Arquivo diário: 2011/07/13 8:15:50 PM

Número de mortes por dengue chega a 110 no estado do RJ

De 2 de janeiro a 7 de julho foram notificados 147.975 casos suspeitos.
Capital é o local onde foram contabilizados o maior número de mortes: 36.

Do G1 RJ

O número de mortes causadas por dengue no estado do Rio de Janeiro chegou a 110, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (13) pela Secretaria estadual de Saúde. Foi registrada uma morte a mais, desde o último balanço da secretaria, na semana passada.

De 2 de janeiro a 7 de julho foram notificados 147.975 casos suspeitos de dengue no estado. Em janeiro, foram notificados 5.697 casos; em fevereiro, 17.461; em março, 32.241; em abril, 51.656, em maio, 33.590; em junho, 7.255; e em julho, 75. No total, são 27 municípios com registro de mortes. E a capital continua sendo o local onde foram contabilizados o maior número: 36.

Segundo a secretaria, os outros municípios que tiveram registro de mortes foram: Nova Iguaçu (8), Duque de Caxias (9), Magé (3), Cabo Frio (1), São Gonçalo (10), Maricá (2), Mesquita (3), São João do Meriti (5), São José do Vale do Rio Preto (1), Bom Jesus de Itabapoana (1), Itaocara (2), Itaperuna (1), Rio das Ostras (3), Barra Mansa (3), Belford Roxo (2), Campos dos Goytacazes (3), Angra dos Reis (4), Japeri (1), Paraíba do Sul (1), Itaboraí (1), São Pedro da Aldeia (1), Valença (2), Casemiro de Abreu (1), Italva (1), Pinheiral (1) e Volta Redonda (4).

Dengue tipo 4
Na capital, nos três primeiros meses do ano, o número de casos foi maior do que o total dos anos de 2010 e 2009 somados.

No dia 23 de março, a Secretaria Estadual de Saúde do Rio confirmou os dois primeiros casos de dengue tipo 4 no estado. Segundo o secretário Sérgio Côrtes, a confirmação foi dada pela Fiocruz.

As infectadas, conforme informações da secretaria, são as irmãs e estudantes universitárias. Caroline, de 22 anos, e Bárbara, de 21, que estão em casa e passam bem. Uma delas precisou ser internada, com fortes dores abdominais.

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Greve dos professores do Rio de Janeiro

Intenção é permanecer acampado até acordo, diz líder de professores no RJ

Pelo menos 50 pessoas permanecem em frente à Secretaria de Educação. 
Nova reunião, com a presença do secretário, está marcada para quinta-feira.

Thamine Leta – Do G1 RJ

Greve dos professores (Foto: Thamine Leta/G1)Grupo de professores permanece acampado no Centro do Rio (Foto: Thamine Leta/G1)

acampamento montado por professores estaduais em frente à Secretaria de Educação, na Rua da Ajuda, no Centro do Rio, só será desfeito após um acordo entre o governo e os sindicalistas. A informação foi confirmada na manhã desta quarta-feira (13) pelo coordenador geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe) e líder do movimento, Danilo Serafim.

“Nossa intenção é permanecer acampados até que um acordo seja feito, até que as negociações sejam feitas. Cinquenta pessoas dormiram aqui nas barracas e outras chegaram bem cedo. Estamos nos revezando”, explicou Danilo.

Os grevistas reivindicam um aumento de 26% para professores e funcionários, incorporação imediata da gratificação da Nova Escola, descongelamento do plano de carreira dos funcionários e o direito de realizar eleições para diretores nas escolas.

Greve dos professores (Foto: Thamine Leta/G1)
Mais de 10 barracas foram montadas em frente ao
prédio da Secretaria de Educação
(Foto: Thamine Leta/G1)

Com mais de 10 barracas de camping, cerca de 50 pessoas passaram a noite em frente ao prédio da Secretaria. Na terça-feira (12), o grupo invadiu o saguão do edifício do governo durante uma manifestação no Centro por melhores salários. Uma nova reunião entre os secretários estaduais de Educação, Wilson Risolia, e de Planejamento, Sérgio Ruy, e os professores está marcada para a quinta-feira (14).

De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Educação, ao deixar o prédio na noite de terça, o secretário Risolia enfrentou represália dos manifestantes.

Os professores teriam jogado pedras no carro do secretário.

Em nota, o Sepe informou que “não partiu do sindicato qualquer orientação de agressão contra o secretário nem contra qualquer autoridade estadual. O sindicato desautoriza qualquer tipo de agressão a quem quer que seja, nem pode ser responsabilizado por atitudes individuais da parte de pessoas que não tem a ver com o movimento em defesa da educação pública estadual”.

Reposição de aulas
No dia 7 de julho, a Secretaria de Educação informou que os grevistas terão de repor as aulasperdidas durante a paralisação. Dessa forma, segundo o órgão, o governo não vai descontar os dias parados. Em nota oficial, a Secretaria informou que a decisão é da Justiça do Rio.

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