Programa Carlos Rocha na TV Capital Rio – Entrevista Djanira Felipe 030720

Amigos compartilho a entrevista concedida ao amigo Carlos Rocha em Live dia 03/07/2020 para quem não conseguiu acompanhar ao vivo.

Os amigos e leitores que não tiveram a oportunidade de assistir ao programa ao Vivo peço, por favor, que prestigiem agora e podem curtir, comentar, e se for o caso criticar. O Feedback é sempre uma oportunidade para melhorias.

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Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

Páscoa 2020

Adroaldo da Cunha Portal – ouçam porque é importante saber.

Adroaldo da Cunha Portal Chefe de Gabinete da Liderança do PDT no Senado Federal faz uma Análise e traz informações e esclarecimentos sobre a situação atual de forma clara, objetiva e sem nenhuma pretensão de politizar.

MULHERES! Muitas mulheres mudam a política. Direitos, votos e conquistas.

Por Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

 

Quando nós mulheres adotamos um discurso de luta pela conquista de “espaços” no universo político, nos dias atuais, parece que esquecemos de ler e conhecer as extraordinárias histórias que versam no grande acervo histórico das ações exitosas realizadas por mulheres corajosas que nos antecederam e merecem a nossa reverência. Quando conhecemos algumas dessas lutas e vitórias percebemos que somos capazes de realizar muito mais porque são outros os tempos, contamos com os canais de redes sociais, tecnologia ao alcance da mão, via celular, com o famoso marketing digital, com o interesse dos partidos políticos em cumprir a cota destinada às mulheres e com o apoio das lideranças conscientes entre outros fatores. Então por que o avanço das nossas lutas atuais ainda está longe do alcance do objetivo, do cumprimento das metas…Vamos pensar um pouco enquanto lembramos alguns exemplos, mas antes, quero dizer que a minha introdução poderá causar uma interpretação equivocada de que estou fazendo apenas uma crítica ao nosso modo de agir, mas não é bem assim. Hoje li uma mensagem de Michelle Bachelet que me fez refletir e resolver escrever este texto. Vejamos a citação: “Quando uma mulher entra na política, muda a mulher. Quando muitas entram, muda a política.”

Lembrando que no passado não muito longínquo elegemos uma Mulher Presidente do Brasil e tivemos tantas outras integrando o Governo. Por que o retrocesso? O que temos hoje?

Imaginemos, neste ponto, que faremos uma rápida viagem no tempo e vamos visitar alguns momentos históricos que poderão sustentar ou permitir que questionemos a nossa realidade.

 

Breve histórico

Império – Segundo Reinado: Brasil – A história do voto feminino começou quando as mulheres reivindicaram mais direitos na esfera pública.

1880 – A primeira vez que uma mulher votou no Brasil.  Foi a dentista Isabel de Mattos Dillon. Ela viu a oportunidade nas introduções promovidas pela Lei Saraiva na legislação brasileira. Esta lei, de 1880, dizia que todo brasileiro possuidor de um título científico poderia votar. Por causa disso, ela exerceu o seu direito solicitando sua inclusão na lista de eleitores do Rio Grande do Sul.

Primeira República: A segunda mulher a votar no Brasil foi Celina Guimarães Viana. Imaginem vocês que a Republica não ampliou o direito de voto às mulheres. A menção ao voto era a de que “cidadãos maiores de 21 anos” poderiam votar. As mulheres foram evidentemente excluídas à época.

1910 – A professora Leontina de Figueiredo Daltro fundou o Partido Republicano Feminino, embora na Constituição de 1891 não houvesse nenhuma menção a criação de partido político, ainda mais, exclusivamente, feminino. O PRF foi inspirado nas Sufragistas (suffragettes, em inglês), é o termo pelo qual as mulheres do movimento pelo direito do voto feminino na Inglaterra eram denominadas. O PRF organizava passeatas, lutava pela educação voltada para o trabalho e pressionava o governo para que lhe concedesse o direito ao voto.

1919 – O senador Justo Chermont (PA) apresentou o primeiro projeto de lei sobre o voto feminino, por meio da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, liderada por Bertha Lutz. As mulheres fizeram um abaixo-assinado que recolheu duas mil assinaturas a fim de pressionar o Senado para que a lei fosse aprovada. Contudo, o projeto ficou esquecido durante anos pelos parlamentares. Vale ressaltar que durante a Primeira República, o Brasil era extremamente federalizado e a competência de legislar sobre a matéria eleitoral era dos estados.

