Arquivo da categoria: Sustentabilidade

21 DE SETEMBRO – DIA DA ÁRVORE

Árvore é vida. Preserve-a!

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05 DE JUNHO — DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

images (1)Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho. Essa data, que foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.

Nessa Conferência, que ficou conhecida como Conferência de Estocolmo, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta. Apesar do grande avanço que a Conferência representou, não podemos afirmar, no entanto, que todos os problemas foram resolvidos a partir daí.

Atualmente existe uma grande preocupação em torno do meio ambiente e dos impactos negativos da ação do homem sobre ele. A destruição constante de habitat e a poluição de grandes áreas, por exemplo, são alguns dos pontos que exercem maior influência na sobrevivência de diversas espécies.

Tendo em vista o acentuado crescimento dos problemas ambientais, muitos pontos merecem ser revistos tanto pelos governantes quanto pela população para que os impactos sejam diminuídos. Se nada for feito, o consumo exagerado dos recursos e a perda constante de biodiversidade poderão alterar consideravelmente o modo como vivemos atualmente, comprometendo, inclusive, nossa sobrevivência.

Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de reciclagem, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de combustíveis fósseis, desperdício de água e esgotamento do solo. Esses problemas e outros poderiam ser evitados se os governantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.

Em razão da importância da conscientização e da dimensão do impacto gerado pelo homem, o Dia Mundial do Meio Ambiente é uma data que merece bastante destaque no calendário mundial. Entretanto, não basta apenas plantar uma árvore ou separar o lixo nesse dia, é necessário que sejam feitas campanhas de grande impacto que mostrem a necessidade de mudanças imediatas nos nossos hábitos de vida diários.

Apesar de muitos acreditarem que a mudança deve acontecer em escala mundial e que apenas uma pessoa não consegue mudar o mundo, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade reivindique o cumprimento das leis ambientais. Todos devemos assumir uma postura de responsabilidade ambiental, pois só assim conseguiremos mudar o quadro atual.

“A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos.”

(Declaração de Estocolmo sobre o ambiente humano – 1972)

Fonte:http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-mundial-do-meio-ambiente-ecologia.htm

10 MOTIVOS PARA VOTAR EM CRIVELLA GOVERNADOR

PROJETO TRANSFORMA DINHEIRO VELHO EM ADUBO

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Cultivar plantas utilizando notas de dinheiro. Essa é a proposta do projeto da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) que visa a reutilização de cédulas velhas de real, como componente na produção de composto orgânico. O projeto é coordenado pelo professor Carlos Costa, do Instituto Socioambiental e Recursos Hídricos (ISARH/Ufra).

O trabalho já tem sete anos de existência e foi idealizado a partir de uma parceria com o Banco Central. Só no Escritório Regional em Belém são aproximadamente 16 toneladas mensais de papel moeda que saem de circulação. Em todo o país, o banco retira de circulação, mensalmente, mais de 110 toneladas de notas de real. Um custo anual que pode chegar a R$ 501,6milhões só de reposição das chamadas “cédulas inservíveis”, que são as notas velhas, rasgadas e rabiscadas, recolhidas e trituradas pelo Banco Central.

Antes essas cédulas iam para lixões ou eram incineradas, mas com criação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece uma série de regras para a destinação do lixo, o “dinheiro velho” precisa seguir algumas normas e ter um outro destino. Alguns projetos no país apresentaram propostas para reutilização dessas cédulas e tem o convênio com o Bacen. Um deles é o da Ufra, pioneiro no Brasil ao utilizar as cédulas em produto utilizável na agricultura.

TÉCNICA

A partir da técnica da compostagem, são misturadas 10% de cédulas de real trituradas, 50% de palhada (capim, palha comum) e 40% de horti-fruti (restos de frutas e verduras que são descartados) que se transformam em adubo orgânico. Segundo Carlos Costa, uma das dúvidas muito comuns diz respeito aos componentes químicos existentes no papel moeda, se seriam poluentes.

“Várias análises laboratoriais já foram feitas e demonstraram que há baixa concentração de metais pesados nas cédulas e que o próprio manuseio do dinheiro faz com que esses compostos saiam com o tempo. Ou seja, grande parte dos elementos são perdidos na manipulação das cédulas quando elas estão em circulação e o restante, uma quantidade mínima, sai no chorume ou volatizam durante a compostagem”.

