Arquivo da categoria: Política

CIRO GOMES – SÁBADO, 16/09/2017

 Sábado, 16/09/2017 com CIRO GOMES.
Primeiro passo certo na direção certa. Simples assim.
Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

Anúncios

NO PAÍS MIRAGEM

CAROS AMIGOS LEITORES,

Gostei desse texto. Atual, criativo, leve humor e sátira. Posso estar enganada na percepção. Contudo achei interessante. Compartilho com os amigos leitores. E acredito que um texto assim poderá levar muitas pessoas a uma reflexão. Vou saber como perceberam se curtirem no facebook e comentarem, inclusive no BLOG. Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

93603-004-D74382EF

Esta miragem, no deserto da Namíbia, leva às pessoas a ver uma piscina de água que na verdade não é real.  Pete Turner—The Image Bank/Getty Images

No País Miragem

Por Jacinto Batalha

Sertãozinho e Camuflagem, repentistas famosos, com diversos troféus conquistados pelo talento da dupla, além dos discos de ouro, prata e bronze, sentem-se em dado momento, profissionais visionários. E acreditam que são de verdade porque jamais deixaram de estar atentos às oportunidades que o mercado artístico competitivo apresenta.

Na praça, rodeados de fãs ligadas às palavras rimadas e ritmadas pelo improviso, fazem alusões ao universo político e das escolas de samba. E, de repente a ideia harmonicamente está plantada em suas mentes.

Após a cantoria, sentados na praça da cidade, lembraram de que é chegado o tempo das filiações partidárias para aqueles que desejarem ingressar no mundo da política, ou quem sabe com sorte adquirir uma fantasia, numa boa e famosa escola de samba, e se integrarem aos foliões para o próximo carnaval.

Afinal, os resultados financeiros das apresentações públicas não andam muito bem. A dupla é conhecida e os segmentos parecem atrativos, além de não requererem grandes qualificações acadêmicas e por que não dizer intelectuais em alguns casos.

Motivados pelas expectativas puseram-se a indagar:

Sertãozinho perguntou: – Quais são os critérios pelos quais se identificam um pré-candidato, cantor repentista, que “de repente” sente uma sugestiva vontade de ser político?

E o parceiro Camuflagem na sua sabedoria nata respondeu: – Ora Sertãozinho, em primeiro lugar é preciso ser brasileiro e em segundo saber fazer o povo de tolo. Isso por si só já qualifica o indivíduo a se tornar um político. O resto é tratar da papelada, inclusive o salvo-conduto, ou seja, lavar a ficha.

Camuflagem, curioso, então pergunta: – e para uma dupla repentista ser aprovada numa Escola de samba?

Ao que Sertãozinho não hesita em responder: – essa é fácil porque não precisa tanta papelada, basta adquirir a fantasia e aprender a sambar no pé. Até gringo consegue. É mais complicado ser rainha da bateria, o que não é o nosso caso.

E complementa: – melhor decidirmos pelo caminho da Política porque além dos pré-requisitos que já falamos ainda somos famosos, e atualmente a exemplo das escolas de samba, os partidos políticos adotaram a prática de filiar de imediato e com publicidade pessoas famosas.

E continuaram a trocar ideias… mas, uma certeza já estampa o cenário futuro da dupla, afinal, lidam com o “entretenimento”.

Isto para uma escola de samba será ideal, contudo para o partido político na atual conjuntura, para a maioria, ter essa habilidade é fundamental.

Sertãozinho e Camuflagem, cidadãos do País da Miragem passam a pensar nas atribuições e como atingir o objetivo.

Pela estabilidade a possibilidade política ganha e estão devidamente preparados para atender aos anseios do seu povo e os partidos políticos precisam “de repente” ocupar o número de vagas existente para pré-candidatos. O foco é atingir a cota.

Já a Escola de samba requer ensaios, visitas à quadra “de repente” até cantar, puxar um repente, enquanto a escola desfilar na passarela do samba, muito pesado. Sem contar que o trabalho é suado demais durante o ano inteiro, para pouco tempo de desfile.

