Arquivo mensal: abril 2012

LOJAS COLOMBO FIRMAM ESTRATÉGIA EM REDES SOCIAIS PARA “NÃO PERDER DINHEIRO”

Crédito: Adriele Marchesini

 

Luis Carlos Alberti, gerente de TI das Lojas Colombo, no IT Forum 2012

Muito mais do que uma forma de ganhar dinheiro, a escolha das Lojas Colombo de entrar nas redes sociais foi a de não perder oportunidades. Com faturamento que fica em torno de R$ 50 mil ao mês de compras no e-commerce vinda de redes sociais, o gerente de TI da empresa, Luis Carlos Alberti, foi direto: “se fosse pelo valor financeiro, não teríamos entrado. Mas não temos  ideia do que poderíamos perder se não estivéssemos lá”, afirmou. Além de substituir o e-mail, a tecnologia, na visão de CIOs, vai roubar a parcela de investimento publicitário que hoje é predominante das mídias de massa.

 

As declarações foram dadas durante a sessão Intercâmbio de Ideias, debate com cerca de 20 pares, realizado neste domingo (29/04) na 14ª. edição do IT Forum, realizado na Praia do Forte (BA), com cerca de 200 CIOs das 500 maiores empresas do Brasil. Segundo Alberti, no período de 30 a 40 dias, a companhia vai permitir a transação financeira dentro do ambiente social. “Quando a Colombo entrou na rede social? Eu não sei responder. Já estávamos nas redes sociais, com comentários de nossos clientes, antes de estarmos lá oficialmente”, comentou o executivo. Atualmente o serviço de e-commerce da empresa tem plug-in de compartilhamento com cerca de 320 redes sociais, das quais, predominantemente, são Facebook, Twitter e LinkedIn. “Queira ou não já estamos lá dentro. Cabe a nós participar, colaborar, nos defender e gerar negócios também”, disse.

 

O serviço de e-commerce da empresa começou em 2002. A plataforma representa hoje R$ 20 milhões de faturamento ao mês. A companhia se vale de APIs que as próprias redes sociais para produzir a conexão com redes sociais, além do Addthis, uma ferramenta que efetua esse processo de compartilhamento com diversas outras. A parte de monitoramento  fica com  uma agência de publicidade, que passa as informações para a companhia, responsável na sequência, pela resposta ou ação com clientes. “Se for uma mentira temos de estar lá para desmentir. Se for verdade temos de estar lá para acompanhar e potencializar essa verdade”, comentou o executivo.

 

Segundo especialistas, o social business iniciou-se no que foi chamado de uma primeira onda: quando as empresas, assim como Alberti, notaram que suas marcas já estavam nas redes, por conta de comentários dos consumidores. Neste ponto, a estratégia era entender o que era discutido e qual a impressão dos usuários a respeito dos serviços e produtos oferecidos. Esta fase caminha para o fim, dando início a um movimento de rentabilização do ambiente social. A terceira fase é de substituição da publicidade, considerada como dispersiva, de massa, e sem uma comunidade foco para atingir, por este novo ambiente.

 

Mauricio Carvalho Arguello, CIO da Heineken, foi um dos presentes que pontuou a evolução dos processos de marketing, aliados sempre ao ambiente de TI, neste movimento cada vez mais social. “Tivemos casos de campanhas que, antes de irem para a televisão, já tinham sido vistas um milhão de vezes no Youtube. O quanto isso vale para o negócio, em termos de marca, é absurdo”, comentou. O executivo citou ainda uma experiência da companhia na Bélgica, com uma marca de cerveja do grupo. A equipe fez uma ação, oferecendo a bebida aos consumidores nas ruas e questionando se eles haviam gostado do sabor. O resultado: 93% aprovaram.  A companhia, então, colocou um caminhão em frente à fábrica concorrente com os dizeres: “93% dos moradores da cidade aprovam nossa marca. Os outros 7% trabalham nesta empresa”. Indignados, colaboradores da companhia alvo de sua concorrente fotografaram o caminhão e compartilharam o fato nas redes sociais com comentários incrédulos. O resultado? A ação tornou-se um viral no ambiente online e a participação de mercado da marca passou de 5% para 15%.

 

Citando pesquisas mundiais que pontuam 92% de influência de indicação de amigos quando um consumidor vai adquirir um produto ou serviço e 60% de efeito de publicidade na televisão, Luca Cavalcanti, diretor de canais digitais do Banco Bradesco, acredita que a mídia tradicional ainda tem bons anos pela frente, mas que é inegável o processo sem volta pelo qual passa essa integração de tecnologia e marketing.  E o alerta: esse papel de contato com o público deve ser feito por colaboradores internos da empresa, já que o risco da exposição é extremamente grande e pode definir o fim de uma marca. O executivo foi palestrante, também no IT Fórum, de intercâmbio de ideias sobre o mesmo tema, horas antes.

 

“Enxergamos a rede social como um ambiente hostil se ele não for cuidado. Se você cuida, é amigável. Mas é muito arriscado fazer nele um marketing aberto”, opinou, dizendo que no caso do banco, a resposta via redes sociais deve ser feita em até cinco minutos – mesmo que o problema não tenha sido resolvido, é preciso repassar ao cliente que o tema está sendo estudado.

