Arquivo mensal: novembro 2012

DILMA VETA NOVA DISTRIBUIÇÃO DE ROYALTIES PARA ÁREAS JÁ LICITADAS

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A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta sexta-feira, 30, com vetos, o projeto aprovado pelo Congresso com a nova fórmula de rateio da compensação financeira paga pelas empresas que exploram petróleo e gás no País. A informação foi dada pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman, durante entrevista coletiva.

Os vetos fazem parte da estratégia do Planalto para tentar evitar uma batalha jurídica entre Estados por conta dos royalties do petróleo e, ao mesmo tempo, garantir que o dinheiro seja aplicado na área de Educação.

De acordo com Gleisi, a Medida Provisória com a nova distribuição valerá para contratos firmados a partir da data de hoje. Essa medida atende ao pleito de Estados como o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, responsáveis por mais de 90% da produção de petróleo brasileira.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a lei votada pelo Congresso violava um direito assegurado e os vetos, portanto, asseguram os contratos já firmados. “Estamos fazendo um aperfeiçoamento da lei”, disse Lobão.

Já o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que os royalties de futuras concessões irão para a área da Educação. “Não há futuro melhor do que investir na Educação”, disse.

Fonte: http://estadao.br.msn.com/economia/dilma-veta-nova-distribui%C3%A7%C3%A3o-de-royalties-para-%C3%A1reas-j%C3%A1-licitadas

JOSÉ ANÍBAL DIZ QUE SP ESTÁ FECHADO COM O RIO NA QUESTÃO DOS ROYALTIES

O secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, afirmou nesta terça-feira, 27, que o Estado é solidário ao Rio de Janeiro e ao Espírito Santo na tentativa de derrubar o projeto de lei que prevê a redistribuição dos royalties do petróleo no país. Aníbal explicou que as principais preocupações do governo paulista são em relação à quem vai pagar a conta por causa da redução dos repasses aos municípios produtores e a falta de vinculação para gastos dos 55% dos royalties que vão para os fundos de participação dos estados e municípios. A presidente Dilma Rousseff decide até o dia 30 se sanciona ou veta a proposta.

“Nós deixamos claro nossa solidariedade com o Rio, no questionamento a ideia de quebrar contrato, isso não pode. E ao mesmo tempo, manifestamos a nossa insatisfação com o fato de que esses recursos não tenham destinação específica”, afirmou Aníbal, que avaliou como “adequada” a manifestação de apoio paulista, ao movimento organizado no Rio “Veta Dilma”, nesta segunda-feira. O secretário representou o governador Geraldo Alckmin no evento.

Maiores prejudicados hoje com as novas regras do projeto de lei 2565, que foi aprovado pela Câmara dos Deputados no início deste mês, porque elas reduzem o porcentual que vai para os estados e municípios produtores, o Rio encabeça o movimento.

Pagar a conta

“Na proposta (do deputado Carlos) Zaratini, se preservou os 20% do total de royalties para os estados confrontantes, mas se reduziu drasticamente para os municípios confrontantes. É uma conta que vai sobrar para os estados. Esse é um ponto que São Paulo se preocupa muito”, afirmou Aníbal, durante a inauguração da primeira usina de energia solar do Estado, em Campinas (SP).

O secretário já havia defendido em visita ao Rio que o Estado é contra mudanças de regra na divisão dos royalties, relativizando o impacto momentâneo da medida. “O Rio e o Espírito Santo, que têm o básico dos royalties e das participações especiais hoje, mudando a regra, têm uma perda de receita significativa já a partir do ano que vem. Em São Paulo, é pequeno o impacto agora”, explicou. Segundo ele, o governo paulista sentirá esse efeito futuramente. “O grosso da exploração de petróleo em São Paulo começa em 2016 e 2017. Quando chegar em 2022, São Paulo pode ser o maior produtor de petróleo do Brasil.”

Aníbal enfatizou que outra preocupação do governo de São Paulo é a falta de vinculação para uso dos 55% destinados aos fundos. “Nesse novo regramento há uma terceira condição que nos preocupa. Cinquenta a cinco por cento dos royalties vão para o fundo de participação dos estados e fundo de participação dos municípios sem nenhuma vinculação.

Isso é preocupante. Isso vai entrar no caixa dos municípios sem nenhuma destinação específica”, afirma o secretário.

“Nosso temor, e que vocês já demonstraram inúmeras vezes na imprensa, é que os recursos adicionais dos royalties não têm servido à melhora da renda e da qualidade de vida da população nos municípios que recebem esses royalties”, criticou Aníbal, para lembrar depois que a própria presidente Dilma chegou a propôr vinculação com a Educação para esses gastos.

Os royalties são compensações pagas pelas empresas de petróleo aos estados e municípios afetados pela produção, para ser investido em infraestrutura, ações de remediação ao impacto ambiental e como reserva futura, para o período pós-exploração.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20geral,jose-anibal-diz-que-sp-esta-fechado-com-o-rio-na-questao-dos-royalties,136051,0.htm

DJANIRA FELIPE E OS AMIGOS PARA SEMPRE!

AMIGOS PARA SEMPRE

É O NOME QUE FOI ATRIBUÍDO AO GRUPO DE AMIGOS DE DJANIRA FELIPE.

SEJA UM DOS NOSSOS AMIGOS PARA SEMPRE

DESTAQUE PARA O NOVO ENCONTRO DAS AMIGAS DJANIRA FELIPE, DÉBORA DIAS GOMES E BERA AURORA.

 

Queridos Amigos, para DJANIRA FELIPE que é uma apaixonada pela Educação, o nome da sua Amiga DÉBORA DIAS GOMES é sinônimo de Excelência na Gestão da Educação. E, hoje aconteceu mais um encontro, no qual as três amigas para sempre aproveitaram para trocar ideias e realimentar as energias para praticar ações em busca dos sonhos. Avaliar os planos, ainda é a melhor forma de caminhar juntos em busca do mesmo objetivo.  

A grande tirada desse e de outros encontros é a certeza de jamais desistir dos sonhos, apenas Adiá-los quando necessário.

Todo ser humano sentir-se-á transformado após vivenciar em grupo, principalmente, uma experiência em prol do bem comum.

Registro os meus sinceros agradecimentos às amigas Débora e Bera pelos agradáveis momentos. E vamos em frente! Atravessamos a primeira ponte, mas a caminhada continua.

Vozes ecoam e com certeza serão ouvidas!

Abraços Fraternos,

Djanira Felipe

 Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2012.

 

 

 

ROUPA ESPECIAL PERMITE SENTIR COMO É TER 75 ANOS

Com mais de 10 quilos, equipamento imita características da velhice.

“Bem vindo à velhice”, declara Rachel Eckardt, médica sênior do Centro Evangélico de Geriatria de Berlim (EGZB, em inglês). Eles acabam de construir uma roupa especial para fazer as pessoas sentirem o peso da idade. O pacote inclui protetores de ouvido que prejudicam a audição, visor amarelo que ofusca a visão e dificulta a distinção de cores e almofadas nos joelhos e cotovelos para endurecer as articulações. Além disso, um colete pressiona o peito de forma bem desconfortável. O Age Man Suit  pesa 10 kg.

A roupa foi desenvolvida para simular as consequências da velhice. Quem fez o teste garante que uma caminhada leve durante uma subida deixa o usuário da roupa sem fôlego e cansado. Segundo eles, o usuário se sente incapaz de tentar pegar as pílulas de remédios e o excesso de peso aliado à perda de audição e visão são extremamente perturbadores.

A médica pretende sensibilizar as novas gerações de médicos para as necessidades sociais e médicas da Alemanha – que estão crescendo rapidamente conforme o aumento da população. A previsão é que em 2030 mais de 26% da população germânica tenha mais de 65 anos.

Segundo a médica existe uma lacuna muito grande entre os profissionais de medicina e os pacientes idosos, assim como uma escassez muito grande de profissionais que optam pela geriatria.

A roupa foi desenvolvida pela EGZB em parceria com a Saarbrucken, que fica no Instituto Meyer-Hentschel e apoia uma pesquisa chamada “amigo idoso” que desenvolve produtos para pessoas maiores de 60 anos.

Fonte: CBN – 14/11/2012

 

CÂMARA APROVA PEC DAS DOMÉSTICAS EM PRIMEIRO TURNO

Data de votação da PEC em segundo turno ainda não foi definida.

O Plenário aprovou nesta quarta-feira (21), em primeiro turno, por 359 votos a 2, a PEC das Domésticas (Proposta de Emenda à Constituição 478/10), que amplia os direitos trabalhistas de domésticas, babás, cozinheiras e outros trabalhadores em residências. A matéria ainda será votada pela Câmara em segundo turno, antes de ser encaminhada ao Senado.

O texto estende às domésticas 16 direitos já assegurados aos demais trabalhadores urbanos e rurais contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT):

Proteção contra despedida sem justa causa;

Seguro-desemprego;

Fundo de Garantia do Tempo de Serviço;

Garantia de salário mínimo, quando a remuneração for variável;

Adicional noturno;

Proteção do salário, constituindo a sua retenção dolosa um crime;

Salário-família;

Jornada de trabalho de oito horas diárias e 44 horas semanais;

Hora-extra;

Redução dos riscos do trabalho;

Creches e pré-escola para filhos e dependentes até 6 anos de idade;

Reconhecimento dos acordos e convenções coletivas;

Seguro contra acidente de trabalho;

Proibição de discriminação de salário, de função e de critério de admissão;

Proibição de discriminação em relação à pessoa com deficiência;

Proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de 16 anos.

A PEC prevê que uma regulamentação futura vai determinar as condições para o cumprimento desses direitos.

Alforria

Os parlamentares favoráveis à matéria destacaram que a ampliação de direitos aos trabalhadores domésticos simboliza uma segunda abolição no País, já que muitas domésticas são negras e suas famílias saíram da escravidão para o trabalho doméstico, como destacou a deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP). “É o início da alforria de trabalhadoras negras que saíram da escravidão para o trabalho doméstico”, disse.

O deputado Amauri Teixeira (PT-BA) também usou a palavra alforria para se referir à PEC. “As domésticas vivem ainda em situação de semiescravidão, sem jornada mínima definida, sem hora extra, sem adicional noturno”, disse. Segundo ele, a aprovação da proposta vai permitir a profissionalização da profissão, já que muitas domésticas abandonam o serviço por conta das condições de trabalho.

Custo

O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) criticou a proposta que, na sua avaliação, vai encarecer o custo das domésticas e desestimular os empregadores. “Pela PEC, eu vou ter de pagar creche para a babá do meu filho. A massa de trabalhadores do Brasil não tem como pagar isso”, disse. Bolsonaro não registrou voto. Os únicos dois votos contrários à PEC foram dos deputados Roberto Balestra (PP-GO) e Zé Vieira (PR-MA).

O deputado Marcon (PT-RS) lamentou a fala do colega. “Chama atenção quando vem um parlamentar transparecer que filho de empregada doméstica não tem direito a creche”, disse.

A relatora da proposta, deputada Benedita da Silva (PT-RJ), também rebateu a crítica. Segundo ela, os empregadores vão fazer a conta e vão perceber que pagarão mais caro se trocarem a sua trabalhadora doméstica por outro serviço.

Benedita disse ainda que a proposta vai forçar a legalização do mercado. “Um mercado legalizado oferece outras oportunidades. Se um empregador não quiser legalizar, elas vão para outro empregador legal, com direitos garantidos”, disse. 

Para a deputada Fátima Bezerra (PT-RN), o projeto faz justiça social. “É uma legislação inclusiva, que caminha para uma reparação histórica”, disse.

O deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA) afirmou que a proposta é uma “conquista civilizatória da sociedade brasileira”. Já a deputada Carmen Zanotto (PPS-SC) disse que a proposta vai corrigir “um grande equívoco” da Constituição de 88.

O texto original da PEC é de autoria do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT).

Entrada em vigor

Dos 16 direitos previstos, alguns poderão entrar em vigor de imediato após a promulgação da PEC, como a jornada de trabalho de 44 horas semanais, hora extra e proibição de trabalho de menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz com o mínimo de 14 anos.

Também terão aplicação imediata, se a PEC for promulgada, o direito a ter reconhecidas as convenções e acordos coletivos, a proibição de reter dolosamente o salário, além da proibição de diferença nos salários por motivo de sexo, idade ou cor.

Outros direitos, como o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seguro-desemprego, salário-família e seguro contra acidentes de trabalho, ainda precisariam de regulamentação.

Fonte: http://www2.camara.leg.br/agencia/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/430713-CAMARA-APROVA-PEC-DAS-DOMESTICAS-EM-PRIMEIRO-TURNO.html

RESGATE UMA VIDA. DOE SANGUE

A doação de sangue é um ato voluntário e altruísta que SALVA VIDAS.

Doar sangue é seguro e quem doa uma vez, não é obrigado a doar sempre. No entanto, é muito importante que pessoas saudáveis doem regularmente. Se você quer ser um doador voluntário de sangue, leia abaixo algumas orientações antes de decidir pela sua doação.

Uma informação importante é que a doação não é um meio para se testar para AIDS ou outro agente infeccioso, pois há um período entre a infecção e a sua identificação pelos exames laboratoriais, chamado de Janela Imunológica, que pode variar de semanas a meses dependendo do tipo de agente infeccioso. Durante o período de janela imunológica os testes laboratoriais revelam-se negativos e o agente infeccioso pode ser transmitido através da transfusão de sangue.

Portanto, se você estiver em dúvida se pode ou não doar sangue, leia mais os textos a seguir ou ligue para o DISQUE SANGUE – 0800-2820708. Da sinceridade e consciência do doador pode depender a saúde de quem receberá a transfusão de sangue.

Você pode participar doando sangue e/ou divulgando a importância da doação de sangue.

Como doar

Há 03 principais tipos de doação :de sangue total, por aférese e doação autóloga.

Doação de Sangue Total: é a doação habitual, onde até 450 ml de sangue são coletados em uma bolsa produzida com materiais e soluções que permitem a preservação do sangue. Os homens podem doar de 2 em 2 meses, até 4 vezes ao ano e as mulheres podem doar de 3 em 3 meses até 3 vezes ao ano.

 Como é feita uma doação de sangue total ?

1- Cadastro: O doador, portando um documento oficial com foto, é cadastrado e recebe um questionário para ser respondido. Esse questionário tem o objetivo de avaliar se há alguma situação ou doença que impeça a doação de sangue, portanto as respostas devem ser sinceras e qualquer dúvida deve ser esclarecida na próxima etapa – a triagem clínica.
2- Triagem clínica: O doador é entrevistado e examinado por profissional de saúde , em local que garanta a privacidade e o sigilo das informações. Esse profissional verifica as respostas do questionário e avalia pessoas com alto risco de transmitir doenças pelo sangue. O doador deve ser consciente de que as suas respostas são muito importantes para garantir a sua integridade física, bem como a de quem vai receber o seu sangue. A segurança do paciente que recebe transfusão começa com o doador.
3- Coleta de sangue: A coleta de sangue dura no máximo 10 minutos. Todo o material utilizado é estéril e descartável Não há risco de contrair doenças doando sangue.
4- Lanche – após a doação o doador recebe um lanche e informações sobre os cuidados básicos que devem ser tomados após a coleta do sangue.

 Todas as pessoas podem doar sangue ?

Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por Normas Técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue

Requisitos básicos para doar sangue

– Portar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho certificado de reservista ou carteira do conselho profissional)
– Estar bem de saúde
– Ter entre 16 (*) e 68 anos (incompletos) – (*) jovens com 16 e 17 anos podem doar com autorização dos pais e / ou responsáveis legais.  O modelo de autorização pode ser adquirido no site do Hemorio
– Pesar no mínimo 50 Kg
– Não estar em jejum. Evitar apenas alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação

Algumas situações que impedem provisoriamente a doação de sangue:

– Febre – acima de 37°C
– Gripe ou resfriado
– Gravidez atual (90 dias após o parto normal e de 180 dias após a cesariana)
– Amamentação (até 1 ano após o parto)
– Uso de alguns medicamentos
– Anemia
– Cirurgias
– Extração dentária 72 horas
– Tatuagem: 01 ano sem doar
– Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina
– Transfusão de sangue: impedimento por 01 ano

Maiores esclarecimentos serão fornecidos durante a entrevista clínica que precede a doação.

O HEMORIO dispõe de folhetos para divulgação e esclarecimentos sobre doação de sangue, para obtê-los contacte doasangue@hemorio.rj.gov.br ou Tel: (21) 2332-8629

O que é feito com o sangue após a doação?

1 -Fracionamento: A bolsa de sangue total é centrifugada e separada em 03 componentes:
Concentrado de hemácias
Concentrado de plaquetas
Plasma
2- Exames laboratoriais: são realizados exames para determinação do Grupo sanguíneo e para detecção de doenças transmissíveis pelo sangue.
3- Liberação da bolsa – após a realização dos exames laboratoriais, a bolsa de sangue é liberada para transfusão.
4- Transfusão – o sangue é utilizado principalmente nas grandes emergências (acidentes de trânsito, por armas, hemorragias agudas etc), nas cirurgias e em pacientes com doenças oncológicas e hematológicas.
O Hemorio distribui sangue para mais de 200 hospitais públicos e conveniados com o SUS do Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: http://www.hemorio.rj.gov.br/html/doacao_doe.htm

DIA DA BANDEIRA

No dia 19 de novembro comemora-se o Dia da Bandeira do Brasil, essa comemoração passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira desenhada por Jean Baptiste Debret, que representava o império, foi substituída pelo desenho de Décio Vilares.

A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao republicanismo, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista, ou seja, a construção identitária do povo brasileiro, a identidade nacional.

As bandeiras não são restritas a serem simbologias somente do Estado-nação, ou de algum país, mas existem bandeiras que representam diversas regiões que integram o país e diferentes instituições e esferas sociais. Existem bandeiras que simbolizam times de futebol, torcidas organizadas, cidades, Estados, instituições religiosas e governamentais como cidades, exército, além das instituições comerciais, bandeira de uma empresa.

Temos notícias de que as primeiras bandeiras foram visualizadas na antiguidade, eram utilizadas nos exércitos como meio de reconhecimento entre os diversos soldados. Atualmente, no mundo contemporâneo, todo Estado-nação possui uma bandeira nacional que representa e dá unidade à nação, ou seja, unifica diferentes povos. Dessa maneira, a instituição da comemoração do dia da bandeira acrescentou mais um elemento simbólico na construção da identidade nacional.

Fonte: http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-da-bandeira.htm

VIVA A NOSSA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA!

Em 15 de novembro de 1889 foi proclamada a república do Brasil.

Na época, o país era governado por D. Pedro II e passava por grandes problemas, em razão da abolição da escravidão, em 1888.

Como os negros não trabalhavam mais nas lavouras, os imigrantes começaram a ocupar seus lugares, plantando e colhendo, mas cobravam pelos trabalhos realizados, o que gerou insatisfação nos proprietários de terras.

As perdas também foram grandes para os coronéis, pois haviam gasto uma enorme quantidade de dinheiro, investindo nos escravos e o governo, após a abolição, não pagou nenhuma indenização aos mesmos.

A guerra do Paraguai (1864 a 1870) também ajudou na luta contra o regime monárquico no Brasil. Soldados brasileiros se aliaram aos exércitos do Uruguai e da Argentina, recebendo orientações para implantarem a república no Brasil.

Os movimentos republicanos também já aconteciam no país, a imprensa trazia politização à população civil, para lutarem pela libertação do país dos domínios de Portugal. Com isso, vários partidos teriam sido criados, desde 1870.

A Igreja também teve sua participação para que a república do Brasil fosse proclamada. Dois bispos foram nomeados para acatarem as ordens de D. Pedro II, tornando-se seus subordinados, mas não aceitaram tais imposições. Com isso, foram punidos com pena de prisão, levando a igreja a ir contra o governo.

Com as tensões aquecendo o mandato de D. Pedro II, o mesmo dirigiu-se com sua família para a cidade de Petrópolis, também no estado do Rio de Janeiro.

Porém seu afastamento não foi nada favorável, fez com que fosse posto em prática um golpe militar, onde o Marechal Deodoro da Fonseca conspirava a derrubada de D. Pedro II.

Boatos de que os responsáveis pelo plano seriam presos fizeram com que a armada acontecesse, recebendo o apoio de mais de seiscentos soldados.

No dia 15 de novembro de 1889, ao passar pela Praça da Aclamação (hoje Praça da República, no RJ), o Marechal, com espada em punho, declarou que a partir daquela data o país seria uma república.

Dom Pedro II recebeu a notícia de que seu governo havia sido derrubado e um decreto o expulsava do país, juntamente com sua família. Dias depois, voltaram a Portugal.

Para governar o Brasil República, os responsáveis pela conspiração montaram um governo provisório, mas o Marechal Deodoro da Fonseca permaneceu como presidente do país. Rui Barbosa, Benjamin Constant, Campos Sales e outros, foram escolhidos para formar os ministérios.

Fonte: http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-da-proclamacao-da-republica.htm

COM AULAS DIGITAIS, NOTA SOBE ATÉ 30% NO RIO

O uso de tecnologia nas salas de aula na cidade do Rio de Janeiro começa a dar resultados. As 19 escolas que adotaram sistematicamente o uso da Educopédia, plataforma de aulas digitais, registraram notas bimestrais de 20% a 30% melhores do que o restante da rede municipal.

O projeto, que inclui material de suporte aos professores, com planos de aula e jogos pedagógicos, atinge parcialmente 75% das escolas da rede, com uma frequência que varia de uma escola para outra. Pesquisa feita com os alunos mostra que 75% deles acreditam que suas notas melhoraram por conta do uso da plataforma.

O projeto, iniciado há três anos, recebeu até agora um investimento de R$ 20,1 milhões. A maior parte, R$ 15 milhões, veio da Prefeitura. O restante foi pago pelo governo federal, principalmente com bolsas para professores que foram capacitados.

Segundo o subsecretário municipal da Educação, Rafael Parente, mentor da Educopédia, cerca de 12 mil professores já passaram por algum tipo de capacitação da plataforma, seja no modo presencial ou a distância.

O princípio de compartilhamento é essencial. A secretaria se apropria de conteúdos abertos, como vídeos e jogos – sempre avaliados – e também disponibiliza tudo que produz na internet, gratuitamente, para quem quiser usar. “A gente não consegue produzir tudo de uma vez, então primeiro faz uma busca para estabelecer parcerias com o que tem disponível. A tendência é que vamos continuar revisando e melhorando. Estamos colocando um botão para que os usuários possam fazer sugestões e críticas”, diz ele.

A Prefeitura investiu R$ 2 milhões na produção de conteúdo. Outras cinco cidades já adotaram a Educopédia. “Os Estados de Pernambuco e da Bahia devem começar parcerias em breve. Mas 200 municípios acessam a plataforma com frequência semanal”, diz Parente.

Em sala. Desde que passou a usar a Educopédia, o aluno Pablo Gomes da Silva, de 13 anos, sentiu que passou a acompanhar as aulas com mais atenção. “Dá mais foco. Quando a gente está falando fica menos concentrado, mais disperso.” Matheus Pereira, de 15, concorda. “Antes eu ficava muito desligado com as conversas. Agora, deixamos isso de lado.” As aulas de ciências são as preferidas dos estudantes do 8º ano para usar a ferramenta.

Os dois são alunos da escola municipal Epitácio Pessoa, no Andaraí, zona norte do Rio. A unidade foi uma das primeiras a implantar a ferramenta em sala de aula, há três anos.

Marco Giraldez Carrera, professor de ciências e matemática da turma, tem uma explicação: “O material disponível é mais visual. Há uma série de vídeos mostrando, por exemplo, o funcionamento do sistema digestivo. Na aula sobre o sistema nervoso, dá para ver a sinapse funcionando”, explica, entusiasmado.

A força da tecnologia é visível. Como é comum ocorrer nas salas de aula do 8º ano, o bate-papo e as piadinhas entre os estudantes são constantes quando o professor entra na classe. De repente os garotos, até então hiperativos e falantes, ficam em silêncio, quase hipnotizados.

É só ligar o computador que o comportamento da turma muda. As conversas paralelas quase somem e dão lugar ao diálogo entre alunos e professor. Mas nem tudo está resolvido.

Os estudantes ainda enfrentam dificuldades para acessar o conteúdo em sala, por problemas de conexão na rede Wi-Fi. A velocidade da internet diminui sensivelmente quando todos os netbooks são ligados. Nessa hora, é preciso ter muita paciência. Enquanto os alunos esperam, o professor aproveita para relembrar o último tema abordado.

Para a coordenadora pedagógica da escola, Carla Aida, a principal vantagem da Educopédia é oferecer um conteúdo interativo que pode ser adaptado às necessidades de cada classe. “Quando as coisas são impostas, cria-se muita resistência. O fato de não ser obrigatório agrada a alunos e professores, e todo mundo se apropria da ferramenta”, avalia.

Os alunos também podem acessar todo o conteúdo da plataforma em casa. A estudante Gabrielle Xavier Fernandes, de 15 anos, costuma fazer alguns dos exercícios na companhia do irmão mais velho, que também usa a ferramenta. “Quando estou com dúvida em alguma matéria, ele me ajuda usando a Educopédia”, conta.

Para o professor Lindomar Araújo, trata-se de “uma plataforma para dar autonomia para o aluno, para vencer aquela barreira delimitada pelo quadrado da sala de aula”.

Piloto. A escola é uma das 19 integrantes do projeto Ginásio Experimental Carioca (GEC), da Secretaria Municipal de Educação, onde os estudantes acompanham as aulas em período integral e os professores são polivalentes, ensinando mais de uma disciplina e com um trabalho em regime de dedicação exclusiva.

Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,com-aulas-digitais-nota-sobe-ate-30-no-rio,959008,0.htm

CÂMARA APROVA PROJETO QUE REDISTRIBUI ROYALTIES DO PETRÓLEO

Plenário aprovou nesta terça-feira (6), por 286 votos a 124, o Projeto de Lei 2565/11, do Senado, que redistribui os royalties do petróleo para beneficiar estados e municípios não produtores. As mudanças atingem tanto o petróleo explorado por contratos de concessão quanto aquele que será extraído sob o regime de partilha. A matéria será enviada à sanção presidencial.

O texto original do Senado foi votado depois de o Plenário aprovar, em placar apertado (220 votos a 211), um pedido de preferência, descartando o substitutivo do relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP).

Para o relator, a aprovação desse texto se mostrará uma ilusão no futuro. “Ele não fecha em alguns pontos e não se sustenta, com equívocos de redação ou matemática”, disse.

De fato, os índices previstos para vigorar a partir de 2019 somam 101% no caso dos contratos de concessão para o petróleo extraído da plataforma continental (mar), seja da camada pré-sal ou não.

Já o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) defendeu o texto do Senado. “Conseguimos preservar os ganhos que os estados haviam conquistado de maneira mais equilibrada entre produtores e não produtores. Ou seja, a riqueza é de todos os brasileiros e ela foi mais bem distribuída no projeto que veio do Senado.”

Para Lorenzoni, o texto de Zarattini retirava muitos recursos dos estados. “Dois ou três estados apenas ganhavam recursos a mais nessa versão da Câmara, e isso calou fundo nos deputados.”

Aplicação direcionada 
A proposta do Senado permite o uso dos recursos do petróleo que forem destinados aos fundos especiais nos seguintes setores: infraestrutura, educação, saúde, segurança, erradicação da miséria, cultura, esporte, pesquisa, ciência e tecnologia, defesa civil, meio ambiente, mitigação das mudanças climáticas e tratamento de dependentes químicos.

Segundo o substitutivo de Zarattini, rechaçado pelo Plenário, todos os recursos deveriam ser direcionados à educação. A exceção seria no caso da União, que poderia direcionar uma parte à ciência e tecnologia e à defesa; e para os entes produtores quanto aos recursos dos contratos atuais.

O deputado Onyx Lorenzoni criticou o engessamento dos recursos no texto de Zarattini. “Como pode um tributo estar engessado somente para a educação? Há municípios que têm sua educação resolvida, mas têm gravíssimos problemas na saúde. Por que esse prefeito não pode usar esse dinheiro na saúde?”, questionou.

Segundo Lorenzoni, a aprovação do texto do Senado evitará que municípios e estados recorram ao Supremo Tribunal Federal (STF) para conseguir a liberação das verbas para outros setores. “É inconstitucional esse carimbo”, disse.

Fundos para não produtores 
Para distribuir os recursos a estados e municípios não produtores, o projeto cria dois fundos especiais, um para estados e o Distrito Federal e outro para municípios e o Distrito Federal. O DF participa de um e de outro porque tem atribuições de ambos os entes federados.

Atualmente, já existe um fundo para todos os estados e todos os municípios, mas com um pequeno índice (8,75%). Se os produtores desejarem receber recursos por meio desses novos fundos, deverão desistir dos percentuais a que terão direito exclusivo.

Os novos recursos serão distribuídos entre os governos estaduais e entre os governos municipais segundo os critérios dos fundos de participação dos estados (FPE) e dos municípios (FPM), respectivamente.

Cada um dos fundos contará, a partir de 2013, com 21% dos recursos do petróleo explorado na plataforma continental. Em 2019, o índice passa a 27%.

Para a União, o texto diminui sua cota de 30% para 20% e direciona o dinheiro ao Fundo Social criado pela Lei 12.351/10.

Em razão dessa redistribuição, os estados produtores passarão dos 26,25% atuais para 20%. Os mesmos percentuais servem para os municípios produtores. Já os municípios onde ocorrem embarque e desembarque do petróleo diminuem sua participação de 8,75% para 3%.

Limites 
O texto do Senado impõe ainda aos municípios produtores ou afetados pelo embarque e desembarque do petróleo um limite de recursos a receber. A soma de royalties recebidos dos contratos de concessão, dos contratos de partilha e da participação especial será limitada aos valores recebidos em 2011 ou a duas vezes o valor per capita distribuído pelo FPM multiplicado pela população do município, o que for maior.

Aquilo que exceder esse limite será revertido aos fundos especiais para rateio entre os não produtores.

Participação especial 
Quanto à chamada participação especial, um adicional que as empresas devem pagar quando a produção de um poço for considerada muito grande, o projeto também estabelece novos percentuais de distribuição. Essa parcela é devida tanto em relação à exploração no continente quanto à feita no mar, seja petróleo do pré-sal ou não. Entretanto, ela incide somente nos contratos de concessão.

A União cairá dos 50% da participação distribuída para 43% em 2013, subindo para 46% em 2019. Os estados produtores passarão dos atuais 40% para 32% em 2013 e cairão para 20% em 2019.

Os municípios produtores terão o índice atual reduzido de 10% para 5% em 2013 e 4% em 2019. Municípios afetados pelo embarque e desembarque de petróleo e gás não recebem participação especial atualmente e continuarão sem recebê-la.

Já os fundos de estados não produtores e de municípios não produtores contarão, cada um, com 10% em 2013 e 15% em 2019. Hoje, não recebem nada.

Regime de partilha 
O texto define, para as explorações feitas sob o regime de partilha, um montante maior de royalties devido sobre a produção: 15%. Os contratos atuais estipulam 10%.

As licitações com essas regras, introduzidas pela Lei 12.351/10 após a descoberta do pré-sal, ainda não foram realizadas devido à falta de critérios para a distribuição dos royalties.

Na partilha, uma parte do petróleo extraído da área do pré-sal fica com a União. A Petrobras deve, obrigatoriamente, participar como operadora do consórcio de empresas que ganhar a licitação do bloco de exploração.

Divisão de recursos 
Confira os percentuais previstos no texto aprovado.

Os royalties sobre a produção vinda da plataforma continental serão distribuídos com os seguintes percentuais:

União: 22%
Estados produtores: 22%
Municípios produtores: 5%
Municípios afetados pelo embarque e desembarque: 2%
Fundo de todos os estados: 24,5%
Fundo de todos os municípios: 24,5%
Sobre o petróleo do continente, a distribuição será:

União: 15%
Estados produtores: 20%
Municípios produtores: 10%
Municípios afetados pelo embarque e desembarque: 5%
Fundo de todos os estados: 25%
Fundo de todos os municípios: 25%
Produção futura
Estimativas da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projetam que, em 2020, a produção de petróleo atingirá cerca de 5,8 milhões de barris por dia.

Traduzida em números pelo Ministério de Minas e Energia, essa produção deve gerar receitas de royalties e de participação especial – referentes a áreas situadas no mar – de R$ 54,5 bilhões naquele ano.

A conta considera uma visão conservadora do preço do barril igual a 90,6 dólares e taxa de câmbio de R$ 1,70/US$. Nesse cenário, a renda do petróleo, que foi de R$ 25,6 bilhões em 2011, aumentaria para cerca de R$ 60 bilhões em 2020, considerada a contribuição de áreas terrestres.

Fonte: http://www.ocorreionews.com.br/noticia/14358-camara-aprova-projeto-que-redistribui-royalties-do-petroleo.html

A EMPRESA DO FUTURO: GERENTES

“AMIGOS, LEIAM ESTE TEXTO PORQUE JÁ ESTIVE ENTRE CRISE EXISTENCIAL DE  VÍRGULAS ENTRE DUAS GERENTES” 

É UMA REALIDADE! PARABÉNS  AO AUTOR. 

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

A EMPRESA DO FUTURO: GERENTES


Banalizadas por umas e úteis ou dispensáveis por outras, as empresas vêm trazendo à discussão as funções de gerente. Enquanto umas criam gerências para a simples promoção de funcionários, outras reavaliam as divisões setoriais que são promovidas por gerências. Divisões essas, desnecessárias e perigosas para a alta velocidade da competitividade dos mercados.

Quem já não percebeu os pedidos absurdos de um gerente aos seus comandados? Quem já não teve que fazer o mesmo trabalho duas vezes, mudando uma vírgula, porque o gerente financeiro não se entendeu com o gerente de negócios ou porque o gerente de estoques não concorda com o gerente de compras? O que se vê em muitas empresas são setores com três ou quatro gerentes que disputam o poder entre si.

Parece absurdo, mas a função de gerente foi se expandindo para A1, A2 e A3 quando deveria ser só para A, B e C. Hoje, o que se enxerga é uma perda irrecuperável de agilidade diante das divisões alimentadas por orgulho e dissidências que impedem a implantação de boas ideias.  Preocupados com suas posições, esses gerentes barram boas ideias porque elas se tornam ameaças e acabam abraçando a comodidade das mesmices para se preservarem.

Uma coisa é certa: Não há tantos gerentes na empresa do futuro. Essa empresa funciona como a máquina de um relógio: repleta de engrenagens que funcionam e possibilitam o funcionamento das outras baseadas num compromisso do cumprimento de suas tarefas. O relógio está no pulso do diretor que não vê a necessidade de um relatório diário para saber qual engrenagem não desempenhou seu papel de forma satisfatória. O trabalho, bem ou mal executado, aparece naturalmente. O papel em comum é “marcar as horas” e o resultado diferente será percebido por todos. Não que todos devam funcionar como máquinas… não se trata disso. São pessoas que precisam pensar para realizar bem as suas atividades para que um comum obtenha bons resultados. Pode aqui, surgir uma pergunta: e quem vai organizar essas ideias? Se voltarmos ao exemplo do relógio, será aquele que o tem no pulso e que informa as horas ao presidente da companhia? O que se sabe é que as distâncias estão sendo reduzidas e a consciência de liderança evolui para algo bem diferente do que estamos acostumados.

Se analisarmos bem, hoje são muitos os degraus que separam uma engrenagem daquele que informa as horas ao presidente. O que vemos em muitas empresas são perdas de tempo e qualidade nas informações que cercam um empresário que, junto com as engrenagens, se envolvem através de um mesmo princípio necessário. Agora se busca um relacionamento mais direto entre as pontas.

Essa integração é fundamental nos dias de hoje. As empresas aprendem a cada dia que o fator humano é o maior fator de sucesso de uma empresa. Mesmo modernizada com máquinas e equipamentos de última geração, se não houver entusiasmo, comprometimento e foco, esse fator pode ser o precipício de qualquer empresa. Entretanto, uma melhor relação entre patrões e empregados ainda parece distante justamente pela falta de cumplicidade entre essas partes; embora extremamente necessária. O que realmente cresce é a distância que, por falta de qualificação e devido a uma defesa exagerada de interesses de ambas as partes, faz crescer a muralha que impede a caminhada rumo ao sucesso.

Dizem alguns especialistas em mercados que a função de gerente promove esse distanciamento. Eu acredito que se um gerente está focado com os interesses da companhia a equipe sempre estará no rumo do sucesso. O problema é que hoje há tantos gerentes que a probabilidade de um filtro de ideias usado em interesse próprio é significativamente aumentada.

É bem verdade que há gerentes com trabalhos fantásticos, pois extraem ideias maravilhosas de seus comandados não retendo só para si o direito de pensar. São, dessa forma, engrenagens importantes nesse mecanismo ou fazem um excelente trabalho de “manutenção” das outras. Mas, até essas ideias são ameaçadas em linha de poder horizontal. É aqui que se torna válida a diminuição da distância entre gerência, diretoria e presidência. Só vai depender agora da acessibilidade. A diferença é que muitos se aproveitam dessa acessibilidade na defesa de seus próprios interesses…

Como se vê, é um novelo que se cria pela simples distância e falta de diálogo e de foco.

A empresa do futuro – e vale dizer que algumas já vivem esse futuro – impressionam pela agilidade e estão sempre cercadas de informações que interessam seu mercado e não se cercam de problemas que resultem em perda de foco. Essa empresa trabalha na base geradora desses problemas e estão sempre preocupadas com o entusiasmo de suas equipes. Tudo aquilo que mina a alegria do cumprimento das atribuições de suas equipes são descartáveis. Para que uma gerência permaneça nesse quadro é necessário, não só a eficiência, mas a manutenção constante desse entusiasmo. Não basta um MBA para lhe tornar apto a um bom salário, é necessário que valores sejam revelados e que a visão seja aguçada. Se buscardes isso constantemente, seu lugar está garantido nessa empresa do futuro.

Alguns cobram resultados, outros viabilizam resultados. Enquanto uns apontam defeitos, outros valorizam qualidades. Não é fácil escolher de que lado ficar, mas é certo que isso faz toda a diferença. E então, de que lado tu estás agora? Estás preparado para essa empresa do futuro?

Marcos Aurélio da Costa Foi Coordenador de Logística na Têxtil COTECE S.A.; Responsável pela Distribuição Logística Norte/Nordeste da Ipiranga Asfaltos; hoje é Consultor na CAP Logística em Asfaltos e Pavimentos (em SP) que, dentre outras atividades, faz pesquisa mercadológica e mapeamento de demanda no Nordeste para grande empresa do ramo; ministra palestras sobre Logística e Mercado de Trabalho.

Fonte: Logística Descomplicada – 22/10/2012

MEUS QUERIDOS AMIGOS, LEITORES E ELEITORES

Esta mensagem é especialmente para agradecer pelas manifestações que tenho recebido via internet, e principalmente pelas apresentadas pessoalmente, após um mês praticamente, da realização das Eleições Municipais. Estou muito feliz pela confiança e pela credibilidade.

Quero registrar que a confiança é recíproca e peço, por favor, que mantenham a chama da esperança acesa porque apenas demos o Primeiro Passo. Que acredito pelas manifestações que tenha sido o PRIMEIRO PASSO CERTO! Nesse caso podemos acreditar que a caminhada continua e que estamos trabalhando para o êxito do projeto na próxima oportunidade.

A todos os Amigos, Amigos dos Amigos, Parentes, Parentes dos Amigos, e Amigos dos Parentes dos Amigos, além das Categorias, Associações de Classes, Educadores e suas equipes, parentes e amigos, Sem esquecer as pessoas com as quais conversamos nas ruas de Norte a Sul do Município.

Empresários amigos, estudantes, vizinhos e correligionários de outros bairros, assim como os Amigos de outros Estados que nos indicaram aos parentes e amigos do Rio de Janeiro.

Mais uma vez sinto-me envolvida pelo sentimento de gratidão e carinho pelas diversas pessoas que falaram comigo hoje, por isso, manifesto mais um agradecimento público.

Um abraço fraterno, o nome continuará o mesmo. DJANIRA FELIPE – AGUARDEM!

O novo trabalho será dedicado a todos vocês.

DJANIRA FELIPE. Mulher que escreve. Mulher que faz. Mulher que faz a Diferença.

CONTINUEM CONOSCO: Site: www.djanirafelipe.com.br  Blog: www.djanirafelipe.wordpress.com

O Senhor está vendo as nossas lutas e registrando as nossas vitórias. Participem da nossa “Poética Corrente do Bem”. E sejamos:  AMIGOS PARA SEMPRE!

Rio, 06 de novembro de 2012.

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