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LOJAS ON-LINE DEMORAM ATÉ 46 DIAS PARA FAZER ENTREGAS, APONTA PESQUISA

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O e-commerce brasileiro pode demorar até 46 dias para fazer uma entrega. A informação faz parte de um levantamento realizado pela Sieve Price Intelligence, especialista de inteligência de preços, entre os dias 27 e 30 de abril, em 10 sites, com ao menos 47 mil combinações entre CEPs das cinco regiões do país e 219 produtos.

Ainda de acordo com o estudo, em média, o e-commerce entrega em até 12 dias os pedidos e também tem prazo mínimo de entrega de um dia. Em relação ao valor, o preço máximo de frete encontrado foi de R$ 1.344 e o médio, de R$ 67. O menor frete cobrado, sem considerar o frete grátis, é R$ 1,50.

Quando analisado o percentual médio do valor do frete sobre o preço do produto, o departamento de bicicletas e fitness tem o maior percentual, com 26%. Em seguida estão os eletroportáteis, com 8%, os refrigeradores e som leve (5% cada) e os queimadores (4%). Os televisores e equipamentos de informática são os que possuem menor percentual: 1% cada. Na prática, isso significa que se uma televisão custar R$ 1 mil, em média, o frete custará R$ 10. O percentual médio de todos os produtos é de 3%.

Por fim, de todas as possibilidades monitoradas, a categoria com maior percentual de frete grátis é a de ferramentas, com 48%. Os televisores e os chamados “linha branca” vêm em segundo lugar, com 30% cada, seguidos dos refrigeradores e eletroportáteis (27% cada). A única categoria analisada que não teve frete grátis foi a de câmeras e filmadoras, com 0%.

Segundo Jefferson Costa, Gerente de Inteligência de Mercado da Sieve, essas informações são essenciais para que o varejista desenvolva uma estratégia de frete e prazo de entrega em campanhas sazonais, para que em alguns produtos ele consiga aumentar a receita de frete e entregar num prazo menor que a concorrência.

 

Fonte: E-commerce News – 08/06/2015

Colaboração Adolpho Ladeira – Analista de Mercado – Panorama Rio ECT

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GERAÇÃO Y LIDERA ACESSOS ÀS REDES SOCIAIS NO BRASIL, APONTA ESTUDOS

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No Brasil, o público das redes sociais é jovem. Um estudo realizado pela Experian Marketing Services em novembro de 2014 aponta que mais da metade (54%) dos usuários de social media do País tem idade entre 18 a 24 anos.

Adultos na faixa dos 25 a 34 anos aparecem em segundo lugar, com 29,8%, enquanto aqueles com 35 a 44 anos têm 12,7% de participação. Os grupos com idade entre 45 e 54 anos e acima dos 55 anos apresentam a menor amostra, com 2,9% e 0,3%, respectivamente.

Em comparação com o mesmo levantamento realizado pela Experian em julho do ano passado, a presença geração millennial aumentou consideravelmente. Naquele mês, jovens brasileiros contabilizaram 24,8% das visitas nas redes sociais.

De acordo com uma pesquisa conduzida pelo Facebook, adolescentes e jovens adultos brasileiros (com idade de 13 a 24 anos) esperam que o conteúdo das marcas seja engajador (81%). E quase sete entre 10 participantes dizem gostar quando anunciantes conversam com eles nas redes sociais.

De forma geral, o eMarketer estima que 78,1 milhões de brasileiros acessaram alguma rede social pelo menos uma vez ao mês em 2014. O número corresponde a 72,6% dos internautas do País, ou a 38,5% da população nacional. Desse grupo, 72 milhões acessaram o Facebook mensalmente, enquanto 12,1 milhões usaram o Twitter com a mesma frequência. A empresa afirma que 53 milhões de pessoas acessaram as redes via mobile ao menos uma vez ao mês no ano passado.

 

Fonte: Proxxima – 20/02/2015

CPI DA ESPIONAGEM APONTA FALTA DE SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA

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Segundo documentos analisados por CPI, Polícia Federal terá dificuldade para comprovar denúncias reveladas em 2013

Instalada no Senado Federal em setembro de 2013, após uma série de revelações de espionagem no Brasil pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) – com base em documentos vazados pelo ex-prestador de serviços da agência norte-americana Edward Snowden -, a CPI da Espionagem não confirmou a “materialidade de crime” relacionada às denúncias divulgadas pela imprensa, com investigações inconclusivas sob essa ótica.

A CPI avalia que a Polícia Federal terá dificuldade para comprovar delito e indícios de autoria.

“Os depoimentos colhidos nos autos do inquérito são todos, infelizmente, muito evasivos, de modo que até então a PF sequer tinha ideia de onde teria sido efetuada a interceptação clandestina: se no território brasileiro, nos cabos submarinos, nos satélites geoestacionários ou se as informações foram simplesmente cedidas pelas empresas de serviços de Internet, a partir de servidores localizados nos EUA”, destaca o relatório.

“Os acontecimentos que motivaram esta CPI assinalam o despreparo do poder público no Brasil para fazer frente às ações de inteligência de outros governos e organizações”, atesta o relatório de 301 páginas, que será divulgado oficialmente na próxima quarta-feira, 9 de abril.

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O relatório da CPI – que foi presidida pela autora do requerimento de criação da comissão, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), e que teve como relator o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) – vai na contramão de declarações da presidente Dilma Rousseff em setembro passado na Assembleia Geral da ONU, em Nova York, quando afirmou que “o Brasil sabe proteger-se”.

Até comunicações de Dilma com seus assessores diretos teriam sido monitoradas pela NSA, de acordo com as denúncias de Snowden.

Ao apontar que há “profunda vulnerabilidade do Estado brasileiro e de nossa população a ações de espionagem” e que isso continuará a ocorrer, a CPI conclama que o país “desenvolva mecanismos de proteção do conhecimento e de segurança cibernética”.

 fonte: noticias . terra . com . br

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