Nesse caso somente ser aplaudido na avenida não preenche o ego, são poucos minutos de fama para uma dupla que deseja “de repente” mudar o rumo do repente em suas vidas.

Procuram um partido e participam de uma rápida reunião, na qual nem necessitam dizer quem é quem, dizem apenas que desejam ingressar no partido e pluft! Lá já estão. São pré-candidatos, nas próximas eleições, ou melhor, uma espécie ou modelo de novo cabo eleitoral.

Para Sertãozinho e Camuflagem que ainda não se deram conta da Bandeira que ostenta o seu País Miragem, com certeza os seus talentos, com um repente, tornarão realidade um mandato para uma dupla cara-de-pau que nem mesmo eles conhecem.

Nem percebem que a facilidade de ingressarem na política, e como “de repente” elegem com arte e manha, no país Miragem “um escolhido” antes pré-definido por eles desconhecido.

Assim, simples “de repente”. Haja povo que nem sente!

Votar em Sertãozinho e Camuflagem significa que depois de elegerem alguém, um vai desertar e o outro virar paisagem.

Rio de Janeiro 02 de dezembro de 2014.

Esclarecimentos sobre a foto acima que ilustra a miragem:

miragem
A miragem é uma imagem que parece real, mas não existe de fato. Ela é causada por camadas de ar com diferentes temperaturas e espessuras. As diferenças nas camadas de ar podem modificar a direção das ondas de luz. Chamada de refração, essa mudança de direção cria imagens falsas que podem confundir a visão humana.
Namíbia
A Namíbia é um país da costa sudoeste da África que conquistou sua independência da África do Sul em 1990. Windhoek é sua capital e maior cidade. A Namíbia tem 2.324.000 habitantes (estimativa de 2011) e sua área é de 824.116 km2.

Fonte foto: http://escola.britannica.com.br/assembly/174610/

PORCOS SÃO PORCOS

CAROS LEITORES,

Recebi o texto Porcos são porcos, escrito por Beatriz Acampora, de um amigo. E resolvi postar para conhecimento de todos e reflexão. Particularmente o percebi como bem adequado ao cenário do cotidiano. Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

porcosUm fazendeiro criava porcos em uma pocilga. Certa vez ele, cuidando dos porcos, teve muitos problemas. Um porco doente vomitou a lavagem em seus pés, um outro porco corria e espalhava lama para todo lado, sujando-o, outro porco fazia tanto barulho que o irritava profundamente, e, ainda, um outro porco queria derrubá-lo na lama e ele lutava para ficar em pé.

O fazendeiro simplesmente pensava: esses porcos estão me enlouquecendo, são todos sujos e não respeitam nada. Até que um porco, que gostava de se manter limpo e reservado, sem se misturar com os outros porcos, foi fazer um carinho em seu dono, querendo mostrar que ele era diferente, mas o fazendeiro simplesmente o chutou, porque para ele este era apenas mais um porco dentre todos os outros.

Assim como em uma pocilga com porcos, cada um de nós faz parte de um ou mais grupos e somos julgados, avaliados, a partir dos grupos aos quais pertencemos. Seu comportamento pode ser inteligível, nobre e respeitoso, mas se o(s) grupo(s) do(s) qual(is) você faz parte tem um comportamento diferente, você leva a fama por tudo de ruim e bom que a coletividade promove.

Dessa forma, é muito importante olhar o macro, escolher os grupos aos quais nos filiamos, buscar conciliar valores pessoais com valores coletivos e, até mesmo, saber quando é a hora de deixar de fazer parte de um determinado grupo. Cabe aqui as máximas “quem se mistura com porcos farelo come” e “diga com quem andas que te direis quem és”.

Muitas vezes você pode olhar à sua volta e perceber que as pessoas com quem você anda, se envolve e se relaciona têm comportamentos que você nunca teria. E você pode até mesmo tentar explicar aos outros, que assistem tais comportamentos, que você não é assim, mas, eles não irão acreditar porque o que o grupo representa é mais forte do que um único indivíduo.

Um brasileiro ao chegar em outro país representa o que o Brasil tem de bom ou ruim. Ele sempre será visto como um brasileiro. Se existem coisas que não são possíveis de serem mudadas, como ser brasileiro, por exemplo, outras, como fazer ou não parte de um grupo que não tem os mesmos valores que adotamos, apenas cabe a nós, o poder de decisão.

Por Beatriz Acampora

DISCURSO NA HOMENAGEM A ELIANA OVALLE NA CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

10805721_887936517891004_1270478016443398157_n

Djanira Felipe de Oliveira e Eliana Ovalle

Amigos Leiam, na íntegra o meu discurso na homenagem a Eliana Ovalle, pela vereadora Tânia Bastos, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Saudações Iniciais

– Saudações à Vereadora Tânia Bastos e por meio da mesma saúdo a todos os demais integrantes da mesa.

– Cumprimentos fraternos aos familiares e convidados que prestigiam e abrilhantam a homenagem desta noite.

– Saudações e agradecimentos pela presença a minha amiga Cristina Pinheiro, da Secretaria de Estado do Rio de Janeiro – Coordenadora do Núcleo dos ODMS: Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e diretamente ligada à Secretaria Geral da Presidência da República.

– E saudações fraternais a minha querida Eliana Ovalle, homenageada desta noite.

1404544_10205702025650210_9214081028151626637_o                             Percebo esta homenagem, excepcionalmente, especial por três aspectos:

  1. A Medalha de Mérito Pedro Ernesto principal Comenda que o Rio de Janeiro possui, e a principal homenagem prestada a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional.
  2. Pelo mérito da homenageada, nossa querida Eliana Ovalle.
  3. E, pela sabedoria da vereadora e amiga, Tânia Bastos, que tem uma equipe 10, e realizam um trabalho de excelência, em diversas áreas, inclusive, no que se refere aos procedimentos preliminares, da escolha dos nomes a serem indicados para receberem às homenagens, que os nossos vereadores promovem dentro das suas atribuições parlamentares. E que podem ser também na forma de Títulos Honoríficos e Moções. Moções que são remitidas pelos vereadores e pelos mais diversos motivos (regozijo, congratulação, louvor ou pesar). Que não caberá explanar agora.

Sobre a Homenagem à Eliana Ovalle

É sempre gratificante presenciar a condução de uma solenidade com muita maestria, pela vereadora Tânia Bastos, mas, nesse caso, da homenageada ser Eliana Ovalle, faço as minhas palavras, uma homenagem à parte a esta mulher. E já registro que fui conduzida ao universo político pelas duas: Eliana Ovalle e Tânia Bastos.

ELIANA é Coordenadora do PRB Mulher Municipal, no qual sou a sua Vice Coordenadora.

Conheci Eliana na sede dos Correios, na ocasião da sua visita representando o Grupo Mulher que Faz, do qual tenho a honra de fazer parte. E, em questão de minutos somados a um aperto de mãos selou-se uma amizade recíproca.

A partir daquele momento fui conhecendo o trabalho desenvolvido pelo Grupo e descobrindo, ou desembrulhando (como costumo me referir a conhecer pessoas que para mim são presentes de Deus) o presente que a Eliana é tanto para mim quanto para os que a conhecem.

ELIANA consegue reunir de forma impressionante atributos que muitas pessoas não têm a capacidade de manter por longo tempo, como a capacidade de caminhar nas águas que faz toda a diferença.

ELIANA é uma mulher inteligente, humana, em suas atitudes para com as pessoas ela demonstra educação, ética, sinceridade, e dou ênfase à questão do tratar gente como gente, saber lidar com pessoas sem tratá-las feito coisas manipuláveis. Ela trata as pessoas com respeito.

Qualidade impar para alguém que transita em meio à sociedade e que tem a responsabilidade de ser Delegada Geral da S.E.P. – Société d’Encouragenment au Progrès. Uma Organização francesa que tem como propósito, reconhecer o trabalho e premiar pessoas que se destacam em diversas áreas da Sociedade que visem o desenvolvimento Social, Tecnológico, e Cientifico da Humanidade. Em outras palavras ela é quem indica personalidades brasileiras, desde 1994, para serem homenageadas no Senado francês e vice-versa.

Desde que a conheci sou surpreendida por suas boas ações. Ela não pergunta, ela faz. Sou Adesguiana pela ADESG – Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, pela Delegacia do Rio de Janeiro, por indicação dela, e tive a honra de ser condecorada pelas suas mãos, na formatura realizada na ESG – Escola Superior de Guerra, em 2011. Jamais esquecerei àquele momento e a sua atenção dedicada. E antes disso, havia sido encaminhada por sua iniciativa para fazer o primeiro curso sobre Política. Eu ainda não sabia que ela fazia parte do Partido. Olhava-a sob o aspecto do trabalho social apenas. Ela é uma caixinha de surpresas.

ELIANA OVALLE é uma pessoa comprometida com tudo que faz, e não mede esforços para abrir portas e incentivar o crescimento pessoal, e intelectual das pessoas que necessitam de um espaço.

Por isso, estar nesta homenagem e falar sobre Eliana Ovalle, é mais do que um privilégio. É um presente de Deus, uma Benção. Ela sabe que poderá contar comigo sempre!

Por fim, os meus sinceros APLAUSOS com Louvor a esta pessoa guerreira, que muito trabalho ainda terá pela frente para realizar na vida e na Política que ela acastela com Ética e Respeito.

Eliana Deus te Abençoe. E que Jesus a envolva sempre e em todo lugar.

Um Abraço fraterno e poético aos seus corações.

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

 

 

10 MOTIVOS PARA VOTAR EM CRIVELLA GOVERNADOR

CRIVELLA É A CERTEZA DA MUDANÇA!

NÃO VAMOS DESISTIR DO BRASIL

NÃO VAMOS DESISTIR DO BRASILAMIGOS EU ACEITO O CHAMADO! E VOCÊ?

VAMOS HONRAR AS CORES E OS VALORES QUE O NOSSO PAÍS POSSUI. A NOSSA NAÇÃO DEPENDE DE NÓS “POVO BRASILEIRO” PARA MUDAR. ENTENDAM BEM, ESTOU FALANDO EM NÍVEL DE PAÍS.

DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ. E SABE O PORQUÊ.

 

O QUE PODE OU NÃO SER FEITO PELO SERVIDOR DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL

2f27fdbbe5acd6e8e6892fa24297ce9c

Confira as regras do funcionalismo durante as eleições

Rio – Com o começo da campanha eleitoral no próximo domingo, os servidores públicos devem ficar atentos às normas e leis que regem a postura do funcionalismo durante o processo. Qualquer atitude errada, mesmo que por falta de conhecimento, pode provocar até mesmo a inelegibilidade do candidato.

O simples uso de camiseta, boné ou botton com o nome do candidato durante o expediente de trabalho do servidor é proibido, segundo o Ministério Público Federal (MPF).

O órgão cita a Lei das Eleições (9.504/97), que elenca um rol de condutas vedadas ao agente público, incluindo o Artigo 73, Inciso III, que trata da cessão de servidor como cabo eleitoral durante o horário normal de expediente.

Logo, segundo o MPF, o uso de qualquer objeto vinculado à imagem de determinado partido ou candidato estaria proibido pela legislação eleitoral. Essa prática, além de conduta vedada, também é considerada propaganda eleitoral irregular.

Sócio do Gomes e Mello Frota advogados e co-autor do livro o novo Direito Eleitoral Brasileiro, Leandro Mello Frota, explica que o servidor também não pode distribuir materiais de campanha, incluindo os chamados “santinhos”. Ele ressalta que após o término do horário de serviço, o funcionário tem direito de fazer campanha do candidato de sua predileção.

O advogado completa que a autorização deste tipo de atividade fora do expediente, permite o funcionário público não precisar de afastar do cargo para apoiar o candidato.

