Arquivo da categoria: Cidadania

O POETA E O HOMEM

O POETA E O HOMEM
Por Djanira Felipe

Ser poeta é ter a capacidade de transcender os limites dos sentidos limitados e contemplar o mundo pelo olhar da alma.

O poeta que segura o livro parece abrigar com serenidade o homem desvalido, possivelmente do amparo familiar e da corporação social, cansado das provas da vida ou simplesmente um homem que precisa de colo.
O livro, o homem, ambos têm histórias que os poetas sabem perceber e contar muito bem. Há casos nos quais os autores acabam sendo transformados em personagens, ainda que seja independentemente da sua vontade. O poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu: “Tinha uma pedra no meio do caminho no meio do caminho tinha uma pedra…” se o poeta olhasse a imagem que inspira este texto poderia por metáfora igualmente dizer: − Há um homem no colo de um poeta no colo de um poeta há um homem. Talvez Drummond dissesse isto porque o homem passa a ser o objeto da exterioridade comportamental da sociedade.
Um homem no colo do poeta, um homem que necessita de atenção, de um amigo, de um abrigo. No silêncio barulhento da Orla de Copacabana, os pensamentos e os olhares se fazem entender, enquanto as dores contidas são representadas num simples pedido de socorro, na segunda maior cidade do Brasil.
Nem se faz necessário encontrar-se lá para saber que os transeuntes são indiferentes a situação, salvo para fotografar como mero registro de um passeio no calçadão de Copacabana. Mas, e a face oculta? Os sentimentos? O calor humano que se faz representado pelo metal frio da estátua do poeta que pelo que aparenta é mais humano do que os humanos.
É inexplicável a sensação de entrega que a imagem passa para um bom observador. Um grito silencioso! Um pedido de assistência! Um colo para descansar simplesmente.

No colo do poeta o homem descansa. O homem descansa no colo do poeta.
O poeta acolhe o homem que a sociedade insiste em rejeitar.

Como pano de fundo o céu e o mar que complementam o cenário com toda a magia da poesia que existe desde a imagem até a leitura de cada olhar. Difícil avaliar o quanto há de vida real e arte nesta imagem de autoria anônima foto que é nada mais do que o retrato de uma realidade nua e crua, resultado de um sistema cruel aos menos favorecidos e também Filhos de Deus. Acorda Brasil!

Anúncios

UMA VEZ ADESGUIANO! PARA SEMPRE ADESGUIANO! FAÇO PARTE!

“Cor Unum et Anima Una pro Brasília”, ou seja, “Um coração e uma só alma pelo Brasil”

 

logo

O Lema da ADESG é muito conexo aos valores e aos sentimentos de quem é ADESGUIANO, porque nós fazemos parte de um sistema que prima pelo exercício da cidadania, pelos valores éticos e por uma sociedade melhor. A ignorância (Falta de saber) gera a sensação da cegueira, e o esclarecimento revela a nossa impotência frente a inversão de valores e o desrespeito ao outro.

E nada se faz pelo bem comum?

Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.


 

ERRADICAR A EXTREMA POBREZA E A FOME

download (4)ERRADICAR A EXTREMA POBREZA E A FOME

“A pobreza é fácil de denunciar, mas difícil de combater. Aqueles que sofrem com a fome, a miséria e a falta de dignidade precisam mais do que palavras simpáticas; eles precisam de apoio concreto.

Nós marcamos esse Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza em um momento de austeridade econômica em muitos países. Enquanto os governos lutam para equilibrar o orçamento, o financiamento para a redução da pobreza está sob ameaça. Mas este é justamente o momento de fornecer aos pobres acesso aos serviços sociais, segurança de renda, trabalho decente e proteção social. Só então poderemos construir sociedades mais fortes e prósperas – e não equilibrando orçamentos à custa dos pobres.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio [ODM] galvanizaram uma ação global que gerou um grande progresso. Nós reduzimos a pobreza extrema pela metade e corrigimos o desequilíbrio de gênero na educação infantil, com tantas meninas agora frequentando a escola primária quanto os meninos. Muitas comunidades a mais têm acesso a água potável. Milhões de vidas foram salvas graças a investimentos em saúde.

Esses ganhos representam um grande avanço em direção a um mundo mais justo, próspero e sustentável. No entanto, mais de um bilhão de pessoas ainda vivem na pobreza, sendo negado seus direitos a alimentação, educação e cuidados de saúde. Nós temos que capacitá-los para nos ajudar a encontrar soluções sustentáveis. Nós não devemos medir esforços para garantir que todos os países alcancem os ODM até 2015.

Na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável [Rio+20], realizada em junho deste ano, líderes de todo o mundo declararam que a erradicação da pobreza é “o maior desafio global que o mundo enfrenta hoje”.

Estamos agora desenvolvendo o quadro de desenvolvimento das Nações Unidas para o período pós-2015, com base nos ODM enquanto enfrentamos as desigualdades persistentes e os novos desafios que enfrentam as pessoas e o planeta. Nosso objetivo é produzir um quadro ousado e ambicioso, que pode promover a mudança transformacional beneficiando as pessoas agora e as gerações futuras.

A pobreza crescente, que preponderou por muito tempo, está ligada à agitação social e às ameaças à paz e segurança. Neste Dia Internacional, vamos fazer um investimento no nosso futuro comum ajudando a tirar as pessoas da pobreza para que elas, por sua vez, possam ajudar a transformar o nosso mundo.”

________________________

odm

Grifo nosso

http://unicrio.org.br/dia-internacional-para-a-erradicacao-da-pobreza-17-de-outubro-de-2012/

http://www.pnud.org.br/ODM1.aspx

https://www.google.com.br/search?q=odm+fotos&espv=2&biw=1280&bih=899&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0CDAQ7AlqFQoTCNbTnpiLtMgCFcsKGgodFccOmg

ORGULHO DE SER NORDESTINO – É HOJE O DIA!

A TODOS OS MEUS CONTERRÂNEOS DEDICO ESSA POSTAGEM PELO DIA DE HOJE.

Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

Crato-CE

MINHA HOMENAGEM À VEREADORA TÂNIA BASTOS

QUERIDA AMIGA,

PARABÉNS POR DESEMPENHAR COM TANTA CONSCIÊNCIA CÍVICA, MORAL E POLÍTICA O SEU PAPEL NO CARGO DE VEREADORA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. SÃO TANTOS OS QUE APARECEM NO PERÍODO DE ELEIÇÕES. MAS VOCÊ ESTÁ SEMPRE AQUI, ALI OU ACOLÁ, EM ALGUM LUGAR, TRABALHANDO PARA ATENDER AOS INTERESSES DO POVO. POR ISSO VOCÊ MERECE SER LEMBRADA SEMPRE, HOJE ESPECIALMENTE. DIA DO VEREADOR.

PARABÉNS! VOCÊ É 10 POR EXCELÊNCIA!

DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ. E SABE O PORQUÊ.

Publicado em 1 de out de 2015

ESTE VÍDEO FOI ELABORADO POR DJANIRA FELIPE COM FUNDO MUSICAL DE ERASMO CARLOS – CANÇÃO – MULHER (SEXO FRÁGIL)

EM HOMENAGEM A QUERIDA AMIGA TÂNIA BASTOS, VEREADORA EM EXERCÍCIO DO SEGUNDO MANDATO. QUEM NÃO A CONHECE SUGIRO CONHECER O SEU TRABALHO. É UMA PARLAMENTAR QUE HONRA O SEU CARGO ELETIVO. E RESPEITA O POVO. SENÃO EU NÃO ESCREVERIA. SOU DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ. E SABE O PORQUÊ.

VISITEM O MEU CANAL NO YOUTUBE

18 DE SETEMBRO – SÍMBOLOS NACIONAIS BRASILEIROS

CAROS AMIGOS E LEITORES, O NOSSO CANAL CONTINUA COM O PROPÓSITO DE TRAZER SEMPRE MATÉRIAS DE INTERESSE DA SOCIEDADE COMO UM TODO E QUE PROMOVAM O BEM COMUM. A MATÉRIA ABAIXO SERÁ ÚTIL PARA A EDUCAÇÃO CÍVICA. AINDA ACREDITAMOS QUE SEJA IMPORTANTE. AS NOSSAS CRIANÇAS TÊM O DIREITO DE APRENDER A LETRA DO NOSSO HINO NACIONAL E SABER O SEU SIGNIFICADO. SABER FAZER A DIFERENÇA ENTRE PÁTRIA E NAÇÃO.

DJANIRA FELIPE DE OLIVEIRA – MULHER QUE ESCREVE. MULHER QUE FAZ. E SABE O PORQUÊ.

Os Símbolos Nacionais do Brasil foram instituídos através da Lei 5.700 de 1º de setembro de 1971. Esta lei além de estabelecer quais são os símbolos nacionais, também determina sobre como estes símbolos devem ser usados, padrões e formatos, significados, entre outros. Estes símbolos são de extrema importância para nossa nação, pois representam o Brasil dentro e fora do território nacional. Sendo assim, devem ser respeitados por todos os cidadãos brasileiros. Os Símbolos Nacionais são: a Bandeira Nacional; o Hino Nacional; as Armas Nacionais; e o Selo Nacional.

Em 18 de setembro comemora-se o Dia dos Símbolos Nacionais.

Bandeira Nacional

index_clip_image002

A Bandeira Nacional foi instituída no dia 19 de novembro de 1889, 4 dias depois da Proclamação da República. É o resultado de uma adaptação na tradicional Bandeira do Império Brasileiro, onde o escudo Imperial português dentro do losango amarelo foi substituído por um círculo azul com estrelas na cor branca. A esfera azul de nossa bandeira representa nosso céu estrelado, ao centro com a frase “Ordem e Progresso”. São 27 estrelas, representando os 26 estados e o Distrito Federal. O losango amarelo ao centro representa o ouro e o retângulo verde, representa nossas matas e florestas.

No dia 19 de novembro comemora-se o dia da bandeira. Abaixo a bandeira com detalhes.

7 Dia dos Simbolos Nacionais desenhos e atividades colorir pintar imprimir

Armas Nacionais

index_clip_image004

As Armas Nacionais ou Brasão Nacional representam a glória, a honra e a nobreza do Brasil e foram criadas na mesma data que a Bandeira Nacional. No centro há um escudo circular sobre uma estrela verde e amarela de cinco pontas. O cruzeiro do sul está ao centro, sobre uma espada. Um ramo de café está na parte direita e um de fumo a esquerda. Uma faixa sobre a parte do punho da espada apresenta a inscrição “República Federativa do Brasil”. Em outra faixa, abaixo, apresenta-se “15 de novembro” (direita) e “de 1889” (esquerda).

É obrigatório o uso das armas nos edifícios dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) dos governos federal, estaduais e municipais, e também nos quartéis militares e policiais e em todos os papéis oficiais de nível federal (publicações, convites entre outros).

Selo Nacional

index_clip_image005

O Selo Nacional é utilizado para autenticar documentos oficiais e atos do governo. É usado também para autenticar diplomas e certificados emitidos por unidades de ensino reconhecidas. É constituído por uma esfera com as estrelas (semelhante a da bandeira brasileira), apresentando a inscrição República Federativa do Brasil.

Hino Nacional

Hino Nacional

O Hino Nacional foi composto por Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e a música é de Francisco Manuel da Silva (1795-1865). Tornou-se oficial no dia 1 de setembro de 1971, através da lei nº 5700.

Existem várias regras que devem ser seguidas no momento da execução do hino, entre elas o respeito à Bandeira Nacional e ao presidente da República. É executado junto com o hasteamento da Bandeira Nacional em determinadas situações, entre elas: solenidades e eventos oficiais do governo, eventos esportivos e culturais e nas escolas.

Hino Nacional Brasileiro

Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

De um povo heroico o brado retumbante,

E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,

Brilhou no céu da Pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade

Conseguimos conquistar com braço forte,

Em teu seio, ó Liberdade,

Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,

Idolatrada,

Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido,

De amor e de esperança à terra desce,

Se em teu formoso céu, risonho e límpido,

A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,

És belo, és forte, impávido colosso,

E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada

Entre outras mil

És tu, Brasil,

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo

És mãe gentil,

Pátria amada,

Brasil!

Deitado eternamente em berço esplêndido,

Ao som do mar e à luz do céu profundo,

Fulguras, ó Brasil, florão da América,

Iluminado ao sol do Novo Mundo!

Do que a terra mais garrida

Teus risonhos, lindos campos têm mais flores,

“Nossos bosques têm mais vida”,

“Nossa vida” no teu seio “mais amores”.

Ó Pátria amada,

Idolatrada,

Salve! Salve!

Brasil, de amor eterno seja símbolo

O lábaro que ostentas estrelado,

E diga o verde-louro dessa flâmula

– Paz no futuro e glória no passado.

Mas se ergues da justiça a clava forte,

Verás que um filho teu não foge à luta,

Nem teme, quem te adora, a própria morte.

Terra adorada

Entre outras mil

És tu, Brasil,

Ó Pátria amada!

Dos filhos deste solo

És mãe gentil,

Pátria amada,

Brasil!

Glossário do Hino:

  • Margens plácidas – “Plácida” significa serena. Calma.
  • Ipiranga – É o riacho junto ao qual D. Pedro I teria proclamado a independência.
  • Brado retumbante – Grito forte que provoca eco.
  • Penhor – Usado de maneira metafórica(figurada). “penhor desta igualdade” é a garantia, a segurança de que haverá liberdade.
  • Imagem do Cruzeiro resplandece – O “Cruzeiro” é a constelação do Cruzeiro do Sul que resplandece (brilha) no céu.
  • Impávido colosso – “Colosso” é o nome de uma estátua de enormes dimensões. Estar “impávido” é estar tranquilo, calmo.
  • Mãe gentil – A “mãe gentil” é a pátria. Um país que ama e defende seus “filhos” (os brasileiros) como qualquer mãe.
  • Fulguras – fulgurante (reluzente, brilhante).
  • Florão – “Florão” é um ornato em forma de flor usado nas abóbadas de construções grandiosas. O Brasil seria o ponto mais importante e vistoso da América.
  • Garrida – Enfeitada. Que chama a atenção pela beleza.
  • Lábaro – Sinônimo de bandeira. “Lábaro” era um antigo estandarte usado pelos romanos.
  • Clava forte – Clava é um grande porrete, usado no combate corpo-a-corpo. No verso, significa mobilizar um exército, entrar em guerra.

http://www.sohistoria.com.br/ef2/simbolosnacionais/

https://www.google.com.br/search?q=simbolos+nacionais&biw=1280&bih=899&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&sqi=2&ved=0CEMQ7AlqFQoTCK_-88mF5McCFcUXPgodKzAE_A

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Conheça a história da Independência do Brasil.

imagesQ852HKZVA independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.

Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

untitledEssa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.

_____________________

*Créditos da imagem: AlexanderZam / shutterstock

Por Rainer Sousa

Graduado em História

http://www.brasilescola.com/historiab/independencia-brasil.htm

 

 

251 ANOS DO CRATO – EU AMO O CRATO

SOU DO CRATO. CRATO UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA!

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

251 ANOS DO CRATO – 21/06/2015

SOU DO CRATO.

CRATO UM FILHO TEU NÃO FOGE À LUTA!

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

 

14 DE JUNHO – DIA MUNDIAL DO DOADOR DE SANGUE

123

O Dia Mundial do Dador de Sangue é celebrado anualmente no dia 14 de junho.

A celebração do Dia Mundial do Dador tem como objetivo aumentar a consciência da necessidade de componentes sanguíneos seguros e agradecer a todos os dadores as suas dádivas voluntárias e benévolas, assim como reconhecer a sua importância e contributo em salvar vidas e em melhorar a saúde e qualidade de vida de muitos doentes.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 92 milhões de pessoas dão sangue anualmente, sendo que 45% destes dadores têm menos de 25 anos e 40% são mulheres. A OMS quer expandir este universo de dadores, encorajando outras pessoas a tornarem-se dadores de sangue. A organização pretende que em 2020 as dádivas de sangue em todos os países sejam completamente benévolas e não remuneradas.

Quem pode ser dador de sangue?

Pode proceder à doação de sangue se:

– Tiver entre 18 e 65 anos de idade
– Pesar mais de 50 quilos
– Gozar de boa saúde e tenha hábitos de vida saudáveis

Onde dar sangue?

Pode dar sangue nos:

– Centros regionais de sangue do Instituto Português do Sangue em Lisboa, Porto e Coimbra;
– Locais onde se realizam colheita de sangue móveis, no seu local de trabalho, centro comercial ou na sua área de residência;
S -Serviços de imunohemoterapia hospitalares.

O que fazer e o que não fazer depois de doar sangue?

– Deve-se beber líquidos em abundância.
– Não se pode conduzir por 30 minutos.
– Não se pode fumar por duas horas.
– Não se pode beber álcool por 12 horas.

 

FONTE: calendarr . com / portugal / dia – mundial – do – dador – de – sangue /

25 DE MAIO – DIA NACIONAL DA ADOÇÃO

12993-3

No dia 25 de maio é comemorado o dia da adoção, criado em 1996 no I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção.

A adoção é uma realidade social que se concretiza através de ato jurídico, que “cria entre duas pessoas vínculo de parentesco semelhante à paternidade e filiação”.

Muitas pessoas que não puderam ter filhos encontram filhos que não possuem pais, que foram abandonados e recolhidos por orfanatos e outras instituições. Mas existem outros casos, como de pessoas que querem ajudar, cumprir seu papel social diante de uma sociedade injusta, que não oferece as mesmas oportunidades de vida para todos.

O processo de adoção não é fácil. As pessoas interessadas nas crianças ou adolescentes devem apresentar uma documentação sobre suas condições de vida, para garantir que a pessoa adotada terá conforto e segurança, que irá ser bem tratada e receberá dos pais adotivos amor, carinho e atenção.

Porém, existem vários mitos sobre a adoção, que muitas vezes prejudicam que pessoas se interessem em criar e educar uma criança ou jovem que não tenha laços consanguíneos.

– Dizer que toda criança adotada é problema é um erro. A criança aprende aquilo que vivencia e quanto mais nova for adotada, mais terá chances de se adaptar ao modelo familiar em que vive.

– Tentar esconder da criança que a mesma é adotada também é um erro, pois é melhor manter uma relação aberta e livre de qualquer tipo de preconceito.

– Crianças com cor de pele diferente da família não são discriminadas ou recebem tratamento diferente de outras pessoas da família. Isso pode ocorrer nos meios sociais em que a família frequenta.

– Filhos adotivos não têm dificuldade em amar seus pais (adotivos), pelo contrário, revelam-se atenciosos e carinhosos com os mesmos, mas isso depende da forma como são tratados.

– Os filhos adotivos não ficam lembrando-se de sua família de origem. Pelo contrário do que se imagina, se as relações familiares não eram boas, se houve abandono, o vínculo afetivo não foi construído de forma positiva, portanto não provoca boas lembranças.

Hoje em dia temos visto uma série de artistas famosos mantendo a atitude de adotar crianças, tentando cumprir seu papel social, numa demonstração de afeto e de entrega às crianças carentes. A grande revelação é o casal Brad Pitt e Angelina Jolie que já está no terceiro filho adotivo, mesmo podendo ter seus filhos consanguíneos, que também somam três. A cantora Madonna também é um exemplo disso, nos últimos anos também manteve a atitude de adotar, mesmo tendo tido dois filhos próprios.

Com a constituição de 1988, ficou determinado que “os filhos adotivos terão os mesmos direitos e qualificações, proibidas quaisquer designação de discriminação relativa à filiação”, ou seja, filhos adotivos e consanguíneos terão os mesmos direitos.

Para inserir a criança ou adolescente em família substituta é necessário passar por algumas etapas: a guarda, onde coloca-se o sujeito a ser adotado na família, onde os pais devem ter a responsabilidade de prestar assistência material, moral e educacional; a tutela, feita através das entidades públicas, a fim de proteger a criança ou jovem, cuidando de seus interesses, acompanhando todos os atos da família com o mesmo e vice-versa; a adoção, formalizada em ato jurídico, onde forma-se um vínculo fictício de filiação, que mais tarde deverá tornar-se verdadeiro.

Num pequeno trecho do livro “Você não está só”, de George Dolan, o amor que nasce entre a família e o adotado fica bem caracterizado, na fala de crianças que conversam sobre adoção, após terem visto numa fotografia, um menino com os cabelos de cor diferente. Uma delas diz que a criança diferente pode ter sido adotada e, quando questionada por outra sobre o que é isso, responde: “- quer dizer que você cresce no coração da mãe, em vez de crescer na barriga.”

Assim, podemos dizer que a adoção é um ato de entrega e de amor!

 

FONTE: brasilescola . com / datas – comemorativas / dia – nacional – adocao . htm

MULHERES SÃO DONAS DE 43% DOS NEGÓCIOS NO BRASIL, DIZ ESTUDO

wdb5-150ppp-e1425306135103[1]

São Paulo – Entre os negócios existentes no Brasil, 43% pertencem a mulheres empreendedoras, em sua maioria com pequenas e médias empresas, segundo informou um estudo divulgado nesta segunda-feira pela ‘Serasa Experian’.

O estudo, inédito e baseado em dados oficiais, revela que o Brasil possui 5.693.694 mulheres empreendedoras que representam 8% da população feminina do país.

Segundo o estudo, 43% dos donos dos negócios no Brasil são do sexo feminino e do total de mulheres, 73% são sócias de pequenas e médias empresas.

Mas quando o alvo são as grandes empresas, apenas 0,2% das mulheres empreendedoras brasileiras são sócias nestas companhias.

A idade média das mulheres empreendedoras é 44 anos, de acordo com o relatório.

E a maior concentração de mulheres empreendedoras (52,06%) se encontra na região sudeste.

Fonte: Exame – 23/02/2015
Colaboração Adolpho Ladeira – Analista de mercado

%d blogueiros gostam disto: