Arquivo mensal: abril 2013

4G: VOCÊ SABE O QUE É E QUANDO PODERÁ USAR ESSA TECNOLOGIA?

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Transmitida por modems de iPhones e Smartphones, a internet 3G chegou ao Brasil em 2009 e abriu concorrência entre as operadoras de telefonia móvel para fornecer o melhor serviço de internet aos seus usuários. O padrão foi estabelecido com base na família de normas da União Internacional de Telecomunicações  no âmbito do Programa Internacional de Telecomunicações Móveis  e alcança até 1 megabit por segundo de velocidade. Entretanto, para o usuário, esse volume passou a não ser mais suficiente e a Anatel iniciou o processo para adesão da geração de internet 4G que promete ser 10 vezes mais rápida, além de melhorar a qualidade dos vídeos vistos em tempo real, sem necessidade de download.

Toda essa expectativa em relação ao 4G aumenta quando se fala de Copa do Mundo, pois será possível, por exemplo, realizar transmissões ao vivo com apenas um celular nas mãos. Entretanto não será tão simples, alerta Marcelo Motta, professor de Engenharia Elétrica do Instituto Mauá de Tecnologia. “O desafio do Brasil é maior do que o da África do Sul, porque, em 2014, os estádios estarão ainda mais cheios de smartphones e tablets.”

O prof. Motta explica que sinal é como uma estrada e os aparelhos como carros que, em grande número, podem congestionar esse meio. Como consequência, os sinais de alguns aparelhos podem ser passados para caminhos alternativos e mais lentos, frequências do 2G. Nesse caso, para sinalizar, em seu gadgetaparecerá a letra “e”, de edge (limite) no aparelho. Nos piores casos, quando o tráfego de dados se coloca acima da média natural, tanto o 3G quanto o 2G ficam congestionados não havendo sinal algum.

As medidas anunciadas para que o Brasil se equipare a países como Estados Unidos e Japão admitem que as operadoras abram os sinais 3,5G.  Outra possibilidade está em que,  até a Copa de 2014, o sinal LTE (4G) chegue ao Brasil.  “A proposta é que todos os sistemas funcionem ao mesmo tempo. Se o 4G ficar congestionado, o sinal vai para o 3,5G e assim por diante”, esclarece Motta.

Embora as empresas estadunidenses usem comercialmente o termo 4G, os japoneses seguem o que sugere a União Internacional de Telecomunicações, órgão da ONU, que considera 4G a conexão com velocidade de download de pelo menos 100 Mb/s. A tecnologia funciona perfeitamente em laboratório, mas ainda faltam alguns anos para chegar às ruas. Um dos principais desafios consiste em  reduzir o tamanho do aparelho receptor.

O governo promete o 4G: com 10 megabits/segundo, operará em todas as cidades-sede para a Copa do Mundo, com a abertura de licitação para concessão da tecnologia em abril deste ano. A expectativa é que as operadoras gastem juntas cerca de US$ 18 bilhões, ainda neste ano, na expansão da rede. “O Brasil está atrasado três anos, mas ainda há tempo de instalar as novas redes. Muitas vezes se chega à situação de se ter de investir em inovações sem ao menos obter resposta de experiências anteriores”, conclui o professor.

Fonte: http: // www. maua .br/ infomaua / texto /id / 260

VEJA CINCO EXIGÊNCIAS PARA TRABALHADOR SE ENQUADRAR NA PEC DAS DOMÉSTICAS

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A Emenda Constitucional 72, que ficou conhecida como PEC das Domésticas, entrou em vigor no dia 3 de abril e gerou uma série de discussões, inclusive, sobre quem são os empregados domésticos. De acordo com o professor e especialista em direito do trabalho, Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, os domésticos são profissionais que trabalham em residências e que têm, como empregador, uma pessoa física proprietária ou locatária de imóvel para moradia própria e da família.

Para o professor, podem ser considerados empregados domésticos: babás, caseiros, cozinheiros, cuidadores de idoso, governantas, lavadeiras/passadeiras, jardineiros, motoristas particulares, vigias, piscineiros. Estas funções têm os mesmos direitos trabalhistas assegurados aos demais trabalhadores.

Guimarães alerta para o fato de que a diarista não faz jus aos mesmos direitos dos domésticos, já que não se enquadra na questão da habitualidade “e a jurisprudência tem entendido que somente o trabalho em três ou mais vezes por semana configura vínculo empregatício”.

Outro ponto importante, destacado pelo professor, é que os profissionais somente se enquadrarão como trabalhadores domésticos se tiverem cinco requisitos básicos da relação de trabalho:

  1. Habitualidade: a prestação dos serviços não pode ocorrer de forma descontínua, ou seja, com afastamentos temporários razoáveis, fragmentação dos períodos de trabalho. Deve haver, no caso de empregados domésticos, pelo menos uma escala de três dias da semana com horários e dias iguais. Por exemplo: segunda, quarta e sexta, das 8h às 17h;
  2. Subordinação: receber ordens diretas e seguir normas determinadas pelo empregador.
  3. Onerosidade: receber um salário mensal acordado previamente com o empregador;
  4. Pessoalidade: o trabalhador presta seus serviços pessoalmente a terceiros, exercendo atividade direta sem poder delegá-la a outras pessoas;
  5. Ser pessoa natural: pessoa física e não jurídica. Ou seja, é proibida a figura do “PJ” (trabalhador que abre uma microempresa para prestar serviços ao empregador).

http:// noticias .uol. com. br / empregos / ultimas-noticias /2013 /04 /17 / veja-cinco-exigencias-para-trabalhador-se-enquadrar-na-pec-das-domesticas .jhtm

COMO ESCOLHER A HORA CERTA DE DISCUTIR A CARGA DE TRABALHO

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Você já entrou na sala do seu chefe e reclamou por estar sobrecarregado de tarefas? É uma atitude que muitos trabalhadores estão considerando tomar ao receberem uma carga de trabalho que os deixam perto do limite do estresse.

Um estudo da Harris Interactive divulgado neste mês mostra que mais de 80% dos entrevistados nos Estados Unidos estão se sentindo estressados no trabalho. A principal razão é uma carga de trabalho nada razoável causada por reduções de equipe nos últimos anos.

Segundo o diretor regional de serviços de carreira da Universidade Everest, John Swartz, embora a economia americana venha mostrando sinais de recuperação, os cortes feitos há três ou quatro anos ainda impactam a vida dos trabalhadores. “Se 83% dos trabalhadores dizem estar estressados, alguém vai chegar ao limite.”

Em vez de esperar um desastre acontecer, o melhor a fazer é conversar com o chefe – e fazer isso da maneira certa. Especialistas em carreira afirmam que tudo depende de como os argumentos são apresentados. É aconselhável também apresentar uma proposta de solução para a questão.

“A causa para a sobrecarga deve ser explicada por meio de um exemplo específico que possa ser discutido”, explica a coach de executivos Margarita Plascencia. “Se a queixa for muito genérica, pode dar a impressão de ‘choramingo’.”

Uma saída pode ser uma reflexão prévia à conversa. Antes de falar com o chefe, o trabalhador pode tentar identificar as razões para o sentimento de sobrecarga, quais são os problemas de sua vida e como ele próprio organiza a energia para o trabalho. Após essa análise, pode ser a hora de marcar uma conversa para discutir as soluções.

Toda a preparação não elimina, no entanto, a possibilidade de momentos constrangedores. “Se o empregado não se coloca da maneira correta, pode dar a impressão de que não está se esforçando o suficiente e de que não pensa na equipe como um todo”, diz Scott Moss, presidente da construtora Moss, de Fort Lauderdale, na Flórida.

Isso não quer dizer, segundo o executivo, que seria melhor o funcionário ficar calado. “Prefiro que eles digam o que sentem do que ver a empresa sofrer.”

Fonte: http :// www. estadao .com .br / noticias / impresso ,como-escolher-a-hora-certa–de-discutir-a-carga-de-trabalho-,1025331,0.htm

MULTA DO FGTS PODE SER DE 10% PARA PATRÃO QUE DEMITIR DOMÉSTICO SEM JUSTA CAUSA

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A multa do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para empregados domésticos demitidos sem justa causa será fixada em 10% e, no caso de acordo entre trabalhadores e empregadores, em 5%. O valor das porcentagens é uma das poucas certezas do senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator da proposta de emenda à Constituição (PEC) que igualou os direitos dos empregados domésticos aos dos demais trabalhadores.

“A multa para empresas que detêm lucro é 40%. Um orçamento familiar não comporta uma multa de 40%. Temos que procurar um caminho para diminuir essa multa para evitar o confronto entre patrões e empregados. Se a multa for muito alta, a maioria dos empregadores vai procurar demitir por justa causa”, explicou Jucá. Segundo ele, o “espírito” da PEC das Domésticas não é o do desentendimento.

A contribuição dos patrões será mantida em 8%, como no caso dos empregados tradicionais do mercado. Mas o valor da multa é um dos pontos mais polêmicos do texto, já que representantes dos empregados domésticos reivindicam igualdade com os demais empregadores e empregadores afirmam não ter condições de atingir a porcentagem.

Diante do impasse, o senador Romero Jucá disse que vai dividir a regulamentação em dois projetos de lei diferentes. Em um deles, o senador vai incluir as questões relativas às contribuições, como o FGTS e a do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) para Previdência Social.

“A questão das alíquotas tem que ser feita com cuidado, porque a Previdência tem que trabalhar em equilíbrio, não apenas neste governo, mas com equilíbrio no futuro. Estamos discutindo e fazendo as contas do impacto com o governo. Vamos criar uma solução racional, criteriosa, e que esteja dentro do orçamento familiar”, disse ele.

Outro ponto que deve estar previsto no texto-base é a possibilidade de regularização de dívidas previdenciárias anteriores à lei, com uma espécie de programa de financiamento para que os empregadores acertem as contas com a Previdência Social.

No outro projeto de lei, o relator vai definir as regras gerais para o regime trabalhista doméstico, incluindo, por exemplo, as condições de trabalho e regras específicas como a do banco de horas. Pela proposta, os trabalhadores domésticos que têm carga horária diária de oito horas, poderiam trabalhar até mais do que duas horas a mais. O tempo extra de prestação de serviço pode ser pago como hora extra ou ser incluído em um banco de horas que pode ser compensado em horas de descanso no período de um ano.

“Nós queremos uma lei que simplifique e regularize a situação do trabalhador doméstico, não criando problemas de Justiça. Não queremos que essa igualdade vire questão do Judiciário, mas que seja uma solução social. Que traga condições de manter o emprego e que a família tenha condições de pagar esses encargos”, disse.

O senador informou que está concluindo as negociações para fechar o texto de regulamentação que será apreciado pela Comissão Mista de Consolidação das Leis e Regulamentação da Constituição e depois seguir para o plenário da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Diferentemente do que esperava, Jucá admitiu que a conclusão dos trabalhos pode ocorrer apenas na semana que vem.

Assim como abriu canais de diálogo com representantes da Justiça, Jucá quer discutir os detalhes da proposta com representantes do governo. Hoje, o relator da PEC se reuniu com os ministros Gleisi Hoffman, chefe da Casa Civil, e Manoel Dias, do Trabalho, além de outros representantes do governo. “Temos que articular com o governo porque a implementação e a sanção da lei dependem da posição do governo. O governo tem a parte operacional, tem que montar a engrenagem para o sistema funcionar”, completou.

Da Agência Brasil

http:// noticias .uol. com. br /empregos / ultimas-noticias / 2013 /04 /23 /multa-do-fgts-pode-ser-fixada-em-10-para-patrao-que-demitir-domestico .jhtm

HOMENAGEM AO AMIGO MARCO ANTÔNIO MÁXIMO

DIA MUNDIAL DO ESCOTEIRO

QUERIDOS AMIGOS LEITORES,

Escotismo

Esta matéria é a minha homenagem pelo dia de São Jorge e do Escoteiro, sobretudo, à minha Amiga DIRCE GRANADEIRO – Escoteira que incitou o meu interesse em saber mais sobre o Grupo porque é Escoteira. Desde a infância ouvia falar de escoteiros, principalmente pelo “Sempre Alerta”, mas jamais fiz do assunto uma prioridade. Possivelmente, porque ainda não era a hora. Agora trilhando passos às causas sociais e com o olhar mais atento a falta de Educação Cívica, a ignorância em torno da Cidadania e do Conceito de Nação, fica clara a importância dos Escoteiros. Aproveito para convidar os leitores a procurar conhecer melhor as ações dos escoteiros, incentivar para que no futuro o nosso Brasil, seja cuidado como algo mais que uma Pátria Mãe Gentil.