1927 – Esse relato ratifica a informação do parágrafo da Primeira Republica quando mencionei a segunda mulher a votar. O estado do Rio Grande do Norte permitiu que as mulheres votassem. Foi quando a professora Celina Guimarães Viana, em Mossoró, solicitou e teve aceita sua inscrição como eleitora, seguida por outras quinze mulheres que se inscreveram e votaram naquela eleição. Posteriormente, os votos foram cassados pela Comissão de Verificação de Poderes do Senado, alegando que o estado não poderia ter autorizado o voto feminino cuja lei ainda era objeto de discussão no Senado.

1929 – Em Lages/RN foi eleita com 60% dos votos, a primeira prefeita do Brasil, Alzira Soriano Teixeira. Se havia alguma lei que as impedia de votar, não havia nenhuma lei que as impedisse de candidatar-se.

1930 – Com a Revolução Alzira Soriano Teixeira perdeu o mandato e voltou à política com a redemocratização de 1945, eleita vereadora por duas vezes consecutivas.

1932 – Foi elaborado o primeiro Código Eleitoral do Brasil, a criação da Justiça Eleitoral, de eleições padronizadas e voto obrigatório, secreto e universal, incluindo as mulheres.

1933 – Eleições Legislativas. As brasileiras votaram e foram votadas pela primeira vez.  A médica paulista Carlota de Queirós foi eleita a primeira deputada federal do país.

1934 – À Constituição foi incorporado o voto feminino estendido às mulheres solteiras e viúvas que exerciam trabalhos remunerados. As mulheres casadas deveriam ser autorizadas pelos maridos para exercer o direito de votar.

1935 – O Código Eleitoral versou a obrigatoriedade do voto das mulheres que tinham atividades remuneradas e as que não recebiam salários o voto era considerado facultativo.

1965 – O Código Eleitoral igualou o voto feminino ao masculino.

Por fim, para registro o primeiro chefe de Estado do Brasil Independente foi uma mulher: a Imperatriz Leopoldina. A princesa Isabel é considerada a primeira senadora do Brasil porque os príncipes reais tinham direito a uma vaga no senado.

1990 –   O senador teve as suas primeiras parlamentares eleitas por voto universal: Júnia Marise (Minas Gerais) e Marluce Pinto (Roraima).

1994 –   Roseana Sarney (Maranhão) eleita a primeira mulher para chefiar um estado.

2010Dilma Rousseff torna-se a primeira mulher a ser presidente do Brasil.

 

Em síntese, companheiras, quando menciono o nosso discurso sobre conquistar espaços, nos dias atuais e cito Michelle Bachelet, eu quero apenas convidá-las a uma intensa reflexão sobre esse breve histórico e que a cada dia procuremos fortalecer os nossos laços de relacionamentos na caminhada para a construção de pontes e derrubada de muros. Precisamos apagar as fogueiras de egos inflamados, minimizar a competição e maximizar a união. Assim é que se fará a realidade de que muitas mulheres mudam a política. Nós somos fortes desde sempre, não a partir de agora, mas com certeza agora e para sempre. Percebam que há muito tempo conquistamos espaços. Pensemos seriamente em ocupá-los.

Referência:https://www.todamateria.com.br/voto-feminino-no-brasil/

 

 

O poeta e o homem – PLB – 2019/2020

Amigos e Leitores, saudações literárias!

Postei o conto para que leiam e comentem. A sua opinião é fundamental. O Conto está abaixo do vídeo.

O POETA E O HOMEM

Por Djanira Felipe

Quando olhei para aquela foto foi como se algo me abduzisse da realidade. O sentimento se fez manifestar pelo entusiasmo criador, porque ser poeta é ter a capacidade de transcender os limites dos sentidos limitados e contemplar o mundo pelo olhar da alma.  Então observei o poeta sentado que segura o livro, ao mesmo tempo em que abriga com serenidade o homem desvalido, possivelmente, do amparo familiar e da corporação social, cansado das provas da vida ou simplesmente um homem que precisa de colo.

