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MCAFEE AFIRMA QUE 87% DOS JOVENS JÁ PRESENCIARAM CYBERBULLYING NAS REDES SOCIAIS

cyberbully

A empresa de segurança de softwares McAfee realizou pesquisa entre norte-americanos de 10 a 18 anos sobre privacidade online e redes sociais, com o objetivo de mostrar como os comportamentos online podem ser prejudiciais para a vida longe do computador.

Segundo a pesquisa, 87% dos entrevistados já presenciaram algum tipo de cyberbullying e outros 27% viram comportamentos cruéis na rede.

Além disso, 72% dos jovens afirmaram que o principal motivo do cyberbullying é a aparência física, seguido por etnia ou religião, com 26%, e 22% por causa da orientação sexual. Entre os pesquisados, 57% disseram reagir com atitudes agressivas e 47% apagaram as contas nas redes sociais.

Apesar do bullying, um a cada três adolescentes relatou se sentir mais confortável para relacionamentos através das redes sociais do que pessoalmente.

Em relação à segurança dos jovens, 52% disseram não se preocupar em desabilitar os recursos de localização por GPS.

Diante dos perigos, a McAfee sugere que os pais a alertem os filhos sobre os riscos de algumas atitudes na rede; que os pais tenham acesso às senhas das contas em redes sociais dos filhos; que os responsáveis saibam sobre o funcionamento das novas tecnologias e conheçam as novidades das redes sociais; e certifiquem-se que os filhos estejam cientes de que as publicações poderão ser vistas por qualquer pessoa, evitando possíveis constrangimentos.

Fonte: www . mcafee . com/us/about/news/2014/q2/20140603-01 . aspx

PLEBISCITO NÃO VALERÁ PARA 2014, AFIRMA PRESIDENTE DA CÂMARA

referendo

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, descartou qualquer possibilidade de um plebiscito sobre a reforma política ter validade já para as eleições de 2014. Considerando que o prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral para a realização da consulta, de 70 dias, torna “inviável” e “impraticável” as alterações entrarem em vigor já no ano que vem, o presidente da Câmara anunciou a criação, ainda hoje, de um grupo de trabalho para elaborar uma proposta de reforma política.

“É uma questão de ordem prática”, resumiu o presidente. “Dentro do prazo que a anualidade constitucional exige, não haveria como fazer o plebiscito para a eleição de 2014. Isso é uma constatação de todos”, afirmou Alves.

Ele complementou que isso não significa que a ideia do plebiscito esteja “enterrada” e disse que a Câmara vai analisar a proposta, desde que parlamentares apresentem as assinaturas necessárias. “Se surgir (a proposta) de plebiscito e conseguir as assinaturas necessária, esta Casa não vai se furtar de examinar, mas sabendo que só valerá para as eleições de 2016”, disse o presidente.

Grupo de trabalho. O grupo de trabalho, considerado por Alves uma “carta de seguro”, será coordenado pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT) e terá 90 dias para apresentar uma proposta de reforma. O resultado da reforma política elaborada por essa comissão, disse o presidente, iria a consulta popular, mas na forma de um referendo.

 Fontes: as informações são do Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado dedicado à cobertura política e do site http: // www. estadao. com. br / noticias / nacional ,plebiscito-nao-valera-para-2014-afirma-presidente-da-camara,1051673,0.htm

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