Arquivo mensal: setembro 2014

DONA ALMINA ARRAES DE ALENCAR PINHEIRO CHEGA HOJE AOS 90 ANOS

Caros Amigos Leitores,

Li essa matéria do Armando Gabriel, no Blog do Crato (minha cidade de origem, na qual estive por ocasião dos 90 anos de Almina Arraes) e não resisti a postá-la para que todos  os meus amigos e leitores que acompanham o trabalho que realizamos, saibam que apesar da distância preservo os meus valores, princípios morais e religiosos, e sobretudo, as minhas raízes. Na minha terra madrinha é a segunda mãe.  Almina Arraes é uma pessoa preciosa em minha vida. Sempre foi, é, e será.

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

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Almina Arraes a matriarca de Crato – Ceará

 03 agosto 2014 – Notícias (Armando Rafael)

A conhecida matriarca cratense, dona Almina Arraes de Alencar Pinheiro chega neste dia 3 de agosto aos 90 anos de idade, exemplarmente bem vividos. Ela nasceu em Araripe, em 03 de agosto de 1924, mas ainda jovem veio residir com sua família na cidade de Crato, onde fez seus estudos, concluindo o curso pedagógico na Escola Normal de Limoeiro do Norte (CE).

Cultivadora do hábito da leitura e, por isso mesmo, leitora de muitos livros; usuária da Internet, a maior característica de dona Almina, no entanto, é o seu boníssimo coração. Um coração sofrido pelos acontecimentos políticos da vida da república brasileira, é verdade, mas um coração que nunca abrigou ódio, rancor ou sentimentos de vinganças. Dotada de nobreza de alma, cristã na verdadeira acepção do termo, dona Almina foi a responsável pelo registro escrito da poesia de Patativa Assaré. Deve-se a ela a coordenação do primeiro livro do grande poeta de Assaré, obra denominada “Respiração Nordestina”, cuja primeira edição foi publicada em 1953. Dona Almina Arraes, uma grande figura humana! Um patrimônio moral da cidade do Crato e do Cariri!

 Fonte: Blog do Crato

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8 DE SETEMBRO – DIA INTERNACIONAL DA ALFABETIZAÇÃO

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O dia 8 de setembro foi declarado em 1967, pela ONU e pela UNESCO, como o Dia Internacional da Alfabetização, com o objetivo de despertar a consciência da comunidade internacional e chegar a um compromisso mundial com relação ao desenvolvimento e à educação.

Tem como objetivo despertar a consciência da comunidade internacional e chegar a um compromisso mundial com relação ao desenvolvimento humano e à educação.

Há, no mundo, cerca de 880 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever. O desenvolvimento econômico, o progresso social e a liberdade dos seres humanos dependem do estabelecimento de um nível básico de alfabetização em todos os países do mundo.

Fala-se em alfabetização básica, quando uma pessoa sabe ler, escrever e conhece as principais regras de cálculo. Segundo a UNESCO, uma pessoa é analfabeta quando não consegue ler ou escrever uma pequena frase sobre sua vida. No entanto, aos números mencionados acima, podemos adicionar as centenas de milhões de “analfabetos funcionais”, pessoas que sabem ler e escrever uma frase simples, mas não vão muito além disso. Por exemplo, não sabem preencher um formulário, interpretar um artigo de jornal ou usar os números na dia-a-dia.

Talvez a definição mais correta de alfabetização seja do pedagogo brasileiro Paulo Freire: “A alfabetização é mais, muito mais, que ler e escrever. É a habilidade de ler o mundo, é a habilidade de continuar aprendendo e é a chave da porta do conhecimento”.

 

FONTE: oieduca . com . br/biblioteca/que-dia-e-hoje/dia-internacional-da-alfabetizacao . html

07 DE SETEMBRO – INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

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A Independência do Brasil ocorreu em 7 de setembro de 1822. A partir desta data o Brasil deixou de ser uma colônia de Portugal. A proclamação foi feita por D. Pedro I as margens do riacho do Ipiranga em São Paulo.

Causas:

– Vontade de grande parte da elite política brasileira em conquistar a autonomia política;

– Desgaste do sistema de controle econômico, com restrições e altos  impostos, exercido  pela  Coroa Portuguesa no Brasil;

– Tentativa da Coroa Portuguesa em recolonizar o Brasil.

Dia do Fico

– D. Pedro não acatou as determinações feitas pela Coroa Portuguesa que exigia  seu  retorno para Portugal. Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro negou ao chamado e afirmou que ficaria no Brasil.

Medidas pré independência:

Logo após o Dia do Fico, D. Pedro I tomou várias medidas com o objetivo  de  preparar  o país para o processo de independência:

– Organização a Marinha de Guerra

– Convocou uma Assembleia Constituinte;

– Determinou o retornou das tropas portuguesas;

– Exigiu que todas as medidas tomadas pela Coroa Portuguesa deveriam,  antes  de  entrar em vigor no Brasil, ter a aprovação de D. Pedro.

– Visitou São Paulo e Minas Gerais  para acalmar  os ânimos, principalmente  entre a população, que estavam exaltados em várias regiões.

A Proclamação da Independência

Ao  viajar  de  Santos  para  São  Paulo, D. Pedro  recebeu  uma  carta da Coroa Portuguesa que  exigia  seu  retorno  imediato para Portugal e anulava a Constituinte. Diante desta situação, D. Pedro deu seu famoso  grito, as margens do riacho Ipiranga: “Independência ou Morte!”

Pós Independência

– D. Pedro I foi coroado imperador do Brasil em dezembro de 1822;

– Portugal  reconheceu  a  independência, exigindo  uma  indenização  de  2  milhões  de libras esterlinas;

– Em  algumas  regiões  do Brasil, principalmente no Nordeste, ocorreram revoltas, comandadas por portugueses, contrárias  à  independência  do  Brasil. Estas manifestações foram duramente reprimidas pelas tropas imperiais.

 

FONTE: historiadobrasil . net/independencia/

6 DE SETEMBRO – OFICIALIZAÇÃO DA LETRA DO HINO NACIONAL

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O Hino Nacional Brasileiro foi instituído pelo Decreto 171/1890, de 20 de janeiro de 1890 e a sua letra oficializada pelo Decreto 15.861/1922, de 06 de setembro de 1922. Em 1936, o então presidente Getúlio Vargas determinou a obrigatoriedade da execução do Hino Nacional em todos os estabelecimentos de ensino públicos ou privados do país, através da Lei 259/1936, de 01 outubro de 1936. A obrigatoriedade, estabelecida neste artigo, refere-se aos estabelecimentos de ensino primário, normal secundário e técnico-profissional e às associações desportivas, de radiodifusão e outras de finalidade educativas. Caso descumprisse a lei, o estabelecimento poderia ser fechado.

Por muito tempo, no que diz respeito à maneira como o Hino Nacional deve ser executado, permaneceu valendo as disposições da Lei 5.454/1942, de 31/07/1942. Em uma visão geral, esta lei determina que:

– o andamento do Hino Nacional deverá ser de 120 batidas por minuto;

– é obrigatória a tonalidade de Bb para execução instrumental;

– canto sempre um uníssono;

– nos casos de simples execução instrumental a música será tocada integralmente sem repetição e nos casos de execução vocal, a música deverá ser cantada nas duas partes do poema.

– No Cap. IV, artigo 26 determina que “é vedada a execução de quaisquer arranjos vocais do Hino Nacional, a não ser o de Alberto Nepomuceno, na conformidade do anexo n° 7; igualmente não será permitida a execução de arranjos artísticos instrumentais do Hino Nacional que não sejam autorizadas pelo Ministério da Educação e Saúde, ouvida a Escola Nacional de Música.

– O Cap. VI determina que durante a cerimônia de içamento da Bandeira Nacional, é obrigatória a atitude de respeito, devendo todos ficarem em pé e em silêncio. Os militares deverão fazer continência e os civis deverão descobrir-se (tirar os chapéus). Poderão os civis colocar a mão ou o chapéu sobre o coração. Os estrangeiros também devem seguir estas orientações.

Somente em 1971 encontraremos uma outra lei alterando as disposições da Lei 5.454/1942. Trata-se da Lei 5.700/1971, de 1° de setembro de 1971. As alterações promovidas por esta lei são as seguintes:

– A marcha batida, de autoria do mestre de música Antão Fernandes, integrará as instrumentações de orquestra e banda, nos casos de execução do Hino Nacional.

– Nas cerimônias em que se tenha de executar um Hino Nacional Estrangeiro, este deve, por cortesia, preceder o Hino Nacional Brasileiro.

De uma maneira geral, esta lei sintetiza tudo o que as outras leis anteriores já haviam implementado e também modifica a responsabilidade sobre a concessão de autorizações para execuções artísticas do Hino Nacional. Esta passa a ser agora do Presidente da República, ouvido o Ministério da Educação e Cultura e não mais o extinto Ministério da Educação e Saúde e a Escola Nacional de Música, como determinava a Lei 5.454/1942.

Em 1981, o então presidente João Figueiredo promulgou a Lei 6.913/1981, em 27 de maio de 1981 que considera contravenção o descumprimento do disposto na Lei 5.700/1971, estipulando multa de um a quatro vezes o maior valor de referência nacional (na prática, de um a quatro salários mínimos). Em caso de reincidência, este valor deverá ser dobrado.

Esta é a última lei promulgada que altera a legislação no que diz respeito exclusivamente ao Hino Nacional. Outras leis foram promulgadas, mas se referem aos outros símbolos nacionais. Na prática, todas estas leis continuam valendo pois nenhuma delas foi expressamente revogada.

 

FONTE: webeescola . blogspot . com . br/2009/09/06-oficializacao-da-letra-do-hino . html

LANÇAMENTO DO LIVRO VIAJANTE DO UNIVERSO – Djanira Felipe de Oliveira

QUERIDOS AMIGOS LEITORES,

AGENDEM!

Data: 30 de setembro – Terça-feira

Horário: 19h

Local: Foyer – Bistrô Imaculada – Imperator

Endereço: Rua Dias da Cruz, 170 – Méier – Rio de Janeiro

O LANÇAMENTO DO MEU NOVO LIVRO “VIAJANTE DO UNIVERSO” SERÁ ABRILHANTADO PELO PRESENTE QUE SERÁ A SUA PRESENÇA!

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É com muita alegria e poesia no coração que convido a todos vocês para o Lançamento de mais um livro – VIAJANTE DO UNIVERSO.

Viajante do Universo traz a extraordinária oportunidade de se repensar o estar aqui. Que força nos impulsiona a manter a constância de propósito de buscar as verdades nas quais acreditamos, ainda que, não as conheçamos em sua plenitude.

Ser Viajante do Universo é Ser Aprendiz da Vida!

Vejo vocês lá! 

PAGINA IMPERATOR - LANÇAMENTO LIVRO STEMBRO 2014

Estarei te aguardando aqui!

LANÇAMENTO LIVRO SETEMBRO 20144

Abraços fraternos aos seus corações,

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe o porquê.

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