Arquivo da categoria: Empreendedorismo

09 DE SETEMBRO – DIA DO ADMINISTRADOR

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A data foi escolhida para relembrar o dia em que foi assinada a lei que regulamenta a profissão.

imagesCR3MVEWDO Administrador é o profissional capaz de sistematizar práticas para gerir uma instituição. Ele é responsável por planejar estratégias, acompanhar o desempenho das atividades, gerenciar os recursos humanos, materiais e financeiros de uma instituição. É função do profissional ainda desenvolver estratégias de mercado em nível de concorrência.

A profissão pode ser exercida em diferentes formas de atuação como, por exemplo, profissional liberal, perito judicial e assessor ou consultor. Na prática é um profissional apto para resolver questões logísticas, de marketing e de sistemas de informação, além de abordagens em grupo que exige um apurado senso de liderança.

Entre as habilidades de um Administrador é possível destacar o dinamismo, criatividade, capacidade de trabalhar em grupo e resiliência para superar adversidades encontradas em empresas privadas ou instituições públicas. No Brasil a atividade de um profissional da Administração é regulamentada pela Lei N° 4.769 de 1965 que exige a prerrogativa de bacharel e o registro junto ao conselho.

Graças a Lei que foi sancionada em 09 de setembro, todos os anos se comemora nesta data o dia do Administrador, segundo a resolução CFA n° 65/68 de 09 de dezembro de 1968. Além da graduação em Administração de Empresas é possível se tornar bacharel em Administração ou Administração Pública, existem ainda cursos de especialização como os MBA em Marketing, Gestão de Pessoas, Gestão Pública e outros.

Em meados do século XVII é possível ver a presença de profissionais que exercem a função de administrador como gerentes das companhias de navegação inglesas. Em solo brasileiro o primeiro curso de graduação em Administração começou a ser oferecido em 1941, no estado de São Paulo. No ano de 2010, segundo o Conselho Federal de Administração, o curso já era oferecido por mais de 1.800 instituições de ensino superior.

Por Rafael Batista

Gostaria de fazer a referência deste texto em um trabalho escolar ou acadêmico? Veja:

BATISTA, Rafael. “09 de setembro – Dia do Administrador”; Brasil Escola. Disponível em <http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-administrador.htm&gt;. Acesso em 06 de novembro de 2015.

http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-administrador.htm

Grifo nosso

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VIVER COM MAIS POESIA E VIAJANTE DO UNIVERSO

Logo serão divulgadas fotos  do lançamento.

O FATOR HUMANO NO MERCADO LOGÍSTICO

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Dada a sua característica principal, que é vencer distâncias, o mercado logístico é mais associado a recursos físicos, seja de equipamentos, como caminhões, guindastes contêineres, ou de infraestrutura, rodovias, ferrovias, pontes, portos etc. Embora sejam fundamentais, de nada adiantam sem a inteligência e operação humanas, cuja criatividade, justamente, supera obstáculos.

Em outras palavras, mesmo no mercado logístico (à semelhança de outros serviços), o fator humano é fundamental para o sucesso do negócio. Isso até pode parecer óbvio, mas ainda são comuns longas jornadas, baixa sistematização e formalização do setor, e até um certo descrédito por não ser uma atividade fim.

Porém, precisamos ter em mente que o colaborador é o cartão de visita da empresa e está em contato com o cliente final o tempo todo. Podemos dizer que serviço é um sentimento, então, a depender do nível de atendimento que o cliente recebe, seja ele mágico, trágico ou apático, o cliente constrói a imagem da companhia e a dissemina.

O sucesso de uma empresa está diretamente ligado à visão de que pessoas, processos, tecnologia e ambiente devem estar devidamente equalizados, o que faz com que conquiste e fidelize clientes o tempo todo.

O fato de não haver interesse ou, mesmo, preocupação com gente, faz o potencial de geração de negócios não ser efetivado em seu nível máximo. As pessoas precisam saber que são importantes, ser reconhecidas, valorizadas e desafiadas por um time de líderes competente, devidamente preparado para tal questão.

Encontramos, hoje, corporações esvaziadas de comprometimento, onde as pessoas mecanicamente cumprem suas tarefas, sem interesse algum em oferecer o seu melhor. Habitualmente, lideradas por profissionais cujo conceito de resultado se mostra bastante equivocado.

Costumo questionar líderes em reuniões e treinamentos quanto ao entendimento de gente no negócio e são inúmeras as vezes em que as respostas se mostram invertidas. Costumo responder que “quem faz ou não faz resultados é gente” e não são poucas as vezes em que a discussão trava nesse ponto, por falta de argumentos.

É óbvio que há a necessidade de uma infinidade de outros recursos, para que a empresa se sustente, mas compreender que gente é quem entrega ou não resultados é fundamental, ainda mais no mercado logístico, cujas máquinas, na maioria das vezes, são dirigidas por pessoas. São elas, também, que passam por situações de estresse e que devem contorná-las. Nessa hora, o melhor equipamento de nada serve, pois não pode interagir com o cliente e outros envolvidos.

Logo, as ações de Recursos Humanos, que oportunizem melhoria no clima organizacional e no nível de engajamento de seus colaboradores, acabam invariavelmente redundando em ganhos de imagem junto ao mercado e, consequentemente, em melhores resultados para a corporação.

Importante ressaltar que todas as rotinas de Recursos Humanos da empresa devem estar descritas em formato de procedimentos, cuja metodologia utilizada é semelhante a que se adota em processos de certificações internacionais. Dessa forma, garantimos que todo conhecimento e modus operandi se mantenham devidamente atualizados, documentados na empresa e, ainda, que todos desenvolvam as rotinas de forma padronizada.

O processo de padronização também se estende por diversas áreas da companhia, bem como esta possui seus processos devidamente mapeados, por meio de ações desenvolvidas pela área de Qualidade e Gestão da empresa. A garantia de atuação padronizada, no desenvolvimento de rotinas, garante ao cliente o padrão de excelência em operação e atendimento.

A busca incessante por satisfação e clima positivo de trabalho inspira os colaboradores e faz com que sintam orgulho em pertencer, o que naturalmente reflete nos resultados da empresa. Quer vencer distâncias? Use todos os modais, mas o motor principal sempre será o fator humano.

Por Angela Christofoletti

Fonte: Mundo Logística – 27/02/2015

MULHERES SÃO DONAS DE 43% DOS NEGÓCIOS NO BRASIL, DIZ ESTUDO

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São Paulo – Entre os negócios existentes no Brasil, 43% pertencem a mulheres empreendedoras, em sua maioria com pequenas e médias empresas, segundo informou um estudo divulgado nesta segunda-feira pela ‘Serasa Experian’.

O estudo, inédito e baseado em dados oficiais, revela que o Brasil possui 5.693.694 mulheres empreendedoras que representam 8% da população feminina do país.

Segundo o estudo, 43% dos donos dos negócios no Brasil são do sexo feminino e do total de mulheres, 73% são sócias de pequenas e médias empresas.

Mas quando o alvo são as grandes empresas, apenas 0,2% das mulheres empreendedoras brasileiras são sócias nestas companhias.

A idade média das mulheres empreendedoras é 44 anos, de acordo com o relatório.

E a maior concentração de mulheres empreendedoras (52,06%) se encontra na região sudeste.

Fonte: Exame – 23/02/2015
Colaboração Adolpho Ladeira – Analista de mercado

16 DICAS VALIOSAS PARA MELHORAR O ATENDIMENTO TELEFÔNICO DA SUA EMPRESA

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A seguir, externo sobre alguns procedimentos para as empresas realizarem um atendimento telefônico eficiente e eficaz.

A comunicação entre as pessoas é algo multíplice, haja vista, que transmitir uma mensagem para outra pessoa e fazê-la compreender a essência da mesma é uma tarefa que envolve inúmeras variáveis que transformam a comunicação humana em um desafio constante para todos nós.

E essa complexidade aumenta quando não há uma comunicação visual, como na comunicação por telefone, onde a voz é o único instrumento capaz de transmitir a mensagem de um emissor para um receptor. Sendo assim, inúmeras empresas cometem erros primários no atendimento telefônico, por se tratar de algo de difícil consecução.

Com o intuito de ajudar essas organizações, elaborei 16 dicas para aprimorar o atendimento telefônico, de modo a atingirmos a excelência, confira:

1 – Profissionalismo: utilize-se sempre de uma linguagem formal, privilegiando uma comunicação que transmita respeito e seriedade. Evite brincadeiras, gírias, intimidades, etc, pois assim fazendo, você estará gerando uma imagem positiva de si mesmo por conta do profissionalismo demonstrado.

2 – Tenha cuidado com os ruídos: algo que é extremamente prejudicial ao cliente são as interferências, ou seja, tudo aquilo que atrapalha a comunicação entre as partes (chieira, sons de aparelhos eletrônicos ligados, etc.). Sendo assim, é necessário manter a linha “limpa” para que a comunicação seja eficiente, evitando desvios.

3 – Fale no tom certo: por muitas vezes fui atendido com a impressão de que eu falava com alguém de outro planeta (Marte, Netuno, Urano, etc.), pois, esse “extraterrestre” usava um tom de voz tão baixo que eu mal conseguia ouvi-lo. Sendo assim, devemos usar um tom de voz que seja minimamente compreensível, evitando desconforto para o cliente que por várias vezes é obrigado a “implorar” para que o atendente fale mais alto.

4 – Fale no ritmo certo: não seja ansioso para que você não cometa o erro de falar muito rapidamente, ou seja, procure encontrar o meio termo (nem lento e nem rápido), de forma que o cliente entenda perfeitamente a mensagem, que deve ser transmitida com clareza e objetividade.

5 – Tenha boa dicção: use as palavras com coerência e coesão para que a mensagem tenha organização, evitando possíveis erros de interpretação por parte do cliente.

6 – Tenha equilíbrio: se você estiver atendendo um cliente sem educação, use a inteligência, ou seja, seja paciente, ouça-o atentamente, jamais seja hostil com o mesmo e tente acalmá-lo, pois assim, você estará mantendo sua imagem intacta, haja vista, que esses “dinossauros” não precisam ser atacados, pois, eles se matam sozinhos.

7 – Tenha carisma: seja uma pessoa empática e sorridente para que o cliente se sinta valorizado pela empresa, gerando um clima confortável e harmônico. Para isso, use suas entonações com criatividade, de modo a transmitir emoções inteligentes e contagiantes.

8 – Controle o tempo: se precisar de um tempo, peça o cliente para aguardar na linha, mas não demore uma eternidade, pois, o cliente pode se sentir desprestigiado e desligar o telefone.

9 – Atenda o telefone o mais rápido possível: o ideal é atender o telefone no máximo até o terceiro toque, pois, é um ato que demonstra afabilidade e empenho em tentar entregar para o cliente a máxima eficiência.

10 – Nunca cometa o erro estrambólico de dizer “alô”: o ideal é dizer o nome da organização, o nome da própria pessoa seguido ainda, das tradicionais saudações (bom dia, boa tarde, etc.). Além disso, quando for encerrar a conversa lembre-se de ser amistoso, agradecendo e reafirmando o que foi acordado.

11 – Seja pró-ativo: se um cliente procurar por alguém que não está presente na sua empresa no momento da ligação, jamais peça a ele para ligar mais tarde, pois, essa é uma função do atendente, ou seja, a de retonar a ligação quando essa pessoa estiver de volta à organização.

12 – Tenha sempre papel e caneta em mãos: a organização é um dos princípios para um bom atendimento telefônico, haja vista, que é necessário anotar o nome da pessoa e os pontos principais que foram abordados.

13 – Cumpra seus compromissos: um atendente que não tem responsabilidade de cumprir aquilo que foi acordado, demonstra desleixo e incompetência, comprometendo assim, a imagem da empresa. Sendo assim, se tiver que dar um recado, ou, retornar uma ligação lembre-se de sua responsabilidade, evitando esquecimentos.

14 – Tenha uma postura afetuosa e prestativa: ao atender o telefone, você deve demonstrar para o cliente uma postura de quem realmente busca ajudá-lo, ou seja, que se importa com os problemas do mesmo. Atitudes negativas como um tom de voz desinteressado, melancólico e enfadado contribuem para a desmotivação do cliente, sendo assim, é necessário demonstrar jubilidade, interesse e iniciativa para que a outra parte se sinta acolhida.

15 – Não seja impaciente: busque ouvir o cliente atentamente, sem interrompê-lo, pois, essa atitude contribui positivamente para a identificação dos problemas existentes e consequentemente para as possíveis soluções que os mesmos exigem.

16 – Mantenha sua linha desocupada: você já tentou ligar para alguma empresa e teve que esperar um longo período de tempo para que a linha fosse desocupada? Pois é, é algo extremamente inconveniente e constrangedor. Por esse motivo, busque não delongar as conversas e evite conversas pessoais, objetivando manter, na medida do possível, sua linha sempre disponível para que o cliente não tenha que esperar muito tempo para ser atendido.

Buscar a excelência constantemente na comunicação humana é um ato fundamental para todos nós, haja vista, que estamos nos comunicando o tempo todo com outras pessoas. Infelizmente algumas pessoas não levam esse importante ato a sério, comprometendo assim, a capacidade humana de transmitir uma simples mensagem para outra pessoa. Sendo assim, devemos ficar atentos para não repetirmos esses erros e consequentemente aumentarmos nossa capacidade de comunicação com nosso semelhante.

Fonte: Administradores – 13/08/2013

 

RECICLAGEM DE MÁQUINA FRESADORA A TRANSFORMA EM IMPRESSORA 3D

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Uma das novidades mais comentadas da tecnologia atual são as impressoras 3D, capazes de construir/moldar diferentes materiais em três dimensões. Isso pode ser feito de maneira extremamente simples, bastando seguir as instruções de um programa de modelagem virtual em computador. No mundo do design de produto, por exemplo, o assunto desperta o interesse de pesquisadores e estudantes universitários, ávidos por criar diferentes objetos. O custo do equipamento, no entanto, ainda é bastante alto, o que inviabiliza seu uso de forma mais ampla, mesmo para instituições de ensino e pesquisa. Atualmente, segundo o engenheiro elétrico, professor e pesquisador da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Fernando Reiszel Pereira, uma boa impressora 3D não custa menos de R$ 50 mil.

Pensando numa solução que pudesse reduzir esses custos, Reiszel Pereira estudou o funcionamento de uma máquina fresadora – que constrói peças pelo desgaste de materiais. Ele observa que ao perceber, na mecânica de funcionamento da fresadora, a chance de fazer adaptações que lhe permitissem conectá-la a um computador, soube que poderia empregar softwares de modelagem virtual. “Com algumas adaptações, a transformamos numa impressora de três dimensões para materiais termoplásticos do tipo ABS – uma espécie de plástico de baixo custo, usado no revestimento de computadores, telefones e para-choques de carros. Desenvolvido inicialmente sem apoio algum, o projeto agora vem contando com recursos do edital Apoio à Implantação, Recuperação e Modernização da Infraestrutura para Pesquisa nas Universidades Estaduais do Rio de Janeiro, da FAPERJ.

De acordo com o pesquisador, as adaptações foram facilitadas pelo fato de a impressora 3D ser uma espécie de evolução da máquina de fresa. “A impressão em três dimensões, assim como a fresagem e o torneamento, são tecnologias de prototipagem de produtos”, ensina. Reiszel Pereira acrescenta ainda o fato de que a principal diferença é que, enquanto a fresadora e o torneador retiram material bruto para a produção da peça, a impressora 3D agrega material. “Há também a vantagem, diferente da fresadora tradicional, de uma impressora tridimensional não deixar rejeitos. “É diferente trabalhar peças de madeira para transformá-las numa caixa, deixando resíduos. Desta forma, o processo acaba oferecendo uma enorme vantagem ambiental”,

Utilizando a oficina da Esdi, o pesquisador acoplou à fresadora um cabeçote extrusor – um elemento vital para a impressão em 3D. “Também fiz adaptações que permitiram não só a comunicação com um computador, como movimentar o cabeçote extrusor em três dimensões, utilizando-o para impressão em materiais termoplásticos”, explica Reiszel Pereira. E o custo para execução do projeto foi bem menor: menos de um décimo do de uma  impressora 3D nova de mesmo porte. “Nem tenho como dar um valor preciso, pois utilizei sucatas de materiais disponíveis na Esdi. Como a fresadora estava na escola há seis anos, os gastos foram apenas para a compra de parafusos e pequenas peças. Mesmo que todo material que usei fosse novo, gastaria no máximo algo perto de R$ 5 mil”, compara.

O engenheiro se empolga com o fato de muitos alunos já estarem usando a nova impressora em projetos de desenvolvimento de produto. “Isso nos permitiu transformar modelos virtuais em produtos reais”, afirma. Ele explica ainda que a fresagem permite obter algumas formas, mas com limitações. “Além de peças de decoração, já elaboramos recipientes para perfume, um sistema de liberação de remédios, a maquete de miniparque de diversões e várias outras coisas”, enumera. Ele afirma que continuará aperfeiçoando a tecnologia, agora com apoio da FAPERJ. “Muito em breve, esperamos empregá-la em materiais similares aos termoplásticos. Será o caso das cerâmicas, de enorme valor para moldes dentários e mesmo próteses ósseas”, conclui.

Fonte: FAPERJ – 15/08/2013

Colaboração enviada por: Adolpho Ribeiro Ladeira

SURGE UM NOVO PERFIL DE FRANQUEADO: O INVESTIDOR

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Durante muito tempo, o sonho de ter uma franquia era algo comum principalmente entre pessoas que queriam deixar seus empregos para trás e abrir um negócio próprio.

Esses empreendedores encaravam a franquia como um plano B para carreira, um novo caminho para quando largassem a vida de empregados para virar patrões.

Esse tipo de franqueado ainda existe, é claro. E em grande quantidade. Mas nos últimos anos surgiu um novo perfil no mercado: o investidor.

O investidor é aquele candidato a franqueado que faz a escolha da franquia se baseando, principalmente, em informações financeiras.

Mais do que querer abrir o negócio dos seus sonhos, esse investidor está preocupado em encontrar uma franquia que tenha uma boa lucratividade, um prazo de retorno de investimento condizente com suas expectativas e que entregue mensalmente a ele uma remuneração compatível com o capital investido.

É cada vez mais comum encontrar esse tipo de candidato. Com a desaceleração da economia, queda dos juros e queda da Bolsa de Valores, mais e mais investidores procuram aplicar seu capital na chamada economia real. Ou seja, investem dinheiro na abertura de um negócio.

E por que eles escolhem as franquias? Porque as franquias são modelos de negócio testados e aprovados. Os franqueados recebem um modelo de negócio pronto. Além disso, a empresa franqueadora oferece treinamento à equipe do franqueado e dá suporte também em ações de marketing e comunicação.

Ao franqueado, cabe a gestão do dia a dia do negócio e financeira – e essa é a parte que os investidores costumam dominar muito bem, o que só contribui ainda mais para o sucesso do negócio.

Por isso, abrir uma franquia tende a ser não apenas um investimento mais seguro como também mais lucrativo para esses franqueados.

Como a imensa maioria dos investidores tem visão também de médio e longo prazo,  é comum que eles reinvistam o lucro que obtiveram com a franquia em uma nova unidade franqueada – normalmente, uma unidade da mesma rede.

Por isso, é cada vez mais comum encontrar franqueados que têm duas, três, vinte lojas de uma mesma rede.  Eles são investidores que tiveram bons resultados com seus investimentos e resolveram repetir a estratégia.

Eles são a prova viva de que as franquias daquela marca são um negócio de sucesso. E é por tudo isso que os investidores são cada vez mais bem-vindos no sistema de Franchising.

Fonte: http: // economia. uol. com. br /ultimas-noticias /colunistas /filomena-garcia /2013 /08 /06 / surge-um-novo-perfil-de-franqueado-o-investidor.htm

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