Djanira Felipe de Oliveira – Mulher que escreve. Mulher que faz. Adesguiana – Rio de Janeiro – RJ.

imagesO Dia Mundial do Escoteiro é comemorando em todo o mundo no dia 23 de abril. O movimento foi fundado pelo britânico Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, em 1907, com o objetivo de tornar meninos cidadãos exemplar. Os escoteiros têm diversos lemas, como “estar sempre alerta para ajudar o próximo e praticar diariamente uma boa ação”.

Os escoteiros prezam a natureza e as atividades ao ar livre como exercícios, excursões e acampamentos, e têm como finalidade serem sadios para desenvolver noções de dever com a Pátria e para com o próximo. O Dia Mundial do Escoteiro também é conhecido simplesmente como Dia do Escoteiro, ou Dia do Escotismo.

Origem do Dia Mundial do Escoteiro

O Dia Mundial do Escoteiro é celebrado no dia 23 de abril em homenagem ao padroeiro dos escoteiros, São Jorge. Jorge foi um capitão romano, que gozava de grande prestígio junto ao Imperador Diocleciano, mas que em um momento de sua vida distribuiu sua riqueza aos pobres e, logo depois, se manifestou contra os planos de Diocleciano de matar os cristãos, e por isso foi torturado e morto. Formou-se uma lenda em torno de São Jorge, em que, geralmente ele é apresentado como um cavaleiro, montado e de armadura, atacando com uma lança um dragão que queria devorar uma donzela. É apenas uma imagem simbólica, em que o dragão representa o mal e os erros, e a donzela é o pensamento puro que deve ser defendido.

Segundo, Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, São Jorge “fez o melhor que pode e, conseguiu superar uma dificuldade que ninguém ousara enfrentar”.

http://www.escoteiros.org.br/noticias/noticia_detalhe.php?id=289

http://www.calendarr.com/brasil/dia-mundial-do-escoteiro/

CONHEÇA OS SEUS DIREITOS SOBRE AS FÉRIAS

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Você sabia que, de acordo com a Consolidação das Leis Trabalhistas (a CLT), as férias não são opcionais e são de no máximo 30 dias e no mínimo de 20 dias? Elas são um direito adquirido e são obrigatórias, e tanto empregado como o empregador têm direitos e deveres.

O empregado contratado pelo regime da CLT tem direito às férias após no mínimo 12 meses consecutivos de vínculo com a empresa. Isso não quer dizer que ele tenha que tirar férias logo após um ano, mas entre 12 e 23 meses. Caso ultrapasse esse período, o empregador tem que pagar o dobro dos vencimentos.

Mas o que fazer se a empresa não pagar ou ceder as férias? “Daí o empregado pode entrar na Justiça, mas ele sabe que corre o risco de ser demitido. Então, uma saída é fazer uma denúncia na Delegacia Regional do Trabalho mais próxima ou mesmo denunciar no sindicato ao qual está vinculado, sempre de forma anônima”, diz a advogada trabalhista Juliana Amanda de Barros Penteado.

Mas o que é o abono? E com relação às férias coletivas? Confira abaixo essas e outras questões respondidas pelo juiz da 26ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, Marcelo Segal, e pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

1) Quando se tem direito às férias? 
Após o empregado trabalhar 12 meses consecutivos para o mesmo empregador – que é chamado período aquisitivo de férias.

2) O empregador pode se recusar a dar férias quando o empregado pede?
O empregado tem direito às férias, mas o período em que ele vai gozar as férias é determinado pelo empregador. Isto significa que é o empregador quem tem o direito a escolher o período que o funcionário sairá de férias. Por exemplo: se um funcionário quiser tirar férias em fevereiro, mas a empresa falar que ele terá que sair em maio, vale o que o empregador quiser. Detalhe: normalmente há acordos ou mesmo convenções coletivas que facilitam esse tipo de negociação.

3) Férias coletivas são descontadas das férias individuais?
São. Se o empregador concede férias coletivas, impõe-se a dedução de eventual período de férias individuais, sob pena de o empregado aproveitar período superior ao previsto em Lei (teria as férias coletivas e as individuais)

4) Quando demitido por justa causa, o empregado tem direito a receber pelas férias proporcionais?
Não, ele perde este direito. O máximo que se pode cogitar será o pagamento de férias vencidas, na medida em que estas já se incorporaram ao patrimônio jurídico do trabalhador. Exemplo: se o empregado ficou 18 meses e não saiu de férias, ele receberá o dinheiro pelas férias, mas não terá direito ao proporcional pelo que trabalhou nos outros seis meses.

5) Quando demitido sem justa causa, o empregado tem direito a ganhar dinheiro pelas férias proporcionais?
Sim, ele tem direito e receberá na razão de 1/12 avo por cada mês trabalhado ou fração igual ou superior a 15 dias. Exemplo: se o funcionário recebe R$ 12 mil por ano e trabalhou seis meses, ele terá direito ao valor proporcional aos seis meses.

6) Quando pede demissão, o empregado tem direito às férias proporcionais?
Sim, tanto às férias quanto ao 13º salário proporcional.

7) O que o empregador pode ter direito nas férias? 13º salário total ou parcial?
Nas férias o empregado terá direito à antecipação do salário das férias e sobre ele um acréscimo de 1/3. É possível ele receber a 1ª parcela do 13º salário junto com as férias desde que o requeira ao empregador no mês de janeiro de cada ano. As férias devem ser pagas até 2 dias antes do início delas.

8) O que é abono de férias? 
È a conversão parcial em dinheiro, correspondente a, no máximo, 1/3 da remuneração que seria devida ao empregado, dos dias correspondentes às férias, que pode ser requerido , facultativamente, ao empregador, até 15 dias antes do término do período aquisitivo.

9) O empregador tem que dar quantos dias no mínimo de férias? Se o empregado quiser vender mais de 10 dias de férias, ele pode? Se ele quiser tirar apenas 5 dias, por exemplo, de férias, ele pode? 
As férias devem ser aproveitadas num período contínuo, mas havendo situação excepcional (ou mesmo acordos sindicais ou convenções coletivas), elas poderão ser fracionadas em dois períodos, sendo que nenhum deles poderá ser inferior a 10 dias. Contudo, se o empregado teve muitas faltas injustificadas no período aquisitivo, terá uma diminuição proporcional dos dias de férias conforme dados previstos em lei (veja tabela abaixo).

