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DIA MUNDIAL DA SAUDAÇÃO

Por Djanira Felipe

downloadSaudação uma palavra substantivo feminino e que tem por significado a ação de saudar, gesto ou palavra de cumprimento. Parece tão natural relacionar o ato de saudar a um efeito de ser educado, promover a aproximação das pessoas e criar vínculos de relacionamentos de amizades e convivências salutares.

Cumprimentar a família, colegas de escola, faculdade, pessoas em geral em locais nos quais chegamos, e no dia a dia poderia ser rotineiro, inclusive o cumprimento aos colegas de trabalho. Citei exemplos de grupos, mas na realidade a humanidade deveria adquirir o hábito de saudar já mencionado acima com a ideia de efeito de educação.

O que percebo no cotidiano é que o ente humano é complexo demais, as vezes contraditório e vive em constantes conflitos. Cada um traz em si experiências e reminiscências que, se analisadas justificam muitas atitudes e posturas adotadas.

Sempre questionei a cada vez que ao chegar no trabalho e falar: – Bom dia, algumas pessoas não responderem e em certos casos ainda se aborrecerem pelo fato de eu inquirir as razões pelas quais não retribuíram a minha saudação. Do mesmo modo que em alguns casos isolados percebi perfeitamente o estado de concentração da pessoa a ponto de ficar alheia ao que ocorre ao seu redor. E ainda existem situações em que a pessoa tem limitação de estar fazendo algo e o simples fato de responder comprometeria a linha de raciocínio e afetaria o resultado da ação em andamento.

Hoje tenho a oportunidade extraordinária de expressar as minhas considerações sobre o assunto que atualmente não me causa nenhum incomodo se respondem ou não. Continuo fazendo a minha parte sem querer moldar ninguém e respeitando os comportamentos.

Tenho um blog e adquiri o hábito de postar matérias referentes a algumas datas comemorativas importantes. Primo pela qualidade das postagens que, geralmente são de interesse da sociedade e que de alguma forma incitem a motivação das pessoas a promoverem ações pelo bem comum. Então me deparei com o Dia Mundial da Saudação, 21 de novembro, e fui procurar o motivo da sua existência. No http://www.calendarr.com/brasil/dia-mundial-da-saudacao/ diz que 180 países comemoram este dia com o objetivo de celebrar a importância de uma saudação na preservação da paz, e que o ato de saudar ou cumprimentar outra pessoa tem forte significado e é capaz de apaziguar conflitos e criar ambientes saudáveis. Criado em 1973, por Brian McCormack e Michael McCormack, como uma resposta ao conflito entre o Egito e Israel. E que neste dia, todas as pessoas que gostariam de participar são encorajadas a saudar pelo menos 10 pessoas. Além disso, muitas pessoas aproveitam este dia para enviar mensagens para líderes mundiais, encorajando-os a utilizar medidas pacíficas para a solução de conflitos.

No Brasil basta investir na educação que a saudação passará a ser uma atitude natural porque aqui o que falta mesmo é a base de tudo: educação!

Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz.  Escritora/Poeta – Acadêmica Titular – Cadeira 65 da Litteraria Academiae Lima Barreto

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EFÉSIOS 6.10.19 – MINHA INTERPRETAÇÃO.

QUERIDOS AMIGOS E LEITORES, ESCREVEREI ESTE TEXTO E DEDICAREI A TODOS VOCÊS, QUE CONSIDERO IRMÃOS EM CRISTO JESUS: – Efésios 6 10 19 – Minha Interpretação 

BÍBLIA

Uma amiga muito querida me indicou duas leituras bíblicas – a primeira está em (Isaías 54:17), publiquei uma breve mensagem no facebook a respeito. A segunda está em EFÉSIOS 6.10-19, e trata-se de um assunto que tem por título A Armadura de Deus. Após ler entendi o porquê da indicação. E esclareço desde já que a minha interpretação independe da Religião. Deus na sua infinita misericórdia não trata com privilégios as pessoas pela sua crença, raça, sexo ou qualquer outro rótulo que os humanos apreciam, e por vezes cometem injustiças em nome de Deus, inclusive.