Vinte produtores do estado estão cadastrados para participar do projeto e três deles, dos municípios de Capitão Poço e Irituia já estão recebendo as cédulas e produzindo o adubo orgânico. Segundo o pesquisador, o projeto tem recebido especial atenção do Bacen por ter um custo praticamente zero e um forte apelo social.

“Nós sabemos que um dos impactos na renda do produtor é com a compra do adubo que vem dos esterco de boi ou de galinha, tradicionalmente usado na agricultura. Com o projeto, os custos são praticamente nulos, já que para produzir o adubo a partir das cédulas só é necessário restos do horti-fruti das hortas caseiras que os pequenos produtores possuem, mais a palhada, obtida através de capina dos terrenos. Não há necessidade de grandes aparatos tecnológicos. Com tudo isso diminuem os gastos, e aumenta a renda desses trabalhadores”.

O convênio entre Ufra e Bacen encerrou em dezembro de 2013, o que originou dados de análises de macronutrientes, micronutrientes e metais pesados, a partir de amostras de 12 tratamentos envolvendo composições diferentes de horti-fruti, que demonstraram a viabilidade do composto para fins de utilização na agricultura.

(Diário do Pará)

17 DE JULHO – DIA DE PROTEÇÃO ÀS FLORESTAS

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O dia de 17 de Julho é o Dia de Proteção às Florestas, para nós, brasileiros, uma data como essa é de extrema relevância, visto que somos conhecidos mundialmente como o país das florestas. A Floresta Amazônica é a maior reserva genética e a maior floresta tropical do mundo, bem como abriga um quinto da água potável disponível na terra.

Infelizmente, esses números vêm diminuindo por conta da agropecuária e da indústria madeireira que têm devastado a região consideravelmente, tanto que nas últimas décadas o rombo provocado na região totaliza uma área superior à da França. Apenas entre os anos de 2001 e 2002, o índice de desmatamento aumentou em 40%.

Diante desses números, cabe aproveitar a data para refletir sobre nossas atitudes e repensar as políticas públicas ambientais. Há diversas ONGs engajadas em preservação do meio ambiente que buscam voluntários e a população também tem o direito e o dever de cobrar as autoridades responsáveis, fazer denúncias sobre exploração ilegal de reservas naturais, por exemplo.

PESCADOR DE QUISSAMÃ, RJ, CRIA CENTRAL DE ENERGIA EÓLICA.

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Cabine, alimentada pela energia eólica, mantém contato em alto mar. Engenhoca é à prova de tempestades.

Com a central de energia eólica, nenhum temporal atrapalha a comunicação (Foto: Flávia Pizelli/Rio Rural)

Em Quissamã, no Norte do Estado, uma antiga comunidade de pescadores artesanais vem demonstrando que a preocupação com o meio ambiente pode estar associada a melhorias na qualidade do trabalho. Por duas vezes, a comunidade pesqueira da microbacia Barra do Furado recebeu incentivo para melhoria no material de pesca artesanal e agora se prepara para uma próxima etapa de investimentos. Enquanto o defeso do peixe de água doce não termina, no fim de fevereiro eles se preparam reformando o material. Mas o trabalho vai além de ajustes em barcos e redes.

Há um ano, um pescador autodidata mantém uma estação de captação de energia eólica, que alimenta uma cabine para comunicação com os colegas em alto mar. Como não depende de eletricidade, a engenhoca torna-se à prova de tempestades. A preocupação com os amigos e os filhos deles fizeram o pescador Vilton Luiz Silva dos Santos, de 45 anos, montar por conta própria uma cabine de comunicação alternativa para que toda a comunidade tivesse notícias do mar, principalmente em dias e noites de temporais.

Ventos de 20 Km/h geram energia que alimenta

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a cabine de comunicação. (Foto: Flávia Pizelli/Rio Rural)

A microbacia concentra muitos pescadores e a cabine oficial da colônia é mantida através de energia elétrica que, em dias de temporal, sempre oscila ou tem o abastecimento interrompido. “Quando tem temporal ou falta energia, todos correm para cá. É um alívio ter um canal seguro para falar com quem está em alto mar. Só quem já esteve por lá ou tem filhos e amigos em situação parecida é que sabe como ficamos preocupados. Essa cabine é à prova de apagão”, disse Vilton, considerado uma espécie de “professor Pardal” pelos vizinhos e colegas. Além de servir a comunidade, ele utiliza a captação de energia eólica para carregar baterias de carros, máquinas e barcos e, com isso, aumentar a renda.

Vilton explicou que ventos acima de 20 quilômetros por hora, muito comuns naquela área, geram energia suficiente para o funcionamento da cabine. “É uma segurança essa central dele. Ficamos sempre preocupados com quem está no mar e, depois da invenção do Vilton, nunca mais perdemos o contato com ninguém”, diz o também pescador Evaldo da Silva, de 68 anos, líder de uma família de sete irmãos pescadores.

A mesma preocupação com os amigos, o pescador inventor mantém com o meio ambiente. Há 20 anos, ele toma conta de um mangue que viu nascer e crescer em frente sua casa, no Canal das Flechas. “Nasceu uma plantinha, depois foram crescendo outras e acabei conseguindo ajuda dos órgãos ambientais para proteger o espaço. Hoje ninguém mexe no mangue. Vigio e recolho o lixo que acaba chegando pela água. Explico para as crianças que o mangue é o berçário do mar e isso é muito importante”, defendeu.

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“Quando apresentamos o Rio Rural em Barra do Furado, parecia ser um trabalho muito difícil, mas eles nos surpreenderam. São engajados social e ambientalmente. Na verdade, todos são muito amigos uns dos outros há vários anos e isso reflete na organização comunitária e no ambiente a ser preservado para os descendentes”, analisou o técnico agrícola da Emater-Rio, Fábio Oliveira, que executa o Rio Rural, programa da secretaria estadual de Agricultura.

Além de proporcionar uma convivência mais fácil, o engajamento social fez a microbacia obter, em 2013, R$ 1,5 milhão em financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pesca (Pronaf Pesca). “Os pescadores buscam financiamento para melhoria dos barcos, compra de equipamentos maiores e melhores. Eles querem melhorar as condições de trabalho e sabem buscar os meios para isso”, explicou Fábio.

fontes: g1 . globo . com / rj /norte-fluminense/noticia/2014/02/pescador-de-quissama-rj-cria-central-de-energia-eolica . html

GUIA SOBRE O PARQUE NACIONAL DA TIJUCA É NOVA FERRAMENTA PARA ENSINO

ENSINO – EDUCAÇÃO

SENSACIONAL ESTA MATÉRIA! A QUALIDADE SURGE COMO UMA LUZ, NA ÁREA DA EDUCAÇÃO, O ENSINO EM CAMPO, O VALOR AGREGADO. VAMOS PROBLEMATIZAR E AUXILIAR AOS ALUNOS NAS ESTRATÉGIAS ATÉ A SOLUÇÃO.  PARABÉNS AOS IDEALIZADORES E AUTORES PELA INICIATIVA. DE CADA  PONTO QUE APARECER IDEIAS E AÇÕES QUE FAÇAM DA NOSSA EDUCAÇÃO ALGO MELHOR,  SERÁ O SINAL DE VERDADE DE QUE ESTAMOS NO CAMINHO CERTO, PORQUE O PRIMEIRO PASSO CERTO, NESTE CASO, JÁ FOI DADO.

DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ. E SABE POR QUÊ.                                  

O Parque Nacional da Tijuca possui 3.953 hectares e é visitado anualmente por cerca de dois milhões de pessoas.

                                      Foto: Thiago Haussig 

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Danielle Kiffer  

Ele tem 3.953 hectares de área,o equivalente a 3,5% da área municípiodo Rio de Janeiro; é visitado, anualmente, por cerca de dois milhões de pessoas, entre cariocas, turistas estrangeiros e de outros estados; abriga um dos pontos turísticos mais notórios da cidade: o Cristo Redentor. Estamos falando do Parque Nacional da Tijuca, um pequeno fragmento da Mata Atlântica, em pleno centro urbano, que agrega em sua extensão grande biodiversidade de fauna e flora, além de ser riquíssimo em fatos históricos e arte. Aproveitando essa multidisciplinaridade natural, Andréa Espínola de Siqueira, professora do Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes (Ibrag) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), desenvolveu – com mais 12 professores e pesquisadores dos mais diversos campos de estudo, desde biologia, geografia, história a artes, de várias universidades – o Guia de Campo do Parque Nacional da Tijuca, livro eletrônico que traz uma espécie de roteiro, voltado principalmente a professores e estudantes da educação básica. Nele, o Parque Nacional da Tijuca passa a ser um local para aulas externas, em que podem ser observados e abordados vários pontos importantes. Para sua criação, o guia recebeu subsídios do programa de Apoio ao Material Didático para ensino e pesquisa, da FAPERJ. “Apesar de ser o menor do Brasil, como se trata de um local ímpar, reduto de patrimônio histórico e cultural, o Parque Nacional da Tijuca é o mais visitado. Por isso, não queríamos que o guia parecesse um livro didático, mas que proporcionasse uma leitura leve, entretendo ao mesmo tempo em que informa”, afirma Andréa. O material pretende tirar o máximo de aproveitamento da visita ao parque, estimulando nos jovens a cidadania e o debate sobre questões socioambientais. “Acredito que se deve entrar na floresta como quem folheia as páginas de um livro. Os assuntos são muitos e as possibilidades, infinitas. Tomando-se como ponto de partida a Trilha dos Estudantes, ao entrarmos na floresta, um mundo novo se abre e os alunos podem ver e sentir na prática temas que, se abordados em sala de aula, poderiam parecer desinteressantes ou mesmo monótonos. Trata-se de um local rico, resultado de um processo que levou anos para se consolidar, a partir da iniciativa pioneira e visionária do imperador D. Pedro II”, comenta Lucio Meirelles Palma, coordenador de Monitoria Ambiental e do Voluntariado no Parque Nacional da Tijuca.

A relação entre a vegetação e a temperatura, o cheiro característico e a importância da mata são alguns dos temas abordados no guia, com notas para o professor destacar a seus alunos. Entre eles, a própria história da formação da floresta, que, no início do século XIX, estava devastada pela cafeicultura e pelas plantações de cana-de-açúcar e pela retirada da madeira para construção. As consequências desse desmatamento não tardaram, afetando os mananciais hídricos e prejudicando o abastecimento de água da cidade. Para reverter essa situação, o imperador D. Pedro II, em 1861, por meio do decreto imperial, mandou reflorestar as áreas das florestas da Tijuca e das Paineiras. Estima-se que ao longo de 13 anos tenham sido plantadas cerca de cem mil árvores, primeiramente por seis escravos – Eleutério, Constantino, Manuel, Mateus, Leopoldo e Maria –, e mais tarde com a ajuda de 22 trabalhadores assalariados.

Nesse contexto, há, por exemplo, um link para que os professores questionem os alunos sobre qual a relação entre desmatamento e a redução do volume de água dos rios da região no começo do século XIX. Os professores são instruídos a reforçar pontos específicos, como o fato que a mata protege os mananciais contra assoreamento, ou seja, que os rios sejam obstruídos por sedimentos ou detritos levados pelas chuvas.

Uma espécie de Rubiaceae, que pode ser vista na  trilha da floresta. O café faz parte dessa família

Foto: Ana Maria Donato

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Com espécies de grande interesse farmacológico, medicinal, ornamental e alimentício, a flora de Mata Atlântica que compõe a floresta é internacionalmente reconhecida como uma das mais ricas e diversificadas do planeta. Segundo a bióloga Ana Maria Donato, uma das autoras do guia e professora da UERJ, na Trilha dos Estudantes podem ser encontradas plantas bastantes presentes em nosso cotidiano, como algumas Rubiaceae, nome da família botânica da qual faz parte o popular café. E também diversas Bromeliaceae, família cujos representantes têm folhas alongadas e organizadas em roseta, formando um reservatório onde se acumula água da chuva em sua base. “O abacaxi pertence a essa família, além de numerosas espécies de grande valor ornamental, típicas da Mata Atlântica e em muitos casos encontradas exclusivamente nesse bioma”, explica Ana Maria.

Outro coautor do livro, Alexandre Justino Soares trabalha no Centro de Visitantes do Parque Nacional da Tijuca (ICMBio) há 11 anos e também é professor de Artes na rede municipal de ensino de Nova Friburgo. Ele ainda se encanta com a imensa diversidade de animais na área e a integração local entre fauna e flora. “Às vezes, presenciamos macacos-prego bebendo água diretamente de bromélias, algumas das quais podem alcançar até três metros, abrigando em seus vãos sapos, rãs e pererecas”, conta. Mas Alexandre ressalta: “Apesar de a bromélia ser depósito de água parada, na floresta ela não é foco de mosquito da dengue, porque num ambiente equilibrado os próprios animais fazem o controle biológico da espécie transmissora da Dengue, que se prolifera com mais incidência em ambientes domésticos”. O professor fala ainda sobre o ipê, cuja casca do tronco, segundo ele, é ótimo adstringente para machucados. “Os animais mastigam a casca da árvore e a colocam sobre suas feridas.” Para o professor, uma de suas aves prediletas é o tangará-dançarino, que além da grande variedade de cores em suas penas ganhou esse nome pela exótica dança de acasalamento que executa. “É um emocionante espetáculo da natureza, que pode ser admirado por qualquer pessoa”, exclama.

Andréa e equipe pretendem lançar em 2014 a versão impressa e ampliada do guia, trazendo informação sobre uma trilha, adaptada especialmente para visitantes que usem cadeira de rodas e para aqueles com deficiência visual, em que os pontos de interesse estão indicados em placas informativas em braile. “Pretendemos promover a inclusão também à natureza, a esse reduto tão rico de história e cultura”, finaliza Andréa. O livro completo pode ser baixado diretamente na página oficial do Parque Nacional da Tijuca (http://www.corcovado.org.br/) ou na página do Instituto de Biologia da UERJ (http://www.biologiauerj.com.br/) .

Fonte:  http://www.faperj.br/boletim_interna.phtml?obj_id=9624

© FAPERJ – Todas as matérias poderão ser reproduzidas, desde que citada à fonte.

Colaboração: Adolpho Ladeira – Analista de Mercado

PESQUISADORES DESCOBREM ÁGUA DOCE NO FUNDO DO MAR

Super interessante, amigos, com tudo o que já se ouviu em torno da falta d’água no planeta, esta notícia é no mínimo, uma inspiração para melhores perspectivas de futuro. Resta saber se irão pagar para ver melhor. 

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe por quê.

Um grupo de pesquisadores australianos descobriu que as partes de baixo das plataformas continentais guardam reservas massivas de água potável, para a surpresa da maioria das pessoas. O estudo encontrou grandes quantidades do recurso nas regiões mais profundas da costa australiana, da China, dos países da América do Norte e da África do Sul.

coralReservas debaixo de plataformas continentais possuem cinco vezes o volume dos lagos de água doce. Imagem [USFWS Pacific/Flickr]. Segundo os cientistas, as reservas de água potável debaixo das plataformas continentais se formaram numa época em que o nível dos oceanos era bem mais baixo do que no período atual, o que facilitou o acúmulo da água das chuvas nestas regiões. No fim da última era glacial, as reservas foram preenchidas com parte do derretimento das geleiras, e, então, a água doce ficou protegida pelas lâminas sedimentárias que existem no planeta.

De acordo com o Discovery News, o estudo revela que, somadas, as reservas hídricas submarinas representam cinco vezes o volume dos lagos de água doce da Terra. Segundo Vincent Post, coordenador do estudo e professor da Universidade de Flinders, as quatro formações de água doce nos oceanos chegam a 500 mil quilômetros cúbicos – quantidade que serviria como alternativa para a escassez de água no planeta, agravada, principalmente, pela poluição dos corpos hídricos.

Uma vez descobertas às reservas de água potável no mar, um dos principais desafios é desenvolver meios para vencer as profundidades, sem causar impactos no meio ambiente para a utilização deste recurso. Assim, acredita-se que a exploração dos corpos hídricos submarinos demande altos custos e muitos cuidados para evitar a contaminação e deterioração das águas – não só da potável, mas também dos oceanos.

* Via CicloVivo

http://consumidormoderno.uol.com.br/inovac-o/pesquisadores-descobrem-agua-doce-no-fundo-do-mar

Colaboração: Adolpho Ladeira – Analista de Mercado.

PROJETO SOCIAL CONVOCA PAULISTANOS PARA SEREM CICLISTAS VOLUNTÁRIOS POR UM DIA

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A Carbono Zero Courier, empresa que presta serviços de entregas expressas utilizando somente bicicletas, vai promover, pelo segundo ano consecutivo, a Pedalada Para o Bem. A mobilização será realizada no dia 22 de novembro, com ponto de encontro na sede da empresa, em Bela Cintra, São Paulo.

O evento, que marca a comemoração do terceiro aniversário da organização, terá toda a verba disponibilizada pelos voluntários revertida para ações promovidas pela Aro Meia Zero junto à Casa do Zezinho – organização social sem fins lucrativos que ajuda no desenvolvimento de crianças e adolescentes.

As inscrições foram abertas na segunda-feira, 4 de novembro, e os interessados em participar do evento devem efetuar o registro através de um formulário virtual disponibilizado na Fanpage da instituição. Há outras formas de participar da mobilização, como por meio da solicitação de entrega da Carbono Zero Courier no dia da pedalada voluntária, além da aquisição de camisetas da Pedalada junto à Grentee, divulgação e compartilhamentos da iniciativa nas redes sociais. (Saiba mais!)

Em 2012, os voluntários vivenciaram toda a rotina dos trabalhadores da empresa. A proposta deste ano não será diferente. A organizção oferece três tipos de serviços: o esporádico (os bikers atendem a necessidades ocasionais, com entregas de horários programados ou não e está disponível para pessoas físicas e jurídicas); contrato integral (os bikers são exclusivos e alocados diariamente em um determinado empreendimento, por tempo integral); e contrato meio período (igual ao anterior, porém, realizados apenas meio turno). Imagina a sensação de trabalhar andando de bicicleta?

fonte:http:// noticias .br. msn .  com/verde/projeto-social-convoca-paulistanos-para-serem-ciclistas-volunt%C3%A1rios-por-um-dia

LAVAR OS COPOS ESTÁ SE TORNANDO COISA DO PASSADO; VEJA O COPO COMESTÍVEL

AMIGOS, VEJAM QUE INTERESSANTE ESTA MATÉRIA QUE RECEBI DE UM AMIGO. IMAGINO QUE SEGUIDO AO COPO PODERÃO DESENVOLVER OUTROS TIPOS DE PEÇAS.

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

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Ideal para festas, onde toda a louça suja acaba ficando para o anfitrião, o copo comestível vai poupar trabalho e ainda ajuda ao meio ambiente

Está cansado de lavar os copos de vidro depois do almoço de domingo? Preocupa-se com o meio ambiente e evita utilizar copos descartáveis que demoram centenas de anos para se decompor? Seus problemas, enfim, parecem solucionados. Isso porque a agência de design norte-americana The Way We See The World desenvolveu um copo comestível. Sim, comestível. O produto é feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, que deixa o copo bem maleável. A invenção já conta com três misturas de sabores: limão com manjericão, gengibre com hortelã e alecrim com beterraba. Bon appétit!

Fonte: Administradores – 29/10/2013

Colaboração: Adolpho Ladeira – Analista de Mercado.

DESPERDÍCIO DE ALIMENTO NO MUNDO É 3º MAIOR EMISSOR DE CO2, DIZ ONU

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ROMA, 11 Set (Reuters) – A comida desperdiçada no mundo responde por mais emissões de gases causadores de efeito estufa do que qualquer país, exceto China e Estados Unidos, disse a ONU em um relatório divulgado nesta quarta-feira.

Todos os anos, cerca de um terço de todos os alimentos para consumo humano, aproximadamente de 1,3 bilhão de toneladas, é desperdiçado, juntamente com toda a energia, água e produtos químicos necessários para produzi-la e descartá-la.

Quase 30 por cento das terras agrícolas do mundo, e um volume de água equivalente à vazão anual do rio Volga, são usadas em vão.

No seu relatório intitulado “A Pegada do Desperdício Alimentar”, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e a Alimentação (FAO) estima que a emissão de carbono dos alimentos desperdiçados equivale a 3,3 bilhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

Se fosse um país, seria o terceiro maior emissor do mundo, depois da China e dos Estados Unidos, sugerindo que um uso mais eficiente dos alimentos poderia contribuir substancialmente para os esforços globais para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e diminuir o aquecimento global.

No mundo industrializado, a maior parte do lixo vem de consumidores que compram muito e jogam fora o que não comem. Nos países em desenvolvimento, a causa principal é a agricultura ineficiente e falta de instalações de armazenamento adequadas.

“A redução de desperdício de alimentos não só evitaria a pressão sobre recursos naturais escassos, mas também diminuiria a necessidade de aumentar a produção de alimentos em 60 por cento, a fim de atender a demanda da população em 2050”, diz a FAO.

A organização sugere que se melhore a comunicação entre produtores e consumidores para gerenciar a cadeia de suprimentos de forma mais eficiente, bem como investir mais na colheita, resfriamento e métodos de embalagem.

A FAO também disse que os consumidores no mundo desenvolvido devem ser encorajados a servir pequenas porções e fazer mais uso das sobras. As empresas devem dar comida excedente para instituições de caridade, e desenvolver alternativas para o despejo de resíduos orgânicos em aterros sanitários.

A FAO estima o custo do desperdício de alimentos, excluindo os peixes e frutos do mar, em cerca de 750 bilhões de dólares por ano, com base em preços de produção.

O desperdício de alimentos consome cerca de 250 quilômetros cúbicos de água e ocupa cerca de 1,4 bilhão de hectares- grande parte de hábitat natural transformado para tornar-se arável.

(Reportagem de Catherine Hornby)

Fonte: http:// noticias. br. msn. com/ desperd%C3%ADcio-de-alimento-no-mundo-%C3%A9-3o-maior-emissor-de-co2-diz-onu-1

EFICIENTE X EFICAZ – O PROFISSIONAL SUSTENTÁVEL

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Lendo um livro sobre planejamento estratégico no final do ano passado, me deparei com uma questão bastante interessante, que, se pesarmos profundamente, traz embutido o conceito de sustentabilidade e é um grande dilema para as empresas, principalmente em tempos de apagão de talentos. O que nos transforma em um profissional sustentável?

A pergunta não diz respeito a comportamentos de sustentabilidade ou conhecimentos técnicos e generalistas que um profissional deve ter para se trabalhar na área de sustentabilidade.

Quando falo do profissional sustentável, falo do profissional de qualquer área, de qualquer negócio que é fundamental não porque é o primeiro a chegar e o último a sair, mas porque gera retorno para a empresa, seja ele financeiro ou não. É a velha questão do profissional eficiente x profissional eficaz. Inclusive, do ponto de vista da sustentabilidade, é o profissional que gera muito mais resultados qualitativos do que quantitativos.

Vou dar o exemplo da área de suprimentos, essa danada que está em constante atrito com o resto do mundo. Para as empresas, geralmente, um bom comprador é aquele que consegue reduzir custos e consegue os melhores preços ou melhores condições de pagamentos. Vejamos: é muito comum que ao fazer determinada compra se abra concorrência que é, na maioria das vezes, vencida por aquela que apresentou o menor preço.

Será que ao abrir concorrência para serviço, o critério de escolha deve ser preço? Profissionais da área, não me matem, mas sempre brinco dizendo que o problema de suprimentos é que eles compram serviço com a mentalidade de quem compra caneta, onde tanto uma que custa um real, quanto uma que custa noventa centavos, cumprirão as mesmas funções.

Que tipo de problema uma má compra de serviços pode trazer a uma empresa? Para começar, o mais imediato de todos: dinheiro. O barato que sai caro. Uma consultoria que fez um planejamento estratégico equivocado, por exemplo. Dependendo do serviço, pode, até, paralisar uma produção. Um serviço ambiental ruim que pode ocasionar perda de licença ou a manutenção mal feita que vai deixar uma linha operacional parada por mais tempo que o previsto.

Outro exemplo: suponhamos que a meta para o pessoal de R&S em um ano seja preencher 200 vagas. Ao final do ano as vagas foram preenchidas e o pessoal garantiu o seu lindo bônus. Só que aí o que se vê com o passar do tempo é que esses profissionais não têm exatamente o perfil da empresa ou não dão resultado como se esperava ou então que o turnover está alto.

E aí eu pergunto: quanto de dinheiro uma empresa perde por não ter uma política de retenção ou por ter retrabalho com contratações feitas erradas? Quanto as áreas que demandaram esses funcionários perdem ou deixam de produzir porque não foram contratados bons profissionais?

Eu poderia dar aqui inúmeros exemplos do quanto profissionais eficientes, porém não eficazes, podem gerar impacto negativo em uma empresa. Mas para finalizar, termino dizendo que um profissional sustentável, além de eficiente, é fundamentalmente eficaz. Ele cumpre com suas obrigações e deveres, mas junto a isso gera retornos quantitativos e, principalmente, qualitativos para uma empresa.

Julianna Antunes, Sócia da AS Estratégia e Gestão Sustentável, consultoria focada em sustentabilidade 3.0 (planejamento estratégico e gestão de processos) e sustentabilidade 4.0 (pesquisa e desenvolvimento e inovação).

Fonte: Administradores – 15/05/2013

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