O livro, o homem, ambos têm histórias que os trovadores sabem perceber e contar muito bem, às vezes, até os autores acabam sendo transformados em personagens, ainda que seja involuntariamente e pelas circunstâncias que a vida apresenta.

O poeta Carlos Drummond de Andrade escreveu: “Tinha uma pedra no meio do caminho no meio do caminho tinha uma pedra…” se o poeta olhasse a imagem que inspira este texto poderia por metáfora dizer: − Há um homem no colo do poeta no colo do poeta há um homem. Talvez Drummond dissesse isto porque o homem passa a ser o objeto da exterioridade comportamental da sociedade.

Um homem no colo do poeta, um homem que necessita de atenção, de um amigo, de um abrigo. No silêncio barulhento da Orla de Copacabana, os pensamentos e os olhares parecem entender, enquanto as dores contidas são representadas num simples pedido de socorro, na segunda maior cidade do Brasil.

Nem se faz necessário encontrar-se lá para saber que os transeuntes são indiferentes à situação, salvo para fotografar como mero registro de um passeio no calçadão de Copacabana. Mas, e a face oculta? Os sentimentos? Os sofrimentos? As carências e pressões psicológicas?

O calor humano que se faz representado pelo metal frio da estátua do poeta que pelo que aparenta é mais humano do que os humanos, torna inexplicável a sensação de entrega que a imagem passa para um bom observador.  Um grito silencioso! Um pedido de assistência! Um colo para descansar simplesmente. No colo do poeta o homem descansa. O poeta acolhe o homem que a sociedade insiste em rejeitar. Será o homem apenas mais uma pedra no meio do caminho em desalinho?

Como pano de fundo, a beleza do céu e do mar, que complementam o cenário com toda a magia da poesia que existe, desde o aspecto até a leitura traduzida pela percepção de cada olhar. É difícil avaliar o quanto há de vida real e arte nesta imagem de autoria anônima, que é nada mais do que o retrato de uma realidade nua e crua, resultado de um sistema cruel aos menos favorecidos e também Filhos de Deus.

Foto da internet

IPTU 2020 – RIO DE JANEIRO

O IPTU é essencial para a cidade. Uma parte do seu valor é empregado em despesas administrativas. A outra, na manutenção de áreas como saúde, educação, mobilidade, segurança e demais investimentos. Fique em dia com o IPTU. Você ajuda a fazer um Rio melhor. ( Retirado na íntegra da página http://wpro.rio.rj.gov.br/ipturio/)

Amigos,

Então, agora que sabemos para que serve o valor arrecadado VAMOS APRENDER A COBRAR AS MELHORIAS DOS GOVERNANTES.

Adm. Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

DATAS DE VENCIMENTO PARA O PAGAMENTO DO IPTU EM PARCELAS

Cota COTA ÚNICA E 1ª COTA 2ª COTA 3ª COTA 4ª COTA 5ª COTA 6ª COTA 7ª COTA 8ª COTA 9ª COTA 10ª COTA
Vencimento 07/FEV 06/MAR 07/ABR 08/MAI 05/JUN 07/JUL 07/AGO 08/SET 07/OUT 09/NOV

Grifo nosso: negrito.

VOCÊ DECIDE!

Meus Amigos vejam que oportunidade extraordinária para realizar o seu sonho. Para morar ou investir.

LIGA PARA MIM 21 97152-3328

16 DIAS DE ATIVISMO PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

CLIENTE: O PRINCIPAL VALOR.

 

CLIENTE: O PRINCIPAL VALOR.

Hoje é o dia daquele que é o mais importante!

Hoje é o dia daquele que deve estar o tempo todo em nossos pensamentos, em nossas ações e em nossos sonhos, mas para que isso aconteça depende muito de cada um de nós.

Afinal, o que significa satisfazer o cliente?

Sinceramente tenho observado que o interesse pelo foco no CLIENTE tem ficado em nível secundário. Há exceções raras. Satisfazer ao CLIENTE passa necessariamente pelo atendimento que é o ponto vital para você conquistar, manter ou perder a sua principal razão de trabalhar para viver bem. Parece que estamos vivendo a era do retrocesso e retrocedendo também no trato com os que já chegaram a sua era. A era do CLIENTE. Fiquem atentos!

A qualidade dos bens e serviços é uma obrigação, contudo, o cumprimento dessa obrigação sem investir, conhecer e priorizar a satisfação do CLIENTE é caminhar na contramão do sucesso.

Uma dica: Identifique e defina a sua empresa ou você como um processo de satisfação do CLIENTE. Além disso, trabalhe na produção de bens, serviços e valores para a entrega com a qualidade que o CLIENTE merece. O significado da palavra CLIENTE vai muito além dos sinônimos existentes.

Em breve estarei tratando de assuntos referentes aos atendimentos aos clientes de forma bem dinâmica. Afinal, são mais de 35 anos de experiências vividas com clientes e no papel de cliente.

Seu principal valor é o CLIENTE.

Djanira Felipe – mulher que escreve, faz e sabe o porquê.

 

9 de setembro – HOMENAGEM AO ADMINISTRADOR

Ser Administrador é uma conquista na vida. Há pessoas que não dão a importância ou o valor devido, mas eu sinto satisfação em ser Profissional da Administração. As funções do Administrador que versam em literaturas e definidas por autores renomados são:

  1. Prever
  2. Organizar
  3. Comandar
  4. Coordenar
  5. Controlar

Basicamente são cinco funções e compõem o processo administrativo.  Permeiam em qualquer trabalho do Administrador, seja qual for o nível hierárquico ou área de atividade da empresa. O diretor, o gerente, os supervisores em seus respectivos níveis desempenham essas atividades de previsão, organização, comando, coordenação e controle como atividades administrativas essenciais. Atualmente os profissionais ainda têm que desenvolver outras habilidades que não vem ao caso nesse texto porque é uma Homenagem ao Dia do Administrador.

Em que pese a importância da automação a pessoa e o papel do Administrador são imprescindíveis na gestão dos processos e das pessoas.

Abraços fraternos aos seus corações.

Adm. Djanira Felipe de Oliveira

CRA-RJ – 20-19650-8

DIA 7 DE SETEMBRO INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Caros amigos e Leitores,

Essa matéria é História do Brasil. Por isso, chamo a sua atenção para o último parágrafo e peço, por favor, observarem: Em que pese o tempo decorrido a situação parece bem atual ou podemos acreditar que estamos mesmo em retrocesso na velocidade da luz? A questão é não esquecer nem apagar a nossa História.

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Independência ou Morte: 7 de setembro de 1822 – quadro de Pedro Américo

Introdução

A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política. Muitas tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram na luta por este ideal. Podemos citar o caso mais conhecido: Tiradentes. Foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade de nosso país, durante o processo da Inconfidência Mineira.

Dia do Fico

Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta das cortes de Lisboa, exigindo seu retorno para Portugal. Há tempos os portugueses insistiam nesta ideia, pois pretendiam recolonizar o Brasil e a presença de D. Pedro impedia este ideal. Porém, D. Pedro respondeu negativamente aos chamados de Portugal e proclamou : “Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.”

O processo de independência

Após o Dia do Fico, D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a metrópole, pois preparavam caminho para a independência do Brasil. D. Pedro convocou uma Assembleia Constituinte, organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino. Determinou também que nenhuma lei de Portugal seria colocada em vigor sem o ” cumpra-se “, ou seja, sem a sua aprovação. Além disso, o futuro imperador do Brasil, conclamava o povo a lutar pela independência.

O príncipe fez uma rápida viagem à Minas Gerais e a São Paulo para acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimento, pois acreditavam que tudo isto poderia ocasionar uma desestabilização social. Durante a viagem, D. Pedro recebeu uma nova carta de Portugal que anulava a Assembleia Constituinte e exigia a volta imediata dele para a metrópole.

Estas notícias chegaram as mãos de D. Pedro quando este estava em viagem de Santos para São Paulo. Próximo ao riacho do Ipiranga, levantou a espada e gritou : ” Independência ou Morte !”. Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil.

Bandeira Brasil Império

 Bandeira do Brasil Império. Primeira bandeira brasileira após a Independência.

Pós Independência

Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas para reconhecer a independência de sua ex-colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra.

Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. O povo mais pobre se quer acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou a mesma, a escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou.

Fonte: www. suapesquisa .com / independencia

DESPEDIDA GRVE CE

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