 

E o executivo chama novamente a atenção. “Não existe hoje uma ferramenta que gerencie completamente as mídias sociais. Todo mundo que vende [fornecedores] dizem que existe, mas não são completas”, criticou, comentando que esse gap de fornecimento está exatamente nos serviços de pesquisa e acompanhamento de respostas.

 

Marketing e TI

Regina Pistelli, CIO do Grupo ABC, concorda com a integração TI e Marketing. “Mudou muito a relação entre os departamentos. Fomos para o negócio de todo o jeito”,comentou, detalhando que a equipe de marketing interna, muitas vezes, fica em contato com a de agências de publicidade contratadas para a gestão de ações nas redes sociais como uma conselheira. Entre as dicas estão a compreensão de a tecnologia empregada na prestação de serviços está adequada ao preço.

 

Luís Antonio Bertges, da Citroen, lembrou que este canal interativo é direcionado sempre no conceito de massa e comunidade: uma pessoa compartilha um problema. No momento em que outra pessoa concorda com a questão, está formado um grupo que se une para comentar. “É muito difícil chegar ao presidente de determinada empresa pelo serviço de 0800. Pelas redes sociais não. E se o problema não for só meu, é ainda mais fácil”, comentou

 

http://informationweek.itweb.com.br/8104/lojas-colombo-firmam-estrategia-em-redes-sociais-para-nao-perder-dinheiro/

Anúncios

DILMA IMPLANTA A SUA TESE, EM MENOS DE 15 MESES

Caros Amigos e Leitores, sobre a matéria, abaixo, do Administrador e Economista Stephen Kanitz, faço a seguinte consideração:

– Para os pequenos investidores, “população” que aplicam na poupança, não muda nada. Contudo, os grandes investidores que aplicam em Títulos de Renda Fixa garantidos pelo Governo, serão influenciados pela baixa da taxa de juros, a investir nas empresas promovendo a empregabilidade e a produção de bens e produtos para a sociedade.

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

 

Em 2007 na Veja, defendi a Dilma no seu projeto de abaixar os juros que ninguém achava que era possível, até ontem.

“Ela precisará de todo o apoio dos engenheiros, administradores, contadores, advogados, médicos que querem ver o custo da “renda fixa” cair, obrigando os investidores a virar empreendedores e a assumir o risco da “renda variável”.

“Ela já tem o meu total apoio, agora só falta o seu”.

Dilma baixou o Custo de Capital das empresas brasileiras para 2% ano, algo que noticiou.

“Se o estado paga 13% ao ano de “renda fixa” para “rolar” a sua dívida, nenhum projeto empresarial com retorno abaixo de 13%, 14% ou talvez até 19% será retirado das gavetas, devido ao risco do negócio.”

“Nenhum administrador ou empreendedor vai assumir o risco de quebrar, o risco de perder tudo, o risco de processos trabalhistas e de consumidores, se o estado oferece 13% ao ano, e sem risco.”

Em vez de discutir o que escrevi acima, todo mundo está discutindo que os Spreads dos Bancos continuam elevados, que a caderneta é a opção.

O que ninguém se deu conta é que temos agora R$ 1 trilhão de Órfãos dos Juros Nominais dos Economistas do Estado, que não mais receberão os polpudos juros que os permitiam fazer nada.

Com somente 2%, vão mudar de ideia. 

Vão ter que agora fazer algo, vão ter que investir em fundos de ações, fundos de private equity, e concorrer com os Bancos.

Se os Bancos não quiserem reduzir os Spreads, os fundos de private equity irão emprestar no seu lugar, com muito mais cuidado, governância e ajuda administrativa. Bancos nem sabem mais fazer isto.

Escrevi outros posts sobre a Tese da Dilma, que agora valem a pena reler.

Nem eu, honestamente, acreditei que a Dilma seria tão rápida e que isto ocorreria somente em 2013 ou 2014.

Um ano antes do planejado, a reeleição da Dilma está praticamente garantida, se o que ocorreu ontem for noticiado.

Só falta os que querem ver este país crescer divulgarem o significado de tudo isto para o desenvolvimento das empresas brasileiras, algo que faltou fazer.

Se ninguém perceber que o que acaba de ocorrer, o que a Dilma disse há mais de 5 anos que faria, se ninguém perceber que tudo isto aconteceu e não aproveitar esta janela de oportunidade, se todo mundo ficar falando de caderneta de poupança como opção e ficar culpando os Bancos que no mundo inteiro estão morrendo de velhos, vamos novamente morrer na praia.

Divulguem isto, minha gente, a China fez isto em 1986. Estive lá e vi com meus olhos. Por isto, tenho a segurança de dizer o que estou dizendo agora. O Custo do Capital das Empresas é a variável crítica deste país, não o Dólar ou a Taxa de Câmbio.

Como só tenho 19.000 seguidores no Blog, sei que vamos morrer na praia, sei que vamos jogar mais um bilhete premiado, como tantas vezes fizemos. Não entendo porque tão poucos seguem um blog que realmente informa com antecedência o que vai acontecer neste país. Deve ser minha péssima redação.

Esta é a nossa última chance, acreditem em mim. Não desperdissem esta última oportunidade.

