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IPVA – RJ – 2021

Amigos e leitores

Mais uma vez, disponibilizamos o calendário do IPVA neste canal de comunicação, por entendermos que é assunto de interesse da sociedade. Lembrando que uma das finalidades deste BLOG é postar matérias que promovem o bem comum e que são de interesse do povo.

Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

O governo do Rio de Janeiro divulgou nesta terça-feira (8) o calendário para o pagamento do IPVA 2021Veja abaixo a tabela de pagamento. Quem optar pelo pagamento em cota única, dentro do prazo previsto, terá desconto de 3% no valor do imposto.

O pagamento da cota única ou da primeira parcela para os veículos com placa final 0 deve ser feito no dia 21 de janeiro.

Calendário de pagamento
IPVA – RJ – 2021
Final de placa 021/jan22/fev24/mar
Final de placa 122/jan23/fev25/mar
Final de placa225/jan24/fev26/mar
Final de placa 326/jan25/fev29/mar
Final de placa 427/jan26/fev30/mar
Final de placa 528/jan1º/mar05/abr
Final de placa 629/jan02/mar06/abr
Final de placa 71º/fev03/mar07/abr
Final de placa 802/fev04/mar08/abr
Final de placa 903/fev05/mar09/abr
Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/12/08/governo-do-rj-divulga-calendario-de-pagamento-do-ipva-2021.ghtml

CALENDÁRIO IPTU – RJ 2021

Amigos e leitores

Mais uma vez, disponibilizamos o calendário do IPTU neste canal de comunicação, por entendermos que é assunto de interesse da sociedade. Lembrando que uma das finalidades deste BLOG é postar matérias que promovem o bem comum e que são de interesse do povo.

Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

Os contribuintes com cobrança de IPTU na cidade do Rio têm até o dia 07/02/2021 para pagar a cota única ou a primeira parcela do imposto. Os que pagarem de uma só vez garantem o desconto de 7%, mesmo percentual concedido no ano passado. Confira as datas na tabela abaixo:

PAGAMENTO IPTU – RJ 2021
COTAVENCIMENTO
COTA ÚNICA05.02.2021
1ª COTA05.02.2021
2ª COTA05.03.2021
3ª COTA08.04.2021
4ª COTA07.05.2021
5ª COTA08.06.2021
6ª COTA07.07.2021
7ª COTA06.08.2021
8ª COTA08.09.2021
9ª COTA07.10.2021
10ª COTA08.11.2021
Fonte: https://www.rio.rj.gov.br/web/smf/exibeconteudo?id=5840195

Detalhes que fazem a diferença

Exemplares de antologias das quais faço parte e minhas duas obras individuais: No barulho do meu silêncio interior e Viajante do Universo. Vivemos para compor a nossa história e em busca do verdadeiro Eu. Somos Viajantes do Universo e aprendizes da vida.

Ser poeta é ter a capacidade de transcender os limites dos sentidos limitados e enxergar o mundo pelo olhar da alma.

Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

Passo a Passo

Uma Vitória de cada vez. Vamos avançando no Resgate do Brasil.

Amigos e Leitores,

Amigos e Leitores,

Poderia escrever um artigo e explorar diversos aspectos sobre essa afirmação que copiei do Canal oficial da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP). Acredito que essa síntese poderá levar muitas pessoas a refletirem sobre o nosso Brasil que está refém dos interesses de políticos despreparados.

Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

Por Djanira Felipe

Estou aqui pensando e sentindo-me impotente em relação ao momento, no qual presenciamos tantos equívocos e maldades que, inevitável e vergonhosamente, farão parte da nossa história. Chego a fazer uma analogia sobre a situação do Brasil e a criação da Caixa de Pandora (originariamente Jarro) na Mitologia Grega. Pensei nisso porque lá entre os males estava a “esperança” que foi a única a NÃO sair quando a caixa foi aberta.

Esperança nesse contexto é uma expectativa, uma probabilidade que poderá ser para o bem ou não. Assim percebo o que ocorre em nosso País.

Abriram a Caixa de Pandora e os males se espalharam. A amoralidade estabelecida tem consequências irreparáveis que impactam diretamente na vida da sociedade civil, sobretudo, na vida dos menos favorecidos. Além disso, é doloroso perceber a inércia de um povo que é descrito no segundo verso do Hino Nacional como “povo heroico” cujo brado é retumbante (sonoro ensurdecedor), então vejo uma nação cuja voz emudeceu diante da estarrecedora falta de competência e gestão. Falo do desserviço, da desordem estabelecida, falo da incitação aos males de Pandora, acrescidos de sentimentos de ódio, racismo, violência de todas as formas e violações dos direitos humanos. Hoje a falta de respeito parece ser o princípio fundamental. Talvez seja pela inversão dos valores morais. O intuito de desconstruir a nossa história é bastante claro. Vejamos: Racismo é crime, contudo, é praticado a cada segundo. Assisti ao vídeo do ato de racismo e vandalismo que foi cometido, no corredor da casa parlamentar – Câmara dos Deputados por um deputado, que rasgou o cartaz do painel da campanha da casa contra o racismo (uma vergonha) falta de exemplo. Poderia trazer vários outros casos, mas vou parar por aqui.

Quero falar sobre os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. A campanha é uma Mobilização Global que envolve Órgãos de Governos e sociedade civil, associações e empresas, universidades e escolas, e as pessoas que de um modo geral se solidarizam às vítimas, às ativistas, assim como, aos movimentos de mulheres em prol do fim da violência contra mulheres e meninas, inclusive.

Em que pese a importância da campanha não se exclui a necessidade de criação de políticas públicas em defesa dessa causa, assim como de tantas outras que envolvem violência e qualquer tipo de constrangimento.

Em face ao exposto, apresento um CONVITE e ressalto a importância de as mulheres DESPERTAREM para a necessidade da sua participação ativa no universo político. Na realidade não há mais que se falar somente em conquistar espaços, uma vez que, historicamente, muito já conquistamos e é certa a continuidade na luta. A dificuldade que percebo hoje é o saber ocupar os espaços conquistados e vencer os óbices que se apresentam, por meio das manifestações preconceituosas e inaceitáveis.

Por fim, apresento para reflexão sobre o meu convite a frase de Indira Gandhi:

“Quando há uma tormenta, os passarinhos escondem-se, as águias, porém, voam mais alto.”

10 de outubro – Dia do Poeta

Como sempre falo: Poeta prestigia poeta. Feliz Dia do Poetas aos Colegas Sonhadores.

Poetas Loucos

Será que os poetas são loucos
Por acreditar e escrever poesias.

Será que os poetas são loucos
Por traduzir sonhos em letras e
Expressar alegorias.

Será que os poetas são loucos
Por momentos ousar produzir alegrias.

Será que os poetas são loucos
Por falar em filosofia.

Será que os poetas são loucos
Pela mágica que os guia.

Será que os poetas são loucos
Por viverem no mundo real e de fantasias.

Quero crer que todo poeta é um arquiteto da mente
Que invade a alma da gente e com as letras fala o que sente.

(Da obra Viajante do Universo de Djanira Felipe de Oliveira.)

15 de outubro – Dia do Professor

Queridos Amigos e Leitores,

Cada pessoa é um universo complexo. Por isso o meu respeito a cada uma de forma especial. Percebo cada pessoa como uma oportunidade de aprendizagem no curso da vida.

Sendo assim, toda pessoa é um Professor e ao mesmo tempo um Aluno, viajantes do universo que somos posso crer que a nossa missão é evoluir.

Portanto, algumas ganham destaque pela sua especialização na forma de Trabalhar e Promover o Desenvolvimento de Habilidades que às vezes sequer sabemos que as possuímos.

Esta capacidade de processar e entregar à sociedade indivíduos profissionais preparados e capazes de fazer a gestão do seu destino é atributo de SER PROFESSOR.

PARABENIZO A TODOS OS PROFESSORES PELO DIA DE HOJE ESPECIALMENTE.

Abraços Fraternos e Poéticos aos seus Corações.

Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

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TAKE 03 – Reforma Administrativa com Adroaldo da Cunha Portal.

Neste canal de comunicação são publicadas matérias que promovam o bem comum e de interesse da sociedade como um todo.

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Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

Adroaldo Da Cunha Portal na Pública

Vamos ouvir quem tem conteúdo que nos faça refletir e nos reconhecer.

DIA DA MULHER AFRO-LATINO-AMERICANA E CARIBENHA.

Por Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

Tereza de Benguela – (Internet/Reprodução)

Esta breve introdução ao teor do texto é parcialmente reflexiva porque é quase impossível pensar na mulher, nos seus múltiplos papéis na sociedade e abranger o assunto em sua totalidade. A mulher por si só é um universo repleto de qualidades a começar pelo dom sagrado da maternidade, condição esta que denota no âmbito familiar a sua fundamental importância. Então começa a partir da família uma longa história de lutas e conquistas realizadas pelas mulheres para “conquistar espaços” porque na verdade nada chega sem um propósito na vida das pessoas. Particularmente quando escrevo ou falo sobre o tema “mulher” ou algo referente tenho muito cuidado porque não corroboro com alguns discursos nos quais a mulher é percebida sempre como um objeto de vitimização e subestimação, porque temos literaturas que versam as mais extraordinárias histórias de lutas, determinação e coragem protagonizadas por mulheres, que até os dias de hoje nos orgulham e inspiram a continuar combatendo qualquer política ou atitude discriminatória em especial as mulheres negras que continuam a lutar contra o preconceito, por direitos iguais, contra a violência e o feminicídio entre outros.

A pretensão é ressaltar a importância do dia 25 de julho que no Brasil, desde 2014 celebra-se o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra– em homenagem a líder quilombola que viveu no século 18 e que foi morta em uma emboscada. Tereza se tornou rainha do quilombo do Quariterê, no Mato Grosso, quando o marido José Piolho morreu. Ela mostrou ser uma líder nata: criou um parlamento local, organizou a produção de armas, a colheita e o plantio de alimentos e chefiou a fabricação de tecidos que eram vendidos nas vilas próximas.

A data de celebração no Brasil é oriunda do primeiro Encontro de Mulheres Negras Latinas e Caribenhas, em 1992 em Santo Domingos, na República Dominicana, ocasião na qual discutiram sobre machismo, racismo e formas de combatê-los. Daí surgiu uma rede de mulheres que permanece unida até hoje. Do encontro, nasceu também o Dia da Mulher Negra Latina e Caribenha, lembrado todo 25 de julho, data que foi reconhecida pela ONU ainda em 1992.

Dos doze meses do ano, exceto janeiro e junho, têm um dia comemorativo em homenagem ou em prol das mulheres. O dia 25 de Julho tem como objetivo, além de celebrar fortalecer as organizações voltadas às mulheres negras e reforçar seus laços, trazendo maior visibilidade para sua luta e pressionando o poder público.

 

 

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