A Armadura de Deus versa sobre a extraordinária oportunidade de se obter o conhecimento de como ficar fortalecido e sentir o poder de Deus atuar em favor da nossa proteção, principalmente nos momentos difíceis da vida. Caberá a cada um ler e interpretar de acordo com a sua realidade.

Acredito que todos nós estamos expostos às tentações que emanam de diferentes fontes. Na vida temos que viver com arte e como se estivesse na guerra, porque haverá sempre motivos para vestir a Armadura de Deus e vencer os inimigos visíveis e invisíveis. Os invisíveis são os sentimentos que provocam mal estar, porém, não são palpáveis, são os piores de se combater. Creio que somente pela força da oração. O importante é ficarmos Firmes nos princípios da verdade e da justiça.

Outro ponto essencial é fundamentar a nossa crença com os pés calçados na preparação para o entendimento e disseminação do Evangelho da Paz, ou seja, todos podem e devem falar de Deus uns aos outros. Deus é Amor. E para o Amor não se faz necessária licença, contudo, o bom senso. Falar do Evangelho não necessariamente significa convencer as pessoas a irem a Igreja, mas sim, incitar a sua vontade de buscar Deus, que está em todo lugar, inclusive em cada um de nós.

É pela oração que nos armamos. O dito: Orai e Vigiai, para mim significa, além de Orar e vigiar, também Olhar, porque é preciso conhecer para aprender, aprender para praticar e dirigir com cautela a Palavra apreendida. Sobretudo quando revestidos pela Fé com A Armadura de Deus. Isto somente é possível por meio do Espírito Santo Consolador.

Por fim, entendi que devemos nos revestir da Armadura de Deus e garantir como soldados na Guerra da vida a proteção Divina e as vitórias, em todos os momentos. E lembrar-se de orar em prol da proteção dos inimigos visíveis e invisíveis para que sejam também revestidos pela Armadura de Deus.

Falar de Deus é algo indescritível. Falar de Deus por toda a minha vida não me cansará. Ouvir falar de Deus por toda a minha vida me alimentará. Sentir Deus por toda a eternidade e Nele Viver! É a Meta!

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz.

Rio de Janeiro, 02 de junho de 2013

22 DE ABRIL DE 2012 – UMA DATA ESPECIAL – UM MARCO EM MINHA VIDA

A Logo marca exposta neste artigo identifica, no mundo inteiro, a Empresa de maior credibilidade do País.

Talvez os amigos leitores não saibam, mas eu tenho a satisfação de exibir no peito, diariamente, no meu crachá de identificação porque faço parte do efetivo desta conceituada Empresa.

Faz 25 anos, hoje, 22 de abril de 2012, que ingressei neste pedacinho de céu plantado na terra, e que tenho a honra de agradecer a DEUS pela extraordinária oportunidade de fazer parte deste time e de ter a consciência de quem, com muito trabalho, dedicação e amor, traduzidos em resultados positivos, que somados aos dos colegas, conduziram a Empresa ao Rol das melhores. Inclusive no quesito respeito ao consumidor perde apenas para a Instituição Família (mais que justo) e Bombeiros.

Das Bênçãos que a vida me trouxe – A EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELEGRÁFOS é a de melhor expressão, porque pela remuneração recebida como consequência do trabalho realizado, com atenção dedicada foi possível estruturar minha vida no Município do Rio de Janeiro, onde resido há mais de trinta anos.

Em 1987 iniciei esta caminhada e dois anos depois tive a oportunidade de assumir a minha primeira Chefia – Função de Confiança. Gerenciei quatro Agências durante oito anos, uma média de dois anos para cada unidade, tempo suficiente para conhecer a situação encontrada em cada uma delas, analisar, planejar, traçar um plano de ações para melhorias e realizar o trabalho junto às equipes, é claro.

Após o período de Gerencias de Unidades fui convidada a exercer a Função de Representante Comercial – Pessoa que trabalha diretamente com as empresas clientes corporativo (com contrato) e varejo (clientes atendidos nas unidades nas modalidades à vista e a faturar por meio de contrato). Desenvolvi as atividades pertinentes a esta função, à época, nas duas Gerências de Negócios: Comercial e Varejo. Atualmente com novas denominações.

