os games, mostre pra ela a pesquisa da Charité University Medicine St. Hedwig-Krankenhaus, da Alemanha, que mostra que jogar videogame faz bem para o cérebro.

De acordo com a pesquisa, feita em parceria com o Instituto Max Planck para Desenvolvimento Humano, jogar desenvolve as regiões do cérebro responsáveis pela orientação espacial, formação de memória, coordenação motora e até planejamento estratégico.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores separaram dois grupos de adultos e escalaram o nosso amigo Mario para os testes. Um grupo de adultos jogou Super Mario 64 diariamente por 30 minutos, ao longo de dois meses. O outro grupo ficou sem jogar no mesmo período. Usando ressonância magnética, os cientistas descobriram que o grupo dos jogadores apresentou aumento da massa cinzenta, local em que as células nervosas estão situadas.

O aumento da massa cinzenta, segundo os resultados da pesquisa, foi observado no hipocampo direito, no córtex pré-frontal direito e no cerebelo. Nós não entendemos muito o que esses termos querem dizer, mas os pesquisadores garantem que essas regiões do cérebro estão diretamente ligadas a funções como navegação espacial, formação de memória, coordenação e planejamento.

“Isso prova que regiões específicas do cérebro podem ser treinadas usando games”, afirmou Simone Kühn, líder da pesquisa. Segundo a cientista, os resultados mostram que os games podem ser usados para tratamento de pacientes com stress pós-traumático ou mal de Alzheimer, por exemplo.

fonte:http: // jogos .br. msn. com/ culturagamer/cientistas-usam-super-mario-64-para-descobrir-que-videogame-faz-bem-ao-cerebro

CIENTISTAS DESCOBREM MUTAÇÕES QUE DÃO ORIGEM A TIPOS COMUNS DE CÂNCER

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Cientistas britânicos descobriram mutações que dão origem à maioria dos tipos mais comuns de câncer. Eles consideram um passo promissor na busca por um tratamento mais eficaz contra a doença.

Foi como um trabalho de detetive: usando poderosos computadores e amostras de sete mil tumores, os cientistas seguiram o rastro do câncer em busca de pistas.

Os pesquisadores descobriram 21 tipos de mutações genéticas, chamadas por eles de “assinaturas”, que estão por trás de 97% das 30 formas mais comuns de câncer.

Já se sabe que o cigarro, o excesso de sol e o envelhecimento provocam alguns tipos de câncer, mas falta descobrir muitos outros fatores que causam mutações nas células do nosso corpo para que elas virem tumores.

“Algumas dessas mutações são específicas de certos tipos de câncer. Mas outras aparecem em vários casos”, diz a pesquisadora Selena Mik-Zainal.

Uma delas seria causada por uma classe de enzimas, responsável por defender o corpo de vírus. Elas modificam os vírus para impedir que eles se reproduzam, mas teriam um duplo papel, mudando também as nossas células e levando à formação do câncer.

Segundo os cientistas, a descoberta pode levar à criação de novos medicamentos, ao diagnóstico cada vez mais precoce e à prevenção mais eficiente. Ao saber o que causa as mutações, podemos evitar que elas aconteçam.

Fonte: http: // g1. globo. com /jornal-nacional /noticia /2013 /08 / cientistas-descobrem-mutacoes-que-dao-origem-tipos-comuns-de-cancer.html

CIENTISTAS PRODUZEM PRIMEIRO HAMBÚRGUER DE LABORATÓRIO

Hamburguer de laboratório

O primeiro hambúrguer feito em laboratório foi apresentado e degustado nesta segunda-feira (5), numa conferência científica em Londres.

Cientistas holandeses utilizaram células retiradas de uma vaca para reconstituir os músculos de carne bovina, que foram combinados a outros ingredientes para fazer o hambúrguer.

Os pesquisadores dizem que a tecnologia poderia ser uma forma sustentável para suprir a crescente demanda por carne.

Mas críticos da ideia dizem que comer menos carne seria o jeito mais fácil para compensar a já prevista falta de comida no mundo.

Segurança alimentar

A BBC obteve acesso exclusivo ao laboratório em que o projeto para produzir a carne foi implementado ao custo de cerca de R$ 750 mil.

Na Universidade de Maastricht, na Holanda, a pouco mais de 200 km da capital Amsterdã, o cientista à frente do experimento destaca a preocupação ambiental do estudo.

“Vamos apresentar ao mundo o primeiro hambúrguer feito em laboratório a partir de células. Estamos fazendo isso porque a criação animais para abate não é boa para o meio ambiente, não vai suprir a demanda mundial (por comida) e também não é boa para os próprios animais”, ressalta Mark Post, professor da Universidade de Maastricht.