Fonte:http://blog.kanitz.com.br/2012/04/dilma-implanta-a-sua-tese-em-menos-de-15-meses.html

 

22 DE ABRIL DE 2012 – UMA DATA ESPECIAL – UM MARCO EM MINHA VIDA

A Logo marca exposta neste artigo identifica, no mundo inteiro, a Empresa de maior credibilidade do País.

Talvez os amigos leitores não saibam, mas eu tenho a satisfação de exibir no peito, diariamente, no meu crachá de identificação porque faço parte do efetivo desta conceituada Empresa.

Faz 25 anos, hoje, 22 de abril de 2012, que ingressei neste pedacinho de céu plantado na terra, e que tenho a honra de agradecer a DEUS pela extraordinária oportunidade de fazer parte deste time e de ter a consciência de quem, com muito trabalho, dedicação e amor, traduzidos em resultados positivos, que somados aos dos colegas, conduziram a Empresa ao Rol das melhores. Inclusive no quesito respeito ao consumidor perde apenas para a Instituição Família (mais que justo) e Bombeiros.

Das Bênçãos que a vida me trouxe – A EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELEGRÁFOS é a de melhor expressão, porque pela remuneração recebida como consequência do trabalho realizado, com atenção dedicada foi possível estruturar minha vida no Município do Rio de Janeiro, onde resido há mais de trinta anos.

Em 1987 iniciei esta caminhada e dois anos depois tive a oportunidade de assumir a minha primeira Chefia – Função de Confiança. Gerenciei quatro Agências durante oito anos, uma média de dois anos para cada unidade, tempo suficiente para conhecer a situação encontrada em cada uma delas, analisar, planejar, traçar um plano de ações para melhorias e realizar o trabalho junto às equipes, é claro.

Após o período de Gerencias de Unidades fui convidada a exercer a Função de Representante Comercial – Pessoa que trabalha diretamente com as empresas clientes corporativo (com contrato) e varejo (clientes atendidos nas unidades nas modalidades à vista e a faturar por meio de contrato). Desenvolvi as atividades pertinentes a esta função, à época, nas duas Gerências de Negócios: Comercial e Varejo. Atualmente com novas denominações.

A grande tirada é a de que adquiri vasta experiência em atendimento a clientes, negociação, vendas, e tudo que se refere ao trato com excelência aos clientes e prospects.

Nesta função tive a oportunidade de fazer gestão de várias carteiras de clientes, inclusive de Órgãos Públicos, Empresas Privadas e das Forças Armadas. Possivelmente uma das melhores fases da minha vida profissional nos Correios.

Importante ressaltar que em 1987, ao iniciar as minhas atividades na empresa, entrei para manipular cartas – setor de expedição de agências onde se realizam as separações por destinos. E não tinha sequer o segundo grau completo – cuidei em concluir. Enquanto iniciei o processo de aprendizado em atendimento no guichê e outros setores.

A minha determinação em desenvolver as minhas habilidades pessoais, profissionais e a minha Constancia de propósitos conspiraram a favor de alguma forma e a Empresa promoveu a minha Graduação. Optei pelo curso de Administração de Empresas, com ênfase em análise de sistemas, concluído em 2000 – Em 2001, ingressei na primeira Pós-Graduação em Sistemas de Qualidade e Produtividade, seguida da segunda Pós-Graduação em Docência de Ensino Superior, ambas por minha conta.

Contudo, existia latente um sonho maior.  O de me tornar uma profissional de nível superior na empresa. Sonho este realizado em 2006, por meio de Concurso Público, edital de nº 166/2006, no qual fui aprovada em quinto lugar, sendo o universo de seis mil candidatos e vinte e dois aprovados. Desta forma transparente fui reclassificada e sou Analista de Correios Pleno, nova denominação do Cargo de Administrador Pleno.

E, hoje, comemoro e compartilhando com vocês um fragmento da minha trajetória profissional, lembrando que sou cearense de Crato, Extremo Sul do Ceará. Além de Administradora, sou Escritora, Consultora e sou Adesguiana – Formada em 2011, pela ADESG – Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra – Delegacia Regional do Rio de Janeiro – XXXVII CEPE – Curso de Estudos de Políticas e Estratégias.

Registro toda a minha gratidão a Deus, minha consideração e apreço a todas as pessoas que fazem parte da minha história, que muito contribuíram para o meu crescimento pessoal e profissional. Aos amigos, colegas de trabalho, chefias imediatas, diretores que são muitos e seria injusto citar nomes.

Alguém deve estar se perguntando: Qual o motivo desta publicação? É simples! Além de comemorar 25 anos nos CORREIOS, quero chamar sua atenção como cidadãos, clientes, fornecedores, empresários para o caos que se instalou no mercado, no que se refere a Atendimento a Clientes, e que me deixa indignada.  

A minha empresa prima pela qualidade ao atendimento ao cliente. E a sua?  

Como especialista no assunto e no papel de cliente afirmo que é com tristeza que verifico a realidade de valor zero atribuído àqueles clientes de todas as áreas e diversos segmentos que na verdade é a verdadeira razão da sua existência. Pense nisso!

Aproveito para comunicar que o meu primeiro livro de poesias “No barulho do meu silencio interior”, editado em 2011, e que é objeto de um Projeto Beneficente de nome – “Poética corrente do bem”, estará sendo autografado em Lançamento Especial no encontro mensal do Grupo PSG – Poeta Saia da Gaveta, no próximo dia 08 de maio, das 19 às 23 horas, na Casa do Bacalhau – Rua Dias da Cruz, 426 – Méier.