A grande tirada é a de que adquiri vasta experiência em atendimento a clientes, negociação, vendas, e tudo que se refere ao trato com excelência aos clientes e prospects.

Nesta função tive a oportunidade de fazer gestão de várias carteiras de clientes, inclusive de Órgãos Públicos, Empresas Privadas e das Forças Armadas. Possivelmente uma das melhores fases da minha vida profissional nos Correios.

Importante ressaltar que em 1987, ao iniciar as minhas atividades na empresa, entrei para manipular cartas – setor de expedição de agências onde se realizam as separações por destinos. E não tinha sequer o segundo grau completo – cuidei em concluir. Enquanto iniciei o processo de aprendizado em atendimento no guichê e outros setores.

A minha determinação em desenvolver as minhas habilidades pessoais, profissionais e a minha Constancia de propósitos conspiraram a favor de alguma forma e a Empresa promoveu a minha Graduação. Optei pelo curso de Administração de Empresas, com ênfase em análise de sistemas, concluído em 2000 – Em 2001, ingressei na primeira Pós-Graduação em Sistemas de Qualidade e Produtividade, seguida da segunda Pós-Graduação em Docência de Ensino Superior, ambas por minha conta.

Contudo, existia latente um sonho maior.  O de me tornar uma profissional de nível superior na empresa. Sonho este realizado em 2006, por meio de Concurso Público, edital de nº 166/2006, no qual fui aprovada em quinto lugar, sendo o universo de seis mil candidatos e vinte e dois aprovados. Desta forma transparente fui reclassificada e sou Analista de Correios Pleno, nova denominação do Cargo de Administrador Pleno.

E, hoje, comemoro e compartilhando com vocês um fragmento da minha trajetória profissional, lembrando que sou cearense de Crato, Extremo Sul do Ceará. Além de Administradora, sou Escritora, Consultora e sou Adesguiana – Formada em 2011, pela ADESG – Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – Delegacia Regional do Rio de Janeiro – XXXVII CEPE – Curso de Estudos de Políticas e Estratégias.

Registro toda a minha gratidão a Deus, minha consideração e apreço a todas as pessoas que fazem parte da minha história, que muito contribuíram para o meu crescimento pessoal e profissional. Aos amigos, colegas de trabalho, chefias imediatas, diretores que são muitos e seria injusto citar nomes.

Alguém deve estar se perguntando: Qual o motivo desta publicação? É simples! Além de comemorar 25 anos nos CORREIOS, quero chamar sua atenção como cidadãos, clientes, fornecedores, empresários para o caos que se instalou no mercado, no que se refere a Atendimento a Clientes, e que me deixa indignada.  

A minha empresa prima pela qualidade ao atendimento ao cliente. E a sua?  

Como especialista no assunto e no papel de cliente afirmo que é com tristeza que verifico a realidade de valor zero atribuído àqueles clientes de todas as áreas e diversos segmentos que na verdade é a verdadeira razão da sua existência. Pense nisso!

Aproveito para comunicar que o meu primeiro livro de poesias “No barulho do meu silencio interior”, editado em 2011, e que é objeto de um Projeto Beneficente de nome – “Poética corrente do bem”, estará sendo autografado em Lançamento Especial no encontro mensal do Grupo PSG – Poeta Saia da Gaveta, no próximo dia 08 de maio, das 19 às 23 horas, na Casa do Bacalhau – Rua Dias da Cruz, 426 – Méier.

 Aproveito para aplaudir o progresso, a passos largos do papel da mulher na sociedade como um todo. Acredito que juntas seremos mais fortes e que todos têm direito a um lugar ao sol.

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

Rio de Janeiro, 22 de abril de 2012.

 

MARCELO CRIVELLA: ECLIPSE JORNALÍSTICA

Caro Ministro MARCELO CRIVELLA, siga em frente na missão que recebeu porque seja como Senador ou Ministro, o senhor é um Político atuante, e por isso, vai causar incômodo pelo simples fato de ser competente. Afinal, nem teve tempo de  pecar no cargo. Tenho acompanhado seu roteiro desde que assumiu. E o que posso dizer é PARABÉNS!