Sócio titular da Advocacia Alberto Rollo e presidente do Instituto de Direito Político Eleitoral e Administrativo (Idipea), Alberto Lopes Mendes Rollo, também destaca que é expressamente proibido fazer uso de objetos da repartição pública para pedir votos para o candidato de preferência. Isso inclui desde o uso do computador, material de papelaria e telefone para pedir votos ao político.

Alberto Rollo explica que, caso o servidor se candidate à uma vaga eleitoral, não pode vincular o cargo público no material de campanha, exemplo: “O professor (nome e esfera de atuação) pede o seu voto para mudar a Educação no país”. Contudo, é permitido vincular o cargo do funcionário ao candidato por ele escolhido.

SANÇÕES PREVISTAS

Leandro Mello Frota declarou que o servidor público que descumprir as normas sofrerá as sanções do Artigo 73 da Lei 9.504/97: “Pela perspectiva eleitoral, podendo resultar até mesmo na inelegibilidade do candidato. Por outro lado, o servidor pode estar sujeito à incidência da lei de improbidade, correndo risco de abertura prévia de uma sindicância contra o funcionário”.

LICENÇA REMUNERADA

Segundo o MPF, é garantido ao servidor o direito ao recebimento dos vencimentos integrais durante o período de licença, para quem se candidatar às eleições gerais. Este funcionário deve pedir licença do seu cargo ou emprego público até três meses antes das eleições. Quem se afasta formalmente, mas continua exercendo suas funções, estará impedido de concorrer.

Alessandra Horto

fonte: odia . ig . com . br/noticia/economia/2014-06-28/o-que-pode-ou-nao-ser-feito-pelo-servidor-durante-a-campanha-eleitoral . html

MINISTÉRIO DA PESCA E AQUICULTURA

Cópia de Screenshot_2014-03-14-16-02-52-1-1

Djanira Felipe de Oliveira  do PRB/RJ e os Líderes Partidários Ministro Marcelo Crivella e  o senador Eduardo Lopes. 

O Parlamentar, Bom Político, MARCELO CRIVELLA, Homem que faz, deixa o Ministério da Pesca e Aquicultura e retorna ao senado. E vai disputar o Governo do Estado do Rio de Janeiro.

O Senador Marcelo Crivella é um legitimo líder porque trabalha sem apego à cadeira, que ocupa, e durante a sua gestão adota uma postura, daquele que sabe que sabe, onde está e aonde quer chegar. O autêntico líder trabalha preparando o seu lugar para o seu substituto. E com o FOCO no Bem Comum.

Ele vai, além disso, quando foi eleito senador pelo Rio de Janeiro, sendo o seu suplente o nosso amigo que o substituiu, brilhantemente, no Senado Federal, Eduardo Lopes, político competente, e que em terreno fértil e produtivo, agora assume o MPA, onde naturalmente dará continuidade aos projetos em andamento do Senador Marcelo Crivella e com a sua equipe apresentarão outros, a exemplo do que ocorreu no Senado.

Marcelo Crivella foi alvo de críticas diversas vezes à frente do MPA, e após o primeiro passo certo, que foi a sua posse, não se furtou ao legítimo direito de prosseguir a caminhada por todo o Brasil, identificando às necessidades reais, e realizando ações efetivas que transformaram a realidade de muitas famílias de pescadores. Inclusive, não ficou limitado ao ato da atividade pesqueira, pensou no bem-estar, das comunidades dos pescadores, sobretudo, no que se refere à saúde promovendo meios para que tenham um atendimento digno e melhor qualidade de vida.

Ao amigo, Eduardo Lopes, Presidente do PRB/RJ, PARABÉNS, pelo desempenho exemplar no Senado Federal, Liderança que jamais deixou de me atender quando solicitado. O meu agradecimento especial com votos de sucesso nessa nova fase, frente ao MPA, e conte comigo porque sabemos fazer política e não politicagem.