 Aproveito para aplaudir o progresso, a passos largos do papel da mulher na sociedade como um todo. Acredito que juntas seremos mais fortes e que todos têm direito a um lugar ao sol.

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

Rio de Janeiro, 22 de abril de 2012.

 

DESCOBRIMENTO DO BRASIL

Amigos, vamos fortalecer em nossos corações a  Benção e o orgulho de ser Brasileiros. Recordemos, por meio, do vídeo do Descobrimento do Brasil. Produzido e editado pelos alunos do 3º ano A do Vitória Régia: Rafael Gomes, Fernanda Freitas, Rayane Máximo e Mariana Sobral. Obs: Versão legendada. Enviado por raffaelhxcx em 17/06/2007

A C O R D A  B R A S I L!

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

AUTÓDROMO DE DEODORO É ALVO DE POLÊMICA

Conselho Municipal de Meio Ambiente dá parecer contrário a projeto de erguer circuito em terreno do Exército

O Autódromo de Jacarepaguá: local do futuro Parque Olímpico Custódio Coimbra /06-06-2007 / O Globo

RIO – A novela do novo autódromo do Rio ganhou mais um capítulo polêmico. O Conselho Municipal de Meio Ambiente aprovou na terça-feira um parecer contrário à intenção do poder público de construir o empreendimento numa área do Exército em Deodoro. Para o conselho, o local tem espécies remanescentes de Mata Atlântica e está numa região com grande carência de reservas verdes.

Segundo o parecer, a construção do autódromo impactaria diretamente a vegetação do Morro da Estação, classificado como Sítio de Relevante Interesse Paisagístico e Ambiental pelo Plano Diretor do Rio. O documento foi aprovado por unanimidade e é assinado pelo presidente do conselho, o vice-prefeito e secretário de Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz. O prefeito Eduardo Paes disse ontem que não vai acatar o parecer e concederá o licenciamento ambiental da obra. Ele negou que haja desentendimentos com o vice-prefeito.

O novo autódromo deverá ser erguido pelo estado, que receberá recursos da União. Sua construção interessa diretamente à prefeitura porque o município depende do projeto para iniciar as obras do Parque Olímpico Rio 2016, na área do antigo Autódromo Nelson Piquet, em Jacarepaguá.

Prefeitura diz que parecer não tem poder de veto

Um acordo judicial assinado pela prefeitura antes dos Jogos Pan-Americanos de 2007 e renovado durante a candidatura às Olimpíadas prevê que o autódromo de Jacarepaguá só seja desativado quando houver alternativa na cidade.

O prefeito e o vice-prefeito não deram entrevistas na quarta-feira. A prefeitura se manifestou por sua assessoria e negou divergência entre Paes e Muniz. Segundo a assessoria, o vice-prefeito apenas acompanhou o voto do conselho. A assessoria informou ainda que o parecer não tem poder de veto, apenas de recomendação. Paes informou ainda que pretende apresentar o projeto do novo autódromo aos membros do conselho, para tirar dúvidas sobre a obra. O novo projeto já tem licenciamento do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

Vereadora do PV ameaça mover ação popular

Membro do Conselho Municipal de Meio Ambiente, a vereadora Sônia Rabelo (PV) disse na quarta-feira que, se a prefeitura conceder o licenciamento da obra, pretende entrar com uma ação popular contra o projeto e uma representação no Ministério Público, pedindo que seja instaurada uma ação civil pública com o mesmo objetivo. Segundo a vereadora, que já foi procuradora do município de 1992 a 1995, o parecer do conselho sugere a escolha de outro terreno em Deodoro, a um quilômetro de distância do primeiro, considerado mais degradado. Este segundo terreno fica nas imediações de instalações do Exército usadas nos Jogos Mundiais Militares e que serão aproveitadas nos Jogos Olímpicos de 2016.

— Vão desmatar a região para fazer um autódromo quando há terreno mais adequado perto. Um autódromo é um equipamento altamente poluente, do ponto de vista sonoro e do ar. O Plano Diretor é uma legislação superior àquela aprovada para o terreno de Deodoro. E a Lei Orgânica do município diz que todas as áreas verdes da cidade são inalienáveis. Legalmente, é impossível derrubar aquela mata. O Rio não pode se candidatar a receber a Rio+20 e pretender fazer essa obra no Morro da Estação — diz Sônia Rabelo.

CBA diz que impasse pode atrasar parque olímpico

Se o Rio tiver que escolher outro local para o novo autódromo, a mudança poderá atrasar as obras do Parque Olímpico Rio 2016, na avaliação do diretor jurídico da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), Felipe Zeraik. Segundo ele, por força do acordo judicial firmado entre prefeitura e CBA, a confederação teria que aprovar o novo local. Ele questionou ainda o parecer do Conselho Municipal de Meio Ambiente. Para ele, o projeto do novo autódromo prevê uso de apenas parte do terreno, com preservação da mata.

— Se mudar o terreno, a CBA terá que aprovar de novo e isso vai atrasar a construção do novo autódromo e, por tabela, a demolição do antigo autódromo. O novo projeto é de um autódromo-parque, que aproveita parte da área, preservando o resto. Não é um autódromo-arena, como o de Jacarepaguá e o de São Paulo — disse Zeraik.

