Arquivo diário: 2011/06/02 11:56:56 PM

Whitney Houston é diagnosticada com enfisema pulmonar

O DIA ONLINE

Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet

Rio – Um boletim divulgado pelo site da revista National Enquirer informou que a cantora Whitney Houston, de 47 anos, está sofrendo do estágio inicial de um enfisema pulmonar, doença que tem afetado suas performances vocais. As informações são do site Pop Eater.

“Os médicos a avisaram que ela terá uma morte dolorosa por causa do enfisema”, disse um amigo da cantora à Enquirer.

Uma equipe médica informou que se Whitney não abandonar o hábito de fumar a doença poderá ser fatal.

Em abril, a cantora cancelou shows na Europa por causa de infecções respiratórias.

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Jornalista Merval Pereira é eleito para a Academia Brasileira de Letras

Do G1 RJ

Merval Pereira (Foto: Reprodução/TV Globo)O jornalista Merval Pereira foi eleito para a ABL
(Foto: Reprodução/TV Globo)

A Academia Brasileira de Letras (ABL) elegeu, nesta quinta-feira (2), o jornalista carioca Merval Pereira para a cadeira número 31 da instituição. Aos 61 anos, o colunista do jornal “O Globo” e comentarista da Globo News e da rádio CBN substitui o escritor Moacyr Scliar, falecido em 27 de fevereiro.

O jornalista recebeu 25 dos 39 votos possíveis e superou o escritor Antônio Torres, que teve 13 votos. Votaram por carta 26 acadêmicos e, na sessão,12. Houve uma abstenção.

O novo imortal disse ser uma honraria estar na ABL: “Cosidero uma honraria participar da Academia Brasileira de Letras, a instituição cultural mais importante do país”.

O presidente da ABL, Marcos Vinicios Vilaça, declarou: “Com a eleição de Merval Pereira para ocupar a cadeira 31, na sucessão do saudoso escritor e médico Moacyr Scliar, mantém-se a tradição da presença de grandes jornalistas na Academia. Muitos passaram por esta Casa, desde Joaquim Nabuco”.

Merval é o oitavo ocupante da cadeira número 31 da ABL, que tem como fundador Guimarães Junior, e patrono, Pedro Luís. Foi ocupada por João Ribeiro, Paulo Setúbal, Cassiano Ricardo, José Cândido de Carvalho, Geraldo França de Lima e Moacyr Scliar.

É autor de “A segunda guerra, sucessão de Geisel”, da Editora Brasiliense e “O lulismo no poder”, da Editora Record, entre outros.

Carreira
O jornalista começou a carreira em 1968, quando entrou em “O Globo” como repórter estagiário, tendo sido, entre outras funções, editor nacional, editor-chefe, diretor da sucursal de Brasília, diretor de redação e diretor executivo do Infoglobo. Foi Diretor de Jornalismo de Midia impressa e rádio das Organizações Globo. Faz parte do Conselho Editorial das Organizações Globo.

Em 1979, Merval recebeu o Prêmio Esso pela série de reportagens “A segunda guerra, sucessão de Geisel”. Foi finalista do Prêmio Esso em 2000 com uma reportagem sobre o envolvimento do cineasta João Moreira Salles com o traficante Marcinho VP.

Entre 1983 e 1985 trabalhou na revista “Veja”, onde foi chefe das sucursais de Brasília e Rio e editor nacional em São Paulo. Também foi editor-executivo do “Jornal do Brasil”.

Merval é Conselheiro do Centro de Estudos da América da Universidade Cândido Mendes e membro do Board of Visitors da John S. Knight Fellowships da Universidade Stanford.

Em 2009, recebeu o prêmio Maria Moors Cabot da Universidade de Columbia de excelência jornalística, a mais importante premiação internacional do jornalismo das Américas.

Em 2010, Merval tomou posse como membro titular da Academia Brasileira de Filosofia.

Farmácias podem ganhar subsídio para vender remédios a preço de custo para aposentados

As farmácias e drogarias devem ser autorizadas a vender medicamentos pelo preço de custo e lançar a diferença entre esse preço e o de mercado como despesa operacional. A medida prevista em projeto aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) nesta quinta-feira (2) deve valer apenas para a venda de remédios a pessoa que comprove, ao mesmo tempo, três condições: ser aposentado pelo Regime Geral da Previdência Social, portador de doença crônica que exige medicação contínua e usuário do Serviço Único de Saúde (SUS).

Ao ser lançada como despesa operacional, a operação garantirá um subsídio às farmácias, havendo total compensação pela entrega dos remédios a preço de custo. Na prática, o benefício reduzirá a carga tributária da rede varejista que atuar pelo sistema, como explica o autor da proposta (PLS 181/10), senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).

Na justificação, Marcelo Crivella observa que as farmácias e drogarias rotineiramente concedem descontos a clientes que fazem uso de medicamento contínuo. De acordo com o senador, essa estratégia de “fidelização de clientes” evidencia que os preços podem ser reduzidos sem grandes perdas para aquelas empresas. Com isso, sugere que o subsídio também pode ser absorvido pelo governo.

A matéria ainda terá de passar pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde a decisão será terminativaDecisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. , antes de seguir para exame na Câmara dos Deputados. Se ganhar aprovação em todas as fases legislativas, irá então à sanção presidencial. Na CDH, a relatora foi a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), com análise indicando a aprovação.

Distribuição de remédios

Atualmente, o governo mantém dois distintos programas para fazer chegar medicamentos à população atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS): o que abastece a rede pública de assistência à saúde e a Farmácia Popular. Esta última dispõe de duas redes: as unidades públicas, em parceria com estados e municípios, sem custo na entrega dos remédios; e a rede em parceria com as farmácias e drogarias privadas, em sistemas de co-pagamento. Mas são recorrentes as queixas da população sobre a falta de medicamentos.

Fonte: Agência Senado

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