Arquivo diário: 2012/05/12 1:40:50 AM

EPIDEMIA DE DENGUE NO RIO DE JANEIRO

A SOCIEDADE PRECISA FAZER A SUA PARTE. AS AÇÕES QUE LEVARÃO À SOLUÇÃO DO PROBLEMA DA DENGUE NO RIO DE JANEIRO DEPENDE, PRINCIPALMENTE, DE NÓS.

Djanira Felipe – Mulher que escreve. Mulher que faz. Administradora, Adesguiana e Filiada ao PRB/RJ.

A cidade do Rio de Janeiro vive uma epidemia de dengue. Isso ocorre quando mais de 300 casos por 100 mil habitantes são registrados. E esse número tende a crescer. Dados da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil carioca, só em março foram notificados 376,5 casos. De 1o de janeiro a 21 de abril, foram 50.016 casos da doença, com 12 mortes.

Os bairros com maior incidência da doença são:

* Grande Bangu (13.292 casos)

* Grande Madureira (11.140 casos)

* Campo Grande (8.224 casos)

Prevenção:

A medida urgente e mais eficaz a ser implementada, sempre, é a adoção de medidas preventivas.

Não deixar reservatório com água parada. Portanto, a ordem é rever no quintal, na casa, na escola, na empresa e até no terreno baldio ao lado se há focos de água parada, pois estes recipientes são reservatórios para o mosquito transmissor da dengue.

Fonte:http://www.saudebrasilnet.com.br/Dicas-de-Saude/epidemia-de-dengue-no-rj

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PEIXE BRASILEIRO: SALTOS FORA D’ÁGUA

A solução para um problema, nem sempre é a extinção do Órgão ou sistema, basta delegar a Gestão à pessoa certa no lugar certo, no momento preciso. O Nosso Ministro Marcelo Crivella, não precisa ser pescador para ser capaz de realizar uma Gestão eficaz no MPA. E os resultados já aparecem. Parabéns Ministro!

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz. Administradora, Adesguiana e Filiada ao PRB/RJ.

 Luiz Valle

Quem torcia pela extinção do Ministério da Pesca e Aquicultura, sob o pretexto de que melhor seria o órgão virar uma espécie de secretaria do Ministério da Agricultura, deve estar se roendo por dentro. Em dois meses o MPA entregou centenas de concessões de novas áreas de cultivo a aquicultores de Santa Catarina; discutiu com o setor e apresentou ao Ministério da Fazenda proposta de desoneração da cadeia produtiva do peixe; renovou o acordo de cooperação técnica firmado com o BNDES para fomentar projetos de inovação tecnológica, pesquisa, reprodução, criação e captura marinha; deliberou sobre a licença especial para pesquisa e captura de novas espécies marinhas, tendo em vistas a utilização de modernas tecnologias para elevar a produtividade e a qualidade do fruto do pescado nacional; arregimentou os principais produtores do país para discutir estratégias e políticas a serem adotadas pelo governo Dilma nos próximos anos de seu mandato, dentro do Plano Brasil Maior; e, para finalizar, lançou ontem a Rede Nacional de Laboratórios (RENAQUA), que controlará a qualidade do peixe capturado e cultivado no Brasil. Ia me esquecendo:anunciou a regulamentação do Programa Nacional de Controle Higiênico-Sanitário de Moluscos Bivalves (PNCMB). Em dois meses!

O país não vive só de más notícias, de malfeitos (como a presidenta costuma nominar as falhas humanas no ambiente público). O setor aquícola nacional tem tido repetidas boas notícias. Um conjunto sucessivo de ações há muito desejado e necessárias que apontam no sentido de que o Brasil finalmente está construindo uma “política nacional de produção de peixes e de frutos do mar”. Constrói-se uma política nacional quando as ações deixam de ter caráter fisiológico, pontual ou circunstancial e alça o nível da regulamentação, da legalização, da formalização, da inserção tecnológica, da consolidação da cadeia produtiva e da sua desoneração, do desenvolvimento da infraestrutura, da capacitação humana, da elaboração de novos mecanismos de fomento para a atividade.

Estivemos ontem com os Ministros Crivella e Portanova (da Pesca e Aquicultura e da Agricultura) no ato de assinatura da Instrução Normativa Interministerial (INI) que regulamenta o PNCMB e no lançamento do RENAQUA. Durante a solenidade, disse o Ministro Crivella ao Ministro Portanova: “Há duas semanas o Luiz Valle, do Grupo Leardini-Cavalo Marinho, perguntava em sua coluna no Brasil Econômico quando é que o MPA e o MAPA publicariam essa INI. Poucos dias depois a estamos assinando”, comemorou.

É para comemorar. Habilitar essa rede nacional de laboratórios é garantir a qualidade do peixe brasileiro. Criar o programa higiênico e sanitário para moluscos bivalves é deixar claro que o país decidiu não mais conviver com a clandestinidade no setor. Quem não se lembra de quanto custava o quilo de carne bovina e de frango no Brasil? E quanto custa agora? É para o mesmo caminho que estamos levando o nosso peixe, de água doce e salgada, pescado ou cultivado, e nossos frutos do mar. Brasileiros de todos os níveis sociais poderão comer peixe.

E tem gente (que certamente só gosta de carne de boi e de frango) que vivia falando em extinguir o Ministério…

Brasil Econômico – Luiz Valle, Presidente da Cavalo Marinho – Grupo Leardini – 11 de maio de 2012.

APROVADA PROIBIÇÃO DE COBRANÇA DE CHEQUE CAUÇÃO EM EMERGÊNCIAS

PARABÉNS aos nossos SENADORES pela aprovação do PROJETO DE LEI em pauta. O BRASIL PRECISA ACORDAR para questões importantes e fundamentais como esta. É A VIDA DO CIDADÃO!  E os Brasileiros precisam aprender a acompanhar o trabalho dos Parlamentares e diferenciar a hora de criticar e a hora de elogiar. Esta aprovação merece os nossos aplausos! 

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz. Administradora, Adesguiana e filiada ao PRB/RJ

BRASÍLIA – Os senadores aprovaram ontem (9) o projeto de lei que impede hospitais particulares de exigirem cheque caução no atendimento de emergências médicas. Pelo projeto, passa a ser considerado crime a cobrança de garantias para prestar o primeiro atendimento a pacientes que corram risco de vida.

Conhecida como Lei Duvanier, a proposta foi enviada pelo Poder Executivo depois que o secretário executivo do Ministério do Planejamento, Duvanier Costa, morreu de infarto após ter atendimento negado em hospitais particulares de Brasília por não ter folhas de cheque para deixar como caução para o atendimento.

As penas para o crime vão de seis meses a um ano de prisão e podem ser aplicadas inclusive para os casos em que o atendimento é atrasado por procedimentos burocráticos, como o preenchimento de formulários. Além disso, se houver lesão grave em decorrência da falta de atendimento, a pena pode ser dobrada. Se o crime resultar na morte do paciente, a pena pode ser triplicada.

Como não recebeu alterações no Senado, a matéria seguirá para sanção presidencial, e começará a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União. Atualmente, a cobrança de cheques ou notas promissórias para o atendimento em emergências hospitalares já vem sendo tipificada como omissão de socorro e resulta na punição dos responsáveis.

Fonte: ttp://imirante.globo.com/noticias/2012/05/10/pagina307949.shtml

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