Arquivo mensal: agosto 2013

PARABÉNS AOS NUTRICIONISTA

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16 DICAS VALIOSAS PARA MELHORAR O ATENDIMENTO TELEFÔNICO DA SUA EMPRESA

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A seguir, externo sobre alguns procedimentos para as empresas realizarem um atendimento telefônico eficiente e eficaz.

A comunicação entre as pessoas é algo multíplice, haja vista, que transmitir uma mensagem para outra pessoa e fazê-la compreender a essência da mesma é uma tarefa que envolve inúmeras variáveis que transformam a comunicação humana em um desafio constante para todos nós.

E essa complexidade aumenta quando não há uma comunicação visual, como na comunicação por telefone, onde a voz é o único instrumento capaz de transmitir a mensagem de um emissor para um receptor. Sendo assim, inúmeras empresas cometem erros primários no atendimento telefônico, por se tratar de algo de difícil consecução.

Com o intuito de ajudar essas organizações, elaborei 16 dicas para aprimorar o atendimento telefônico, de modo a atingirmos a excelência, confira:

1 – Profissionalismo: utilize-se sempre de uma linguagem formal, privilegiando uma comunicação que transmita respeito e seriedade. Evite brincadeiras, gírias, intimidades, etc, pois assim fazendo, você estará gerando uma imagem positiva de si mesmo por conta do profissionalismo demonstrado.

2 – Tenha cuidado com os ruídos: algo que é extremamente prejudicial ao cliente são as interferências, ou seja, tudo aquilo que atrapalha a comunicação entre as partes (chieira, sons de aparelhos eletrônicos ligados, etc.). Sendo assim, é necessário manter a linha “limpa” para que a comunicação seja eficiente, evitando desvios.

3 – Fale no tom certo: por muitas vezes fui atendido com a impressão de que eu falava com alguém de outro planeta (Marte, Netuno, Urano, etc.), pois, esse “extraterrestre” usava um tom de voz tão baixo que eu mal conseguia ouvi-lo. Sendo assim, devemos usar um tom de voz que seja minimamente compreensível, evitando desconforto para o cliente que por várias vezes é obrigado a “implorar” para que o atendente fale mais alto.

4 – Fale no ritmo certo: não seja ansioso para que você não cometa o erro de falar muito rapidamente, ou seja, procure encontrar o meio termo (nem lento e nem rápido), de forma que o cliente entenda perfeitamente a mensagem, que deve ser transmitida com clareza e objetividade.

5 – Tenha boa dicção: use as palavras com coerência e coesão para que a mensagem tenha organização, evitando possíveis erros de interpretação por parte do cliente.

6 – Tenha equilíbrio: se você estiver atendendo um cliente sem educação, use a inteligência, ou seja, seja paciente, ouça-o atentamente, jamais seja hostil com o mesmo e tente acalmá-lo, pois assim, você estará mantendo sua imagem intacta, haja vista, que esses “dinossauros” não precisam ser atacados, pois, eles se matam sozinhos.

7 – Tenha carisma: seja uma pessoa empática e sorridente para que o cliente se sinta valorizado pela empresa, gerando um clima confortável e harmônico. Para isso, use suas entonações com criatividade, de modo a transmitir emoções inteligentes e contagiantes.

8 – Controle o tempo: se precisar de um tempo, peça o cliente para aguardar na linha, mas não demore uma eternidade, pois, o cliente pode se sentir desprestigiado e desligar o telefone.

9 – Atenda o telefone o mais rápido possível: o ideal é atender o telefone no máximo até o terceiro toque, pois, é um ato que demonstra afabilidade e empenho em tentar entregar para o cliente a máxima eficiência.

10 – Nunca cometa o erro estrambólico de dizer “alô”: o ideal é dizer o nome da organização, o nome da própria pessoa seguido ainda, das tradicionais saudações (bom dia, boa tarde, etc.). Além disso, quando for encerrar a conversa lembre-se de ser amistoso, agradecendo e reafirmando o que foi acordado.

11 – Seja pró-ativo: se um cliente procurar por alguém que não está presente na sua empresa no momento da ligação, jamais peça a ele para ligar mais tarde, pois, essa é uma função do atendente, ou seja, a de retonar a ligação quando essa pessoa estiver de volta à organização.