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio/autodromo-de-deodoro-alvo-de-polemica-4684384
 

[ É HOJE ] – AMIGOS, SUA PRESENÇA SERÁ UM PRESENTE

Amigos, mais uma vez, em Lançamento Especial, vou autografar o livro de poesias e fortalecer sua razão de existir. Vejam o cartaz, abaixo,  tomem a decisão de ir, porque mais próximo do evento, o convite vai seguir. Sua presença é importante para o projeto prosseguir. E com o coração aberto o grupo PSG irá receber você.

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

 

VAZAMENTO NA CENTRAL NUCLEAR DE PENLY

Nesta quinta-feira, 05 de abril, o operador nacional (Electricite Du France, EDF) informou à Autoridade de Segurança Nuclear (Autorité de Sûreté Nucléaire, ASN) um incêndio em uma das unidades da Central Nuclear de Penly, localizada a noroeste da França.

A Central Nuclear de Penly conta com 2 reatores do tipo PWR (Reator resfriado a água leve pressurizada), comissionados em 1990. Um terceiro reator, do tipo EPR, de 3ª geração, está sendo construído atualmente.

Imagem: http://thewatchers.adorraeli.com/

As equipes de bombeiros da EDF imediatamente controlaram o incêndio no prédio do reator de número 2. Os sistemas de segurança automaticamente desativaram o reator, que permanecerá desligado enquanto todo o sistema estiver em análise pelos técnicos da ASN e do Instituto de Proteção Radiológica e Segurança Nuclear (IRSN).

Os técnicos informaram que na noite de quinta, após o incêndio, detectaram um vazamento do circuito primário de resfriamento do reator, toda a água perdida foi coletada em tanques apropriados. Nessa sexta, confirmaram que o vazamento advindo da bomba primária do sistema de refrigeração havia sido controlado e nenhum dano ambiental foi gerado.

Eventos desse tipo são classificados quanto aos danos causados pela exposição a radiação, numa escala que vai de 1 a 7 na Escala Internacional de Acidente Nuclear (INES).

Adaptado de: The International Nuclear And Radiological Event Scale (INES), International Atomic Energy Agency. (www-news.iaea.org)

O vazamento da Central Nuclear de Penly, por enquanto, foi classificado como de nível 1, o mais baixo, sem danos ambientais.

Segundo dados publicados pela IAEA, obtidos da Autoridade de Segurança Nuclear (ASN), o incidente não causou exposição da população nem de trabalhadores a níveis de radiação acima do limite permitido para cada classe, não houve contaminação das instalações do prédio do reator, não houve danos às barreiras de proteção do prédio, nem dos elementos combustíveis (total integridade do núcleo do reator) e os problemas verificados já estão controlados.

O último acidente de grandes proporções foi relatado em Março de 2011, quando a Central Nuclear Fukushima Daiichi, foi atingida por um terremoto seguido de um tsunami histórico que devastou boa parte da costa de Honsu, no Japão, causando sérios danos aos equipamentos de refrigeração dos reatores do tipo BWR desta instalação. Este evento foi considerado como um acidente grave, com vazamento de radiação para o ambiente.

O Brasil possui atualmente, em funcionamento, 2 reatores nucleares de potência (Angra 1 e 2) e um terceiro já em fase de construção (Angra 3). Eles se encontram na Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, localizada na praia de Itaorna, no município de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. Os reatores de Angra são classificados também como Reatores Refrigerados a Água Pressurizada (da sigla em inglês, PWR – Pressurized Water Reactor).

Fonte: http://www.eletronuclear.gov.br/

*Everton Bonturim é Químico, Mestrando em Tecnologia Nuclear pela Universidade de São Paulo, no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares IPEN/CNEN-SP.

Fonte: BONTURIM, Everton. Vazamento na Central Nuclear de Penly. Revista Eletrônica Estratégia Brasileira de Defesa – A Política e as Forças Armadas em Debate, Nº 66, Rio, 2012 [00-28-11-1983]. Posted: 14 Apr 2012 10

*Everton Bonturim é Químico, Mestrando em Tecnologia Nuclear pela Universidade de São Paulo, no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares IPEN/CNEN-SP.

Fonte: BONTURIM, Everton. Vazamento na Central Nuclear de Penly. Revista Eletrônica Estratégia Brasileira de Defesa – A Política e as Forças Armadas em Debate, Nº 66, Rio, 2012 [00-28-11-1983]. Posted: 14 Apr 2012 10:40 AM PDT:40 AM PDT

MARCELO CRIVELLA: ECLIPSE JORNALÍSTICA

Caro Ministro MARCELO CRIVELLA, siga em frente na missão que recebeu porque seja como Senador ou Ministro, o senhor é um Político atuante, e por isso, vai causar incômodo pelo simples fato de ser competente. Afinal, nem teve tempo de  pecar no cargo. Tenho acompanhado seu roteiro desde que assumiu. E o que posso dizer é PARABÉNS!

DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

Não é possível que a Folha procure detratar alguém por ser “bispo evangélico e cantor gospel”, como se isso me desqualificasse a priori

Todos se lembram quando o maior demagogo da história capitalizou as dificuldades financeiras para envenenar o povo alemão com as quimeras da vingança.