Para Tara Garnett, que é chefe da Food Policy Research Network (um centro de pesquisas da área de alimentos) da Universidade de Oxford, na Inglaterra, os tomadores de decisão precisam olhar além das soluções técnicas na área de segurança alimentar.

“Nós temos uma situação onde 1,4 bilhão de pessoas no mundo ficam obesas da noite para o dia e, ao mesmo tempo, um bilhão de pessoas no mundo todo vão para a cama com fome”, ressalta.

MODO DE FAZER

1. Os cientistas começam extraindo células do músculo de uma vaca
2. No laboratório, as células são colocadas numa cultura – solução – com nutrientes para promover o crescimento e multiplicação das células
3. Três semanas depois, as mais de um milhão de células-tronco geradas são divididas e colocadas em recipientes menores
4. As células já crescidas se transformaram em pequenas tiras de músculo de aproximadamente um centímetro de comprimento e apenas alguns milímetros de espessura
5. As pequenas tiras são então coletadas e juntadas em pequenos montes, que, então, são congelados
6. Quando alcançam uma quantidade suficiente, elas são descongeladas e compactadas na forma de um hambúrguer antes de serem cozidas
7. O primeiro hambúrguer testado também leva açafrão, caramelo e suco de beterraba para dar cor e sabor

Fonte: Universidade de Maastricht

“Isso é simplesmente estranho e inaceitável. As soluções não se estabelecem na produção, mas na mudança dos sistemas de suprimento e acesso, com barateamento. E mais e melhores alimentos para pessoas que precisam deles”, critica.

A receita

As células-tronco são as “mestres” do corpo humano, que podem se desenvolver em tecidos em diversas formas, tais como nervos e pele.

A maioria dos centros de pesquisa atuando nessa área de estudos tenta reproduzir tecidos humanos que possam ser usados para transplantes, reparando danos em músculos, nervos e cartilagem.

Os cientistas da Holanda querem utilizar técnicas similares para produzir músculo e gordura dos alimentos.

O professor Mark Post começou extraindo células do músculo de uma vaca. No laboratório, as células são colocadas numa cultura – solução – com nutrientes para promover o crescimento e multiplicação das células.

Três semanas depois, as mais de um milhão de células-tronco geradas são divididas e colocadas em recipientes menores onde elas se tornam pequenas tiras de músculo de aproximadamente um centímetro de comprimento e apenas alguns milímetros de espessura.

As pequenas tiras são então coletadas e juntadas em pequenos montes, que então são congelados. Quando alcançam uma quantidade suficiente, elas então são descongeladas e compactadas na forma de um hambúrguer antes de serem cozidos.

Tem gosto bom?

Os cientistas tentaram recriar a carne, que inicialmente tinha a cor branca, da maneira mais autêntica possível.

A professora Helen Breewood, que atua com Post nos estudos, vem tentando fazer com que o músculo criado em laboratório fique vermelho adicionando um composto existente na carne de verdade chamado mioglobina.

“Se não se parece com a carne normal, se não tem gosto de uma carne normal, não se tornará viável”, afirma Breewood.

No momento, porém, este é um trabalho em progresso. O hambúrguer a ser apresentado hoje foi colorido com suco de beterraba. Os pesquisadores também adicionaram farinha de pão (ou farinha de rosca), caramelo e açafrão, que ajudam no sabor.

Até o momento, os cientistas podem apenas produzir pequenos pedaços de carne por vez. Quantidades maiores iriam requerer um sistema circulatório para distribuir nutrientes e oxigênio.

Os primeiros resultados sugerem que o hambúrguer não terá gosto tão bom, mas Breewood espera que ele tenha um sabor “bom o bastante”.

Sofrimento animal

A pesquisadora Helen Breewood, apesar de atuar no projeto para produzir carne em laboratório, é vegetariana e acredita que a produção de carne gasta muitas fontes de energia. Ela afirma que se comesse carne, iria preferir a feita em laboratório.

“Muita gente considera carne feita em laboratório repulsiva num primeiro momento. Mas se eles soubessem o que acontece nos abatedouros para a produção de carne normal, também achariam repulsivo”, ressalta.

Numa nota, representantes do grupo Pessoas pela Ética do Tratamento aos Animais (People for the Ethical Treatment of Animals – Peta) ressaltaram os benefícios da carne de laboratório.

“[Carne de laboratório] irá favorecer o fim de caminhões cheios de vacas, frango, abatedouros e fazendas de produção. Irá reduzir a emissão de gases de carbono, economizar água e fazer a rede de suprimento de alimentos mais segura”, destacou a nota do Peta.

Mas a escritora especializada em alimentos Sybil Kappor diz que sentiria dificuldades em comer a carne de laboratório. “Quanto mais longe você vai do normal, de uma dieta natural, mais corre riscos de saúde e outras questões”, ressalta.

O último levantamento das Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas sobre o futuro da produção de alimentos mostra crescimento da demanda por carne na China e Brasil – e o consumo só não cresce mais porque muitos indianos mantêm a dieta amplamente vegetariana por costume cultural.

Assim, há o risco de que a carne produzida em laboratório seja uma aparente solução, cheia de problemas.

Fonte: http: // noticias. uol. com. br /ciencia / ultimas-noticias /bbc /2013 /08 /05 /cientistas-produzem-primeiro-hamburguer-de-laboratorio.htm

CIENTISTAS ANUNCIAM CURA FUNCIONAL DO HIV EM CRIANÇA NOS EUA

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Paciente de dois anos foi tratado com drogas antivirais nos primeiros dias de vida e não tem mais níveis detectáveis do vírus da AIDS

Cientistas do Centro da Criança Johns Hopkins, de Nova York, das universidades do Mississipi e de Massachusetts apresentaram neste domingo em uma conferência nos Estados Unidos o que chamaram do primeiro caso de uma “cura funcional” de uma criança infectada pelo HIV. O paciente de 2 anos foi tratado com drogas antivirais nos primeiros dias de vida e não tem mais níveis detectáveis do vírus nem sinais da doença. A criança não recebe mais tratamento contra aids há 10 meses.

Segundo os pesquisadores, o paciente recebeu uma terapia antirretroviral nas primeiras 30 horas de vida. Os pesquisadores afirmam que a pronta administração dos medicamentos pode ter levado à cura do bebê por ter impedido a formação de “reservas” do vírus – células dormentes responsáveis por reiniciar uma infecção de HIV semanas após a interrupção da terapia tradicional com o coquetel.

“A pronta terapia antirretroviral em recém-nascidos que começa nos primeiros dias de exposição (ao vírus) pode ajudar crianças a limpar o vírus e alcançar uma remissão de longo prazo, sem (a necessidade de) um tratamento por toda vida, ao prevenir a formação de tais esconderijos virais”, diz Deborah Persaud, do Johns Hopkins, que participou do estudo.

A criança que passou pelo tratamento recebeu o HIV da mãe. O tratamento nas primeiras horas de vida resultou em um decréscimo gradativo da presença do vírus no organismo do paciente. Com 29 dias, o bebê não tinha mais níveis detectáveis do micro-organismo no sangue. Com 18 meses, o tratamento foi interrompido e, 10 meses após a interrupção, novos testes não conseguiram detectar a presença do HIV.

Atualmente, recém-nascidos de alto risco (cujas mães têm infecções pouco controladas ou cuja infecção foi descoberta próxima ao parto) recebem uma combinação de antivirais e em doses profiláticas para prevenir a infecção durante seis semanas e, se o vírus for detectado, começam o tratamento tradicional com o coquetel de drogas. O novo estudo pode mudar essa prática, já que mostra a cura potencial do tratamento nas primeiras horas de vida.

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O próximo passo, afirmam os cientistas, é descobrir se o caso é uma resposta muito incomum ou algo que possa ser replicado em demais pacientes. Os pesquisadores destacam que existe somente um caso de cura “esterilizadora” conhecido do HIV, de um paciente que recebeu um transplante de medula.

Em nota, os Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) afirmam que este é o primeiro caso bem documentado de uma criança que – aparentemente – foi “funcionalmente” curada de uma infecção de HIV, ou seja, sem níveis detectáveis do vírus e sem sinais da doença na falta de terapia contra o mal – ao contrário da cura “esterilizadora”, na qual todos os traços do vírus são completamente erradicados do corpo, mesmo em testes ultrassensíveis. A instituição destaca, contudo, que são necessárias mais pesquisas para entender se o caso pode ser replicado em testes clínicos com outras crianças infectadas pelo HIV.

“Apesar do fato que pesquisas nos deram as ferramentas para evitar a transmissão mãe-filho do HIV, muitas crianças infelizmente nascem infectadas. Neste caso, aparentemente nós temos não apenas um desenlace positivo para esta criança em particular, mas também uma pista promissora para pesquisa adicional para curar outras crianças”, diz em nota Anthony S. Fauci, diretor do Instituto Nacional para Alergias e Doenças Infecciosas dos NIH.

Fonte: http: // noticias .terra .com .br /ciencia /pesquisa /cientistas-anunciam-cura-funcional-do-hiv-em-crianca-nos-eua, 10b6b4402623d310 Vgn VCM4000009bcceb0aRCRD.html

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