12 – Tenha sempre papel e caneta em mãos: a organização é um dos princípios para um bom atendimento telefônico, haja vista, que é necessário anotar o nome da pessoa e os pontos principais que foram abordados.

13 – Cumpra seus compromissos: um atendente que não tem responsabilidade de cumprir aquilo que foi acordado, demonstra desleixo e incompetência, comprometendo assim, a imagem da empresa. Sendo assim, se tiver que dar um recado, ou, retornar uma ligação lembre-se de sua responsabilidade, evitando esquecimentos.

14 – Tenha uma postura afetuosa e prestativa: ao atender o telefone, você deve demonstrar para o cliente uma postura de quem realmente busca ajudá-lo, ou seja, que se importa com os problemas do mesmo. Atitudes negativas como um tom de voz desinteressado, melancólico e enfadado contribuem para a desmotivação do cliente, sendo assim, é necessário demonstrar jubilidade, interesse e iniciativa para que a outra parte se sinta acolhida.

15 – Não seja impaciente: busque ouvir o cliente atentamente, sem interrompê-lo, pois, essa atitude contribui positivamente para a identificação dos problemas existentes e consequentemente para as possíveis soluções que os mesmos exigem.

16 – Mantenha sua linha desocupada: você já tentou ligar para alguma empresa e teve que esperar um longo período de tempo para que a linha fosse desocupada? Pois é, é algo extremamente inconveniente e constrangedor. Por esse motivo, busque não delongar as conversas e evite conversas pessoais, objetivando manter, na medida do possível, sua linha sempre disponível para que o cliente não tenha que esperar muito tempo para ser atendido.

Buscar a excelência constantemente na comunicação humana é um ato fundamental para todos nós, haja vista, que estamos nos comunicando o tempo todo com outras pessoas. Infelizmente algumas pessoas não levam esse importante ato a sério, comprometendo assim, a capacidade humana de transmitir uma simples mensagem para outra pessoa. Sendo assim, devemos ficar atentos para não repetirmos esses erros e consequentemente aumentarmos nossa capacidade de comunicação com nosso semelhante.

Fonte: Administradores – 13/08/2013

 

TECNOLOGIA QUE TRANSFORMA QUALQUER SUPERFÍCIE EM TELA TOUCH JÁ ESTÁ À VENDA

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Transformar uma parede, por exemplo, em uma interface touch pode ser muito útil para professores ministrarem aulas, para jogar games interativos ou até mesmo para lojas demonstrarem seus produtos. A tecnologia que antes era um protótipo criado pela startup Ubi, utilizando o Kinect da Microsoft para o Windows, está pronta para chegar aos consumidores e seu período de vendas foi iniciado. As informações são do CNET.

A Microsoft anunciou que a Ubi tem trabalhado em cojunto com mais de 50 organizações para desenvolver o software e, agora, está aceitando as primeiras encomendas para o seu sistema. “Queremos que a colaboração humana e informação estejam a uma distância de apenas um toque de seu dedo, não importa onde você esteja”, afirmou no blog oficial da empresa Anup Chathoth, cofundador e CEO da Ubi. “Ao tornar possível transformar qualquer superfície em uma tela sensível ao toque, nós eliminamos a necessidade de um hardware para a tela e, assim, reduzimos os custos e ampliamos as possibilidades para permitir exposições interativas em locais onde antes não eram viáveis, como em paredes em espaços públicos”.

O projetor reflete a imagem em um vidro e um sensor Kinect, do outro lado, é usado para rastrear os movimentos dos usuários, permitindo que eles interajam com o sistema usando apenas o toque, como fariam utilizando um smartphone ou um tablet. O sistema do Kinect opera nativamente com a interface touchscreen do Windows, permitindo que os ícones possam ser acessados apenas com um toque e fotos ampliadas usando recursos multitouch.

Devido ao mapeamento 3D do Kinect, o sistema é capaz de dizer quando os usuários fizeram um clique completo, ao invés de apenas pairar com seus dedos sobre a tela, o que permite que os usuários folheiem páginas ou as percorram sem acabar selecionando itens com cada movimento que fizerem.