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

Não é possível que a Folha procure detratar alguém por ser “bispo evangélico e cantor gospel”, como se isso me desqualificasse a priori

Todos se lembram quando o maior demagogo da história capitalizou as dificuldades financeiras para envenenar o povo alemão com as quimeras da vingança.

Aí seguiu o fechamento do parlamento, a mordaça na imprensa, a adesão do grande capital e a submissão das forças armadas. Os judeus estavam na primeira fila do ódio do Füher, depois viriam os ciganos, os negros… Era a marcha da insanidade. Como é odioso o preconceito e a que ponto pode chegar!

Li perplexo o ataque que a Folha fez no editorial “Pescaria fisiológica” (4 de abril) ao Ministério da Pesca e Aquicultura e a mim, o ministro, há apenas 28 dias no cargo.

Cabe primeiro, quanto à compra das lanchas, resgatar a verdade do entulho de mentiras e injúrias. São boas e necessárias, e isso foi escrito na ata de recebimento das lanchas por oficiais da Marinha. Convenhamos ninguém entende mais de barco que eles. Demoraram a entrar em uso? Sim. Mas nem todas.

Em visita a Campo Grande, conversei com o coronel Matoso, do Batalhão Florestal, que disse usar diariamente a lancha para reprimir a pesca predatória no Rio Paraguai.

Do mesmo modo, os técnicos do BNDES consideram o potencial de produção de pescado do Brasil, sobretudo na aquicultura, um segundo pré-sal. Irrelevante, portanto, não é o ministério – é o editorial. 

Fosse apenas essa a crítica, paciência, porque se entende a imprensa, mesmo com as suas demasias.

O que não se entende é que a Folha procure detratar a pessoa do ministro por ser “bispo evangélico e cantor gospel”, como se isso me desqualificasse a priori.

E a partir daí, cada letra de cada palavra do editorial, cada palavra de cada linha e cada linha de cada parágrafo escorrem a baba envenenada do preconceito. Na sanha implacável do insulto, insinua que a prática de colocar minhoca no anzol é um imperativo técnico-científico para o exercício do cargo de ministro da Pesca e Aquicultura.

Ora, como se o ministro da Defesa atirasse de canhão, o dos Esportes fosse atleta ou o Serra, quando na Saúde, soubesse aplicar injeção.

O problema, contudo, não é a minhoca. O problema é o “bispo evangélico”. Isso por si só já basta para, em uma trama cerebrina, a Folha maldar que barcos e bispos se compram com o dito fisiologismo do PT.

Ora, devagar. Que o jornal tenha a sua concepção de governo e o perfil de quem deve ou não participar do ministério, é natural e devemos respeitar, ainda que os 77% de aprovação da presidenta, mesmo depois de ter nomeado um ministro evangélico sem o consentimento e a aprovação prévios da Folha, mostrem o contrário.

O que devemos repudiar é que, em plena Semana Santa, o jornal use de sua verve para promover o preconceito contra os evangélicos e, por tabela, contra a liberdade de culto e a livre expressão do pensamento.

Comportamentos do gênero, sabemos pela história, se extravasam sempre na intolerância, na truculência, na opressão e no ódio.

E já não é de hoje que a Folha assume o melancólico papel de vanguarda de uma imprensa facciosa e inimiga jurada dos evangélicos. Como agora nessa espécie de libelo do Santo Ofício da Inquisição.

Será esse o papel da Folha? Capitalizar a indignação popular por supostos escândalos ainda investigados pelo TCU para envenenar seu público numa cruzada contra evangélicos em uma luta fratricida sem ideal, sem nobreza e grandeza?

Que lamentável eclipse jornalístico, tão distante das tradições democráticas que fizeram da Folha o maior jornal do país.

MARCELO CRIVELLA, 54, é ministro da Pesca e Aquicultura  – 16/04/2012 – Artigo do Ministro Crivella na Folha de São Paulo‏.

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