Aí seguiu o fechamento do parlamento, a mordaça na imprensa, a adesão do grande capital e a submissão das forças armadas. Os judeus estavam na primeira fila do ódio do Füher, depois viriam os ciganos, os negros… Era a marcha da insanidade. Como é odioso o preconceito e a que ponto pode chegar!

Li perplexo o ataque que a Folha fez no editorial “Pescaria fisiológica” (4 de abril) ao Ministério da Pesca e Aquicultura e a mim, o ministro, há apenas 28 dias no cargo.

Cabe primeiro, quanto à compra das lanchas, resgatar a verdade do entulho de mentiras e injúrias. São boas e necessárias, e isso foi escrito na ata de recebimento das lanchas por oficiais da Marinha. Convenhamos ninguém entende mais de barco que eles. Demoraram a entrar em uso? Sim. Mas nem todas.

Em visita a Campo Grande, conversei com o coronel Matoso, do Batalhão Florestal, que disse usar diariamente a lancha para reprimir a pesca predatória no Rio Paraguai.

Do mesmo modo, os técnicos do BNDES consideram o potencial de produção de pescado do Brasil, sobretudo na aquicultura, um segundo pré-sal. Irrelevante, portanto, não é o ministério – é o editorial. 

Fosse apenas essa a crítica, paciência, porque se entende a imprensa, mesmo com as suas demasias.

O que não se entende é que a Folha procure detratar a pessoa do ministro por ser “bispo evangélico e cantor gospel”, como se isso me desqualificasse a priori.

E a partir daí, cada letra de cada palavra do editorial, cada palavra de cada linha e cada linha de cada parágrafo escorrem a baba envenenada do preconceito. Na sanha implacável do insulto, insinua que a prática de colocar minhoca no anzol é um imperativo técnico-científico para o exercício do cargo de ministro da Pesca e Aquicultura.

Ora, como se o ministro da Defesa atirasse de canhão, o dos Esportes fosse atleta ou o Serra, quando na Saúde, soubesse aplicar injeção.

O problema, contudo, não é a minhoca. O problema é o “bispo evangélico”. Isso por si só já basta para, em uma trama cerebrina, a Folha maldar que barcos e bispos se compram com o dito fisiologismo do PT.

Ora, devagar. Que o jornal tenha a sua concepção de governo e o perfil de quem deve ou não participar do ministério, é natural e devemos respeitar, ainda que os 77% de aprovação da presidenta, mesmo depois de ter nomeado um ministro evangélico sem o consentimento e a aprovação prévios da Folha, mostrem o contrário.

O que devemos repudiar é que, em plena Semana Santa, o jornal use de sua verve para promover o preconceito contra os evangélicos e, por tabela, contra a liberdade de culto e a livre expressão do pensamento.

Comportamentos do gênero, sabemos pela história, se extravasam sempre na intolerância, na truculência, na opressão e no ódio.

E já não é de hoje que a Folha assume o melancólico papel de vanguarda de uma imprensa facciosa e inimiga jurada dos evangélicos. Como agora nessa espécie de libelo do Santo Ofício da Inquisição.

Será esse o papel da Folha? Capitalizar a indignação popular por supostos escândalos ainda investigados pelo TCU para envenenar seu público numa cruzada contra evangélicos em uma luta fratricida sem ideal, sem nobreza e grandeza?

Que lamentável eclipse jornalístico, tão distante das tradições democráticas que fizeram da Folha o maior jornal do país.

MARCELO CRIVELLA, 54, é ministro da Pesca e Aquicultura  – 16/04/2012 – Artigo do Ministro Crivella na Folha de São Paulo‏.

BRASIL TERÁ 95 HOSPITAIS PARA ABORTO DE ANENCÉFALOS ATÉ O FINAL DESTE ANO

Atualmente, o país conta com 65 unidades que fazem aborto nos casos previstos em lei.

Até o final deste ano o Brasil terá mais 30 hospitais, além dos atuais 65, qualificados para realizar aborto de fetos anencéfalos (sem cérebro), segundo o Ministério da Saúde.

As unidades hospitalares atendem ao SUS (Sistema Único de Saúde) e seus endereços não são divulgados para que a intimidade da paciente seja garantida, bem como para evitar constrangimento à equipe médica responsável pelo procedimento. Segundo o ministério, esses 65 hospitais já realizam aborto nos casos previstos até agora na lei — em casos de estupro e risco de morte à mãe.

Os ministros do STF decidiram na noite desta quinta-feira (12), por maioria absoluta, 8 votos a 2, que o aborto de fetos anencéfalos (com má-formação no cérebro) não pode ser considerado crime. A decisão saiu depois de dois dias de julgamento, já que o processo começou a ser analisado na última quarta (11).

Esther Vilella, coordenadora da área técnica da saúde da mulher do ministério, falou sobre a capacitação de profissionais e mais 30 centros de saúde.

— Acreditamos que esse aumento ajudará a atender o crescimento da demanda. […] Estimamos em mil as gestações anuais de fetos com anencefalia.

Em 2011 foram feitos nos centros espalhados pelo País 1.680 abortamentos legais. O governo reconhece que, com a decisão do STF, a procura crescerá, mas não a ponto de sobrecarregar o sistema de forma importante. Quando a gravidez ultrapassa 22 semanas, médicos realizam a chamada antecipação do parto.

— Qualquer hospital público que tenha profissionais preparados poderá atender a mulher.

Até hoje, a Justiça autorizou cerca de 10 mil abortos em casos de gestações de fetos com anomalias incompatíveis com a vida — na maioria dos casos, por anencefalia.

— Nos casos de aborto tardio, os cuidados devem ser maiores, daí a necessidade do preparo dos médicos.

O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo, Arlindo Almeida, afirmou que planos de saúde também farão o atendimento.

— Vamos aguardar somente a publicação da decisão do STF.

Atualmente, as operadoras de saúde já autorizam a interrupção da gravidez nos casos previstos em lei. Também atendem mulheres que precisam fazer a antecipação do parto.

Fonte:http://noticias.r7.com/saude/noticias/brasil-tera-95-hospitais-para-aborto-de-anencefalos-ate-o-final-deste-ano-20120413.html 

COMO O ASSUNTO DO E-MAIL MARKETING PODE INFLUENCIAR NA ENTREGA

Amigos Leitores deste BLOG,

Prefeitos e Vereadores 

Será o Quarto Tema da série sobre as atribuições dos políticos que vem sendo apresentada, por meio deste canal, desde março de 2012. Enquanto preparo  vamos quebrar um pouco o clima da série política, e informar sobre E-mail Marketing. Um assunto interessante. Em breve estarei postando a matéria sobre a importância dos nossos representantes municipais e suas atribuições.  AGUARDEM! 

DJANIRA FELIPE- Mulher que escreve. Mulher que Faz.

Em tempos de boas práticas no envio de campanhas de e-mail Marketing e entregabilidade, muito ainda se fala do desenvolvimento do template. Porém, é preciso saber que há diversos fatores envolvidos no processo de entrega do e-mail como, por exemplo, a reputação do IP. Outra questão que contribui para a entrega da mensagem na caixa de entrada, e também para a abertura, é o assunto do e-mail Marketing.

Sendo assim, algumas palavras e frases são praticamente proibidas para compor o assunto do e-mail Marketing, como “promoção”, “teste agora” e “últimas oportunidades”, entre outras. Além disso, determinadas medidas também devem ser tomadas para se aperfeiçoar o título, abertura e entregabilidade das campanhas. Então, seguindo as melhores práticas de e-mail Marketing, abaixo relacionamos algumas dicas de como utilizar o assunto da mensagem como um aliado na hora da entrega.

1. Assunto o mais curto e descritivo possível: O título deve ser informativo e verdadeiro, não tente ludibriar o consumidor, seja transparente. Além disso, em regras gerais, o assunto deve ter entre 30 e 50 caracteres.

2. Evite palavras de ofertas no título: Grande parte dos provedores de e-mail não aceita frases ou palavras como “promoção”, “imperdível”, “grátis”. Avalie seu conteúdo e realize testes para garantir que nenhuma palavra utilizada seja fiscalizada por filtros antispam. Confira a lista de palavras fiscalizadas.

3. Cuidados na formulação do assunto: Além de evitar o uso de algumas palavras, a construção do assunto deve ser muito bem elaborada. Use cuidadosamente a pontuação e a gramática, de forma a garantir que sua mensagem não seja interpretada como spam pelo servidor de e-mail.

4. Aforça do remetente: O campo “de” deve comunicar claramente quem você é. O remetente deve trabalhar em conjunto com o assunto. Evite mudar esta entrada para torná-lo reconhecível para que os destinatários entendam que o e-mail foi enviado por uma fonte confiável.

Fonte: Mundo do Marketing – 02/04/2012 

 

SENADOR EDUARDO LOPES PARTICIPA DE ENCONTRO NACIONAL DE PARLAMENTARES EVANGÉLICOS

Mudando de assunto, amigos, uma pausa antes de concluir a série sobre as atribuições dos políticos. Os assuntos tratados neste encontro nacional de parlamentares evangélicos são relevantes e de interesse da sociedade. DJANIRA FELIPE – Mulher que escreve. Mulher que faz.

 

A APEB (Associação dos Parlamentares Evangélicos do Brasil), com o apoio da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso Nacional – FPE e do Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política – FENASP, realizou hoje (12), o Encontro Nacional de Parlamentares Evangélicos das 9h00 às 18h00, no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal.

Inúmeros temas foram abordados no evento entre eles: a reforma do Código Penal, a descriminalização do aborto, a legalização da eutanásia, a diminuição da idade para o início da relação sexual no Brasil (estupro de vulneráveis), a laicidade do Estado, as ameaças à liberdade religiosa, expulsão das missões evangélicas de áreas indígenas, enfrentamento ao bullying e outras formas de violência nas escolas, a descriminalização da maconha, a reforma política, entre outros.

A mesa do evento foi composta pelo senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), Ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella (PRB-RJ), Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, Ives Gandra Filho, Presidente Nacional da APEB, Deputado Estadual Antônio dos Santos, Presidente da FPE, deputado federal João Campos e o Presidente da Fenasp, pastor Wilton Acosta.

Foto: Felipe Muniz – Texto: Dorleni Dornelles – Fonte:Dorleni Dornelles – Assessoria de Comunicação/Imprensa

 

 

A HISTÓRIA DOS VEREADORES – PRIMEIRA PARTE

Este tema aberto promove a interpretação de âmbito nacional. No entanto, delimito a matéria aos vereadores do Rio de Janeiro. E ainda assim, percebo que fazer uma síntese da história dos vereadores do Rio de Janeiro é uma tarefa interessante, porém, difícil, porque o conteúdo é imenso. Por outro lado, oferece um rico potencial para aquisição de conhecimento.

A história do Poder Legislativo no Rio de Janeiro versa nas literaturas desde Colônia, Império, República até o Palácio. Contudo, a nossa viagem será de forma contextual.  As riquezas de detalhes poderão ser encontradas em diversas fontes literárias da nossa história.

SÍNTESE HISTÓRICA I

1566 – Foi fundado o Poder Legislativo, formado, inicialmente, apenas por um Procurador e um Juiz Ordinário. A primeira Eleição ocorreu em 1568, cujos eleitores foram todos os homens adultos, válidos, brancos, livres, com residência fixa e sem passado criminoso. Os judeus, negros, trabalhadores braçais, estrangeiros, mulheres e artistas não podiam votar. Eram eleitos 12 vereadores com mandato de um ano. Recebiam cera para fazer velas por salário porque era uma honra servir a municipalidade. Salário em dinheiro caracterizava ofensa, portanto.

Era atribuição da Câmara a administração urbana da cidade, que incluía secamento de pântanos e lagoas, abertura de ruas, consertos de fortificações e concessão de terras públicas. Também atuava no combate ao crime e funcionava como um tribunal de pequenas causas. Além disso, era responsável pela manutenção do pelourinho, um poste de alvenaria ou madeira com o brasão do Município onde eram afixadas ordens do Rei, sentenças e punições de pequenos delitos.

Com a descoberta do ouro nas Minas Gerais, século XVIII, os presidentes da Câmara passaram a ser indicados por Portugal, fato que imobilizava o Poder Legislativo e promovia a concentração de poderes. Em 1757, por decreto régio, foi elevada à condição de Senado.

SÍNTESE HISTÓRICA II

Em 1828, D. Pedro I reestruturou a Câmara, que passou a ter nove vereadores, eleitos de quatro em quatro anos, com a responsabilidade de cuidar da educação pública, da polícia e dos assuntos econômicos da cidade. No entanto, já naquele momento a Câmara perdeu suas funções judiciárias. E a partir de então, e durante longo tempo, ela foi sendo esvaziada em suas atribuições, repassadas a outras instituições.

Em 1850, a Câmara, que contrariava grandes interesses empresariais, foi vencida, e teve suas antigas atribuições privatizadas.  D. Pedro II reconheceu que tal esvaziamento de poderes era prejudicial à vereança, mas pouco fez para mudar a situação. Mesmo enfraquecido, o Legislativo se engajou na campanha pelo fim da escravidão. Em 1884, anos antes da decretação da Lei Áurea foi libertados todos os escravos da Casa e do Município.

Antes de se instalar definitivamente no Palácio Pedro Ernesto, a Câmara ocupou 14 imóveis diferentes, entre eles a Casa de Câmara de Cadeia no Morro do Castelo (1567-1637), a Casa Térrea ao lado da Igreja de São José (1636-1736), a Cadeia Velha (1736-1787/1792/1808), o Arco do Telles no Largo do Paço (1787-1790), Paço Municipal no Campo de Santana (1825-1874), o Palácio do Campo de Santana (1882-1896) e o Liceu de Artes e Ofícios (1919-1923). 

SÍNTESE HISTÓRICA III

Em 1892 a República tirou da Câmara os poderes executivos que esta mantinha desde o século XVI, passando a caber ao prefeito a decisão apenas das questões delicadas do município. Desprestigiado e diminuído em suas funções, o Legislativo municipal não começou bem o século XX. Seu poder executivo passou para os prefeitos, que eram indicados pelo presidente da República, e que, por isso mesmo, legitimavam o poder federal no município.

Em 1932, já durante a era Vargas, foram realizadas as primeiras eleições diretas para prefeito. Por outro lado, em 1937, a Câmara foi interditada pela primeira vez, através de um decreto do chamado “Estado Novo” que ordenava a sua dissolução. Só em 1946, no processo de redemocratização do país, foram novamente convocadas eleições para a Câmara dos Vereadores, que permaneceu em atividade até 1960, quando foi instalada a Assembléia Legislativa do recém-criado estado da Guanabara.

A partir de 1977 o Palácio Pedro Ernesto passou a abrigar a Câmara Municipal, com vereadores eleitos na cidade que se tornara capital do novo estado do Rio de Janeiro.

E, assim, espero ter contribuído de alguma forma por meio dessa viagem retrospectiva à história e evolução dos nossos políticos prefeitos e vereadores.

ATENÇÃO! A PRÓXIMA MATÉRIA SERÁ SOBRE AS ATRIBUIÇÕES ATUAIS DOS PREFEITOS E VEREADORES DO RIO DE JANEIRO.

Referências Bibliográficas e fontes:

http://www.camara.rj.gov.br/historia.php?m1=acamrio&m2=historiahttp://www.cmj.sc.gov.br

%d blogueiros gostam disto: