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Twitter se desculpa por falha e explica: 2 sistemas caíram

Serviço de microblogs ficou inacessível para usuários pelo mundo. Foto: Getty Images

Serviço de microblogs ficou inacessível para usuários pelo mundo
Foto: Getty Images

 

Depois de uma longa interrupção em seus serviços nesta quinta-feira, o Twitter pediu desculpas em seu blog oficial, em um post dizendo que lamentava ‘profundamente’ pela inconveniência causada aos usuários.

“Lamentamos. Muitos de vocês vieram ao Twitter cedo hoje esperando, bem, Twitter”, diz o post. “Em vez disso, entre cerca de 8h20 e 9h desta manhã (12h20 e 13h no Brasil) usuários pelo mundo receberam zero de nós. Por volta das 10h25 (14h25 no Brasil) as pessoas que vieram ao Twitter finalmente conseguiram o que esperavam: o Twitter”.

Segundo o Twitter, a queda veio de dentro de seus próprios data centers. “Data centers são projetados para serem redundantes: quando um sistema falha (como acontece com tudo uma hora ou outra), um sistema paralelo assume. O que foi digno de nota, hoje, é que a queda foi causada pela coincidente falha de dois sistemas paralelos praticamente ao mesmo tempo”, explicou a rede.

Durante a falha de hoje, sequer a tradicional figura da baleia aparecia. Caíram não apenas o Twitter.com, mas também alguns de seus clientes móveis, e o encurtador de URLs t.co foi desabilitado.

Fonte: site terra

 

ESPERANDO RESPOSTA!

As perguntas, quando bem elaboradas, são poderosas, pois levam as pessoas a refletir sobre certas incoerências praticadas, entre tantos outros direcionamentos que exigem mudanças de atitude. Nesse sentido, o gerente de Vendas da área de Papel da Omya do Brasil Ltda., Guillermo Gollmann, enviou à sua gerente do Banco Itaú Personnalitè a seguinte pergunta: lápis e papel – qual futuro? Ele, que é cliente do Itaú desde 1987 e Personnalité desde 2002, espera até agora uma resposta formal à sua carta, que publicamos a seguir, de forma editada, para ampliar a voz de todos aqueles que gostariam de ser tratados com respeito e inteligência como profissionais do setor de celulose e papel. De acordo com a ligação telefônica recebida de sua gerente, a carta foi encaminhada à área de Marketing do banco!

 “Lápis e papel – qual futuro?“

 Estou escrevendo a você para agradecer o presente que o Banco Itaú me mandou pelo correio “para celebrar esses dez anos do Personnalité ao meu lado e toda a minha história com o Itaú Unibanco”: um porta-lápis com dez lindos lápis dourados de borracha na ponta. Presente de muito bom gosto!

Fiquei extremamente feliz com o presente, que, além de bonito, é muito útil, já que costumo escrever muito, desenhar, projetar, rabiscar, etc. Mas devo confessar que, ao receber o presente e a mensagem, fiquei com uma dúvida que certamente você, minha gerente Personnalité nesses últimos anos, poderá me ajudar a esclarecer.

Tenho visto na TV a campanha para redução do uso do papel, segundo o Banco “para colaborar com um mundo mais sustentável”. Também em todas as correspondências que recebo do Banco, aparece no envelope uma mensagem me pedindo para cancelar o recebimento em papel e passar ao meio eletrônico.

Bom, aí surgem as perguntas: se o Banco quer reduzir o papel, por que será que me envia dez lindos lápis para “continuar participando dos desenhos de todos os meus projetos”? Não deveria, então, ter me enviado um tablet eletrônico ou um computador? Não seriam esses, segundo a filosofia do Banco, presentes mais “sustentáveis”?

Como você bem deve saber, sou um profissional do setor de papel e celulose há exatos dez anos, com muito orgulho de fazer parte de um grupo de milhares de profissionais brasileiros que trabalham na produção,

comercialização e conversão de um produto biodegradável, renovável e que provém de florestas plantadas de forma ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável. Se a campanha pelo fim do papel – que levanta erroneamente a bandeira da sustentabilidade sem ter absolutamente nenhum fundamento real – tivesse o efeito que o Banco deseja, eu simplesmente não teria mais projetos para escrever! Sendo assim, por favor, me ajude a esclarecer: qual das campanhas – a do fim do papel ou a do lápis para escrever o futuro – está mais alinhada com a política do Banco Itaú?

Assim você estará me esclarecendo se realmente o Banco Itaú quer fazer parte do meu futuro. A campanha contra o papel é uma campanha contra minha profissão, contra o meu futuro e o de milhares de profissionais do setor. Os lindos lápis e a ideia de escrever em papel o meu futuro são o que eu chamaria de “Perfeito para mim”. “Só é perfeito para nós quando é perfeito para você”, não é?


Fonte: Revista O Papel – ABTCP – Maio/2012

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