Ao senador Marcelo Crivella os nossos APLAUSOS COM LOUVOR! E sinceros cumprimentos pelo extraordinário trabalho realizado no Ministério da Pesca e Aquicultura.

E quero registrar senador, Marcelo Crivella, o meu agradecimento franco e aberto pela sempre atenção dedicada e sincera, algo que para algumas pessoas poderá parecer uma ação meramente de um político que jamais dirá um NÃO, para passar uma boa impressão.

Eu tenho certeza de que é verdadeiro no trato com as pessoas, sobretudo, porque é um homem de Fé.

E vamos em frente! Eu acredito! E os que estão comigo também acreditam!

Abraços Fraternos,

Adm. Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe por quê.

Vice-Coordenadora do PRB Mulher Municipal do Rio de Janeiro.

Site: www.djanirafelipe.com.br

Blog: www.djanirafelipe.wordpress.com

Rio de Janeiro, 14 de março de 2014.

ENCONTRO COM O MINISTRO MARCELO CRIVELLA PRB-RJ

DSC01354Neste sábado, 08/02/2014, foi realizado um Encontro no auditório do PRB-RJ, com a presença do Ministro da Pesca e Aquicultura, MARCELO CRIVELLA. Estiveram presentes os Parlamentares Lideranças: O Senador Eduardo Lopes – Presidente Regional do PRB-RJ, A Deputada Rosângela Gomes e os Vereadores João Mendes e Tânia Bastos.

AMIGOS,

Procurei organizar as fotos o mais próximo da sequência do evento, de modo que se faz necessário Registrar os Sinceros Agradecimentos ao MINISTRO MARCELO CRIVELLA, que ao chegar dedicou-nos toda atenção, inclusive para fazer estas cinco primeiras fotos. Agradecimentos à Coordenadora do PRB Mulher Municipal, ELIANA OVALLE, da qual sou Vice-Coordenadora, pelo convite, bastante oportuno pelo perfil do público-alvo. Foi uma honra participar. Hoje especialmente, acompanhada pelos amigos para sempre CLÁUDIO DA COSTA MARQUES E KARINE CLAUDINO. Amigos para Sempre por serem Membros do GSAPS – Grupo Solidário Amigos para Sempre que temos no Méier.

Quero falar um pouco sobre o Ministro MARCELO CRIVELLA, porque acredito que todos ou quase todos os brasileiros, se não, o conhecem, já tenham ouvido falar algo a seu respeito. Evidentemente que ora elogios, ora críticas, ora expressões que se confundem com interpretações equivocadas, ou por pura cortina de fumaça, digamos assim. O que acontece é que alguns podem associar simplesmente a sua imagem à Igreja, ou a sua extraordinária atuação no universo político, seja como Senador ou Ministro. Atualmente a maioria dos brasileiros leem ou pelo menos acompanham às notícias que são manchetes sobre o cenário político.

Na condição de Cidadã Brasileira tenho o olhar atento e crítico quando percebo que o Congresso Nacional prioriza as questões de interesse de grupos em detrimento aos interesses da sociedade e que promovam o bem comum.

Quando olhamos a trajetória do Ministro MARCELO CRIVELLA e acompanhamos o seu desempenho em números de Projetos de Lei que têm abrangência aos menos favorecidos, assim como as crianças, aos idosos ou algumas categorias, então iniciamos um processo de conhecimento e de entendimento da sua inconformação pelas condições precárias, nas quais residem cidadãos, trabalhadores nas comunidades. A partir dessa ciência não podemos ignorar que são aspectos que retratam o perfil de um Bom Político.

Escrevo sobre o Ministro MARCELO CRIVELLA não apenas como alguém que tem a pretensão de formar uma imagem imaculada do mesmo, na cabeça das pessoas, escrevo pelo resultado da minha observação, acompanhamento e conhecimento das ideias, atitudes e, sobretudo, do comportamento do homem público e atencioso no trato com as pessoas, fator fundamental para mim.  No caso de alguém decidir seguir o caminho da política que, aliás, não é bem seguir o caminho da política, mas, na verdade, é o de quem tem o desejo inteiro de servir ao povo. Assim é o Ministro CRIVELLA. Obrigada Ministro!