Período de faltas injustificadas Dias de férias a que tem direito
5 dias ou menos 30 dias
De 6 a 14 dias 24 dias
De 15 a 23 dias 18 dias
De 24 a 32 dias 12 dias
33 dias ou mais 0 dia

10) Quantos dias de férias o empregado pode “vender”, ou seja, quantos dias de férias ele pode transformar em dinheiro? A empresa é obrigada a pagar?
A conversão de parte das férias em dinheiro é um direito do empregado, que poderá “vender” 1/3 das férias – e não mais que isso.

11) E se o empregado tem menos de 18 anos ou mais de 50 anos, qual é a regra? Ele pode tirar menos de 30 dias de férias?
Não. Para esses dois casos, as férias têm que ser gozadas de uma vez só.

12) Se o caso de acumular duas ou mais férias, o que acontece com o empregado e/ou empregador?
O acúmulo de férias é ilegal e o empregador estará sujeito a multa administrativa. Existe previsão de uma ação na qual o empregado vai à justiça pedir que o juiz fixe o início das suas férias, mas é bem pouco utilizada, já que os empregados ficam com medo de uma retaliação.

13) O que fazer então quando o empregador não paga ou não cede o período de férias ao empregado?
O empregado pode entrar na Justiça, ou caso tenha receio de perder o emprego, pode reclamar de forma anônima na Delegacia Regional do Trabalho mais próxima ou mesmo no sindicato ao qual está vinculado.

14) Marido e mulher (ou qualquer outro tipo de parentesco) que trabalham na mesma empresa, podem tirar férias em conjunto?
Pessoas da mesma família que trabalham para o mesmo empregador podem tirar férias juntas se isso não trouxer transtorno ao serviço. Ou seja, é um direito condicional. A empresa pode ou não ceder.

15) Casados ou pessoas com filhos têm preferência sobre os solteiros ou pessoas sem filhos na hora de escolher o período que sairão de férias? 
O fato de a pessoa ser casada ou ter filhos não garante preferência na escolha do mês das férias. Contudo, muitos empregadores procuram saber dos seus empregados os meses de sua preferência e, dentro do possível, atender às solicitações.

16) O empregador pode cancelar as férias marcadas do empregado? Se sim, com quanto tempo de antecedência? Por quais motivos? Pode cancelar durante as férias?
As férias devem ser comunicadas com 30 dias de antecedência. Em princípio elas não podem ser canceladas, a não ser que haja uma situação que efetivamente exija algo tão radical. O mesmo vale para o cancelamento durante o período das férias. Então, é a situação concreta que dirá acerca da legalidade ou abuso do ato do empregador.

17) Quando volta de férias, o empregador tem alguma estabilidade?
Não. Não há previsão de qualquer garantia no emprego, mas é bom lembrar que durante as férias o contrato está interrompido e, portanto, não pode haver dispensa

18) E o funcionário pode pedir demissão no meio das férias (tanto as normais como as coletivas)? 
Durante as férias o contrato está interrompido e, deste modo, nenhuma das partes pode praticar qualquer ato tendente a rompê-lo (seja pedido de demissão, seja dispensa sem justa causa). Há que se aguardar o retorno para qualquer providência.

19) O empregado pode dividir as férias em dois ou mais períodos?
Se as férias forem individuais, somente se houver situação excepcional, e ainda assim em dois períodos, sendo nenhum deles menor que 10 dias. Já nas férias coletivas pode haver fracionamento mesmo que não haja anormalidade – logo, o tratamento das férias coletivas é diferente.

20) Quais são as ações judiciais mais comuns referentes ao assunto? Em que momentos o empregado pode ir à Justiça?
Em relação ao tema, a reclamação mais comum envolve a ausência de concessão das férias ou sua concessão sem o pagamento correspondente. A ação pode ser ajuizada a qualquer momento, mas na prática as ações normalmente são propostas após o término do contrato de trabalho.

21) Se o funcionário ainda não tem um ano de casa e tem de tirar férias coletivas, esse período será descontado quando? 
Se a empresa vai conceder férias coletivas, todos irão aproveitá-la, mesmo porque não tem sentido a empresa (ou um setor da empresa) parar e apenas um empregado (deste setor) ir prestar serviços.

O empregado em férias coletivas com menos de 12 meses de serviço (ou o dito “um ano de casa”) receberá proporcionalmente aos meses trabalhados (1/12 avo por cada mês ou fração igual ou superior a 15 dias), sairá de férias e, quando retornar, o seu período aquisitivo é “zerado”. Não se alegue que ele será beneficiado porque a concessão de férias coletivas é uma decisão da empresa. Por isso, quando a empresa concede férias coletivas, todos os empregados têm o mesmo período aquisitivo, já que o acertamento é feito no primeiro ano do empregado, conforme dito anteriormente.

22) E se o funcionário pedir demissão ou for demitido antes de completar um ano esses dias serão descontados? 
Uma vez que o recebimento será proporcional ao tempo trabalhado antes das férias coletivas, se ele pedir demissão quando retornar não terá qualquer desconto, pois recebeu apenas pelo tempo que efetivamente trabalhou, de modo que a empresa não tem crédito contra ele. Se for desligado logo no retorno, vale a mesma regra, mas lembro que nesse caso, no mínimo, o período do aviso prévio deverá ser considerado para todos os fins, inclusive férias proporcionais, de modo que ele terá, na mais pessimista hipótese, direito a 1/12 avo com acréscimo de 1/3.

fonte: http: // www. qualidadebrasil .com .br /noticia / conheca_os_seus_direitos_sobre_as_ferias

STF RECONHECE DIREITO DE REVISÃO DE APOSENTADORIA

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Brasília – O Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu o direito de um aposentado à revisão do valor do benefício concedido na década de 80 pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em 1976, ele tinha atingido os requisitos para requerer a aposentadoria, mas optou por continuar a trabalhar. Quatro anos depois, quando pediu a aposentadoria, o valor do benefício concedido foi inferior ao que seria pago se ele tivesse deixado de trabalhar antes.

A maioria dos ministros do STF concluiu que o aposentado tinha o direito adquirido a receber o benefício mais elevado. De acordo com informações do Supremo, a aposentadoria inicial obtida pelo aposentado em 1980 foi de 47.161,00 cruzeiros. Pela revisão requerida, ela subiria para 53.916,00 cruzeiros, em valores daquela época.

No recurso, o aposentado sustentou que a Constituição Federal estabelece que um direito adquirido não pode ser modificado nem por lei. Ele também alegou que o direito previdenciário faculta ao segurado que já atingiu os requisitos mínimos para requerer a aposentadoria o direito de optar pelo momento mais benéfico.

O julgamento começou em 2011 e teve repercussão geral, ou seja, a orientação deverá ser seguida para solucionar processos semelhantes que tramitam na Justiça. Não há dados consolidados sobre o número de ações parecidas, mas são pelo menos 400 que aguardavam uma definição do STF.

“Tenho que, uma vez incorporado o direito à aposentação ao patrimônio do segurado, sua permanência na ativa não pode prejudicá-lo”, afirmou a relatora do recurso, ministra Ellen Gracie, na primeira parte do julgamento, ocorrida em 2011. Na ocasião, a votação foi interrompida por um pedido de vista. O julgamento foi retomado 21 de fevereiro de 2013. “Ele não está sendo punido por ter continuado a trabalhar?”, perguntou o presidente do STF, Joaquim Barbosa, que votou a favor do aposentado.

Fonte:  http: // exame .abril .com .br / brasil / politica / noticias / stf-reconhece-direito-de-revisao-de-aposentadoria

EMPREENDER SOZINHO OU COM SÓCIOS?

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Quando decidimos abrir um negócio próprio, a próxima questão que surge, na grande maioria das vezes, é se encaramos esse desafio sozinho ou com sócios. Acredite: essa decisão pode ser tão importante quanto a de se tornar um empreendedor.

Existem vários aspectos que devem ser avaliados para que essa decisão tenha maior probalidade de dar certo do que errado. Não existe melhor ou pior caminho, com maior ou menor risco. Na verdade, sua chance de sucesso dependerá de um conjunto de fatores ligados ao perfil e aos propósitos de vida de cada um.

Vale a pena avaliar alguns pontos para entender se esse é o melhor caminho no seu caso:

1. Você possui conhecimento do mercado escolhido?

Para minimizar o risco de qualquer novo negócio, é fundamental que você tenha conhecimento prévio do segmento em que pretende atuar. Seja através de uma experiência anterior como executivo de empresas, como consultor da área, ou mesmo como um curioso e estudioso do assunto.
Caso lhe falte essa expertise, pode ser uma boa idéia se associar a alguém que traga essa bagagem.

2. Você tem capital suficiente para iniciar seu negócio?

Em alguns casos, você pode ter muita experiência no segmento, porém, não dispõe de todo capital para implantar o negócio. Lembrando que você deve considerar em seus cálculos inclusive o capital de giro que será necessário até o próprio negócio se pagar.

Nesse caso, você tem a opção de buscar um sócio para dividir igualmente investimentos e responsabilidades. Ou você pode se unir a um sócio-investidor, que entrará apenas com capital, enquanto você tocará a operação no dia a dia. Ou vice-versa.

Independentemente de você ser o empreendedor investidor ou o empreendedor que capitalizará sua parte com o trabalho, o grande desafio desse tipo de sociedade é obter, em ambos os papéis, o envolvimento necessário para que o negócio cresça.

Sem o envolvimento dos seus sócios, você estará, na prática, sozinho. E uma das grandes vantagens de se ter um sócio, é poder compartilhar ideias e se certificar sobre os caminhos a tomar. Mesmo um sócio investidor pode, e deve, funcionar como um conselheiro.

3. Perfil complementar

Uma possibilidade bem interessante é se unir a sócios que tenham um perfil complementar ao seu. Além de trazer expertises diferenciadas para o negócio, o que é muito bom, fica muito mais fácil definir claramente o papel e a responsabilidade de cada um, minimizando os possíveis conflitos de sobreposição de funções.

Essa composição de sociedade também confere autonomia e velocidade às decisões do dia a dia de cada sócio, uma vez que a estratégia principal do negócio esteja definida e compartilhada por ambos. Quem ganha com isso é a empresa, pois em um mercado cada vez mais competitivo, agilidade e assertividade podem fazer toda a diferença.

4. Comprometimento

É fundamental que esteja claro, desde o início da sociedade, o comprometimento e dedicação que cada um irá dar ao negócio. Por esse motivo, é importante entender o momento de vida de cada sócio. Isso envolve compromissos com a família, filhos, estudos, projetos paralelos, entre outros.

Outro fator importante é que o impacto financeiro seja sentido por todas as partes, pois, como diz o velho ditado: em se tratando de negócios, o bolso sempre será uma das partes mais sensíveis do ser humano. Se os resultados do negócio afetarem a todos, é certo que ninguém ficará parado, ou menos comprometido.

Mais do que todos esses pontos, é fundamental que todos os sócios tenham o mesmo brilho nos olhos quando estiverem falando e trabalhando no negócio. Aquele que só os apaixonados pelo que fazem conseguem ter.

Na minha opinião, se você conseguir encontrar um sócio que seja tão apaixonado quanto você pelo negócio, e que tenha atitude e garra para fazer acontecer apesar de todas as dificuldades que aparecerão, você já terá percorrido um grande caminho para criar e desenvolver uma empresa tão grande quanto o tamanho de seus sonhos.

Fonte:http: // economia .uol. com .br / ultimas -noticias / colunistas / filomena-garcia /2013 /04 /09 /empreender-sozinho-ou-com-socios.htm

CIDADE DO RIO TERÁ 500 AGENTES PARA MULTAR QUEM JOGAR LIXO NAS RUAS

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O Rio de Janeiro projeta espalhar cerca de 500 agentes para fiscalizar os cidadãos que jogarem lixo nas ruas. A partir de julho, estão previstas multas de R$ 157 até R$ 3 mil para quem “emporcalhar” a cidade. Inicialmente, os agentes circularão pelas ruas do centro para coibir o despejo de lixo pelo local. Somente naquela região, são recolhidos, mensalmente, em torno de 20 toneladas de lixo.

Em seguida, está prevista a colocação de fiscais no bairro de Copacabana, na zona sul da cidade. A ideia é que, futuramente, eles possam ser espalhados por regiões de grande circulação. As multas só começarão a ser aplicadas em julho. Os agentes, entre guardas municipais, funcionários da Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb) e PMs, terão um computador de mão, no qual será anotada a punição, mediante anotação do CPF de quem for pego. O equipamento terá uma impressora, que vai fornecer uma espécie de comprovante da punição. Quem se recusar a dar informações para não ser multado poderá ser encaminhado para uma delegacia.

Quem jogar uma latinha na rua, por exemplo, poderá ter que pagar R$ 157. Dependendo do tamanho do que for despejado, a multa poderá chegar a R$ 380 ou R$ 500. Quem for flagrado jogando entulho poderá ser multado em até R$ 3 mil.

Nas ruas da cidade, a medida anunciada pela prefeitura causou controvérsia, pelo menos entre aqueles que foram ouvidos na manhã desta quarta-feira pelo Terra. Enquanto alguns apoiam a aplicação da multa como último recurso para tentar melhorar a limpeza das ruas da cidade, outros apontam que a decisão tem o objetivo de simplesmente aumentar a arrecadação do município.

Para o vigilante Eduardo Eusébio Silveira, 34 anos, o morador do Rio, de forma geral, é mal educado, e precisa de medidas punitivas para não cometer infrações. Ele diz que há muitas lixeiras espalhadas pela cidade, mas as pessoas insistem em jogar lixo nas ruas. “Aqui no centro não falta lixeira. Mas olhe só para o chão. Vive sujo. É uma vergonha. Acho que tem que radicalizar mesmo”, afirmou.

Mais campanhas O advogado Heleno da Costa, 42 anos, já vê a medida com certas ressalvas. Ele afirma que as autoridades públicas deveriam fazer campanhas mais incisivas de conscientização da população, antes de anunciar a aplicação de multas a quem jogar lixo pelas ruas. “Não vejo campanhas para que as pessoas deixem de sujar as ruas. Temos um problema de educação do povo, que deve começar a ser sanado dando o que falta às pessoas, que é educação. Mas não é uma medida ruim. Só acho que deveria vir acompanhada de campanhas para esclarecer a todos”, observa.

Já a secretária Mirian Gonçalves, 36 anos, avalia que o anúncio da prefeitura tem como objetivo arrecadar mais recursos para os cofres do município. Ela sustenta que agentes poderiam fiscalizar e instruir a população a não jogar lixo nas ruas, sem que haja aplicação de multas. “Isso vai criar mais uma forma de se corromper o cidadão. Você acha que os fiscais não vão querer levar aquele cafezinho para casa, ao invés de dar a multa?”, questionou. 

Fonte: http : // noticias .terra .com. br / ciência / sustentabilidade / cidade -do- rio- tera- 500- agentes -para-multar -quem -jogar -lixo- nas-  ruas,e68215c57 a4fd310Vgn VCM20000099 cceb0aRCRD.html

O PAPEL DA MULHER NA POLÍTICA, NO TRABALHO, E OS DESAFIOS DA MULHER DE BAIXA RENDA.

Cópia de dj

Em março de 2012 fui convidada para falar, em uma rádio web, sobre o tema título deste artigo que compartilho com os meus amigos leitores.

Por Djanira Felipe de Oliveira – 06/04/2013

O começo da participação efetiva das mulheres na Política.

Sobre a questão da participação das mulheres na política, versam matérias de antes do Brasil colônia. Apenas registro para salientar que sempre estivemos presentes. Contudo, entendo como o começo efetivo, a candidatura às eleições de 1998, na história do País, uma mulher, Thereza Ruiz, do pequeno PRN – Partido da Reconstrução Nacional, à presidência da República. Dois anos depois as capitais de seis estados passaram a ser dirigidas por mulheres, dentre elas, Marta Suplicy, que venceu as eleições para a prefeitura da maior cidade do país.

Apenas dez anos mais tarde, em 31 de outubro de 2010, Dilma Rousseff (PT – Partido dos Trabalhadores) venceu as eleições presidenciais no segundo turno, tornando-se a primeira mulher a ser eleita Presidente da República Federativa do Brasil. É a segunda mulher Chefe de Estado do Brasil República, e a quarta mulher Chefe de Estado da História do Brasil desde D. Isabel.

Dilma Roussef foi eleita presidente. É evidente que nesse espaço de tempo tivemos avanços significativos, inclusive o interesse das mulheres em filiar-se aos partidos políticos e militarem pelos interesses da sociedade. Acredito que a vitória da presidente Dilma, poderá ser considerada mais do que um marco, um incentivo ao crescimento da demanda pela participação das mulheres na Política Brasileira.  

Agora abrirei um parêntese para destacar um trecho interessante e recente que trata do envolvimento da mulher na política.

Li a respeito da realização do IV Encontro do PRB Mulher Nacional, no Rio de Janeiro, em 22 de março de 2013, com a participação do senador Eduardo Lopes. O evento reuniu a presidente nacional da militância Rosangela Gomes e a vice-presidente Eron Vasconcelos. E o objetivo principal foi abordar as questões sobre o I Congresso do PRB Mulher, previsto para o mês de agosto em Brasília. A notícia me chamou à atenção, principalmente porque acompanho o desempenho do senador que para mim é um dos melhores frente ao cenário nacional, sobretudo, no trato com as pessoas. De acordo com a matéria a fala do senador:

 “Eduardo Lopes abordou a questão do envolvimento das mulheres na política e destacou que para ele ainda é muito pequeno. Na ocupação das Casas Legislativas teria de ser maior a representação das mulheres, uma vez que estas são maiorias no nosso país. Porém, infelizmente poucas entram na disputa para conseguir uma cadeira no parlamento,” afirmou.

De acordo com o Republicano não existe na história do país, qualquer partido que tenha em sua maioria representação feminina. De regra a lei exige que o partido tenha no mínimo 30% de gênero seja ele feminino ou masculino. “Na realidade faltam mulheres que estejam com disposição para disputar as eleições, os partidos atingem somente a cota de gênero com as mulheres. O PRB está aqui para reverter esse quadro e fazer com que o sexo feminino levante essa bandeira de mulheres na política”, finalizou.

Destaquei no primeiro parágrafo o texto porque no final de fevereiro, em reunião com o senador, o assunto foi mencionado por ele, e concordo em relação à ocupação das Casas Legislativas. No entanto, surpreende-me a afirmação, também realçada, sobre a falta de mulheres que estejam com disposição para disputar as eleições. Embora eu considere o senador Eduardo Lopes, o político exemplo a ser seguido por outros, percebo diferente este cenário. Há mulheres dispostas a disputar e que disputaram nas últimas eleições, inclusive pelo PRB, sou uma delas. Mas, não basta estar disposta a disputar, não basta estar capacitada para tal, não basta realizar uma campanha eleitoral eficaz. Além disso, não basta ter ideias, projetos e muita vontade de realizar. Será necessário mais do que o desejo de chegar. Será importante e fundamental que o interesse seja mútuo. O abraço jamais poderá ser unilateral. Precisamos encontrar uma forma de ajustamento das expectativas dos novos talentos às suas percepções, de maneira que as percepções superem as expectativas. Sendo assim, acredito que o PRB, assim como outros partidos, estará dando o primeiro passo certo no caminho certo para, senão, reverter, pelo menos transformar a realidade atual.

Amigos este meu comentário sobre a fala do senador significa o quanto admiro este parlamentar que é uma das minhas lideranças do PRB do Rio de Janeiro. E com certeza entenderá as minhas considerações porque é um homem que faz política séria, e, portanto, a cada dia conquista a confiança dos Brasileiros no Senado. Fecho o parêntese.

Vale ressaltar que fora do Brasil algumas mulheres têm sido eleitas politicamente para serem Chefes de Estado e de Governo. Uma das mais proeminentes líderes de potências mundiais pode ser Margaret Thatcher como primeiro-ministro do Reino Unido, Indira Gandhi da Índia, Ângela Merkel é a primeira mulher a se tornar Chanceler da Alemanha, e líder do partido da União Democrática Cristã.

Quanto a minha avaliação sobre a realidade da presença feminina no mercado de trabalho.

No âmbito do Trabalho, certamente, o acesso da mulher ao Poder Público é notório nos dias de hoje e estendem-se aos demais poderes constituintes do Estado: o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.A sociedade moderna não comporta mais o pensamento de “trabalho de mulher é em casa” e entende como imprescindível às lutas pelo acesso das mulheres a cargos de chefia nos diversos segmentos empresariais (sobretudo multinacionais) e do serviço público. No final de março de 2012 a minha resposta a esta questão foi a seguinte:

No Brasil, as mulheres são 41% da força de trabalho, mas ocupam somente 24% dos cargos de gerência. O balanço anual da Gazeta Mercantil revela que a parcela de mulheres nos cargos executivos das 300 maiores empresas brasileiras subiu de 8%, em 1990, para 13%, em 2000. No entanto, as mulheres brasileiras recebem, em média, o correspondente a 71% do salário dos homens. Essa diferença é mais patente nas funções menos qualificadas. No topo, elas quase alcançam os homens.

Como fazer para conciliar política, trabalho e vida familiar.

Esta foi uma excelente pergunta! Precisamos ser as Super-Mulheres ou como dizem por aí, as Multifuncionais. É um exercício diário, pois se exige competência, compromisso e dedicação integral em todas as áreas. Tem que ser boa mãe, boa esposa, boa empresária e boa política. É uma cobrança injusta. Existe uma frase que diz: “-Homens dão relógios de presente; mulheres administram o tempo”. Não sei o autor, mas é bem apropriada.

Sobre o desafio da mulher de Baixa Renda.

Poderia falar deste tema durante horas. Priorizarei os pontos mais relevantes conforme a minha percepção:

Historicamente, após as duas Grandes Guerras, as mulheres tiveram que assumir os postos de trabalhos ocupados pelos homens. Com a Revolução Industrial e, por conseguinte, do Capitalismo, iniciou-se o processo de desigualdade em relação aos salários referentes a homens e mulheres. As que ficaram viúvas viram-se obrigadas a realizar trabalhos artesanais para sobreviver e manter suas famílias.  Deixou de ser parte da família para assumir o comando da família em algumas situações. Por isso, esse ingresso no mercado é uma vitória.

Uma peculiaridade que acompanha a mulher é a sua terceira Jornada. Normalmente, além de cumprir suas tarefas no trabalho externo, ela precisa cuidar dos afazeres domésticos. Isso acontece em quase 90% dos casos.

Outra dificuldade a ser vencida é a taxa de analfabetismo que ainda representa 20%. A média de escolaridade dessas “donas de casa” aumentou em um ano de 4,4 para 5,6 anos de estudos. A média salarial é ainda extremamente baixa.  Em seus domicílios as condições precárias devem-se ao fato de serem as únicas responsáveis pela alimentação, pelo cuidado com filhos e higiene, e pela provisão dos recursos materiais necessários para a manutenção do lar. No que diz respeito a esse último aspecto, vários estudos têm demonstrado que a participação das mulheres brasileiras no mercado de trabalho se dá predominantemente no setor de serviços, no segmento informal e desprotegido, onde recebem rendimentos menores por desempenharem atividades supostamente menos qualificadas.

Referente à indagação de como a sociedade pode ajudar a melhorar esta situação, de acordo com Pedro Demo, “A pobreza não é algo natural, mas sim produzida e cultivada socialmente. Ser pobre não é apenas não ter as mínimas condições de vida, mas, sobretudo, ser impedido de tê-las, o que é uma ameaça constante à dignidade humana”.

Faz-se necessário existir mobilização no sentido de aproximar o Estado, as Organizações Não Governamentais e a sociedade como um todo para mudar este panorama.

Quanto aos caminhos seguir para tornar isto uma realidade, primeiro acabar com as discriminações no mercado de trabalho;

Segundo – Criar uma rede de apoio através de parcerias das Empresas facilitando o acesso a creches infantis, por exemplo, e, sobretudo, vontade política para mudar a situação de exclusão social em que vivem estas mulheres “chefes de família”.

O recado que gostaria de deixar para os nossos internautas – em especial AS internautas.

Que desenvolvam as suas capacidades porque o mundo anda apostando nos valores femininos, principalmente, na capacidade de trabalho em equipe contra o individualismo, na persuasão em oposição ao autoritarismo, e na cooperação no lugar da competição. Além disso, Conquistar sua independência e ter a competência reconhecida é o sonho de todo ser humano, inclusive da mulher.

E, por fim, que a mulher tem a nobreza de exercer qualquer atividade com dignidade, desde a cozinha até a Esplanada do Planalto.

Djanira Felipe de Oliveira – É Analista de Correios, Administradora, Escritora e Consultora na área de Qualidade, Gestão de Pessoas, Processos e Projetos.

Blog: www.djanirafelipe.wordpress.com, Site: www.djanirafelipe.com.br

E-mail: djafelipe@hotmail.com

http://www.chicovigilante.com.br/artigos/?id=538, http://www.senadoreduardolopes.com.br/?p=798

 

 

 

PROCURA POR VAGA EM UNIVERSIDADE DOS EUA TOMA TEMPO E DINHEIRO; CONFIRA PASSO A PASSO

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É bem antes da conclusão do ensino médio que um estudante deve iniciar os preparativos para garantir uma vaga em uma universidade dos EUA.

A recomendação da orientadora educacional do Alummni Advising – EducationUSA, Marta Bidoli, é começar a busca com mais de um ano de antecedência à formatura, já a partir do segundo ano do ensino médio.

“Quanto mais cedo o aluno se envolver com o processo, melhor”, lembra, “já que no terceiro ano ele estará lidando com os vestibulares de fim de ano no Brasil”.

Além do tempo tomado, os custos envolvidos documentos, traduções e testes não são poucos. Há testes de proficiência em inglês, traduções de documentos escolares e mais de um application (processo de admissão no ensino superior, no exterior) para pagar.

Só para enviar cinco applications, o gasto calculado será entre R$ 690* (menor taxa, de US$ 70) e R$ 1.475* (maior taxa, de US$ 150). Para 10 applications, entre R$ 1.375* e R$ 2.950*.

Passo 1: escolher a universidade

A orientadora educacional do Alumni Advising aconselha que o aluno tente restringir sua pesquisa e definir de 5 a 10 universidades que se enquadram academicamente no que ele procura para seu futuro.

Essa é a etapa que mais consome tempo com pesquisa pela internet e contato direto com as universidades, além de buscar referências com alunos matriculados ou ex-alunos pelas redes sociais.

Para checar se as instituições são reconhecidas pelo governo americano, há dois sites para consulta: um do Departamento da Educação e outro do Conselho de Ensino Superior.

Para checar se as instituições são reconhecidas pelo governo americano, há dois sites para consulta: um do Departamento da Educação e outro do Conselho de Ensino Superior.

Passo 2: provar proficiência em inglês

Para a admissão, a universidade pode ou não pedir uma redação ou uma entrevista. “O inglês precisa estar afiado. Mesmo sendo um gênio, o aluno não poderá mostrar todo seu potencial sem um inglês fluente”, diz Vinícius Cruz, 18, que, com mais três amigos, criou o aplicativo Estudar nos EUA.

Ele hoje estuda engenharia na Universidade Lindenwood que, por uma parceria acadêmica, lhe garantirá um diploma da Universidade Washington ao se formar. “Mas o brasileiro não precisa se preocupar tanto com a pronúncia ou os erros. O entrevistador vai relevar esses pontos porque o que importa é o conteúdo do aluno.”

Há vários exames para comprovar o conhecimento da língua inglesa, mas os dois mais pedidos pelas universidades americanas são o Toefl (Test of English as a Foreign Language) e o Ielts (International English Language Testing System). Cada um deles custa pouco mais de R$ 400.

TESTES DE PROFICIÊNCIA

Teste Custo* Provas Datas
Ielts R$ 440 Compreensão oral: 40 minutos para responder a perguntas
Leitura: 60 minutos
Escrita: 60 minutos para redação
Expressão oral: de 11 a 14 minutos para discorrer sobre tema
Consulta ao site
Toefl R$ 413 Leitura: 60 a 80 minutos
Compreensão oral: 60 a 90 minutos
Expressão oral: 20 minutos
Escrita: 50 minutos para escrever uma redação
Consulta ao site
  • * Valor em fevereiro de 2013

Passo 3: teste de conhecimentos gerais

Para entrar na universidade americana, o aluno também terá de testar seus conhecimentos no exame SAT (conhecido como Scholastic Aptitude Tes ou Scholastic Assessment Test) ou no ACT (American College Testing). As regras de admissão de cada universidade é que determinarão qual deles prestar.

A taxa do SAT é de R$ 160 e do ACT, de R$ 108 a R$ 159.

Os brasileiros, segundo Bidoni, costumam ir bem nas provas, mas é preciso estudar material próprio para passar no exame já que ele trabalha o “critical reading”, uma habilidade analítica em língua inglesa, e o raciocínio.

Teste Custo* Provas Datas e locais
ACT R$ 59 ou R$ 100 (com teste opcional de escrita); estudantes fora dos EUA e Canadá devem pagar ainda taxa de R$ 59 Inglês: 45 minutos
Matemática: 60 minutos
Leitura: 35 minutos
Ciências Naturais: 35 minutos
Teste de escrita opcional: 30 minutos para redação
Consulte o site
SAT R$ 160 Inglês: leitura crítica, redação curta e exercícios de múltipla escolha
Matemática: operações aritméticas, álgebra, geometria, estatística e probabilidade
o teste é oferecido em algumas escolas no Brasil, confiraaqui
  • *Valores em fevereiro de 2013

Passo 4: reunir documentos e traduções

Por último, o aluno terá de pedir traduções de seu histórico escolar quando estiver no terceiro ano e, caso houver, o certificado de conclusão de curso. Este documento será substituído, mais tarde, pelo diploma.

As universidades também podem pedir cartas de recomendação da escola ou de professores, que elencam as qualidades e o comprometimento do estudante com o aprendizado.

Cada Estado brasileiro possui associações ou juntas comerciais com tradutores públicos, que indicam o valor tabelado, entre 50 e 100 reais, com base no número de toques, e mais uma lista de endereços dos profissionais e os idiomas com que eles trabalham. Em outros lugares, essa quantia pode ser de R$ 160 ou mais para cada documento.

Atenção ao calendário

É essencial o estudante checar com as instituições sobre o período de admissão para não perder o envio dos documentos em tempo hábil.

Há universidades que recebem o application dos candidatos em dezembro, com resultado em fevereiro ou março, matrícula em maio e início das aulas entre agosto e setembro, mas esse calendário não é padrão. Na Califórnia, por exemplo, o processo se inicia em novembro.

* Taxa de câmbio calculada em 25.fev.2012 (R$ 1,967)

Fonte: http: // educacao .uol. com. br / noticias /2013 /02 /27/ procura-por-vaga-em-universidade-dos-eua-toma-tempo-e-dinheiro-confira-o-passo-a-passo.htm

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