Para que o sistema funcione, os usuários precisam de um computador rodando o software desenvolvido pela Ubi, um projetor e o Kinect para Windows. O software da Ubi é comercializado em quatro pacotes distintos variando entre o Basic por US$ 149 (R$ 345) e o Enterprise por US$ 1.499 (R$ 3.477). O Kinect para Windows custa US$ 250 (R$ 580).

Fonte: Canal Tech – 19/08/2013

PARABÉNS AOS SOLDADOS

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DJANIRA FELIPE E SUA ASSESSORIA AGRADECEM

QUERIDOS AMIGOS,  LEITORES E LEITORAS,  À VOCÊS OS  NOSSOS APLAUSOS.

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É com o coração cheio de emoção que eu e a minha Assessoria, transmitimos a todos vocês, os nossos sinceros agradecimentos pelos MAIS DE TRINTA MIL ACESSOS.

O BLOG é um canal  de comunicação que nos proporciona levar à sociedade,  matérias do seu interesse, e nos permite fazer parte da construção de um ambiente melhor, no qual, estreitamos os laços já existentes,  e conquistamos novos espaços, visando a garantir o exercício da cidadania.

Existe a necessidade de se falar em Educação, Saúde, Habitação, Meio Ambiente, Empregabilidade e em outras séries de coisas que precisam de Políticas Públicas para o desenvolvimento de ações de melhorias e qualidade de vida melhor para a população.

Vamos continuar juntos!  Por uma realidade mais justa.

OBRIGADA!!!!! 

Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz.

RECICLAGEM DE MÁQUINA FRESADORA A TRANSFORMA EM IMPRESSORA 3D

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Uma das novidades mais comentadas da tecnologia atual são as impressoras 3D, capazes de construir/moldar diferentes materiais em três dimensões. Isso pode ser feito de maneira extremamente simples, bastando seguir as instruções de um programa de modelagem virtual em computador. No mundo do design de produto, por exemplo, o assunto desperta o interesse de pesquisadores e estudantes universitários, ávidos por criar diferentes objetos. O custo do equipamento, no entanto, ainda é bastante alto, o que inviabiliza seu uso de forma mais ampla, mesmo para instituições de ensino e pesquisa. Atualmente, segundo o engenheiro elétrico, professor e pesquisador da Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Fernando Reiszel Pereira, uma boa impressora 3D não custa menos de R$ 50 mil.

Pensando numa solução que pudesse reduzir esses custos, Reiszel Pereira estudou o funcionamento de uma máquina fresadora – que constrói peças pelo desgaste de materiais. Ele observa que ao perceber, na mecânica de funcionamento da fresadora, a chance de fazer adaptações que lhe permitissem conectá-la a um computador, soube que poderia empregar softwares de modelagem virtual. “Com algumas adaptações, a transformamos numa impressora de três dimensões para materiais termoplásticos do tipo ABS – uma espécie de plástico de baixo custo, usado no revestimento de computadores, telefones e para-choques de carros. Desenvolvido inicialmente sem apoio algum, o projeto agora vem contando com recursos do edital Apoio à Implantação, Recuperação e Modernização da Infraestrutura para Pesquisa nas Universidades Estaduais do Rio de Janeiro, da FAPERJ.

De acordo com o pesquisador, as adaptações foram facilitadas pelo fato de a impressora 3D ser uma espécie de evolução da máquina de fresa. “A impressão em três dimensões, assim como a fresagem e o torneamento, são tecnologias de prototipagem de produtos”, ensina. Reiszel Pereira acrescenta ainda o fato de que a principal diferença é que, enquanto a fresadora e o torneador retiram material bruto para a produção da peça, a impressora 3D agrega material. “Há também a vantagem, diferente da fresadora tradicional, de uma impressora tridimensional não deixar rejeitos. “É diferente trabalhar peças de madeira para transformá-las numa caixa, deixando resíduos. Desta forma, o processo acaba oferecendo uma enorme vantagem ambiental”,

Utilizando a oficina da Esdi, o pesquisador acoplou à fresadora um cabeçote extrusor – um elemento vital para a impressão em 3D. “Também fiz adaptações que permitiram não só a comunicação com um computador, como movimentar o cabeçote extrusor em três dimensões, utilizando-o para impressão em materiais termoplásticos”, explica Reiszel Pereira. E o custo para execução do projeto foi bem menor: menos de um décimo do de uma  impressora 3D nova de mesmo porte. “Nem tenho como dar um valor preciso, pois utilizei sucatas de materiais disponíveis na Esdi. Como a fresadora estava na escola há seis anos, os gastos foram apenas para a compra de parafusos e pequenas peças. Mesmo que todo material que usei fosse novo, gastaria no máximo algo perto de R$ 5 mil”, compara.

O engenheiro se empolga com o fato de muitos alunos já estarem usando a nova impressora em projetos de desenvolvimento de produto. “Isso nos permitiu transformar modelos virtuais em produtos reais”, afirma. Ele explica ainda que a fresagem permite obter algumas formas, mas com limitações. “Além de peças de decoração, já elaboramos recipientes para perfume, um sistema de liberação de remédios, a maquete de miniparque de diversões e várias outras coisas”, enumera. Ele afirma que continuará aperfeiçoando a tecnologia, agora com apoio da FAPERJ. “Muito em breve, esperamos empregá-la em materiais similares aos termoplásticos. Será o caso das cerâmicas, de enorme valor para moldes dentários e mesmo próteses ósseas”, conclui.

Fonte: FAPERJ – 15/08/2013

Colaboração enviada por: Adolpho Ribeiro Ladeira

4 TOQUES PARA MONTAR O CURRÍCULO EM TRANSIÇÃO DE CARREIRA

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Mudar de carreira. Esse pensamento certamente já pintou ou vai pintar em algum momento da trajetória profissional de muita gente. E junto com ele, uma série de dúvidas também. E uma das principais é como adequar o currículo aos novos rumos profissionais e torná-lo atraente para o recrutador mesmo sem ter grandes experiências na área pretendida. EXAME.com pediu a 3 especialistas que dessem algumas dicas para quem está empreendendo uma mudança de carreira e vai montar o currículo:

1 Experiência associada à nova área

A experiência prévia geralmente é o calcanhar de Aquiles do profissional em transição de carreira. “Geralmente a gente aconselha que a transição se inicie dentro da empresa que o profissional já trabalha”, diz Paulo Moraes que é executive manager na área de finanças da Talenses. Isso porque montar um currículo sem absolutamente nenhuma vivência na área pretendida vai diminuir e muito as suas chances de conseguir a oportunidade.

Um caminho possível é tentar buscar na sua bagagem profissional aspectos que mostrem que você consegue agregar valor atuando nesta área. “É verificar onde se adequam as experiências que você tem nessa nova área de atuação”, diz Fernanda Corrêa, consultora do LAB SSJ.

Destaque atividades e projetos executados que estejam ligados, de alguma forma, com seu novo objetivo profissional. “O profissional pode colocar ações, cases em que participou fazendo associações com a área para qual ele quer migrar, colocar que está apto para implementar na nova área de atuação”, diz Luciano Braz, gerente de treinamento e desenvolvimento de pessoas do BNE (Banco Nacional de Empregos).

Alcançou resultados? Na medida do possível quantifique. “Assim ele mostra que consegue entender o impacto das ações que implementou”, diz Moraes.

2 Cursos relevantes para a área

Se para adquirir experiência você depende de uma oportunidade na nova área, para fazer cursos só é preciso o seu interesse. “Se a pessoa quer mudar precisa fazer uma preparação, pode não ter prática mais deve buscar cursos dentro daquela área para a qual quer migrar”, diz Braz.

Por isso, aposte formações complementares com foco na sua nova carreira e coloque currículo. “Deve destacar tudo o que buscou que possa demonstrar o desenvolvimento de competências ligadas à nova carreira”, diz Fernanda.

3 Contato com o meio

De acordo com Luciano Braz, a participação em fóruns, eventos, encontros e workshops na área de atuação pretendida deve, sim, entrar no currículo. “O recrutador vai perceber que é um profissional antenado, uma pessoa que consegue se adaptar, que tem mente aberta e já é envolvido na área”, diz.

4 Objetividade continua valendo

O ponto chave de um currículo é a objetividade, explica Moraes. “Um currículo compacto é uma das coisas mais importantes assim como um resumo profissional bem elaborado”, explica o headhunter.

Ele lembra que geralmente em 2 ou 3 minutos é feita uma definição sobre o candidato, se ele tem atratividade ou não para aquela oportunidade. Por isso, todo cuidado é pouco para não deixar o documento muito longo.

Fonte: http: // exame. abril. com .br /carreira /noticias / 4-toques-para-montar-o-curriculo-em-transicao-de-carreira?page=2

BRASIL VAI TESTAR VACINA CONTRA DENGUE EM HUMANOS

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o Instituto Butantan a fazer testes da vacina contra a dengue em seres humanos. O teste terá a duração de cinco anos e será feito em 300 voluntários. Segundo o Ministério da Saúde, a autorização dada pela Anvisa é para a fase dois do estudo e visa a analisar efetivamente a eficácia e segurança da vacina tetravalente e que pretende prevenir a população contra os quatro tipos da doença (1, 2, 3 e 4).

Os testes em pessoas serão feitos no Instituto Central (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo-USP); no Instituto da Criança (Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP) e no Hospital das Clínicas (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP). O ministério está investindo R$ 200 milhões na pesquisa da vacina contra a dengue e projetos de outros produtos biológicos.

A pesquisa da nova vacina foi iniciada em 2006 pelo Instituto Butantan. Se for aprovada em todas as etapas da pesquisa clínica, poderá ser vendida e distribuída à população. A perspectiva do governo, em caso de sucesso em todas as etapas, é atender a demanda global e também exportar a vacina contra a dengue.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, avalia que a autorização para os testes é um grande passo para o enfrentamento da doença e faz parte dos esforços do governo para proteger a população contra a dengue.

O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos Bio-Manguinhos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também está pesquisando uma vacina contra a dengue com apoio do Ministério da Saúde. Os estudos começaram em 2009, em parceria com o laboratório privado GSK.

Edição: Carolina Pimentel

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Fonte: MSN e Agência Brasil – Todos os direitos reservados.

QUEM AJUDA MAIS TEM MAIS CHANCES DE SUBIR NA CARREIRA

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Um novo estudo feito pelo Insper, de São Paulo, com mais de 100 profissionais mostra que ajudar colegas de trabalho produz efeito positivo na construção de uma rede de contatos.

Segundo a pesquisa, o exercício da cidadania organizacional — que o Insper define como a disposição a dar um apoio que excede o escopo do trabalho para beneficiar a companhia ou um funcionário — pode contribuir para que o profissional que prestou o auxílio seja recomendado por colegas em projetos e vagas de trabalho.

De acordo com o estudo, atitudes positivas direcionadas a uma equipe funcionam melhor do que gestos direcionados a apenas uma pessoa. “Funcionários confiam mais em quem olha para a coletividade”, diz Sean White, psicólogo e especialista do núcleo de carreiras do Insper, um dos responsáveis pela pesquisa.

Em sua opinião, é importante prestar atenção nas demandas do grupo para reforçar contatos. Relações estabelecidas fora do ambiente de trabalho, como em happy hours, encontros em associações, clubes ou igrejas, também conduzem à recomendação.

“Quem se doa para os outros tende a ter um crescimento mais rápido”, afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham). Segundo ele, a con­s­ciên­­cia de que a aprendizagem do grupo importa mais do que a individual é uma das características dos profissionais de sucesso.

“Meu lema é fazer para ter, pois nada vem de graça”, diz Felipe Siqueira, de 33 anos, controller da subsidiária uruguaia da White Martins, fornecedora de gases industriais. Felipe diz que o segredo de manter bons relacionamentos no trabalho (e fora dele) é o comprometimento com a empresa e com os colegas de trabalho.

A receita também exige que o profissional não espere retorno imediato por sua benevolência. Para chegar aonde chegou, Felipe assumiu alguns desafios e sempre manteve a disposição para contribuir. Em 2011, quando era gerente interino de controles internos na White Martins no Brasil, resolveu ser voluntário em um projeto da empresa na Venezuela, já que nenhum dos executivos convidados aceitou ir. Não haveria aumento de salário nem promoção, e ele teria de embarcar em uma semana.

“Decidi ir para contribuir e mostrar que estou disposto a assumir desafios”, afirma. Deu certo. Depois de três meses, ele voltou para o Brasil e assumiu a gerência de uma nova área. Após um ano, foi convidado a gerenciar todas as áreas­ ligadas a finanças na unidade da empresa no Uruguai.

Mas nem sempre essa ajuda exige sacrifícios. Ela pode estar em pequenos gestos, como orientar alguém a organizar melhor suas pastas de e-mail ou se oferecer para marcar reuniões e almoços. “Quando você se mostra solidário, ganha notoriedade.

É como se estivesse acumulando créditos para outros projetos”, diz José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Mi­narelli, consultoria em recolocação e aconselhamento de carreira, de São Paulo. Quanto mais disposição você tiver em ajudar o outro e em pensar além de sua área, mais as pessoas vão confiar em você e lembrar seu nome na hora de um novo trabalho. No fim, todos ganham.

Como contribuir

Quatro atitudes que reforçam a chamada cidadania organizacional

1 Esteja disponível

Para se destacar, é necessário ter disposição para ajudar os demais. A capacidade técnica importa, mas o profissional que vai além de sua função pelo bem-estar do grupo cresce muito mais do que aquele igualmente capacitado que apenas age dentro de sua área.

“Colocar-se no lugar do outro deve permear tudo o que fazemos”, diz Christiano Bergman, de 40 anos, gerente de pós-venda da Bematech, empresa de automação comercial de Curitiba, que no dia a dia costuma agir dessa forma. Segundo ele, existem muitas ações que podem facilitar a vida de quem trabalha na mesma empresa, como se mostrar disponível para tirar eventuais dúvidas sobre prazos, custos e processos e sempre entregar um trabalho bem-feito.

2 Faça aquilo que ninguém quer fazer

Sabe aqueles trabalhos mais operacionais que ninguém quer fazer, como marcar reuniões ou almoços e reservar salas para eventos? Solidarizar-se para ajudar nessas tarefas mostra que você olha para a empresa de forma geral e não se importa em fazer atividades mais técnicas. Outra sugestão interessante é auxiliar as pessoas a realizar essas tarefas de maneira mais rápida, se você tem facilidade para isso.

“Sempre há um atalho que pode facilitar a vida de alguém. O Excel, por exemplo, possibilita concluir praticamente qualquer estudo de demanda, venda, controle e resultado”, afirma Victor Vieira, de 27 anos, gerente da rede de prestadores da Fácil Assit, empresa de assistência 24 horas, de São Paulo.

3 Compartilhe conhecimento 

Se você tem domínio sobre algum processo, como redigir propostas e navegar nas redes sociais, ou tem facilidade em um segundo idioma, e percebe que um colega está com dificuldade, tente ajudá-lo.

Não se trata de fazer por ele, e sim de orientá-lo. “O que para alguém é uma dificuldade, para você pode ser algo simples”, afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Amcham Brasil. Por que não ajudar um colega a finalizar uma planilha? Isso gera empatia.

4 Saiba receber 

Seja atencioso com quem chega à empresa ou muda de área. Mostrar como são os projetos e apresentar as pessoas são atitudes simples, mas que mostram solidariedade.

Quando ainda estava na sede da White Martins no Brasil, Felipe Siqueira se lembra de ter trabalhado mais para ajudar uma funcionária que havia acabado de trocar de área. “Ela ainda precisava dar atenção ao antigo setor. É uma troca”, diz Felipe. “Quando precisei, também obtive ajuda.”

Fonte: http: // exame. abril. com. br /revista-voce-sa /edicoes /182 /noticias /gratidao-a-longo-prazo ?page=3

CIENTISTAS DESCOBREM MUTAÇÕES QUE DÃO ORIGEM A TIPOS COMUNS DE CÂNCER

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Cientistas britânicos descobriram mutações que dão origem à maioria dos tipos mais comuns de câncer. Eles consideram um passo promissor na busca por um tratamento mais eficaz contra a doença.

Foi como um trabalho de detetive: usando poderosos computadores e amostras de sete mil tumores, os cientistas seguiram o rastro do câncer em busca de pistas.

Os pesquisadores descobriram 21 tipos de mutações genéticas, chamadas por eles de “assinaturas”, que estão por trás de 97% das 30 formas mais comuns de câncer.

Já se sabe que o cigarro, o excesso de sol e o envelhecimento provocam alguns tipos de câncer, mas falta descobrir muitos outros fatores que causam mutações nas células do nosso corpo para que elas virem tumores.

“Algumas dessas mutações são específicas de certos tipos de câncer. Mas outras aparecem em vários casos”, diz a pesquisadora Selena Mik-Zainal.

Uma delas seria causada por uma classe de enzimas, responsável por defender o corpo de vírus. Elas modificam os vírus para impedir que eles se reproduzam, mas teriam um duplo papel, mudando também as nossas células e levando à formação do câncer.

Segundo os cientistas, a descoberta pode levar à criação de novos medicamentos, ao diagnóstico cada vez mais precoce e à prevenção mais eficiente. Ao saber o que causa as mutações, podemos evitar que elas aconteçam.

Fonte: http: // g1. globo. com /jornal-nacional /noticia /2013 /08 / cientistas-descobrem-mutacoes-que-dao-origem-tipos-comuns-de-cancer.html

ESTATUTO DA JUVENTUDE É SANCIONADO

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Lei garante acesso a direitos básicos e traz como novidades o direito à meia passagem e meia entrada em eventos culturais para jovens de baixa renda.

Depois de quase dez anos de tramitação, no dia 9 de julho foi aprovado no Congresso Nacional o Estatuto da Juventude. A lei estabelece direitos e políticas públicas voltadas à população entre 15 e 29 anos.

Foi sancionado nesta segunda-feira (5), o Estatuto da Juventude, aprovado em julho pelo Congresso Nacional. O estatuto trata dos direitos da população jovem entre 15 a 29 anos, além de definir os princípios e diretrizes para o fortalecimento e a organização das políticas de juventude, em âmbito federal, estadual e municipal. Atualmente, existem cerca de 51 milhões de brasileiros e brasileiras considerados jovens, maior número já registrado no país.

O Estatuto faz com que os direitos já previstos em lei sejam aprofundados para atender às necessidades específicas dos jovens, respeitando as suas trajetórias e diversidade. Por outro lado, faz com que novos direitos como os direitos à participação social, ao território, à livre orientação sexual e à sustentabilidade sejam assegurados pela legislação.

Além de fortalecer as políticas para juventude, o Estatuto também garante a criação de espaços para ouvir a juventude, estimulando sua participação nos processos decisórios, para isto será obrigatória a criação dos Conselhos Estaduais e Municipais de Juventude.

Estatuto

As principais novidades do Estatuto são o direito de estudantes a pagar meia passagem nos ônibus interestaduais e direito a meia entrada em atividades culturais para jovens de baixa renda (com renda familiar de até 2 salários mínimos). Em cada evento, os produtores poderão limitar em 40% o percentual de ingressos vendidos com desconto, para ambos os públicos. Os jovens de baixa renda e estudantes que estiverem além deste percentual não terão o direito.

A lei também estabelece, de forma mais genérica, acesso a direitos básicos, como justiça, educação, saúde, lazer, transporte público, esporte, liberdade de expressão e trabalho. Institui o Sistema Nacional de Juventude (Sinajuve), cujas competências serão definidas posteriormente.

Alguns dos princípios do estatuto são os de promoção da sua autonomia, valorização da participação social e política, promoção da criatividade, do bem-estar e do desenvolvimento, respeito à identidade e diversidade e promoção de uma vida segura e sem discriminação.

Fonte: Secretaria  Geral  da  Presidência  da  República  e http: // www. secom. gov .br / sobre-a-secom / acoes-e-programas /comunicacao-publica /em-questao /edicoes-anteriores /agosto-2013 /boletim-1834-06.08 /estatuto-da-juventude-e-sancionado-nesta-segunda-feira

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