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TREMOR NAS PÁLPEBRAS É SINAL DE QUE É PRECISO DESACELERAR, DIZEM MÉDICOS

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Quem nunca sentiu aquele famoso tremor nas pálpebras? Algo tão irritante quanto impossível de ser controlado. Pior: pode durar dias, com direito a curtos intervalos. Mas por que isso é tão comum e, ao mesmo tempo, difícil de ser evitado?

A oftalmologista Andrea Lima Barbosa, diretora médica da Clínica dos Olhos São Francisco de Assis (RJ), conta que é extremamente comum pessoas chegarem a seu consultório com essa queixa.

“É sempre preocupante para a pessoa e o correto é procurar um especialista, mesmo. Esse tremor palpebral em episódios é uma luz vermelha avisando que algo não vai bem não só no seu corpo, mas em sua vida”, alerta a médica.

Ela conta que o tremor é um sinal de que a pessoa pode estar no auge do estresse. “Pode ser  fadiga, ansiedade, resultado de noites mal dormidas ou problemas pessoais , por exemplo”.

Saiba as causas e como tentar evitar:

Como as causas são diversas, para evitar o tremor involuntário das pálpebras deve-se identificar a mais importante e agir nela:

– Fadiga: pode ser causada pelo uso contínuo de computadores ou monitores (síndrome da visão do computador). Nestes casos há necessidade de se intercalar períodos de trabalho com períodos de descanso dos olhos, ou seja, a mudança de foco durante 15 minutos, antes de prosseguir no uso;

– Estresse: deve-se tentar evitar ou resolver as condições ou as situações do ambiente de trabalho ou familiar que estejam ligadas ao aumento da ansiedade; pode-se tentar a utilização de medicação relaxante muscular leve, sob indicação médica;

– Secura nos olhos: também pode estar relacionada ao uso contínuo de computadores. Usar colírios lubrificantes preventivamente é indicado, assim como aumentar a umidificação do ambiente de trabalho;

– Cafeína: se a causa for associada ao consumo excessivo de cafeína, de bebidas energéticas ou de cigarro, deve-se reduzir ou suspender seu consumo;

– Não identificadas: sugere-se a consulta oftalmológica completa com objetivo de se avaliar a função muscular das pálpebras, a superfície ocular, erros refracionais ou fundo de olho.

Fonte: Norma Allemann, Professora Adjunta do Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de Medicina – UNIFESP.

Estresse

Barbosa explica que o tremor, quase sempre unilateral, aparece porque liberamos hormônios ligados ao estresse que vão para o sistema nervoso autônomo. Estes hormônios levam estímulos para as pálpebras, que passam a ter contrações involuntárias, ou seja, impossíveis de se controlar.

Com ela concorda o oftalmologista Luiz Carlos Portes, ex-presidente e membro do conselho consultivo da Sociedade Brasileira de Oftalmologia. Ele acrescenta alguns outros fatores que podem desencadear o problema: ingestão excessiva de cafeína, carência de vitaminas, idade avançada, excesso de horas em frente ao computador etc.

Ambos enfatizam que o oftalmologista deve ser consultado para descartar qualquer doença, mas o comum é mesmo que tudo não passe de estresse.  Porém, se for algo além disso, o paciente será encaminhado para um neurologista, por exemplo.

Portes, porém, avisa que algumas doenças como conjuntivite e olho seco também podem provocar os espasmos. Isso sem contar que pessoas com mal de Parkinson e Síndrome de Tourette (desordem neurológica ou neuroquímica caracterizada por tiques, reações rápidas, movimentos repentinos  ou vocalizações que ocorrem repetidamente) também sofrem com esses espasmos.

Procurar o médico

“Por isso é importante consultar um oftalmologista”, enfatiza o médico. Porém, como na maioria dos casos o problema advém mesmo do estresse, ele comenta: “Há pessoas que ao ficarem estressadas, sentem azia. Outras têm dor nas costas e algumas têm este tremor. É difícil, mas é preciso achar um caminho para não sentir tudo isso”.

“Você tem de se perguntar: o que vai fazer da sua vida? Como anda o trabalho e os relacionamentos. Eu indico relaxamento, ioga, meditação, algo para acalmar mesmo. E, na medida do possível, evitar se estressar”, alerta Barbosa.

A médica insiste que é preciso tomar cuidado porque, se a pessoa não se cuidar, poderá desenvolver doenças cardíacas, depressão, ansiedade ou hipertensão, por exemplo.

“É preciso mesmo repensar a vida”, ressalta, acrescentando que ela própria já passou por isso: “Quando eu fazia plantão médico, eu mesma tinha isso com frequência. Era uma época bem estressante para mim”. Portes também já teve o mesmo problema, quando se preparava para o vestibular: “Eram menos opções de faculdades e a pressão era ainda maior. Estudava muito!”.

Como fazer parar?

Uma receita caseira dá conta de que compressas de chá de camomila ajudariam a parar o tremor.  “Melhor tomar o chá”, brinca a médica.  Porém, ela ensina que gelo é bom, porque anestesia a musculatura.

Já o médico conta que indica ao paciente um relaxante muscular, mas também aconselha a pessoa a ir ao cinema, praticar exercícios e descansar, pois o comum é que o tremor passe quando ela conseguir relaxar.  “Se notamos que é algo de ordem pessoal ou depressão mesmo, o correto é encaminhar a um psicólogo ou psiquiatra”.

Botox

Se a pessoa tiver o tremor de forma crônica, pode ser algo mais grave. “Existe a doença do espasmo essencial, blefarospasmo, que é rara. É o famoso tique nervoso, a pálpebra fica tremendo o tempo todo. Daí é preciso tratamento com um neuro-oftalmologista que usará injeções de Botox”, conta a médica. A indicação ocorre porque a toxina botulínica paralisa o músculo.

Norma Allemann, professora adjunta do Departamento de Oftalmologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), conta que, em alguns desses casos, após diagnóstico diferencial adequado com doenças neurológicas que podem estar associadas, a toxina botulínica é aplicada em forma de injeções e tem duração variável de efeito, entre três e seis meses.  “O blefarospasmo é uma condição rara, um tipo de distonia facial, geralmente bilateral e associado a contraturas de outros músculos da face e caracterizado pela impossibilidade de controle voluntário.  Pode ser um sintoma de doenças neurológicas e deve ser acompanhado de consulta especializada para diagnóstico”, encerra.

Fonte: http:// noticias .uol .com .br / saude / ultimas-noticias /redacao /2013 /07 /02 /tremor-nas-palpebras-e-sinal-para-desacelerar-avisam-os-medicos.htm

DESCARTE DE MEDICAMENTOS EM DESUSO

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O descarte aleatório de medicamentos em desuso, vencidos ou sobras atualmente é feito por grande parte das pessoas no lixo comum ou na rede pública de esgoto, podendo trazer como conseqüências a agressão ao meio ambiente, a contaminação da água, do solo e de animais, além do risco à saúde de pessoas que possam reutilizá-los por acidente ou mesmo intencionalmente devido a fatores sociais ou circunstanciais diversos. O consumo indevido de medicamentos descartados inadequadamente pode levar ao surgimento de reações adversas graves, intoxicações, entre outros problemas, comprometendo decisivamente a saúde e qualidade de vida dos usuários.

As sobras de medicamentos têm várias causas, dentre as quais podemos destacar: a dispensação de medicamentos além da quantidade exata para o tratamento do paciente; a interrupção ou mudança de tratamento; a distribuição aleatória de amostras-grátis; e o gerenciamento inadequado de estoques de medicamentos por parte das empresas e estabelecimentos de saúde. Soma-se a estes fatores a carência de informação da população relacionada à promoção, prevenção e cuidados básicos com sua saúde.

Com a instituição da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, através da Lei n° 12.305/2010 e do Decreto nº 7.404/2010, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa está promovendo ações relacionadas com o tema, que tenham impacto significativo para a implementação da referida política e para a proteção da saúde da população e do meio ambiente.

A PNRS prevê a implantação e operacionalização dos sistemas de logística reversa para a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial para reaproveitamento no ciclo produtivo ou destinação final ambientalmente adequada por meio dos seguintes instrumentos: compromissos entre o Poder Público e o setor privado formalizados em Acordos Setoriais, termos de compromisso ou mediante regulamento específico.

Nesse sentido, a Anvisa vem discutindo o tema “Descarte de Medicamentos” desde 2009 e tem se envolvido nas discussões da PNRS, participando da criação do Grupo de Trabalho Temático (GTT) de Medicamentos, coordenado pelo Ministério da Saúde. Este grupo foi criado em 16 de março de 2011 com o objetivo de analisar, estudar e apresentar propostas sobre o descarte de medicamentos, incluindo: realizar estudos de viabilidade técnica, econômica e avaliação dos impactos sociais para a implantação da logística reversa de medicamentos; propor modelagem da logística reversa de medicamentos; propor um acordo setorial visando um contrato entre os entes da cadeia de medicamentos de modo a pautar a responsabilidade compartilhada. O grupo tem caráter temporário e prazo de seis meses para conclusão, podendo ser prorrogado por igual período.

Portanto, a logística reversa para o descarte de medicamentos, de grande importância para a sociedade, vem sendo discutida e articulada com os diversos entes da cadeia de medicamentos, entre eles: conselhos profissionais da saúde (medicina, farmácia, enfermagem, odontologia, medicina veterinária); setor de transportes; setor de publicidade; rede hospitalar; associações da indústria farmacêutica, da indústria farmoquímica e das farmácias e drogarias; e representação das vigilâncias sanitárias municipais e estaduais, na perspectiva de conformação de um acordo setorial voltado para a implantação da logística reversa para os resíduos de medicamentos e outras medidas de não geração e de redução.

O Decreto n° 7.404, de 23 de dezembro de 2010, regulamenta a Lei n°12.305 de 2 de agosto de 2010 e cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a implantação dos Sistemas de Logística Reversa, de maneira a orientar a realização de trabalhos técnicos e científicos ligado aos resíduos sólidos para esclarecer e direcionar a aplicação da norma com estudos de viabilidade.

As ações de pesquisa, articulação e envolvimento de entidades representativas dos diversos setores (governo, empresários, profissionais de saúde, ambientalistas, trabalhadores e cidadãos em geral), especialmente àqueles que participam diretamente do Grupo de Trabalho Temático, será fundamental para a conformação de um acordo setorial condizente com as expectativas e desafios da sociedade brasileira no tratamento responsável e compartilhado com a preservação da saúde e do meio ambiente.

Além disso, a experiência com a elaboração de uma modelagem de logística reversa por meio de um acordo setorial sem dúvida propiciará contribuições para o aperfeiçoamento das práticas regulatórias adotadas no país, por tratar-se de uma nova forma de regulação e implementação de políticas públicas.

Fonte: http:// 189.28.128.179:8080 / descartemedicamentos / apresentacao-1

CONHEÇA MAIS SOBRE: SUSTENTABILIDADE

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É a habilidade de sustentar ou suportar uma ou mais condições, exibida por algo ou alguém. É uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo. Ultimamente este conceito, tornou-se um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras,e que precisou da vinculação da sustentabilidade no longo prazo, um “longo prazo” de termo indefinido, em princípio.

Sustentabilidade também pode ser definida como a capacidade do ser humano interagir com o mundo, preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras. É um conceito que gerou dois programas nacionais no Brasil. O Conceito de Sustentabilidade é complexo, pois atende a um conjunto de variáveis interdependentes, mas podemos dizer que deve ter a capacidade de integrar as Questões Sociais, Energéticas, Econômicas e Ambientais.

Com a finalidade de preservar o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras, foram criados dois programas nacionais: o Procel (eletricidade) e o Conpet.

• Questão Social: Sem considerar a questão social, não há sustentabilidade. Em primeiro lugar é preciso respeitar o ser humano, para que este possa respeitar a natureza. E do ponto de vista do ser humano, ele próprio é a parte mais importante do meio ambiente.

• Questão Energética: Sem considerar a questão energética, não há sustentabilidade. Sem energia a economia não se desenvolve. E se a economia não se desenvolve, as condições de vida das populações se deterioram.

• Questão Ambiental: Sem considerar a questão ambiental, não há sustentabilidade. Com o meio ambiente degradado, o ser humano abrevia o seu tempo de vida; a economia não se desenvolve; o futuro fica insustentável.

O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade (a exemplo das ecovilas), até o planeta inteiro. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que seja:

  • ecologicamente correto
  • economicamente viável
  • socialmente justo
  • culturalmente diverso

Diluição do Conceito 

O uso do termo “sustentabilidade” difundiu-se rapidamente, incorporando-se ao vocabulário politicamente correto das empresas, dos meios de comunicação de massa, das organizações da sociedade civil, a ponto de se tornar quase uma unanimidade global. Por outro lado, a abordagem do combate às causas da insustentabilidade parece não avançar no mesmo ritmo, ainda que possa estimular a produção de previsões mais ou menos catastróficas acerca do futuro e aquecer os debates sobre propostas de soluções eventualmente conflitantes. De todo modo, assim como acontecia antes de 1987, o desenvolvimento dos países continua a ter como principal indicador, o crescimento econômico, traduzido como crescimento da produção ou, se olhado pelo avesso, como crescimento (preponderantemente não sustentável) da exploração de recursos naturais. As políticas públicas, bem como a ação efetiva dos governos, ainda se norteia basicamente pela crença na possibilidade do crescimento econômico perpétuo e essa crença predomina largamente sobre a tese oposta, o decrescimento econômico, cujas bases foram lançadas no início dos anos 1970, por Nicholas Georgescu-Roegen.  Segundo Amartya Sen, Prêmio Nobel de Economia 1998: “Não houve mudança significativa no entendimento dos determinantes do progresso, da prosperidade ou do desenvolvimento. Continuam a ser vistos como resultado direto do desempenho econômico.”

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sustentabilidade

DILMA VETA NOVA DISTRIBUIÇÃO DE ROYALTIES PARA ÁREAS JÁ LICITADAS

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A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta sexta-feira, 30, com vetos, o projeto aprovado pelo Congresso com a nova fórmula de rateio da compensação financeira paga pelas empresas que exploram petróleo e gás no País. A informação foi dada pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, durante entrevista coletiva.

Os vetos fazem parte da estratégia do Planalto para tentar evitar uma batalha jurídica entre Estados por conta dos royalties do petróleo e, ao mesmo tempo, garantir que o dinheiro seja aplicado na área de Educação.

De acordo com Gleisi, a Medida Provisória com a nova distribuição valerá para contratos firmados a partir da data de hoje. Essa medida atende ao pleito de Estados como o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, responsáveis por mais de 90% da produção de petróleo brasileira.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a lei votada pelo Congresso violava um direito assegurado e os vetos, portanto, asseguram os contratos já firmados. “Estamos fazendo um aperfeiçoamento da lei”, disse Lobão.

Já o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que os royalties de futuras concessões irão para a área da Educação. “Não há futuro melhor do que investir na Educação”, disse.

Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/dilma-veta-nova-distribui%C3%A7%C3%A3o-de-royalties-para-%C3%A1reas-j%C3%A1-licitadas

ROUPA ESPECIAL PERMITE SENTIR COMO É TER 75 ANOS

Com mais de 10 quilos, equipamento imita características da velhice.

“Bem vindo à velhice”, declara Rachel Eckardt, médica sênior do Centro Evangélico de Geriatria de Berlim (EGZB, em inglês). Eles acabam de construir uma roupa especial para fazer as pessoas sentirem o peso da idade. O pacote inclui protetores de ouvido que prejudicam a audição, visor amarelo que ofusca a visão e dificulta a distinção de cores e almofadas nos joelhos e cotovelos para endurecer as articulações. Além disso, um colete pressiona o peito de forma bem desconfortável. O Age Man Suit  pesa 10 kg.

A roupa foi desenvolvida para simular as consequências da velhice. Quem fez o teste garante que uma caminhada leve durante uma subida deixa o usuário da roupa sem fôlego e cansado. Segundo eles, o usuário se sente incapaz de tentar pegar as pílulas de remédios e o excesso de peso aliado à perda de audição e visão são extremamente perturbadores.

A médica pretende sensibilizar as novas gerações de médicos para as necessidades sociais e médicas da Alemanha – que estão crescendo rapidamente conforme o aumento da população. A previsão é que em 2030 mais de 26% da população germânica tenha mais de 65 anos.

Segundo a médica existe uma lacuna muito grande entre os profissionais de medicina e os pacientes idosos, assim como uma escassez muito grande de profissionais que optam pela geriatria.

A roupa foi desenvolvida pela EGZB em parceria com a Saarbrucken, que fica no Instituto Meyer-Hentschel e apoia uma pesquisa chamada “amigo idoso” que desenvolve produtos para pessoas maiores de 60 anos.

Fonte: CBN – 14/11/2012

 

ESPERANDO RESPOSTA!

As perguntas, quando bem elaboradas, são poderosas, pois levam as pessoas a refletir sobre certas incoerências praticadas, entre tantos outros direcionamentos que exigem mudanças de atitude. Nesse sentido, o gerente de Vendas da área de Papel da Omya do Brasil Ltda., Guillermo Gollmann, enviou à sua gerente do Banco Itaú Personnalitè a seguinte pergunta: lápis e papel – qual futuro? Ele, que é cliente do Itaú desde 1987 e Personnalité desde 2002, espera até agora uma resposta formal à sua carta, que publicamos a seguir, de forma editada, para ampliar a voz de todos aqueles que gostariam de ser tratados com respeito e inteligência como profissionais do setor de celulose e papel. De acordo com a ligação telefônica recebida de sua gerente, a carta foi encaminhada à área de Marketing do banco!

 “Lápis e papel – qual futuro?“

 Estou escrevendo a você para agradecer o presente que o Banco Itaú me mandou pelo correio “para celebrar esses dez anos do Personnalité ao meu lado e toda a minha história com o Itaú Unibanco”: um porta-lápis com dez lindos lápis dourados de borracha na ponta. Presente de muito bom gosto!

Fiquei extremamente feliz com o presente, que, além de bonito, é muito útil, já que costumo escrever muito, desenhar, projetar, rabiscar, etc. Mas devo confessar que, ao receber o presente e a mensagem, fiquei com uma dúvida que certamente você, minha gerente Personnalité nesses últimos anos, poderá me ajudar a esclarecer.

Tenho visto na TV a campanha para redução do uso do papel, segundo o Banco “para colaborar com um mundo mais sustentável”. Também em todas as correspondências que recebo do Banco, aparece no envelope uma mensagem me pedindo para cancelar o recebimento em papel e passar ao meio eletrônico.

Bom, aí surgem as perguntas: se o Banco quer reduzir o papel, por que será que me envia dez lindos lápis para “continuar participando dos desenhos de todos os meus projetos”? Não deveria, então, ter me enviado um tablet eletrônico ou um computador? Não seriam esses, segundo a filosofia do Banco, presentes mais “sustentáveis”?

Como você bem deve saber, sou um profissional do setor de papel e celulose há exatos dez anos, com muito orgulho de fazer parte de um grupo de milhares de profissionais brasileiros que trabalham na produção,

comercialização e conversão de um produto biodegradável, renovável e que provém de florestas plantadas de forma ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável. Se a campanha pelo fim do papel – que levanta erroneamente a bandeira da sustentabilidade sem ter absolutamente nenhum fundamento real – tivesse o efeito que o Banco deseja, eu simplesmente não teria mais projetos para escrever! Sendo assim, por favor, me ajude a esclarecer: qual das campanhas – a do fim do papel ou a do lápis para escrever o futuro – está mais alinhada com a política do Banco Itaú?

Assim você estará me esclarecendo se realmente o Banco Itaú quer fazer parte do meu futuro. A campanha contra o papel é uma campanha contra minha profissão, contra o meu futuro e o de milhares de profissionais do setor. Os lindos lápis e a ideia de escrever em papel o meu futuro são o que eu chamaria de “Perfeito para mim”. “Só é perfeito para nós quando é perfeito para você”, não é?


Fonte: Revista O Papel – ABTCP – Maio/2012

VAZAMENTO NA CENTRAL NUCLEAR DE PENLY

Nesta quinta-feira, 05 de abril, o operador nacional (Electricite Du France, EDF) informou à Autoridade de Segurança Nuclear (Autorité de Sûreté Nucléaire, ASN) um incêndio em uma das unidades da Central Nuclear de Penly, localizada a noroeste da França.

A Central Nuclear de Penly conta com 2 reatores do tipo PWR (Reator resfriado a água leve pressurizada), comissionados em 1990. Um terceiro reator, do tipo EPR, de 3ª geração, está sendo construído atualmente.

Imagem: http://thewatchers.adorraeli.com/

As equipes de bombeiros da EDF imediatamente controlaram o incêndio no prédio do reator de número 2. Os sistemas de segurança automaticamente desativaram o reator, que permanecerá desligado enquanto todo o sistema estiver em análise pelos técnicos da ASN e do Instituto de Proteção Radiológica e Segurança Nuclear (IRSN).

Os técnicos informaram que na noite de quinta, após o incêndio, detectaram um vazamento do circuito primário de resfriamento do reator, toda a água perdida foi coletada em tanques apropriados. Nessa sexta, confirmaram que o vazamento advindo da bomba primária do sistema de refrigeração havia sido controlado e nenhum dano ambiental foi gerado.

Eventos desse tipo são classificados quanto aos danos causados pela exposição a radiação, numa escala que vai de 1 a 7 na Escala Internacional de Acidente Nuclear (INES).

Adaptado de: The International Nuclear And Radiological Event Scale (INES), International Atomic Energy Agency. (www-news.iaea.org)

O vazamento da Central Nuclear de Penly, por enquanto, foi classificado como de nível 1, o mais baixo, sem danos ambientais.

Segundo dados publicados pela IAEA, obtidos da Autoridade de Segurança Nuclear (ASN), o incidente não causou exposição da população nem de trabalhadores a níveis de radiação acima do limite permitido para cada classe, não houve contaminação das instalações do prédio do reator, não houve danos às barreiras de proteção do prédio, nem dos elementos combustíveis (total integridade do núcleo do reator) e os problemas verificados já estão controlados.

O último acidente de grandes proporções foi relatado em Março de 2011, quando a Central Nuclear Fukushima Daiichi, foi atingida por um terremoto seguido de um tsunami histórico que devastou boa parte da costa de Honsu, no Japão, causando sérios danos aos equipamentos de refrigeração dos reatores do tipo BWR desta instalação. Este evento foi considerado como um acidente grave, com vazamento de radiação para o ambiente.

O Brasil possui atualmente, em funcionamento, 2 reatores nucleares de potência (Angra 1 e 2) e um terceiro já em fase de construção (Angra 3). Eles se encontram na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, localizada na praia de Itaorna, no município de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Os reatores de Angra são classificados também como Reatores Refrigerados a Água Pressurizada (da sigla em inglês, PWR – Pressurized Water Reactor).

Fonte: http://www.eletronuclear.gov.br/

*Everton Bonturim é Químico, Mestrando em Tecnologia Nuclear pela Universidade de São Paulo, no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares IPEN/CNEN-SP.

Fonte: BONTURIM, Everton. Vazamento na Central Nuclear de Penly. Revista Eletrônica Estratégia Brasileira de Defesa – A Política e as Forças Armadas em Debate, Nº 66, Rio, 2012 [00-28-11-1983]. Posted: 14 Apr 2012 10

*Everton Bonturim é Químico, Mestrando em Tecnologia Nuclear pela Universidade de São Paulo, no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares IPEN/CNEN-SP.

Fonte: BONTURIM, Everton. Vazamento na Central Nuclear de Penly. Revista Eletrônica Estratégia Brasileira de Defesa – A Política e as Forças Armadas em Debate, Nº 66, Rio, 2012 [00-28-11-1983]. Posted: 14 Apr 2012 10:40 AM PDT:40 AM PDT

MEDIDAS PARA AUMENTO DO CONSUMO DE PEIXES

Crivella pede mesmo tratamento tributário das carnes vermelhas e brancas para pescado

BRASÍLIA (DF) – Para estimular o aumento do consumo de pescado, o ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, assinou um documento solicitando ao Ministério da Fazenda a concessão do mesmo tratamento tributário atribuído às carnes vermelhas e brancas, com respeito à isenção do PIS/COFINS e à inclusão no programa de desoneração da folha de pagamento. 

Crivella lembra que tais ações já foram concedidas a outros setores da economia e que, se concedidas ao pescado brasileiro, aumentarão a competitividade com produtos que hoje o Brasil importa, além de estimular o aumento do consumo de pescado e o acesso a essa importante proteína animal pelas famílias de baixa renda.

O ato foi acompanhado pelo secretário executivo do MPA, Brigadeiro Átila Maia (à direita), e pelo presidente da Frente Parlamentar Mista da Pesca e Aquicultura do Congresso Nacional, deputado Cleber Verde (PRB-MA).

Fonte: http://www.prb.org.br/

 

Bandeira do Brasil

Sou brasileira, adesguiana, cadeira 24, turma Acorda Brasil de 2011. E faço esta postagem em homenagem ao Dia da Bandeira do Brasil com um chamado a todos os brasileiros a refletirem sobre a importância desse símbolo nacional.

É com satisfação que observo nos últimos dias manifestações do povo sobre assuntos fundamentais para a sociedade como um todo.

É nossa obrigação envolver os estudantes e incentivá-los a cultivarem em seus corações o sentimento de patriotismo porque é nosso dever e responsabilidade cuidar da nossa Nação – Brasil. 

Djanira Felipe

Bandeira Nacional

 

História da Bandeira do Brasil, Dia da Bandeira (19 de novembro), informações sobre a bandeira brasileira, o formato, as cores, as estrelas e os dizeres da bandeira nacional, respeito ao pavilhão nacional

História

A bandeira do Brasil foi instituída a 19 de novembro de 1889, ou seja, 4 dias depois da Proclamação da República. É o resultado de uma adaptação na tradicional Bandeira do Império Brasileiro. Neste contexto, em vez do escudo Imperial português dentro do losango amarelo, foi adicionado o círculo azul com estrelas na cor branca.

Normas

Existem normas específicas nas dimensões e proporções do desenho da Bandeira Brasileira. Ela tem o formato retangular, com um losango amarelo em fundo verde, sendo que no centro a esfera azul celeste, atravessada pela faixa branca com as palavras Ordem e Progresso em letras maiúsculas verdes. Essa faixa é oblíqua,  inclinada da esquerda para direita. No círculo azul estão 27 estrelas, que retratam o céu do Rio de Janeiro, incluindo várias constelações, como, por exemplo, o Cruzeiro do Sul. As estrelas representam simbolicamente os 26 Estados e o Distrito Federal. A única estrela que fica na parte superior do círculo representa o estado do Pará.

 A Bandeira Nacional é hasteada de manhã e recolhida na parte da tarde. Ela não pode ficar exposta à noite, a não ser que esteja bem iluminada. É obrigatório o seu hasteamento em órgãos públicos (escolas, ministérios, secretarias de governo, repartições públicas) em dias de festa ou de luto nacional. Nos edifícios do governo, ela é hasteada todos os dias. Também é exposta em situações em que o Brasil é representado diante de outros países como, por exemplo, em congressos internacionais e encontros de governos.

Dia da Bandeira

 O dia 19 de Novembro é comemorado, em todo o território nacional, como o Dia da Bandeira. Nesta data ocorrem comemorações cívicas, acompanhadas do Hino à Bandeira.

Bandeiras presidencial e vice-presidencial

Além da Bandeira Nacional do Brasil que todos conhecemos muito bem, existem duas outras bandeiras brasileiras oficiais: a bandeira presidencial e a bandeira vice-presidencial                                      

 

 

                                                                      Curiosidades:                           

  – As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D.Pedro I, idealizador da Bandeira do Império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto, o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil.

– A versão atual da Bandeira Nacional Brasileira com 27 estrelas entrou em vigor em 11 de maio de 1992, com a inclusão de mais quatro estrelas (antes eram 23 estrelas) representando os estados do Amapá, Tocantins, Roraima e Rondônia.

Fonte: http://www.suapesquisa.com/geografia/bandeiradobrasil.htm

 

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