Arquivo da categoria: História

GRUPO SOLIDÁRIO AMIGOS PARA SEMPRE

Caros Amigos e Leitores

CHEGOU A HORA DE DAR CONTINUIDADE AOS PROJETOS E PARCERIAS.

É com alegria que comunico a Concessão de Registro Titular: Djanira Felipe de Oliveira, a partir de 2018, válida pelos próximos dez anos da Marca de Apresentação Mista Natureza: Marca de Serviço Elemento nominativo: GSAPS Grupo Solidário Amigos para Sempre!!!  Especificação:

  1. ORGANIZAÇÃO E APRESENTAÇÃO DE SEMINÁRIOS;
  2. ORIENTAÇÃO [TREINAMENTO];
  3. AGENTE ARTÍSTICO LITERÁRIO E CULTURAL [PROMOTOR DE EVENTOS];
  4. CURSOS LIVRES [ENSINO] – [CONSULTORIA EM]

Quem conhece as motivações que levaram a criação e registro da Marca GSAPS – Grupo Solidário Amigos para Sempre!!! Naturalmente poderá indagar sobre a especificação das atividades que são muito mais do que as ideias originárias. Esclareço que no momento de solicitar o registro da Marca alterei o código com o intuito de ampliar o campo de atuação e diversificar os atores que certamente estarão conosco na caminhada e na pratica de ações que promovam o bem comum. Além disso, há a necessidade de garantir a manutenção dos projetos. No entanto, a ideia principal de Ações Solidárias entre si e a sociedade como um todo permeia todas as atividades apresentadas.

PARA LEMBRÁ-LOS DO POST DA APRESENTAÇÃO REALIZADA EM 22 DE OUTUBRO DE 2013.

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O “GSAPS”

Definição – O Grupo Solidário Amigos Para Sempre do Rio de Janeiro, designado nesta matéria simplesmente “GSAPS”, é um grupo de amigos, que a partir de experiências vividas, em 2012, decidiram ser solidário entre si, e a partir de 2013, desenvolverem ações em prol do bem comum, gerando uma corrente do bem, sempre que houver benfeitor e beneficiado. O “GSAPS” não tem pretensões de fins lucrativos ou econômicos.

Sua composição inicial é de pessoas que se encontraram pelas circunstâncias da vida, e têm formações em diversas áreas, pela capacidade de coesão, comunhão de ideais e pelo espírito de servir. Pessoas que acreditam no poder de fazer a diferença, pela vontade de fazer o bem pelo bem. E conta desde o inicio com o apoio e parceria da conceituada Revista do Grande Meyer – Representada pelo respeitado Sr. Santos Máximo e pelo Editor Jornalista Marco Máximo, que abraçou a criação do “GSAPS”, e sensibilizado pela intenção sincera do conceito de se fazer o bem pelo bem, integrou-se ao Grupo, e muito nos honra, pela sua competência e participação.

O “GSAPS” Considera o dever de compartilhar o conhecimento, como principio de igualdade. E pretende gradativamente transformar problemas em oportunidades de utilizar suas potencialidades em benefício do próximo.

Os objetivos principais: Transformar as experiências em ações para promover a melhoria entre si e a sociedade, a partir da identificação das diferentes realidades; Provocar o potencial transformador e o espírito de servir das pessoas para com o próximo e; Estabelecer parcerias com entidades públicas e privadas para o atendimento às demandas apresentadas, dentro de suas possibilidades.

Público Alvo e Participante do Grupo: Toda pessoa que acreditar e aderir ao “GSAPS” – Grupo Solidário Amigos Para Sempre.

Método de Atuação: Neste momento, à atuação do “GSAPS”, ocorre a partir da apresentação de uma não conformidade que cause uma interação do Grupo com Pessoa Física, Instituições Públicas ou Privadas em busca da solução.

À medida que evoluir, a ideia é a de que, além das ações imediatas, iniciará a criação e o desenvolvimento de atividades e projetos de caráter beneficente, educativo, e cultural, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade religião e quaisquer outras formas de discriminação. E visará à ascensão humana solidária e fraterna, em todas as suas atividades e realizações. Além disso, provocar no cidadão o potencial transformador e o espírito de solidariedade para com o próximo. Assim é o “GSAPS”!

Adm. Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz.

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HISTÓRIA DO DIA DA BANDEIRA

AMIGOS LEITORES, VAMOS RESGATAR O NOSSO DEVER CÍVICO DE HONRAR OS NOSSOS SÍMBOLOS NACIONAIS, NO CASO DESTA MATÉRIA – A NOSSA LINDA BANDEIRA NACIONAL BRASILEIRA, QUE POR SI, JÁ RETRATA UMA PANORÂMICA DO NOSSO PAÍS, DA NOSSA NAÇÃO. EDUCADORES, VAMOS INCENTIVAR AS CRIANÇAS A OLHAREM O NOSSO BRASIL COMO UM PAÍS DIGNO DO POVO BRASILEIRO.  DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ.

BANDEIRA 1

A bandeira do Brasil foi instituída a 19 de novembro de 1889, ou seja, 4 dias depois da Proclamação da República. É o resultado de uma adaptação na tradicional Bandeira do Império Brasileiro. Neste contexto, em vez do escudo Imperial português dentro do losango amarelo, foi adicionado o círculo azul com estrelas na cor branca.

Normas

bandeiradobrasil 2Existem normas específicas nas dimensões e proporções do desenho da Bandeira Brasileira. Ela tem o formato retangular, com um losango amarelo em fundo verde, sendo que no centro a esfera azul celeste, atravessada pela faixa branca com as palavras Ordem e Progresso em letras maiúsculas verdes. Essa faixa é oblíqua, inclinada da esquerda para direita. No círculo azul estão 27 estrelas, que retratam o céu do Rio de Janeiro, incluindo várias constelações, como, por exemplo, o Cruzeiro do Sul. As estrelas representam simbolicamente os 26 Estados e o Distrito Federal. A única estrela que fica na parte superior do círculo representa o estado do Pará.

A Bandeira Nacional é hasteada de manhã e recolhida na parte da tarde. Ela não pode ficar exposta à noite, a não ser que esteja bem iluminada. É obrigatório o seu hasteamento em órgãos públicos (escolas, ministérios, secretarias de governo, repartições públicas) em dias de festa ou de luto nacional. Nos edifícios do governo, ela é hasteada todos os dias. Também é exposta em situações em que o Brasil é representado diante de outros países como, por exemplo, em congressos internacionais e encontros de governos.

Dia da Bandeira

O dia 19 de Novembro é comemorado, em todo o território nacional, como o Dia da Bandeira. Nesta data ocorrem comemorações cívicas, acompanhadas do Hino à Bandeira.

Curiosidades sobre a bandeira brasileira:

– As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D.Pedro I, idealizador da Bandeira do Império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto, o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil.

– Quando várias bandeiras são hasteadas em nosso país, a brasileira deve ser a primeira a chegar ao topo do mastro e a última a descer.

 – Quando uma bandeira brasileira fica velha, suja ou rasgada, deve ser imediatamente substituída por uma nova. A bandeira velha deve ser recolhida a uma unidade militar, que providenciará a queima da mesma no dia 19 de novembro.

– A versão atual da Bandeira Nacional Brasileira com 27 estrelas entrou em vigor em 11 de maio de 1992, com a inclusão de mais quatro estrelas (antes eram 23 estrelas) representando os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia.

Além da Bandeira Nacional do Brasil que todos conhecemos muito bem, existem duas outras bandeiras brasileiras oficiais: a bandeira presidencial e a bandeira vice-presidencial.

Bandeira presidencial                                          vice-presidencial 

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ACORDA BRASIL! UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA!

http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_da_bandeira.htm

ERRADICAR A EXTREMA POBREZA E A FOME

download (4)ERRADICAR A EXTREMA POBREZA E A FOME

“A pobreza é fácil de denunciar, mas difícil de combater. Aqueles que sofrem com a fome, a miséria e a falta de dignidade precisam mais do que palavras simpáticas; eles precisam de apoio concreto.

Nós marcamos esse Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza em um momento de austeridade econômica em muitos países. Enquanto os governos lutam para equilibrar o orçamento, o financiamento para a redução da pobreza está sob ameaça. Mas este é justamente o momento de fornecer aos pobres acesso aos serviços sociais, segurança de renda, trabalho decente e proteção social. Só então poderemos construir sociedades mais fortes e prósperas – e não equilibrando orçamentos à custa dos pobres.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio [ODM] galvanizaram uma ação global que gerou um grande progresso. Nós reduzimos a pobreza extrema pela metade e corrigimos o desequilíbrio de gênero na educação infantil, com tantas meninas agora frequentando a escola primária quanto os meninos. Muitas comunidades a mais têm acesso a água potável. Milhões de vidas foram salvas graças a investimentos em saúde.

