Arquivo diário: 2014/01/03 8:22:58 PM

PESQUISADORES DESCOBREM ÁGUA DOCE NO FUNDO DO MAR

Super interessante, amigos, com tudo o que já se ouviu em torno da falta d’água no planeta, esta notícia é no mínimo, uma inspiração para melhores perspectivas de futuro. Resta saber se irão pagar para ver melhor. 

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe por quê.

Um grupo de pesquisadores australianos descobriu que as partes de baixo das plataformas continentais guardam reservas massivas de água potável, para a surpresa da maioria das pessoas. O estudo encontrou grandes quantidades do recurso nas regiões mais profundas da costa australiana, da China, dos países da América do Norte e da África do Sul.

coralReservas debaixo de plataformas continentais possuem cinco vezes o volume dos lagos de água doce. Imagem [USFWS Pacific/Flickr]. Segundo os cientistas, as reservas de água potável debaixo das plataformas continentais se formaram numa época em que o nível dos oceanos era bem mais baixo do que no período atual, o que facilitou o acúmulo da água das chuvas nestas regiões. No fim da última era glacial, as reservas foram preenchidas com parte do derretimento das geleiras, e, então, a água doce ficou protegida pelas lâminas sedimentárias que existem no planeta.

De acordo com o Discovery News, o estudo revela que, somadas, as reservas hídricas submarinas representam cinco vezes o volume dos lagos de água doce da Terra. Segundo Vincent Post, coordenador do estudo e professor da Universidade de Flinders, as quatro formações de água doce nos oceanos chegam a 500 mil quilômetros cúbicos – quantidade que serviria como alternativa para a escassez de água no planeta, agravada, principalmente, pela poluição dos corpos hídricos.

Uma vez descobertas às reservas de água potável no mar, um dos principais desafios é desenvolver meios para vencer as profundidades, sem causar impactos no meio ambiente para a utilização deste recurso. Assim, acredita-se que a exploração dos corpos hídricos submarinos demande altos custos e muitos cuidados para evitar a contaminação e deterioração das águas – não só da potável, mas também dos oceanos.

* Via CicloVivo

http://consumidormoderno.uol.com.br/inovac-o/pesquisadores-descobrem-agua-doce-no-fundo-do-mar

Colaboração: Adolpho Ladeira – Analista de Mercado.

FALTA TECNOLOGIA, EFICIÊNCIA OU EFICÁCIA NO ATENDIMENTO AO CLIENTE?

Amigos, este artigo é interessante. O atendimento ao cliente está cada dia mais precário. Primo pela excelência no atendimento ao cliente, e tenho vividos momentos trágicos com as operadoras telefônicas. Acredito que o caos instalado para o péssimo atendimento ao cliente não seja por falta de tecnologia, mas sim, pela falta de preparo das pessoas que atendem, pela ausência total do valor do cliente para o negócio. Afinal quem é o Cliente? Possivelmente é o chato que PAGA e se acha no direito de reclamar da falta de prestação do serviço. O Cliente está sendo mal-tratado, em vez de mal-atendido. Nenhuma tecnologia somada à metodologia resolverá o problema da falta de respeito ao cliente. ACORDA MERCADO!

Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz. E sabe por quê.

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A tecnologia avança de forma mais rápida do que a capacidade das centrais de atendimento de absorvê-la e transformá-la em melhoria na qualidade do serviço aos seus clientes. São investidos milhões em novas tecnologias para se conhecer o cliente, seja através das redes sociais, seja através das próprias conversas telefônicas.

Há apostas no reconhecimento de voz como forma de compatibilizar nossa linguagem natural às necessidades de tabulação e automação do atendimento e, assim, eliminar aquelas enormes árvores de voz com intermináveis opções. Mas, afinal, quais os direcionadores de negócios que levam os executivos a investirem nestas e outras tecnologias?

Não me surpreende a resposta dada por gestores e executivos em sua grande maioria: “melhorar a qualidade do atendimento aos nossos clientes”. Esta retórica, juntamente com os discursos da eficiência e eficácia, sempre foi a mais utilizada. Contudo, eficiência e eficácia requerem a referência de onde e para quem.

No caso, até acredito que as centrais têm tido seus custos de operação reduzidos ou tenham aumentado suas capacidades com custos controlados. O famoso mais por menos. Mas e a qualidade? Na maior parte das vezes, nossa experiência não tem melhorado. Ao contrário, continua ruim e, muitas vezes, até piorado.

Um exemplo simples ilustra o tema.  Nós sabemos que, ao ligar para uma central de atendimento, mesmo depois de nos identificarmos através de uma senha, código ou mesmo do telefone pelo qual chamamos o agente, além de perguntar o seu nome, inicia um questionário para confirmar algumas informações.

Até entendo que, em alguns casos, isso poderia ser necessário. Porém, na maioria das vezes, é somente mais um detalhe que torna a experiência quase insuportável. Não foi diferente comigo outro dia, ao ligar para minha operadora de TV a cabo. Aliás, eu até a elogiei alguns dias atrás por achar que estava melhorando.

Até estão, mas tiveram uma recaída daquelas: ao telefonar para perguntar sobre o serviço de “video streaming” da operadora que estava apresentando problemas, começou a ladainha: “o seu CPF, por favor, que vou consultar o seu contrato”, e depois as confirmações de praxe. Dez minutos depois, contados no relógio, após o tradicional “obrigado por aguardar”, veio à resposta: “senhor, o serviço está indisponível no momento!”.

É muito comum passarmos por processos de atendimento em que o problema pode ser resolvido através de uma resposta simples e rápida, logo após a identificação do cliente na unidade de resposta audível.  Contudo, ao invés disto, temos que responder um questionário e custear um chamado telefônico de dez minutos para ter uma resposta tão objetiva.

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Falta tecnologia? Com certeza, não. O processo é eficiente ou eficaz?  Para a empresa fornecedora, pode até ser. Afinal, terceirizou o serviço e o que interessa é o custo da posição de atendimento. O que falta, então?  Processos bem desenhados que definam claramente as alternativas e formas de solução. Isso deveria fazer parte dos investimentos para a evolução do atendimento. Enquanto isso, o cliente permanece insatisfeito…

Por Enio Klein, gerente geral nas operações de vendas da SalesWays no Brasil e professor nas disciplinas de Vendas e Marketing da Business School São Paulo

A SalesWays é especializada em potencializar a sinergia existente entre tecnologia e metodologias que apoiam as estratégias e os processos de vendas. Seus produtos são desenhados para aumentar a capacidade dos profissionais de venda em prever e realizar receitas com precisão. A oferta da SalesWays, 

Grifo nosso. E Fotos da Internet.

Fonte: INFO e TI – 11/12/2013

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