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz.

ANOMIA

AMIGOS LEITORES,

DOS ARTIGOS E MATÉRIAS LITERÁRIOS DA ÁREA ‘POLÍTICA” QUE JÁ LI, ESTA ANÁLISE DO ECONOMISTA RODRIGO CONSTANTINO, É A QUE MELHOR RETRATA  A NOSSA REALIDADE. POR ISSO RESOLVI COMPARTILHAR COM VOCÊS.

DJANIRA FELIPE – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ. E SABE POR QUÊ.

anomia3

“Estado de uma sociedade caracterizada pela desintegração das normas que regem a conduta dos homens e asseguram a ordem social.” Assim o dicionário define o termo anomia, cunhado pelo sociólogo Durkheim. É a palavra que melhor define o perigoso momento que vivemos atualmente.

Que as normas de conduta no Brasil sempre foram elásticas, isso todos sabemos. Afinal, esse é o país do “jeitinho”. Só que há algo novo no ar. Agora, muitos acreditam que a violência e a criminalidade são recursos legítimos para suas causas, vistas como nobres.

A tarifa do ônibus incomoda? Os hospitais públicos não são “padrão Fifa”? O salário dos professores é baixo? Cães são usados em pesquisas de laboratórios? As causas são as mais diversas possíveis, mas os métodos se repetem: vandalismo, depredação, coquetéis molotov, ruas fechadas, gente mascarada atacando policiais.

O sociólogo alemão Ralf Dahrendorf, que acompanhou os terríveis anos nazistas de Berlim, escreveu em 1985 um livro chamado “A Lei e a Ordem”, que o Instituto Liberal traduziu, no qual traçou alguns paralelos entre a situação que estavam vivendo os países desenvolvidos nessa época e a era que antecedeu o nazismo.

Seu principal alerta era quanto ao caminho para a anomia, que costuma anteceder regimes totalitários. Afinal, os índices de criminalidade estavam em alta nesses países desenvolvidos, ameaçando a paz e a ordem dos cidadãos.

Dahrendorf estava preocupado com a incidência da impunidade, cuja consequência é a anomia, “quando um número elevado e crescente de violações de normas torna-se conhecido e é relatado, mas não é punido”.

A anomia é, pois, “uma condição em que tanto a eficácia social como a moralidade cultural das normas tendem a zero”. Tudo passa a ser visto como permitido, já que nada é punido.

Quando atos criminosos são praticados à luz do dia, carros da polícia são incendiados, cachorros são furtados, e ninguém é preso, ou se é, logo acaba sendo solto, isso é um convite para novos, e mais ousados atos criminosos.

Nova York já foi a capital do crime na década de 1970, e foi somente quando as autoridades compreenderam a teoria da “janela quebrada” que as coisas começaram a mudar. Haveria tolerância zero, mesmo com pequenos delitos, como grafiteiros no metrô. O respeito à lei e à ordem deveria ser pleno.

Reparem que sequer entrei no mérito das bandeiras que esses vândalos e criminosos levantam. Isso é secundário. São os métodos que estão sendo julgados, e condenados. Cada um pode achar que sua causa é a mais justa, mas, se todos pensarem que isso justifica atos ilegais, então estaremos perdidos na completa anomia.

Reinaldo Azevedo, em sua coluna de estreia na “Folha”, foi preciso quando disse: “Em política, quando o fim justifica os meios, o que se tem é a brutalidade dos meios com um fim sempre desastroso.” E não foi assim em toda revolução cheia de boas intenções?

Não resta dúvida de que nossa democracia está bastante disfuncional. Para começo de conversa, há uma completa hegemonia de esquerda. Além disso, há mais legendas de aluguel do que partidos. Por fim, o corporativismo e a corrupção são as marcas registradas na política nacional.

Dito isso, ainda temos uma democracia, por mais imperfeita que seja. E isso deve ser valorizado. Aqueles que estão insatisfeitos, como eu, devem lutar pelas vias legais e democráticas por mudanças. A linguagem da violência é a dos bárbaros, e nunca traz bons resultados.

Por isso considero tão temerária a reação de muitos artistas e intelectuais frente à escalada de atos violentos desses baderneiros. Tentam justificá-los, quando não endossá-los, alguns chegando a se fantasiar de “Black Bloc”. Acabam jogando lenha na fogueira da anomia, ameaçando nossa frágil democracia.

Disse que havia algo novo, mas me enganei. Maio de 1968 foi parecido. Escrevendo nesse mesmo ano para esse mesmo jornal, Nelson Rodrigues dissecou o “velho mito” de que as ruas são a voz divina:

“Hoje, todo mundo protesta. Há sujeitos que acordam indignados e não sabem contra quem, nem por quê. […] Não existe, hoje, palavra mais vã, mais sem caráter, e, direi mesmo, mais pulha do que ‘liberdade’. Como a corromperam em todos os idiomas! […] Na hora de odiar, ou de matar, ou de morrer, ou simplesmente de pensar, os homens se aglomeram. As unanimidades decidem por nós, sonham por nós, berram por nós. Qualquer idiota sobe num para-lama de automóvel, esbraveja e faz uma multidão.”

Por Rodrigo Constantino, economista, e presidente do Instituto Liberal. 

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2013/10/29/anomia-513485.asp

PROGRAMA DE IDENTIFICAÇÃO BIOMÉTRICA DO ELEITOR

AMIGOS LEITORES E ELEITORES,

A PARTIR DESTA DATA VAMOS POSTAR MATÉRIAS SOBRE O RECADASTRAMENTO BIOMÉTRICO, OU SEJA, DO CADASTRO DAS IMPRESSÕES DIGITAIS DOS ELEITORES BRASILEIROS.

DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ.

image_destaque_internoCom o objetivo de garantir um sistema de votação verdadeiramente democrático e ainda mais seguro, várias tecnologias têm sido desenvolvidas pela Justiça Eleitoral brasileira. A mais recente delas envolve a biometria, por meio do recadastramento biométrico, ou seja, do cadastro das impressões digitais dos eleitores.

A medida impede que uma pessoa tente se passar por outra no momento da identificação em um pleito – já que não existem impressões digitais iguais – e faz parte do Programa de Identificação Biométrica do Eleitor brasileiro.

De forma pioneira, o recadastramento biométrico foi lançado com sucesso em três cidades de três Estados diferentes, com foco nas eleições municipais de 2008. Naquele pleito, os pouco mais de 40 mil eleitores de Colorado do Oeste – RO, Fátima do Sul-MS e São João Batista-SC foram identificados biometricamente.

Nas eleições gerais de 2010, mais de 1,1 milhões de eleitores de 60 cidades de 23 Estados participaram das eleições gerais após a identificação de suas impressões digitais. E no pleito municipal de 2012, a tecnologia alcançou mais de 7,7 milhões de eleitores de 299 municípios de 24 Estados.

Em 2013, a Justiça Eleitoral iniciou a terceira etapa do Programa de Identificação Biométrica do Eleitor, com foco nas eleições gerais de 2014. A meta é recadastrar mais 16 milhões de eleitores até o ano que vem, para que cerca de 23,7 milhões de brasileiros de todos os Estados e do Distrito Federal possam ser identificados biometricamente no pleito que se aproxima.

LC/LF

http://www.tse.jus.br/eleitor/recadastramento-biometrico/programa-de-identificacao-biometrica-do-eleitor

AGUARDEM A PRÓXIMA POSTAGEM SOBRE O ASSUNTO. FIQUE ATENTO PARA NÃO PERDER O INÍCIO NO RIO DE JANEIRO.

Município do Estado do Rio de Janeiro em fase de recadastramento biométrico

Município

Data início Data final
Niterói 29.4.2013

31.10.2013

%d blogueiros gostam disto: