Resultados da pesquisa por Bons Políticos

Amigos Leitores do BLOG e do facebook, Bons Políticos III

Susana Atan é uma amiga que grava livros para pessoas com deficiência visual e distribue para todas as Audiotecas do Brasil sem cobrar absolutamente nada.

É ação beneficente.

Ela acabou de Gravar o meu Livro  “NO BARULHO DO MEU SILÊNCIO INTERIOR” e será distribuido em breve.

Susana é gente que faz! E merece os nossos aplausos!

Djanira Felipe de Oliveira
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À VEREADORA TÂNIA BASTOS

Qual deve ser o perfil de um bom político?

 

De tanto ouvir críticas e notícias ruins sobre os políticos, resolvi fazer uma reflexão: Afinal, eu também sou responsável pela realidade que se apresenta no País, no Estado e no Município. Sou uma dos milhões de brasileiros que votaram e fizeram as suas escolhas. Nesse caso o problema também é meu.

Tenho pensado muito nisso e resolvi definir o que na minha percepção vem a ser um bom político com base em observações que realizo há algum tempo sobre a atuação de uma parlamentar de nível Municipal, na Cidade do Rio de Janeiro.

Esclareço que não há pretensão nenhuma de promover nem de evidenciar falhas de outras pessoas públicas. O que desejo é apenas registrar para os meus amigos e leitores, que em nossa cidade existe uma mulher parlamentar, de primeiro mandato, que vem ganhando visibilidade pela atuação em vários segmentos da sociedade.

Falo porque acompanho o trabalho dessa mulher guerreira, que não nega suas origens e tem a humildade de falar, enquanto preside uma audiência pública, com toda serenidade, que muito aprende com as pessoas que ali estão. Além disso, atende cada pessoa que a procura com atenção dedicada, com simplicidade e simpatia. Fala olhando no olho de quem a escuta e conquista credibilidade. Para mim, a Vereadora Tânia Bastos é o exemplo de parlamentar com “perfil de um bom político”.

O bom político tem que agir assim, ser atencioso, ouvir os anseios da sociedade e promover ações pela qual ecoe a voz do povo em audiências públicas, por projetos de Lei, ou ainda por outros meios disponíveis éticos e legais.

Para alguns essa minha definição poderá parecer utopia, mas ela atualmente defende causas nobres que merecem os nossos aplausos e a atenção dos Governantes que têm as ferramentas para promover ações em prol do Bem Comum. Um exemplo é a questão dos Autistas para não citar outros temas. Ela hoje representa um elo de uma corrente que poderá provocar mudanças, senão promover a melhoria da qualidade de vida dessas famílias que se tornam autistas pelos laços e pelo convívio com os filhos nessa condição.

A Vereadora Tânia Bastos é assim, mulher de poucas palavras, clara e objetiva. É a Presidente Estadual do PRB/RJ, e Presidente da Comissão Permanente em Defesa da Mulher na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, nessa última reeleita.

Parabéns! Vereadora Tânia Bastos, pelo empenho em minimizar a distância entre o povo e seus parlamentares e por promover a crença de que nem tudo está perdido. Você está no Rol dos Bons Políticos da Cidade do Rio de Janeiro.

E quem entender que exagerei verifique o que é ser um bom político no Livro de nome NEEMIAS NA BÍBLIA. No capítulo 6 verso 15. No Capítulo 5 versos: 2, 3, 4, 6, 7,10, 11, 14, 16 e 18. Portanto, É bom político aquele que tem temor a Deus.

 

Adm. Djanira Felipe de Oliveira
Blog:www.djanirafelipe.wordpress.com
Twitter: @DjaniraFelipe
Facebook: Djanira Felipe de Oliveira

CARTA ABERTA AO GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO

UMA MÉDICA DE CORAGEM E CONVICÇÃO

Carta da Dra. MARIA ISABEL LEPSCH ao Governador do RIO DE JANEIRO, SERGIO CABRAL.

LEIA E DIVULGUE!

Sabe governador, somos contemporâneos, quase da mesma idade, mas vivemos em mundos bem diferentes. Sou classe média, bem média, médica, pediatra, deprimida e indignada com as canalhices que estão acontecendo. Não conheço bem a sua história pessoal e certamente o senhor não sabe nada da minha também. Fiz um vestibular bastante disputado e com grande empenho tive a oportunidade de freqüentar a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, hoje esquartejada pela omissão e politiquices do poder público estadual. Fiz treinamento no Hospital Pedro Ernesto, hoje vivendo de esmolas emergenciais em troca de leitos da dengue. Parece-me que o senhor desconhece esta realidade. O seu terceiro grau não foi tão suado assim, em universidade sem muito prestígio, curso na época pouco disputado, turma de meninos Zona Sul… Aprendi medicina em hospital de pobre, trabalhei muito sem remuneração em troca de aprendizado. Ao final do curso, nova seleção, agora, para residência. Mais trabalho com pouco dinheiro e pacientes pobres, o povo.. Sempre fui doutrinada a fazer o máximo com o mínimo. Muitas noites sem dormir, e lhe garanto que não foram em salinhas refrigeradas costurando coligações e acordos para o povo que o senhor nem conhece o cheiro ou choro em momento de dor…

No início da década de noventa fui aprovada num concurso para ser médica da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (SES). A melhor decisão da minha vida, da qual hoje mais do que nunca não me arrependo, foi abandonar este cargo.  Não se pode querer ser Dom Quixote, herói ou justiceiro. Dói assistir a morte por falta de recursos. Dói como mãe de quatro filhos, verem outros filhos de outras mães não serem salvos por falta de condições de trabalho. Fingir que trabalha fingir que é médico, estar cara a cara com o paciente como representante de um sistema de saúde ridícula, ter a possibilidade de se contaminar e se acostumar com uma pseudo-medicina é doloroso, aviltante e uma enorme frustração. Aprendi em muitas daquelas noites insones tudo o que sei fazer e gosto muito do que eu faço. Sou médica porque gosto. Sou pediatra por opção e com convicção. Não me arrependo. Prometi a mim mesma fazer o melhor de mim.

É um deboche numa cidade como o Rio de Janeiro, num estado como o nosso assistir políticos como o senhor discursarem com a cara mais lavada que este é o momento de deixar de lenga-lenga para salvar vidas. Que vidas, senhor governador? Nas UPA? Tudo de fachada para engabelar o povão!  Por amor ao povo o senhor trabalharia pelo que o senhor paga ao médico?  Os médicos não criaram os mosquitos. Os hospitais não estão com problema somente agora. Não faltam especialistas. O que falta é quem queira se sujeitar a triste realidade do médico da SES para tentar resolver emergencialmente a omissão de anos.

A mídia planta terrorismo no coração das mães que desesperadas correm a qualquer sintoma inespecífico para as urgências… Não há pediatra neste momento que não esteja sobrecarregado. Mesmo na medicina privada há uma grande dificuldade em administrar uma demanda absurda de atendimentos em clínicas, consultórios ou telefones. Todos em pânico.  E aí vem o senhor com a história do lenga-lenga.  Acorde governador! Hoje o senhor é poder executivo. Esqueça um pouco das fotos com o presidente e com a mãe do PAC, esqueça a escolha do prefeito, esqueça a carinha de bom moço consternado na televisão. Faça a mudança. Execute.

“Lenga-lenga” é não mudar os hospitais e os salários.  Quem sabe o senhor poderia trabalhar como voluntário também. Chame a sua família. Venha sentir o stress de uma mãe, não daquelas de pracinha com babá, que o senhor bem conhece, mas daquelas que nem podem faltar ao trabalho para cuidar de um filho doente. Venha preparado porque as pessoas estão armadas, com pouca tolerância, em pânico. Quem sabe entra no seu nariz o cheiro do pobre, do povo e o senhor tenta virar o jogo.

A responsabilidade é sua, governador.

Afinal, quem é, ou são os vagabundos, Governador?

Dra. Maria Isabel Lepsch

Através da Divulgação é que podemos tentar ajudar a diminuir a DESASISTÊNCIA TOTAL DO GOVERNO AOS HOSPITAIS PÚBLICOS DO BRASIL

‘O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, do sem-caráter, dos sem-ética. “O que mais preocupa é o silêncio dos bons”. Martin Luther King

Fonte: http://www.google.com.br/

 

 

 

 

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