Esses ganhos representam um grande avanço em direção a um mundo mais justo, próspero e sustentável. No entanto, mais de um bilhão de pessoas ainda vivem na pobreza, sendo negado seus direitos a alimentação, educação e cuidados de saúde. Nós temos que capacitá-los para nos ajudar a encontrar soluções sustentáveis. Nós não devemos medir esforços para garantir que todos os países alcancem os ODM até 2015.

Na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável [Rio+20], realizada em junho deste ano, líderes de todo o mundo declararam que a erradicação da pobreza é “o maior desafio global que o mundo enfrenta hoje”.

Estamos agora desenvolvendo o quadro de desenvolvimento das Nações Unidas para o período pós-2015, com base nos ODM enquanto enfrentamos as desigualdades persistentes e os novos desafios que enfrentam as pessoas e o planeta. Nosso objetivo é produzir um quadro ousado e ambicioso, que pode promover a mudança transformacional beneficiando as pessoas agora e as gerações futuras.

A pobreza crescente, que preponderou por muito tempo, está ligada à agitação social e às ameaças à paz e segurança. Neste Dia Internacional, vamos fazer um investimento no nosso futuro comum ajudando a tirar as pessoas da pobreza para que elas, por sua vez, possam ajudar a transformar o nosso mundo.”

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Grifo nosso

http://unicrio.org.br/dia-internacional-para-a-erradicacao-da-pobreza-17-de-outubro-de-2012/

http://www.pnud.org.br/ODM1.aspx

https://www.google.com.br/search?q=odm+fotos&espv=2&biw=1280&bih=899&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CDAQ7AlqFQoTCNbTnpiLtMgCFcsKGgodFccOmg

UM CONVITE MUITO ESPECIAL PARA VOCÊ QUE É UMA PESSOA ESPECIAL.

OLÁ VOCÊ! SIM VOCÊ MESMO! A SUA PRESENÇA SERÁ UM PRESENTE ESPECIAL PARA MIM. AGUARDO VOCÊ LÁ!

CONVITE (1) (3)

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Conheça a história da Independência do Brasil.

imagesQ852HKZVA independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.

Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

untitledEssa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.

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*Créditos da imagem: AlexanderZam / shutterstock

Por Rainer Sousa

Graduado em História

http://www.brasilescola.com/historiab/independencia-brasil.htm

 

 

DIA DO FILÓSOFO

Dia do Filósofo é comemorado anualmente em 16 de Agosto, no Brasil.

owl1 (1)A data homenageia o profissional dedicado aos estudos da filosofia, ou seja, temas relacionados à existência humana, da natureza, do Universo, dos valores éticos e morais e as suas transformações, da política, da religião, entre outros assuntos inerentes ao pensamento filosófico.

Os filósofos utilizam, como ferramentas para embasar e expressar as suas ideias, argumentações lógicas e análises conceituais.

Entre os principais nomes da filosofia, destacam-se AristótelesPlatão e Sócrates, este último consagrado por muitos autores como o “pai da filosofia ocidental”.

Dia Mundial da Filosofia foi criado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO, e é comemorado anualmente na terceira quinta-feira de Novembro.

Mensagem para o Dia do Filósofo

“Viver sem filosofar é o que se chama ter os olhos fechados sem nunca os haver tentado abrir”.

“O filósofo é o homem de amanhã, aquele que recusa o ideal do dia, aquele que cultiva a utopia” (Friedrich Nietzsche)

“O truque da filosofia é começar por algo tão simples que ninguém ache digno de nota e terminar por algo tão complexo que ninguém entenda” (Bertrand Russell)

 http://www.calendarr.com/brasil/dia-do-filosofo/

11 DE AGOSTO – DIA INTERNACIONAL DA LOGOSOFIA

Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

downloadA palavra Logosofia reúne os elementos gregos logos e sofia, que o autor adotou, dando-lhes a significação de verbo criador ou manifestação do saber supremo, e ciência original ou sabedoria, respectivamente, para designar uma nova linha de conhecimentos, uma doutrina, um método e uma técnica que lhe são eminentemente próprios.

A Logosofia é uma nova mensagem à humanidade, com palavras plenas de alento, de verdade e de clara orientação. Encerra uma nova forma de vida, forma que move o homem a pensar e a sentir de outra maneira, graças ao descobrimento logosófico de agentes causais, que, ignorados antes por ele, se manifestam agora à vista de seu entendimento, de sua reflexão e de seu juízo, da mesma forma que à sua sensibilidade.

Ciência e cultura ao mesmo tempo, a Logosofia transcende a esfera comum, configurando uma doutrina de ordem transcendente. Como doutrina, está destinada a nutrir o espírito das gerações presentes e futuras com uma nova força energética, essencialmente mental, necessária e imprescindível para o desenvolvimento das aptidões humanas. Conta com duas forças poderosas que, ao unir-se e irmanar-se, levam o homem a cumprir os dois fins de sua existência: evoluir para a perfeição e constituir-se em um verdadeiro servidor da humanidade. Uma dessas forças é o conhecimento que oferece à mente humana; a outra, o afeto que ensina a realizar nos corações.

A ciência logosófica abriu uma nova rota para o desenvolvimento humano. Seu trajeto implica uma direção definida e imodificável, em cujos trechos se cumpre, gradual e ininterruptamente, a realização simultânea dos conhecimentos que possibilitam seu extenso percurso. A dita realização abarca o conhecimento de si mesmo e dos semelhantes; o do mundo mental, metafísico ou transcendente; e o das leis universais, unindo-se a ela o avanço gradual e supremo do homem até as alturas metafísicas que custodiam o Grande Mistério da Criação e do Criador.

Logosofia: uma nova forma de sentir e conceber a vida

Ao traçar a rota e assinalar sua meta, a Logosofia se constitui em guia de todos os que empreendem seu percurso. Conta ela com o respaldo dos resultados obtidos e com o concurso de seus cultores, aqueles que já podem apresentar seu testemunho e seu saber e, por conseguinte, se acham em condições de assessorar a outros, não só nos trechos preparatórios de seu percurso, mas também naqueles que dão acesso à sabedoria logosófica, para que o círculo das possibilidades humanas se amplie até o infinito e possam, homem e mulher, encontrar em nossos ensinamentos a fonte geradora da vida superior. Com tal segurança, cada um poderá cumprir plenamente o grande objetivo de sua vida, isto é, a realização de seu processo de evolução consciente.

Resumindo, diremos que aprender Logosofia é conhecer uma nova técnica para encarar a vida com auspiciosos resultados.

Trechos extraídos do livro Curso de Iniciação Logosófica § 5, 6, 11 e 14

http://www.logosofia.org.br/artigos/11-de-agosto-dia-internacional-da-logosofia/87.aspx

26 DE JULHO – DIA DOS AVÓS

No dia 26 de julho, celebra-se o Dia dos Avós. A escolha dessa data tem a ver com a vida dos

avós de Cristo, Ana e Joaquim.avos

Nos núcleos familiares, de maneira geral, a figura dos avós é uma das mais queridas e respeitadas (ainda que, infelizmente, essa não seja a realidade de todas as famílias). Isso acontece, principalmente, em virtude da experiência que eles acumularam ao longo dos anos e pela sabedoria que podem transmitir às gerações posteriores, sobretudo aos netos e bisnetos. Do mesmo modo que há dias para homenagear nossos pais e mães, há também um dia especial para estar junto e prestar homenagens aos nossos avós. Esse dia é 26 de Julho!

Mas por que se comemora o dia dos avós justamente nesse dia? Para compreendermos a origem do dia dos avós, é necessário que nos remetamos à biografia de Jesus de Nazaré, o Cristo.

O dia 26 de julho foi escolhido pelo papa Paulo VI, no século XX, para homenagear os pais de Maria, mãe de Jesus, chamados Ana e Joaquim. Esses dois personagens históricos e bíblicos foram canonizados no século XVI pelo papa Gregório VIII por serem pais da mãe de Cristo e por terem-na concebido, segundo a tradição cristã, mediante ação milagrosa, já que o casal, à época, era considerado estéril. Santa Ana e São Joaquim, os avós de Jesus, ao longo dos séculos, receberam comemorações festivas em diversas datas diferentes, mas Paulo VI houve por bem determinar o dia 26 como a data definitiva.

A despeito da adesão ou não à tradição dos santos católicos, bem como da inserção da figura dos avós de Jesus nessa tradição, a figura de Ana e Joaquim diz muito sobre o papel fundamental dos avós na estruturação de uma família, sejam quais forem os problemas ou as felicidades que ela venha partilhar. Sabemos que, por vezes, os avós é que desempenham o papel de pais de seus netos; ou ainda são os avós que precisam dos cuidados dos netos em ocasiões em que são afetados por enfermidades ou algo semelhante.

Além disso, a figura dos avós revela aos jovens o seu próprio futuro, isto é, dá-lhes a imagem do que um dia serão. Nessa imagem deve ser vista a finalidade das ações que desempenhamos ao longo de nossa vida; devem também ser pesadas as medidas dessas ações. O ser idoso, em grande parte, é fonte de inspiração e de sabedoria. O dia dedicado aos avós constitui uma oportunidade para meditar sobre isso, sobre o futuro que a todos aguarda e sobre que caminhos traçaremos em nossa vida.

Grifo nosso
Por Me. Cláudio Fernandes

http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-vovo.htm

251 ANOS DO CRATO – EU AMO O CRATO

SOU DO CRATO. CRATO UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA!

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

DIA DA MARINHA BRASILEIRA

downloadNo dia 11 de junho comemora-se o Dia da Marinha Brasileira, uma das três forças armadas do país. A Marinha exerce um papel de extrema importância para a nação brasileira, uma vez que é responsável pela condução das operações navais em nossas águas. Essa importância é ainda maior se considerarmos o fato do Brasil possuir mais de 8.500 km de fronteira marítima, o que valoriza ainda mais o trabalho e a dedicação destes profissionais a serviço da pátria.

A missão da Marinha, segundo suas próprias palavras, é “Preparar e empregar o Poder Naval, a fim de contribuir para a defesa da Pátria (…)”. O primeiro passo para a criação da Marinha Brasileira foi dado em 1736, por João V de Portugal, que ordenou a fundação da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha. O órgão em si nasceu em 10 de junho de 1999 com sua subordinação ao Ministério da Defesa e a extinção do antigo Ministério da Marinha.

Atualmente, a Marinha Brasileira é a maior marinha da América Latina.

Fonte:

http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-da-marinha-brasileira.htm

27 DE MAIO – DIA NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA

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A Mata Atlântica é formada por um conjunto de formações florestais (Florestas: Ombrófila Densa, Ombrófila Mista, Estacional Semidecidual, Estacional Decidual e Ombrófila Aberta) e ecossistemas associados como as restingas, manguezais e campos de altitude, que se estendiam originalmente por aproximadamente 1.300.000 km2 em 17 estados do território brasileiro. Hoje os remanescentes de vegetação nativa estão reduzidos a cerca de 22% de sua cobertura original e encontram-se em diferentes estágios de regeneração. Apenas cerca de 7% estão bem conservados em fragmentos acima de 100 hectares. Mesmo reduzida e muito fragmentada, estima-se que na Mata Atlântica existam cerca de 20.000 espécies vegetais (cerca de 35% das espécies existentes no Brasil), incluindo diversas espécies endêmicas e ameaçadas de extinção. Essa riqueza é maior que a de alguns continentes (17.000 espécies na América do Norte e 12.500 na Europa) e por isso a região da Mata Atlântica é altamente prioritária para a conservação da biodiversidade mundial. Em relação à fauna, os levantamentos já realizados indicam que a Mata Atlântica abriga 849 espécies de aves, 370 espécies de anfíbios, 200 espécies de répteis, 270 de mamíferos e cerca de 350 espécies de peixes.

Além de ser uma das regiões mais ricas do mundo em biodiversidade, tem importância vital para aproximadamente 120 milhões de brasileiros que vivem em seu domínio, onde são gerados aproximadamente 70% do PIB brasileiro, prestando importantíssimos serviços ambientais. Regula o fluxo dos mananciais hídricos, assegura a fertilidade do solo, suas paisagens oferecem belezas cênicas, controla o equilíbrio climático e protege escarpas e encostas das serras, além de preservar um patrimônio histórico e cultural imenso. Neste contexto, as áreas protegidas, como as Unidades de Conservação e as Terras Indígenas, são fundamentais para a manutenção de amostras representativas e viáveis da diversidade biológica e cultural da Mata Atlântica.

A cobertura de áreas protegidas na Mata Atlântica avançou expressivamente ao longo dos últimos anos, com a contribuição dos governos federais, estaduais e mais recentemente dos governos municipais e iniciativa privada. No entanto, a maior parte dos remanescentes de vegetação nativa ainda permanece sem proteção. Assim, além do investimento na ampliação e consolidação da rede de áreas protegidas, as estratégias para a conservação da biodiversidade visam contemplar também formas inovadoras de incentivos para a conservação e uso sustentável da biodiversidade, tais como a promoção da recuperação de áreas degradadas e do uso sustentável da vegetação nativa, bem como o incentivo ao pagamento pelos serviços ambientais prestados pela Mata Atlântica. Cabe enfatizar que um importante instrumento para a conservação e recuperação ambiental na Mata Atlântica, foi a aprovação da Lei 11.428, de 2006 e o Decreto 6.660/2008, que regulamentou a referida lei.

 

FONTE: mma . gov . br / biomas / mata – atlantica

13 DE MAIO – ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA

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A partir da segunda metade do século XIX, vários intelectuais, escritores, jornalistas e políticos discutiam a relação existente entre a utilização da mão de obra escrava e a questão do desenvolvimento nacional. Enquanto as nações europeias se industrializavam e buscavam formas de ampliar a exploração da mão de obra assalariada, o Brasil se afastava desses modelos de civilidade ao preservar a escravidão como prática rotineira.

De fato, mais do que uma questão moral, a escravidão já apresentava vários sinais de decadência nessa época. A proibição do tráfico encareceu o valor de obtenção de uma peça e a utilização da força de trabalho dos imigrantes europeus já começava a ganhar espaço. Com isso, podemos ver que a necessidade de se abandonar o escravismo representava uma ação indispensável para que o Brasil viesse a se integrar ao processo de expansão do capitalismo.

A Inglaterra, mais importante nação industrial dessa época, realizava enormes pressões para que o governo imperial acabasse com a escravidão. Por de trás de um discurso humanista, os britânicos tinham interesse real em promover a expansão do mercado consumidor brasileiro por meio da formação de uma massa de trabalhadores assalariados. Paralelamente, os centros urbanos brasileiros já percebiam que o custo do trabalhador livre era inferior ao do escravo.

Respondendo a esse conjunto de fatores, o governo brasileiro aprova a Lei Eusébio de Queiroz, que, em 1850, estipulou a proibição do tráfico negreiro. Décadas mais tarde, a Lei do Ventre Livre (1871) previa a liberdade para todos os filhos de escravos. Esses primeiros passos rumo à abolição incitaram a criação da Sociedade Brasileira contra a Escravidão e, três anos mais tarde, no estabelecimento da Confederação Abolicionista, em 1883.

Apesar de toda essa efervescência abolicionista manifestada em artigos de jornal, conferências e na organização de fugas, vários membros da elite rural se opunham a tal projeto. Buscando conter a agitação dos abolicionistas, o Império Brasileiro aprovou a Lei Saraiva-Cotegipe ou Lei dos Sexagenários, que previu, no ano de 1885, a libertação de todos os escravos com mais de 65 anos de idade. Na prática, a lei atingia uma ínfima parcela de escravos que detinham um baixo potencial produtivo.

Dando continuidade à agitação abolicionista, vemos que o ano de 1887 foi marcado pela recusa do Exército brasileiro em perseguir escravos e a clara manifestação da Igreja Católica contra tal prática. No ano seguinte, assumindo o trono provisoriamente no lugar do pai, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, no dia 13 de maio. Possuindo apenas dois artigos, a lei previu a libertação dos escravos em território brasileiro e a revogação de qualquer lei que fosse contrária a essa medida.

Apesar de estabelecer um marco no fim da escravidão, a Lei Áurea não promoveu transformações radicais nos cerca de 750 mil escravos libertos em território brasileiro. Sem nenhum amparo governamental, os alforriados se dirigiram para as grandes cidades ou se mantiveram empregados nas suas propriedades de origem. De fato, ao invés de promover a integração do negro à sociedade, a libertação foi seguida pelo aprofundamento da marginalização das camadas populares no Brasil.

 

FONTE: brasilescola . com / datas – comemorativas / dia – abolicao – escravatura . htm

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